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Aline (E-4), Amanda (E-6)
Andressa (E-8)

Anos dourados
Por Climatual - quarta, 12 de novembro de 2008, às 23:46:38
Categoria: Postagem Obrigatória

Essa não é aquela carta comum.É uma carta de saudade,apesar de ainda nao ter terminado realmente.Saudade de um período colorido,feliz e principalmente de aprendizado.

Aquele fase da vida que conhecemos as melhores pessoas, que sorrimos,pulamos e de vez em quando até choramos.Mas tudo sendo compartilhado nos mínimos detalhes.

Os professores que não são realmente professores:são anjos.Cada um com seu jeito especial e acima de tudo,ensinando valores além de conteúdo.O Bigode com sua eterna paciência,a Silvia com seu carinho,a Yara com a persistência,o Cláudio com o amor ao próximo,o Iberê com sua concentração,o Jorge com a sabedoria,o Jarbas com a alegria,a Rita com habilidade,o Hideo a compreensão,o Sato com o silêncio,a Wanecir com a preocupação,o Sérgio com a ética,a Mônica com a cultura,o Fernando com o senso de humor,a Daria com seu espírito jovem.

Não esquecendo da equipe de coordenadores que ensina de que forma esses valores devem ser aplicados.A perseverança é a palavra chave dessa equipe,afinal não é fácil preparar alunos que estão na fase mais importante da vida,no auge.O Gallo e o Marcos sabem bem disso.

Funcionários excelentes são a marca registrada.Todos juntos para criar o melhor ambiente possível para alunos e os demais.

Aqui vai nosso eterno obrigado ao Colégio e as pessoas que fizeram parte da nossa vida neste período.Melhor preparação que essa não há.Assim seguimos confiantes para seguir nosso rumo,independente da escolha deste.Nosso eterno amor também para essa equipe maravilhosa,afinal não são apenas funcionários,professores,coordenadores..são amigos.

Obrigada por tudo Agostiniano São José.Obrigada por ter ajudado a nos tornar os seres humanos que somos.

Um abraço bem apertado e cheio de carinho

Amanda,Aline e Andressa.


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Banco Mundial defende expansão de gastos públicos para frear crise
Por Climatual - sábado, 08 de novembro de 2008, às 23:11:05
Categoria: Postagem Obrigatória

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, afirmou neste sábado em São Paulo, durante encontro do G20 financeiro, que a expansão de gastos do setor público deve ser pensada como instrumento para minimizar os impactos da crise econômica global.

Zoellick afirmou, no entanto, que alguns países não têm condições de aumentar os gastos, já outros afirmam que podem aderir ao uso de políticas fiscais expansionistas, como a China.

Ele ressaltou que essa expansão deve ser direcionada a setores específicos, como social e de infra-estrutura, já que os mais pobres são que sofrem mais com a crise. Zoellick afirmou que isso pode "evitar que a crise financeira se torne uma crise humanitária".

Ministros de Economia e presidentes de bancos centrais das grandes economias desenvolvidas e emergentes prepararam a primeira cúpula de chefes de Estado do G20 financeiro, convocada pelo presidente norte-americano, George W. Bush, para o dia 15 de novembro, em Washington.

Embora tenha concordado com o fato de que os emergentes devem ter mais voz nas entidades internacionais, Zoellick lembrou que o G20 não representa muitas economias de países pobres que vão sofrer com a crise.

Zoellick também defendeu uma reorganização do sistema financeiro, mas com "flexibilização".

Como efeito da crise financeira, Zoellick afirmou que, em 2009, pela primeira vez desde 1982, haverá queda no volume de comércio mundial.

Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a "crença cega" na auto-regulação dos mercados financeiros, o que para ele resultou na atual crise financeira global. Por isso, pediu uma maior regulação a partir de agora, durante o discurso proferido neste sábado na abertura da reunião do G20 financeiro.

Prévia

Antes das reuniões do fim de semana, representantes do Brasil, Índia, China, África do Sul, México e Rússia --seis potências emergentes-- passaram o dia reunidos ontem. Das discussões, segundo informou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, os emergentes --em especial os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China)-- sinalizaram que querem mais espaço nos debates.

"Nós, os países emergentes, os Brics, o G4, achamos que é preciso fazer uma reformulação do sistema financeiro mundial, que foi criado em Bretton Woods. Faltam regras mais sólidas apara impedir os abusos cometidos pelo setor financeiro, os 'hedge funds' e clubes de investimento, que não estavam sendo controlados. É preciso aumentar a regulamentação. É preciso que haja mais transparência, para que se saiba se eles estão ganhando, perdendo, se seus ativos são sadios ou não. Havia muitos ativos tóxicos que eram considerados bons", disse Mantega em entrevista coletiva.

Mantega disse ainda acreditar que os países emergentes não têm o espaço que deveriam nos organismos financeiros internacionais, entre eles o FMI (Fundo Monetário Internacional) e Banco Mundial.

Segundo ele, a atual divisão de poderes nesses órgãos refletem a economia das décadas de 1940 e 1950, quando Estados Unidos e Europa detinham a grande maioria do poderio financeiro. Sobre o G7, o ministro disse ser insuficiente para responder às demandas da crise. Por isso, defende uma função mais importante para o G20. Para isso, o G20 deve passar a ser integrado pelos chefes de Estado e que tenha um maior número de reuniões.


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Erros e falhas em urnas aumentam filas de votação nos EUA
Por Climatual - terça, 04 de novembro de 2008, às 18:34:35
Categoria: Postagem Obrigatória

As eleições gerais deste ano devem ter comparecimento recorde de 130 milhões, mas parte das longas filas que se vêem nos locais de votação em todo o país é resultado do complicado sistema de votação americano, erros e falhas nas urnas eletrônicas. Na eleição de 2004, 125,7 milhões votaram, 63,8% dos eleitores registrados.

Na Virgínia, conforme afirma a CNN, houve relatos de problemas como quebra de urnas eletrônicas e falha no leitor ótico das cédulas de votação. Em Chesapeake e Virginia Beach, os eleitores tiveram que recorrer às cédulas de papel para votar na disputa presidencial entre o democrata Barack Obama e o republicano John McCain.

No Condado de Cuyahoga, Ohio, a porta-voz do Comitê de Eleições, Kimberly Bartlett, afirmou que, nas primeiras horas, os eleitores receberam apenas a segunda das duas folhas da cédula de votação --que inclui não apenas os candidatos presidenciais, como os candidatos a 35 cadeiras do Senado e às vagas da Câmara dos Deputados.

Em Raleigh, Carolina do Norte, o diretor do Comitê de Eleições do Condado Wake relatou atrasos na entrega das cédulas e problemas causados pelas chuvas, que atingiram várias partes do país.

Em Kansas, Missouri, a eleitora Jessie Sargent disse esperar na fila há horas por problemas na lista de eleitores. "Era 5h quando eu cheguei e era a oitava na fila", disse. "Eu cheguei na mesa e percebi que eles tinham os cadernos errados. Depois de trocarem os cadernos, eles ainda acharam que estava errado e demoraram para perceber que o problema era a ordem das páginas".

"Havia muitas pessoas que deixaram a fila para ir para a escola ou o trabalho e eles não tinham cédulas provisórios ou livros para assinar", disse Sargent.

Atrasos

Em Virginia Beach, um dos locais de votação abriu mais tarde porque os funcionários responsáveis se atrasaram. Em um outro distrito do Estado, a diretora de uma biblioteca dormiu demais e também atrasou o início da votação. No Condado de Fairfax, vários cartões de memória das urnas eletrônicas falharam.

Em Richmond, relata a CNN, os eleitores do Centro de Matemática e Ciência também tiveram que votar com cédulas de papel por problemas nas máquinas, que já foram resolvidos.

Um eleitor de Shaker Heights, em Ohio, afirmou à rede que sua cédula de votação não incluía a opção para a disputa presidencial.

Eleitores no Texas, Missouri, Mississippi, Alabama e Arkansas disseram à CNN ter recebido mensagens de texto dizendo aos democratas para votar nesta quarta-feira, quando a votação estará encerrada. Um e-mail enviado a eleitores do arkansas dizia aos eleitores que eles poderiam depositar as cédulas amanhã.

Presidenciáveis

Os quatro candidatos à Casa Branca decidiram inspirar os eleitores e foram votar de manhã, pouco depois da abertura das urnas em seus Estados.

O candidato democrata à Presidência, Barack Obama, foi o primeiro a votar. Ele foi acompanhado de sua mulher, Michelle e as duas filhas, Sasha, 6, e Malia, 10 ao colégio Shoesmith, em Hyde Park, sul de Chicago.

O senador chegou às 7h36 (11h36 no horário de Brasília) e foi aplaudido pelos presentes.
"Eu votei", disse, ao segurar o comprovante da votação. "A jornada acaba, mas votar com minhas filhas, isso foi um grande negócio", completou, mais tarde, aos repórteres.

O seu companheiro de chapa, Joe Biden, votou quase ao mesmo tempo, em Delaware, Estado pelo qual é senador. Ao lado de sua mulher, Jill Tracy, e de sua mãe, ambas vestidas de vermelho, Biden chegou cedo à escola Tatnall, em Greenville, e demorou apenas poucos minutos para votar.

Horas depois, em Wasilla, no Alasca, a candidata a vice republicana, Sarah Palin, entrou na cabine de votação. Na saída, ao lado do marido, Palin deu uma entrevista coletiva e reiterou que tem experiência suficiente para governar.

Em Phoenix, no Arizona, o presidenciável republicano, John McCain, votou ao lado de sua mulher, Cindy. McCain foi ao centro de votação às 9h15 hora local (14h15 de Brasília), uma igreja metodista próxima a sua residência, onde era esperado pela imprensa.

Ela votou rapidamente, fez sinal de positivo com o polegar e deixou o lugar sem fazer declarações à imprensas no local.

Expectativa

Embora muitos eleitores tenham encontrado problemas durante a votação, a maioria parecia disposta a esperar horas em longas filas para participar de uma eleição histórica.

"Ficarei o quanto for necessário", disse Marian Goldberg, acrescentando que não perderia a votação que pode eleger o primeiro presidente negro do país, o homem mais velho a assumir o primeiro mandato ou a primeira mulher a assumir como vice-presidente.

Goldberg votou na Igreja Episcopal de atlanta, onde ao menos cem pessoas esperaram em uma fila de duas horas para votar. "Eu sou minha chefe, terei paciência".

Neste ano, 153,1 milhões de pessoas se registraram para votar. O número mais alto desde que se permitiu o voto feminino nos EUA, em 1920.


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Bovespa avança 6,25%, com Vale e Petrobras; dólar atinge R$ 2,13
Por Aline (E-4) - segunda, 20 de outubro de 2008, às 16:03:05
Categoria: Postagem Livre

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) ganha ímpeto e sobe mais de 6%, a reboque da recuperação das Bolsas internacionais e sustentada pela valorização dos preços nas commodities (matérias-primas). Em uma "pausa" da crise, investidores mostram um relativo otimismo sobre os esforços dos governos europeus e dos EUA para auxiliar o sistema financeiro.

O termômetro da Bolsa, o Ibovespa, avança 6,25% e bate os 38.673 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,47 bilhões.

As ações líderes da Bolsa, Petrobras e Vale, puxam a valorização do mercado brasileiro. A ação da estatal petrolífera, com giro de R$ 550 milhões, sobe 7,52%, enquanto a ação da mineradora ascende 7,77%, com negócios de R$ 380 milhões.

O dólar comercial é cotado a R$ 2,130 na venda, em alta de 0,47%. A taxa de risco-país marca 490 pontos, número 1,01% abaixo da pontuação anterior.

As Bolsas européias fecharam com fortes altas, a exemplo de Londres (5,40%), Paris (3,56%) e Frankfurt (1,12%). Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 2,39%.

O governo da Suécia apresentou hoje um plano de 1,5 trilhão de coroas (cerca de US$ 203 bilhões) para ajudar o sistema financeiro de seu país. Além da Suécia, recentemente os governos da Holanda, China, Índia e Coréia do Sul apresentaram medidas para enfrentar os desdobramentos da crise financeira. E hoje, o presidente do Fed (Fed, o BC americano), Ben Bernanke, defendeu um novo plano de estímulo à economia.

No Reino Unido, o ministro das Finanças, Alistair Darling, disse ao "Daily Telegraph" que o governo britânico deve aumentar seus gastos para ajudar a economia a enfrentar um período de recessão.

Ainda no front doméstico, a inflação medida pelo IGP-M subiu 0,86%, pela segunda leitura prévia do mês de outubro. No mesmo período em setembro, a leitura prévia apontava inflação de 0,04%.

Hoje, o Banco Central brasileiro realiza o seu primeiro leilão de dólares, com o compromisso dos bancos em utilizar os recursos em operação de financiamentos para a exportação. O leilão de US$ 2 bilhões será realizado entre as 16h e 17h.


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Militares bolivianos rebatem Chávez; países vivem crise com EUA
Por Aline (E-4) - sexta, 12 de setembro de 2008, às 18:04:03
Categoria: Postagem Livre

Os militares bolivianos afirmaram nesta sexta-feira que rejeitam qualquer intervenção militar internacional no país, que passa por uma grave crise política. O grupo faz referência à oferta de intervenção feita pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, em caso de ameaça contra o presidente boliviano, Evo Morales.

Ontem (11), em mensagem transmitida pela TV estatal da Venezuela, Chávez afirmou que, "se derrubarem ou matarem Evo", "os golpistas da Bolívia sabem que me dariam luz verde para apoiar qualquer movimento armado" naquela país. Os "golpistas" aos quais Chávez se refere são grupos anti-Morales que realizam protestos freqüentes e violentos em cinco dos nove departamentos (Estados) do país, nos últimos dias.

"Ao presidente da Venezuela, o senhor Hugo Chávez, e à comunidade internacional, dizemos que as Forças Armadas rejeitam enfaticamente intervenções internacionais de qualquer tipo, não importa de onde venham", disse comandante-em-chefe Luis Trigo, também na TV. "Não permitiremos que nenhum soldado ou força armada estrangeiros ponham pé em nosso solo."

O comunicado dos militares contra Chávez cria uma rusga entre os dois países, que estão atualmente envolvidos em uma crise diplomática com os Estados Unidos.

Essa crise diplomática começou na quarta-feira (10), quando Morales acusou os EUA de apoiar seus opositores, que têm aspirações separatistas. Ele, conseqüentemente, expulsou do país o embaixador americano em La Paz, Philip Goldberg. No dia seguinte, Washington fez o mesmo com o embaixador boliviano Gustavo Guzman.

Ontem (11), Chávez se envolveu no embate entre Morales e os EUA ao também expulsar de Caracas o embaixador americano Patrick Duddy --que, na realidade, já estava nos EUA havia alguns dias, de acordo com a agência de notícias Efe. Nesta sexta-feira, em nova reação, os EUA expulsaram o embaixador venezuelano, Bernardo Alvarez Herrera.

"Lamentamos as ações tanto do presidente Hugo Chávez quando do presidente Evo Morales de expulsar nossos embaixadores na Venezuela e na Bolívia, respectivamente. Isso reflete a fraqueza e o desespero que desses líderes ao enfrentar problemas internos", disse porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack.

O porta-voz ressaltou acreditar que as acusações feitas contra os embaixadores sejam falsas. "E os líderes daqueles países sabem disso."

Nesta sexta, os EUA anunciaram ainda sanções a três venezuelanos do alto escalação do governo daquele país --Hugo Armando Carvajal Barrios, Henry de Jesus Rangel Silva, e o ex-ministro venezuelano, Ramon Emilio Rodriguez Chacin. Os três são suspeitos de ligação com o tráfico de drogas. De acordo com o Departamento de Estado, as sanções não estão ligadas à crise diplomática.

Bolívia

Os departamentos nos quais a atuação dos anti-Morales tem sido mais forte são aqueles que têm governadores de oposição --Santa Cruz, Pando, Beni, Tarija e Chuquisaca.

Desde o começo da semana, os enfrentamentos entre os opositores, as forças de segurança e os grupos pró-Morales --como os camponeses-- tem sido freqüentes e violentos. Ontem, no departamento de Pando, um confronto deixou oito camponeses mortos. Antes, explosões já tinham prejudicado o envio de gás natural do país para o Brasil.

Os anti-Morales reivindicam que o governo devolva aos seus departamentos a renda oriunda do petróleo que, desde janeiro passado, é destinada a um programa nacional de assistência aos idosos. Eles rejeitam o projeto da nova Constituição e pedem autonomia.


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