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Mayara (F-19), Thamires (F-34)

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Bolsa cai pela 4ª vez e perde mais de 10% no mês; dólar sobe
Por Thamires (F-34) - quinta, 20 de novembro de 2008, às 01:42:49
Categoria: Postagem Livre

O Ibovespa, indicador de referência da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou esta quarta-feira em queda de 2,02%, aos 33.404,55 pontos. Foi a quarta queda seguida, e, nesses quatro dias, a Bolsa perdeu 7,19%. No mês, o prejuízo acumulado passa de 10% (o percentual exato é 10,34%).

No câmbio, o dólar comercial subiu 2,67%, negociado a R$ 2,387 na venda. É a terceira alta seguida da moeda, que acumula elevação de 10,51% só em novembro.

Os desdobramentos da crise financeira e o temor de recessão mundial seguem no foco dos investidores. A crise financeira cada vez mais mostra efeitos devastadores sobre a economia real.

Notícias ruins em série divulgadas somente hoje envolvem diversos setores, como automóveis, agricultura, indústria química, combustíveis e construção civil, e empresas mundialmente famosas, como General Motors, Basf, Nissan e Citigroup.

A preocupação com o setor automobilístico é uma das maiores. As montadoras norte-americanas pediram ao Congresso uma ajuda de US$ 25 bilhões para evitar a falência de muitas delas.

Entre fabricantes de outras nacionalidades, também há tensão. A japonesa Toyota anunciou a paralisação das atividades em fábricas dos Estados Unidos e Canadá por dois dias, por causa da queda na demanda.

"Nos adaptamos às condições locais, ou seja, à queda do mercado e à desaceleração das vendas. Se continuássemos produzindo, teríamos um excesso de estoque", disse um porta-voz da empresa.

Ainda sobre o setor, o presidente da montadora Nissan alertou hoje que a empresa deverá encerrar o segundo trimestre com lucro zero.

Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor nos Estados Unidos caiu 1% em outubro sobre o mês anterior, conferindo a maior baixa para o indicador desde o início da série histórica desse indicador, em 1947.

A atividade de construção de moradias nos Estados Unidos recuou 4,5% em outubro, para uma taxa anual de 791 mil unidades. Os alvarás de construção, um indicativo dos projetos futuros residenciais, diminuíram 12% no mês passado, para uma marca de 708 mil.

Na Espanha, o governo confirmou que o PIB (Produto Interno Bruto) contraiu-se pela primeira vez em 15 anos. No terceiro trimestre, o recuo da economia foi de 0,2%.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, disse que o mundo enfrenta a pior crise financeira desde a Segunda Guerra Mundial.

"Vi muitas crises e muito difíceis. É a primeira vez que o coração das finanças dos países industrializados está em jogo", afirmou.

O banco japonês Sumitomo Mitsui Financial Group disse que quer levantar ao menos US$ 2,9 bilhões por meio da emissão de ações preferenciais, para aumentar seu capital, afetado pela elevação de empréstimos de baixa qualidade.

Na China, os lucros dos 14 bancos com ações negociadas em Bolsa aumentaram 50,6% nos primeiros nove meses de 2008, apesar de terem perdido U$S 4,12 bilhões (R$ 9,59 bilhões no câmbio atual) com a crise do crédito nos Estados Unidos.

No Brasil, a taxa de desemprego atingiu 7,5% em outubro, levemente abaixo dos 7,6% registrados em setembro e inferior aos 8,7% de outubro de 2007. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o resultado do mês passado é o segundo menor desde março de 2002, quando começou a série histórica.

Mercados
As Bolsas européias fecharam em forte queda nesta quarta-feira, afetadas por ações do setor bancário e de empresas ligadas a commodities. Londres caiu 4,82%, Frankfurt recuou 4,92% e Madri perdeu 3,74%.

A maioria das Bolsas asiáticas encerrou os negócios em baixa, depois que as preocupações com o setor automobilístico aumentaram. A exceção ficou com o índice de Xangai, que avançou 6,05% puxado pelo bom desempenho das ações do setor de energia.

Fonte: http://economia.uol.com.br/cotacoes/ultnot/2008/11/19/ult1918u1449.jhtm


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De vocês não esqueço jamais
Por Atualissimo - quarta, 12 de novembro de 2008, às 23:07:16
Categoria: Postagem Obrigatória

Por fim, conclui-se aqui uma de muitas etapas a serem concluídas na vida. Porém esta tem um quê de especial, por ser o final de uma fase de transição de crianças para o tão clichê "gente grande". É nessa fase, que aprendemos a lidar com os outros, através das semelhanças e diferenças, e é aí que se formam as grandes amizades. Amizades estas que desde de início temos a certeza de que serão para sempre.

Tal como uma peça de teatro, todos os personagens foram fundamentais para que tudo corresse bem. Desde os amigos, até professores, coordenadores, e não deixando de lado os funcionários, que com seu bom humor deram um toque especial em suas cenas. E é por essa essencialidade que os mesmo não serão esquecidos.

É normal que em nós brote o sentimentos de saudade, provocado pelo medo de que tudo acabe por aqui. Mas não podemos nos esquecer que saudade é a prova de que o passado valeu à pena, e também que não iremos nos separar, uma vez que tudo o que construimos é verdadeiro, portanto, não há de acabar. Pois, quando um sentimento é de verdade, ele perdura para sempre.

Portanto, não façamos desta uma despedida de nossos relacionamentos, mas sim de uma fase boa da qual nos lembraremos enternamente.

Obrigada pelos tantos momentos inexplicáveis. Obrigada por fazerem parte da nossa história.

Boa sorte ! 

"Desenhos que a vida vai fazendo

Desbotam alguns, uns ficam iguais

Entre corações que tenho tatuado

De você me lembro mais

        De vocêS*, não esqueço jamais!"


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Agência confirma grau de investimento do Brasil e vê forte liquidez externa
Por Mayara (F-19) - terça, 11 de novembro de 2008, às 10:54:27
Categoria: Postagem Livre

SÃO PAULO - A agência de classificação de risco Fitch Ratings confirmou as notas dadas ao Brasil depois de processo anual de revisão que reavaliou 17 países emergentes com classificação de grau de investimento.

Segundo a Fitch, essa revisão de nota levou em conta a capacidade de absorver o choque de uma recessão nas maiores economias do mundo. E, para a agência, essa contração econômica será tão longa e profunda quanto as observadas no começo dos anos 80 e 90.

Em comunicado, a diretora-sênior do grupo soberano da Fitch, Shelly Shetty, apontou que a forte liquidez externa brasileira provê segurança suficiente para sustentar a atual classificação de risco do país com perspectiva estável.

A Fitch também diz que, por ser um credor externo líquido, ter melhorado sua estrutura de endividamento e ter dado respostas criteriosas às pressões internas que emergem da crise externa, o Brasil pode manter suas notas.

"Embora o Brasil seja afetado pela menor liquidez externa e pelo baixo preço de commodities, é pouco provável que o país entre em uma recessão em função de uma economia relativamente fechada " , apontou a Fitch.

Ainda na América Latina, a agência também reafirmou a nota e a perspectiva para a classificação do Peru, apontando a baixa necessidade de capital externo do país, mas rebaixou a perspectiva de rating do México, de estável para negativa.

De maneira geral, das 17 economias avaliadas, 13 conseguiram manter seus ratings soberanos, quatro foram rebaixadas e as perspectivas de nota foram revisadas para sete delas.

 A profunda mudança no panorama econômico e financeiro mundial impõe desafios aos mercados emergentes. Os responsáveis pelas políticas em países emergentes têm um escopo ainda menor para erros do que seus pares nos mercados desenvolvidos, mas eles estão mais bem posicionados para lidar com esses desafios " , resumiu o chefe do grupo global de ratings soberanos da Fitch, David Riley, por meio de comunicado.

Fonte* http://economia.uol.com.br/ult...97249.jhtm


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Democratas disputam cargos na equipe de transição de Obama
Por Atualissimo - domingo, 09 de novembro de 2008, às 17:30:32
Categoria: Postagem Obrigatória

Democratas, agora eleitos, estão anciosos para voltar à Casa Branca e disputam entre si os principais cargos do governo.

 Joe Lockhart, ex-secretário de imprensa do governo do democrata Bill Clinton, explica a difícil situação de dizer a nove pessoas por exemplo, que não são prioridade, uma vez que para cada cargo de alto escalão, existem 10 pessoas aptas.

Históricos contam para as escolhas dos cargos, uma vez que muitos canditados estiveram ao lado de Obama durante sua campanha contra Hillary.

O tema saúde pública é uma das prioridades de Obama, portanto, a CNN afirma que um dos cargos do gabinete irá, naturalmente para Tom Daschle, líder da maioria no Senado, por possuir um longo histórico na política e por ter focado sua carreira no Senado a temas de reforma na saúde.

Porém fontes democratas afirmam que o cargo também, poderia ser de Howard Dean, o médico presidente do Partido Democrata, e como citado anteriormente, foi um dos principais nomes na campanha de Obama.

Outro candidato é Paul Volcker, ex presidente do FED.Alan Blinder afirma que ele pode ser um bom "começo para as coisas", devido à sua idade, possivelmente não duraria durante todo o mandato.

Disputas à parte, os nomes da equipe de transição de Obama serão fundamentais caracterizar seu governo e indicar quais as prioridades nos primeiros meses.

Embora deva levar as relações pessoais em consideração, as expectativas são de que o novato senador por Illinois traga veteranos da Casa Branca para ajudá-lo a enfrentar a crise financeira e os conflitos no Iraque e Afeganistão.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u465783.shtml


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Blocos do pré-sal têm até 80 bi de barris de petróleo e gás, diz ANP
Por Giovanna (F-11) - sexta, 07 de novembro de 2008, às 18:13:05
Categoria: Postagem Livre

O diretor-geral da ANP (Agência Nacional de Petróleo), Haroldo Lima, estimou nesta sexta-feira que as reservas dos blocos já leiloados na área do pré-sal têm, no mínimo, 50 bilhões de barris de petróleo e gás, podendo chegar a 80 bilhões. As reservas conhecidas atualmente no Brasil somam cerca de 14 bilhões de barris de petróleo e gás, ou seja, a estimativa equivale a quatro vezes o nível atual.

Lima explicou que a agência fez um cálculo a partir da exploração no campo de Marlim, situado na bacia de Campos e que foram mapeados 500 possíveis poços no pré-sal.

O diretor informou ainda que foram leiloados 42% dos blocos incluídos na área da camada pré-sal. Somada a área restante, Lima disse que as reservas podem ultrapassar os 100 bilhões de barris.

"O máximo [das reservas] vai, segundo os cálculos, até 70 ou 80 bilhões de barris. Não sabemos ainda quais as conseqüências disso para o Brasil", afirmou

Lima também destacou que as novas reservas do pré-sal, se confirmadas, redesenham o mapa do petróleo no mundo.

"Sair das reservas atuais, que passam dos 14 bilhões de barris, para este volume, é uma mudança tão grande e tão profunda que não só modifica o panorama da geopolítica mundial do petróleo como coloca o Brasil numa perspectiva completamente nova do ponto de vista de serviço e de base industrial", afirmou.

O diretor não fez estimativas precisas sobre os investimentos necessários, citando apenas perspectivas do mercado que apontam para uma aplicação de US$ 400 bilhões nos próximos dez anos. O diretor minimizou ainda um possível prejuízo na exploração do pré-sal diante das quedas do preço do petróleo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u465318.shtml 


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