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Mesmo com Nossa Caixa, BB não retomará liderança
Por Henrique (E-15) - quinta, 20 de novembro de 2008, às 20:13:17
Categoria: Postagem Livre

A incorporação da Nossa Caixa fará com que o Banco do Brasil amplie o seu total de ativos em R$ 53,4 bilhões, mas esse volume não será suficiente para que o banco público federal retome a posição de maior instituição financeira do Brasil, já que ficará R$ 62,7 bilhões atrás do conglomerado Itaú Unibanco. Ao fim do terceiro trimestre deste ano, o BB contabilizava R$ 458,938 bilhões em ativos, já considerando a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). Já o banco público paulista tinha R$ 53,4 bilhões em ativos. As duas instituições juntas irão somar R$ 512,4 bilhões, o que representa 16% dos ativos do sistema financeiro nacional. Itaú Unibanco, por sua vez, possui R$ 575,1 bilhões, e o Bradesco, terceiro nessa lista, tem R$ 422,7 bilhões. Em relação às operações de crédito, a carteira de Itaú Unibanco soma R$ 225,3 bilhões, sem incluir avais e fianças. Já a incorporação da Nossa Caixa fará com que o BB totalize R$ 213,7 bilhões em empréstimos a pessoas físicas, jurídicas, agronegócio e comércio exterior. Ao mesmo tempo, o BB irá ampliar a participação no segmento de crédito consignado de 19,25% para 25,2%, com R$ 19 bilhões de operações em setembro. Nos nove primeiros meses deste ano, BB e Nossa Caixa acumulam um lucro de R$ 6,4 bilhões. Itaú e Unibanco, juntos, apresentaram um resultado de R$ 9,1 bilhões no período. Já o do Bradesco foi de R$ 6 bilhões entre janeiro e setembro. Agências e clientes Banco do Brasil e Nossa Caixa lideram no número de agências no País, totalizando 4.888. Segundo o BB, as redes das instituições são complementares, o que deve gerar oportunidades de maior retorno com os clientes da Nossa Caixa. Já o Itaú Unibanco contabilizava 3.455 em setembro e o Bradesco, 3.235. As duas instituições públicas têm ainda o maior número de correntistas, 35,4 milhões, e empregam aproximadamente 103 mil pessoas. Nessa área, o maior empregador do setor é o conglomerado formado pelas famílias Setubal/Villela e Moreira Salles, que tinham pouco mais de 108 mil funcionários em setembro para atender 14,5 milhões de correntistas. O Bradesco contava com 20 milhões de contas correntes ao fim do terceiro trimestre deste ano e 85.577 pessoas empregadas no conglomerado.

FONTE:http://portalexame.abril.uol.com.br


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Lula rejeita que países ricos repassem a conta da crise econômica
Por Henrique (E-15) - terça, 18 de novembro de 2008, às 15:47:06
Categoria: Postagem Livre

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que os líderes mundiais têm que impedir que a recessão econômica se alastre por todo o planeta. "Não aceitamos que os responsáveis pela derrocada econômica mundial nos repassem a conta", disse Lula.

Lula disse, antes do almoço em homenagem ao presidente da Indonésia, Susilo Banbang Yudoyono, que é preciso debater nas próximas reuniões do G20 a democratização das instituições financeiras e pediu responsabilidade e transparência para garantir que os mercados estejam a serviço dos interesses coletivos e não "da ganância irresponsável de uns poucos".

"Exigimos soluções verdadeiramente justas e consensuais, que não façam retroceder nosso desenvolvimento. Não podemos sacrificar os êxitos que tivemos na luta contra a pobreza e a desigualdade", completou.

O presidente voltou a defender a renovação do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) e a conclusão da Rodada Doha até o fim do ano, como acordado na reunião do G20, realizada no último fim de semana em Washington (EUA).

"É a garantia que teremos contra o protecionismo. Queremos usar o poder do comércio para gerar empregos e renda. Indonésia e Brasil terão um papel central nesses esforços", afirmou.

FONTE:http://www1.folha.uol.com.br/folha


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O pra sempre,sempre acaba
Por Espacogeografico - terça, 11 de novembro de 2008, às 22:18:25
Categoria: Postagem Obrigatória

 Este ano foi especial principalmente para todos os terceiros anos de 2008 que com certeza aproveitaram ao máximo... mas tudo tem um fim e este é o nosso fim escolar...só restarão lembranças de bons momentos que nunca deixarão de existir na memória e  pessoas que fizeram a diferença em nossas vidas.
  Professores, coordenadores e funcionários que se tornaram amigos acima de tudo ,pessoas que além de grandes profissionais, são hoje para nós um enorme exemplo de vida. São aqueles de quem jamais esqueceremos seja pelo simples fato de vermos ou convivermos todos os dias com eles.
  Desde pequenininhos aprendemos com eles a enxergar um mundo diferente... o mundo da brincadeira onde tudo é possível, e aos poucos fomos amadurecendo e aprendendo com os mesmos que existe um mundo “lá fora”...o mundo do qual fomos preparados para em determinado momento enfrentar.
 Pois é, o momento chegou! Este é um novo caminho que se abre para nós... tudo será totalmente diferente. A insegurança e o medo são certos nessa etapa, porém devemos arranjar forças e nunca esquecer daquilo e daqueles que nos ajudaram a crescer todos estes anos.
  O que mais lamentamos é o fato de termos conhecido as pessoas que mais fizeram a diferença em nossas vidas nos últimos anos de colégio. Apesar de termos aproveitado tudo que podiamos, de termos dado muita risada e falado sério quando preciso, o sentimento maior agora é o de perda. A única certeza é que os verdadeiros amigos sempre estarão por perto.
  Tudo o que desejamos para todos agora é muita sorte nessa nova fase que começará em breve para todos. Quanto aos professores e coordenadores, nunca vamos esquecer desde cada “bom dia” até cada bronca. Tudo, exatamente tudo teve um sentido e um motivo que com certeza nos ajudou a crescer como seres humanos que somos hoje.
  Infelizmente na vida tudo passa , mas cabe a nós fazer com que o passado tenha valido a pena. Então obrigado por tudo que sempre fizeram por nós, levaremos com certeza um pedacinho de cada um com a gente, e “que venham os bons porque os melhores estão indo embora”.


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Japão e EUA decidem trabalhar juntos contra crise econômica
Por Espacogeografico - sexta, 07 de novembro de 2008, às 11:03:06
Categoria: Postagem Obrigatória

O primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, e o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, decidiram nesta sexta-feira trabalhar conjuntamente para buscar soluções para a crise financeira global e a situação no Afeganistão e na Coréia do Norte.

O Ministério de Assuntos Exteriores do Japão informou à agência de notícias Efe que os dois líderes conversaram por telefone por cerca de 15 minutos, com traduções em inglês e japonês. Os dois líderes decidiram que a "prioridade seria fortalecer a relação de amizade entre seus países", e manifestaram ainda o desejo de trabalhar juntos para buscar soluções para a crise financeira global e a situação econômica geral.

Aso parabenizou Obama por sua vitória nas eleições da última terça-feira e manifestou seu desejo de estabelecer com o presidente eleito uma "relação pessoal baseada na credibilidade e confiança".

O presidente eleito dos EUA disse a Aso que estava "familiarizado com o Japão", e agradeceu o apoio a sua candidatura da cidade litorânea de Obama (oeste do Japão), na província de Fukui.

Decidiram também colaborar na luta contra a mudança climática e na gestão da situação atual no Afeganistão e na Coréia do Norte, embora não tenham entrado em detalhes sobre os seqüestros dos japoneses nos anos 70 e 80 por agentes norte-coreanos.

No fim de outubro, Aso anunciou um pacote de medidas para estimular a atividade da segunda maior economia mundial, em um valor total de 26,9 trilhões de ienes (cerca de US$ 277 bilhões). "A atual crise econômica mundial é um evento que acontece uma vez a cada século, disse. "Em situações deste tipo, é necessário aliviar a insegurança que as pessoas sentem. Não devemos temer esta violenta tempestade, mas não devemos nos limitar a ficar sem fazer nada enquanto a tufão nos arrasta."

No último dia 27, Aso anunciou uma série de novas medidas para apoiar os mercados financeiros, entre elas o aumento de um fundo governamental destinado a injetar capital nos bancos em caso de necessidade.

Ele declarou ainda que o Japão vai reforçar a regulamentação das vendas a curto prazo (a venda especulativa de ações, destinada a gerar lucro prevendo a queda dos títulos).

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha

Comentário:

O novo presidente democrata dos Estados Unidos ,Barack Obama, tem como uma das principais responsabilidade encontra uma solução para a crise financeira ,a qual estamos vivenciando. Pobemos perceber que ele terá o apoio do primeiro ministro do Japão, Taro Aso, o qual mostra muita determinação para resolver este problema , pois o mesmo tambem já propos em outubro um pacote para aliviar um pouco a  crise ,e ainda pretende regulamentar a vendas de ações a curto prazo a fim de reduzir a especulação ,pois está prejudica ainda mais a atual situação.

Alêm disso os dois lideres mostram interesse em fortalecer a relação entra as duas nações e tambem em uma possivel solução da situação do Afeganistão.Obama e Taro Aso tambem esperam ter uma relação boa pessoal de credibilidade e confiança entre eles.

 


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Corte de produção da Vale deve afetar balança comercial brasileira
Por Espacogeografico - sábado, 01 de novembro de 2008, às 20:48:10
Categoria: Postagem Obrigatória
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01/11/2008 - 11h20
Pedro Soares
da Folha de S.Paulo, no Rio

O corte de produção da Vale deve afetar a balança comercial brasileira, já que a empresa gerou, nos nove primeiros meses do ano, 62% de todo o saldo comercial acumulado no período pelo Brasil.
As exportações líquidas da Vale no período foram de US$ 12,2 bilhões. Já a balança comercial do Brasil somou US$ 19,7 bilhões de janeiro a setembro.
A mineradora é a maior exportadora líquida do país, pois vende muito ao exterior e importa pouco, diferentemente de outras grandes exportadoras, como Petrobras e Embraer.
O presidente da Vale, Roger Agnelli, disse que o país não está imune à crise, que afetou o crédito e a liquidez. Afirmou, porém, que os impactos no Brasil serão limitados em razão da boa fase que a economia brasileira atravessa.
Agnelli se disse otimista e avaliou que a crise será muito profunda, mas não duradoura. "Acho que essa crise vai ser de intensidade muito forte no curto prazo, e a recuperação poderá vir, com primeiros sinais, no segundo trimestre do ano que vem."
Ele espera crescimento menor em 2009: "A recuperação será lenta porque foi destruído muito dinheiro, muito valor nas economias. Até a máquina começar a se mover, demora certo tempo. Mas acho que esse período mais agudo levará mais três a quatro meses".
O analista Pedro Galdi, da corretora SLW, diz que a Vale reduzirá vendas e exportação. Mas, assim como Agnelli, vê reação já no segundo trimestre de 2009. "Com a volta do crédito, a economia começará a fluir, e os setores terão recuperação gradual." Para Rodrigo Ferraz, do Brascan, não está claro ainda por quanto tempo as operações serão reduzidas, o que torna difícil mensurar as "reais implicações" das medidas.

Comentário:


A mineradora Vale, que é a maior exportadora líquida do país, pois vende muito ao exterior e importa pouco, realizou um corte de produção.Esse corte deve afetar a balança comercial do Brasil, pois 62% do saldo comercial do país de janeiro à setembro, foi gerado pela Vale.
O presidente da companhia, Roger Agnelli, disse que esse corte não afetará tanto o Brasil, já que este passa por uma boa fase em sua economia.
Em relação à crise que pode afetar a Vale em 2009, Roger diz que espera menor crescimento, enquanto o analista Pedro Galdi, acredita que a companhia reduzirá vendas e exportação.
Ambos acreditam em uma recuperação no segundo trimestre do ano que vem.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u462964.shtml


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