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Dinossauros: as pesquisas ainda não acabaram
Por Reflita - quinta, 08 de novembro de 2007, às 01:19:22
Categoria: Postagem Obrigatória

Comentário: Depois de estudarem vários fósseis de dinossauros e aves extintas,pesquisadores
da Universidade de Manchester, na Grâ-Bretanha, descobriram que certos dinossauros,
como o Velociraptor, respiravam como os pingüins, o que confirma a hipótese desses animais
serem muito ativos e precisarem de um eficiente sistema respiratório para locomoverem-se com
bastante agilidade.
As semelhanças são muitas, mas a mais comentada foi sobre as projeções ósseas em formato de
garra,saindo das costelas, encontradas em fósseis tanto de ancestrais das aves, quanto de
dinossauros e também nas espécies modernas.
Todas as pesquisas remetem a suposições de que tanto as aves mergulhadoras quanto os dinossauros
precisam dessas projeções mais longas para a respiração; diferentemente do que occore nos
avestruzes,com projeções pequenas, já que não voam; e em aves voadoras, na qual possuem
tamanhos médios.
Assim, podem ser descobertas mais características desses tão antigos habitantes do
nosso planeta,e também podem ser aprofundadas as informações já conhecidas, ou quem
sabe descobertas novas espécies de dinossauros não catalogados e a tão sonhada resposta:
como e por que os dinossauros foram extintos?
Depois de estudarem vários fósseis de dinossauros e aves extintas,pesquisadores
da Universidade de Manchester, na Grâ-Bretanha, descobriram que certos dinossauros,
como o Velociraptor, respiravam como os pingüins, o que confirma a hipótese desses animais
serem muito ativos e precisarem de um eficiente sistema respiratório para locomoverem-se com
bastante agilidade.
As semelhanças são muitas, mas a mais comentada foi sobre as projeções ósseas em formato de
garra,saindo das costelas, encontradas em fósseis tanto de ancestrais das aves, quanto de
dinossauros e também nas espécies modernas.
Todas as pesquisas remetem a suposições de que tanto as aves mergulhadoras quanto os dinossauros
precisam dessas projeções mais longas para a respiração; diferentemente do que occore nos
avestruzes,com projeções pequenas, já que não voam; e em aves voadoras, na qual possuem
tamanhos médios.
Assim, podem ser descobertas mais características desses tão antigos habitantes do
nosso planeta,e também podem ser aprofundadas as informações já conhecidas, ou quem
sabe descobertas novas espécies de dinossauros não catalogados e a tão sonhada resposta:
como e por que os dinossauros foram extintos?

Manchete: Dinossauros respiravam como pingüins, diz estudo.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2056726-EI238,00.html


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Homens de preto
Por Reflita - segunda, 22 de outubro de 2007, às 19:44:34
Categoria: Postagem Obrigatória

Comentário:  A cena é real e aconteceu em um batalhão da Polícia Militar na Zona Norte carioca - dezenas de policiais estão me uma sala escura, diante de uma tela onde aparecem um soldado, em pé, e um sargento, sentado em uma escrivaninha. Na tela, o soldado pede as férias a que tem direito. O sargento sorri, diz que quer ajudar, mas que "precisa ser ajudado". Na platéia, os policiais começam a ficar agitados até que um mais exaltado grita: "Vai abrir a gaveta, olha lá!". Na tela, o sargento ainda não está com a mão na gaveta, mas a coloca segundos depois. Ao puxar, aparecem maços de notas. Muitos maços. A platéia explode como se tivesse visto um gol da seleção brasileira. E vem a frase: "Quem quer rir tem que fazer rir!", diz o sargento, confirmando a tentativa de achaque. A platéia continua vibrando - o filme conquistou cada um daqueles soldados e todo o Rio de Janeiro. E está conquistando, agora, o Brasil.
Apesar do aviso de "mera coincidência", praticamente todas as cenas do filme apresentaram alguma verdade. Até mesmo as mais absurdas, como aquela em que o instrutor do Coesp coloca uma granada sem pino nas mãos do personagem Matias, que dormia durante uma aula, para mantê-lo acordado.
"O Capitão Nascimento é um personagem que é uma soma de cinco ou seis oficiais" diz Pimentel, um dos autores do roteiro e do livro que inspirou o filme (Elite da Tropa, Editora Objetiva)

___________________

Manchete: Fenômeno da pirataria, o filme Tropa de Elite chega aos cinemas sem alterações sognificativas, transforma o personagem de Wagner Moura em figura cult, provoca transformações na segurança pública do Rio de Janeiro e poderia ter sido a promessa na disputa por um Oscar.

Fonte: Revista Rolling Stone (Outubro 07)


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Charge (final) Amazônia
Por Reflita - quinta, 23 de agosto de 2007, às 00:56:26
Categoria: Postagem Obrigatória

A charge representa a preocupação que povo brasileiro tem com a Amazônia. Muitos, apesar de serem contra o desmatamento e as queimadas, não se mobilizam e não procuram fazer algo significativo e que posso ajudar a reverter tal situação.

Não adianta nada ser contra e ficar de braços cruzados!


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Clones
Por Reflita - terça, 31 de julho de 2007, às 00:40:17
Categoria: Postagem Obrigatória

Comentário: Foi encontrado na Península de Yamal, na Sibéria, um bebê mamute que morreu aos seis meses de iadade e viveu há 10.000 anos atrás. O corpo dele está quase intacto (só lhe falta o rabo), o que faz os cientistas ficarem cada vez mais próximos de conseguir clonar animais pré-históricos, já que essa conservação aumenta as chances de o DNA do animal estar intacto, visto que o corpo estava soterrado em uma camda de terra permanentemente congleada (permafrost).

O processo seria bem parecido com o que se mostrou no filme Jurassic Park, e, como os mamutes são 95% iguais os elefantes, isso seria facilitado.
O que, por enquanto, torna impossível a clonagem dos extintos mamutes é o fato de que, primeiramente, é preciso encontrar no fóssil uma célula que possua o DNA intacto, e só depois substituir o código genético original do núcleo de um óvulo de elefanta pelo material genético do mamute.

O que se foi encontrado até hoje form apenas fragmentos de DNA, mas mesmo assim os cientistas são persistentes. O biólogo Don Colgan já tenta a quase uma década clonar o tigre-da-tasmânia, extinto em 1936, mas até agora também só encontrou fragmentos.

Outro feito importante, e que já está quase pronto, é o seqüenciamento do DNA do homem de Neandertal, e que permitirá a comparação deste com o homem e com os primatas, podendo ser possível entender um pouco mais do processo evolcionário humano.


Agora, analisemos. Seria realmente importante se os cientistas conseguissem fazer o mapeamento genético de espécies extintas, tanto para comparação como para uma melhor percepção do mundo antigo; mas seria realmente importante clonar esses animais, e permitir que eles convivam junto com a população moderna? Será que o fato deles terem sido extinstos, mesmo que seja, como no caso dos mamutes, por caça extensiva, não significa que eles não estão 'aptos' a viver no mundo atual? Como seria se o planeta fosse repovoado com mamutes, ,diabos-da-tasmânia, o homem de Neandertal, e quem sabe até (num futuro não muito próximo) com dinossauros pré-históricos?

___________________

Manchete: O corpo está intacto. Mas não dá para clonar. É possível que, no futuro, fósseis de animais extintos, como o do mamute recém-descoberto, sejam usados para reviver as espécies. Por enquanto, isso é impossível.

Fonte: Revista Veja (18 de julho de 2007)


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21 anos depois
Por Grazielly (D-14) - sexta, 20 de julho de 2007, às 02:17:56
Categoria: Postagem Livre

Em 1986 uma explosão atingiu a usina nuclear de Chernobyl (Ucrânia) provocando uma nuvem radiotiva. Tal acidente foi conseqüência de um teste mal sucedido para avaliar o funcionamento de um reator localizado no Epicentro, conhecido como ''o abrigo'', onde tudo começou.
A radioatividade liberada provocou resultados incalculáveis, o desastre produziu 100 vezes mais radiação na atmosfera do que as duas bombas atômicas somadas detonadas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, no final da 2ª Guerra.
Mas, o que se sobrepõe é o fato de, apesar do tempo passado, o desastre deixa explicito estimativas alarmantes: 1 a cada 4 crianças nascidas na região é saudável, além de que, 9000 pessoas devem morrer de algum tipo de câncer decorrente da exposição nuclear, ou seja, tudo é muito atual ainda...

Fonte: Super Interessante (julho 2007)



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