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Petrobras anuncia descoberta de reservas de petróleo em pré-sal do ES
Por Andrea (C-4) - sexta, 21 de novembro de 2008, às 12:09:10
Categoria: Postagem Livre

da Folha Online

Atualizado às 12h00.

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira que a perfuração de dois novos poços na camada do pré-sal no litoral do Espírito Santo comprovou uma "expressiva descoberta" de petróleo do tipo leve (de melhor qualidade) na área chamada de Parque das Baleias, na parte norte da bacia de Campos.

A petrolífera estima as reservas descobertas entre 1,5 e 2 bilhões de barris de óleo equivalente. Os poços foram perfurados a cerca de 80 km da costa e a cerca de 5 km do poço 1-ESS-103A, que já produz com alta vazão desde setembro.

Ainda segundo a Petrobras, as reservas se encontram abaixo dos campos de óleo pesado de Baleia Franca, Baleia Azul e Jubarte, sob uma camada de sal de até 700 metros e em lâminas d' água de 1.348 e 1.426 metros.

As reservas da chamada área do Parque das Baleias já totalizam 3,5 bilhões de barris de óleo equivalente, incluindo as descobertas anunciadas hoje, segundo os cálculos da Petrobras.

No início de setembro, o gerente de Exploração e Produção da Petrobras no Espírito Santo, Márcio Felix Carvalho, havia avaliado as reservas potenciais do Parque das Baleias em 2 bilhões de barris de petróleo equivalente.

"Os excelentes resultados dessas duas perfurações, as ótimas respostas do Teste de Longa Duração do poço pioneiro 1-ESS-103A e as facilidades logísticas já instaladas e em instalação na área levam a Petrobras intensificar os estudos para acelerar a produção do pré-sal do Espírito Santo", afirmou a diretoria da estatal, em seu comunicado ao mercado.

As reservas conhecidas atualmente no Brasil somam cerca de 14 bilhões de barris de petróleo e gás --sem considerar o pré-sal.

Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, que é considerado o principal, e outros, como Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara. Os campos de Tupi e Iara têm reservas dimensionadas entre 7 bilhões a 12 bilhões de barris.

Em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que estava satisfeito com a descoberta de novas reservas no Espírito Santo. "É mais petróleo para enfrentarmos esta crise que estamos vivendo", afirmou o presidente.

O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) comemorou que as descobertas do pré-sal já dobraram as reservas de petróleo. "São dois poços gigantescos, cada um com um bilhão de barril de óleo leve, da melhor qualidade", disse Lobão, acrescentando que com isso as reservas brasileiras de petróleo estarão duplicadas.

Até agora, a Petrobras já havia feito descobertas na camada do pré-sal de reservas que totalizavam 12 bilhões de barris nas bacias de Santos e Campos. Com os dois novos poços no litoral do Espírito Santo, no Parque das Baleias, as reservas do pré-sal já garantidas chegam também a 14 bilhões de barris.

"É mais uma descoberta importante da Petrobras, de óleo leve, de excelente qualidade", afirmou Lobão, acrescentando que o potencial do pré-sal é "ainda maior". Somente na bacia de Santos, há uma avaliação de que as reservas do pré-sal podem superar 50 bilhões de barris.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fol...121.shtml


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Vale vai tomar US$ 1 bi com banco de fomento da Coréia do Sul
Por Andrea (C-4) - quinta, 20 de novembro de 2008, às 12:27:18
Categoria: Postagem Livre
SÃO PAULO - O Korea Eximbank, banco de fomento ao comércio exterior da Coréia do Sul, irá liberar uma linha de US$ 1 bilhão para a Vale do Rio Doce. Os recursos darão suporte financeiro aos projetos da empresa brasileira, possibilitando a manutenção estável dos embarques de produtos minerais para o país asiático.

"O acordo irá nos permitir trocar informações sobre projetos de mineração com uma grande companhia global e ainda reforçar a participação das empresas coreanas em projetos de matéria-prima na América do Sul", comunicou o banco coreano.

No ano passado, a sul-coreana Posco, quarta maior siderúrgica do mundo, importou 46 milhões de toneladas de minério de ferro, sendo 23% desse volume oriundo do Brasil.

Em nota divulgada na noite de ontem, a Vale informou já dispor de linhas de crédito de longo prazo com instituições governamentais do Brasil e do Japão e que esses recursos ainda não foram utilizados.

A mineradora não revelou, entretanto, quais projetos receberão recursos coreanos.

(Valor Online, com agências internacionais) fonte: http://economia.uol.com.br/ult...97800.jhtm #uolcelwidgets { height:8em; } #uolcelwidgets h3 { background:#efefef;color:#000;font:bold 10px verdana;padding:3px;height:12px;display:block;margin:0;padding-left:10px; } #uolcelwidgets .box-borda span { margin-top:3px;color:#666;margin-bottom:40px; } #uolcelwidgets .box-borda span a { color:#666; } #uolcelwidgets a { text-decoration:none;color:000; } #uolcelwidgets a:hover { text-decoration:underline; } #uolcelwidgets #uolcelular { float:left;margin-right:10px;width:214px } #uolcelwidgets #uolcelular .box-borda { height:50px;_height:57px;border:1px solid #efefef;color:000;font:normal 10px verdana;background:url(http://img.uol.com.br/wap-ico.gif) 13px 12px no-repeat;padding:0;padding-top:9px; } #uolcelwidgets #uolcelular .margem { padding-left:40px; } #uolcelwidgets #widgets { float:left;width:214px } #uolcelwidgets #widgets .box-borda { height:50px;_height:57px;border:1px solid #efefef;color:000;font:normal 10px verdana;background:url(http://img.uol.com.br/widgets-ico-menor.gif) 7px 7px no-repeat;padding:0;padding-top:9px; } #uolcelwidgets #widgets .margem { padding-left:50px; }
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Líderes do G20 querem solução à Rodada Doha até o fim deste ano
Por Andrea (C-4) - domingo, 16 de novembro de 2008, às 19:43:10
Categoria: Postagem Livre

Líderes mundiais do G20 (grupo que reúne os países desenvolvidos e emergentes) concordaram em se empenhar para finalizar as longas conversas sobre a Rodada Doha, de liberalização do comércio mundial, até o final do ano e garantiram não levantar novas barreiras comerciais nos próximos 12 meses.

"Há um esforço determinado para ver se nós não podemos completar as modalidades de Doha até o final de dezembro", afirmou o presidente norte-americano, George W. Bush, referindo-se aos principais detalhes de como os países irão cortar os subsídios agrícolas e as tarifas sobre bens agrícolas e manufaturados.

"Este é um objetivo difícil, mas um que temos que levantar nesta ocasião para alcançarmos", disse o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd. A reunião do G20, para tratar da crise financeira global, reuniu importantes participantes da Rodada Doha, incluindo os Estados Unidos, a União Européia, Brasil, China, Japão, Austrália, Reino Unido, França, entre outros.

A Rodada Doha foi deixada de lado de uma crise a outra desde que os países decidiram iniciar as negociações na capital do Catar, no dia 14 de novembro de 2001. Com a saída de Bush do governo em 20 de janeiro, vários países gostariam de resolver os fundamentos do acordo de Doha antes que seu sucessor, o presidente eleito Barack Obama, assuma o controle do país. "Se há uma vontade política, seria bom se nós pudéssemos chegar a um acordo na Rodada Doha com a atual administração norte-americana", afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel.

O diretor-geral da OMC (Organização Mundial de Comércio), Pascal Lamy, disse em um comunicado que o documento do G20 --feito na reunião em Washington neste sábado-- forneceu à Rodada Doha um "estímulo político bastante necessário". "O que nós precisamos agora é que essa forte demonstração de apoio seja traduzida em ação na mesa de negociação", acrescentou Lamy.

No documento, os líderes concordaram em trabalhar em prol de um acordo nas próximas oito semanas, que produza um "resultado ambicioso e balanceado". "Nós instruímos nossos ministros de comércio a alcançar este objetivo e estamos prontos para ajudar diretamente, se preciso. Nós também concordamos que nossos países têm a maior participação no sistema de comércio global e, portanto, cada um deve fazer contribuições positivas necessárias para atingir tal resultado", disseram os líderes.

A reunião dos ministros de Comércio em Genebra, em julho, chegou bem perto de romper o impasse Doha, mas esse esforço entrou em colapso quando os Estados Unidos se opuseram a colegas do G20, Índia e China, sobre os termos de um "mecanismo de salvaguarda especial" para proteger produtores de países pobres do aumento das importações.

Na época, o Brasil acabou por acatar a proposta da OMC, a fim de destravar as negociações, o que, para alguns, criou uma situação de mal-estar entre o páis e seus parceiros do G20, como indianos e argentinos.

Neste fim de semana, em Washington, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, enfatizou a importância de levar adiante as negociações da Rodada Doha de comércio internacional, dizendo que as grandes economias mundiais deveriam tomar cuidado para não deixar que a crise vire uma desculpa para o protecionismo.

Para Amorim, é possível concluir a Rodada Doha antes do fim de 2008, o que "ajudaria a fortalecer o multilateralismo".

"Estamos, agora, diante da grande oportunidade de dar um forte impulso às negociações, que poderão levar três ou quatro semanas, e depois concluir a rodada. Acredito que é possível e devemos tentar até a última ficha", disse Amorim na última terça-feira (11).

fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u468268.shtml


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Controle da internet é um desafio para o novo presidente dos EUA
Por GEO_rocksmyworld - domingo, 09 de novembro de 2008, às 21:37:22
Categoria: Postagem Obrigatória
BRUNO ROMANI
colaboração para a Folha de S.Paulo, em Berkeley (EUA).

A crise econômica mundial e as guerras no Oriente Médio não são os únicos desafios que aguardam o novo presidente dos EUA. No mundo da tecnologia, o homem que ocupar o cargo mais importante do mundo deverá estabelecer um ambiente favorável à inovação. De acordo com especialistas consultados pela Folha, essa é a única maneira para o país se manter competitivo no novo cenário global que se desenha.

Para voltar a fazer dos EUA um país inovador, o novo presidente terá que cuidar do sistema educacional. Tom Foremski, blogueiro que acompanha de perto as empresas do Vale do Silício na Califórnia, diz que as escolas precisam formar os talentos de que a indústria da tecnologia necessita.

Jonathan Zittrain, professor de direito na internet em Harvard e autor de vários livros sobre a rede, concorda e diz que as instituições de ensino precisam incentivar o pensamento criativo e a experimentação.

Neutralidade da rede

Zittrain também cita a importância da manutenção da neutralidade da rede para um ambiente de inovação. O tópico gera polêmica nos EUA e se refere ao acesso à banda larga sem que haja interferência dos provedores de internet. Em outras palavras, em uma rede neutra todos têm o direito de consumir banda sem distinção.

Um dos medos dos defensores da neutralidade da rede é que as grandes companhias de internet, como AT&T e Comcast, passem a cobrar dos usuários por arquivos carregados na rede, como fotos e vídeos.

Howard Rheingold, autor que inventou a expressão "comunidade virtual" e grande defensor da neutralidade, diz que uma rede não-neutra poderia acabar com indústrias inteiras que surgem em alojamentos universitários. O YouTube seria um exemplo de revolução na indústria que teria dificuldades em prosperar num ambiente de rede não-neutra.

Já Matthew Chapman, fundador do Science Debate 2008, iniciativa que visa a colocar a tecnologia e a ciência no centro dos debates eleitorais, diz que os EUA precisam adotar uma postura de "humildade" e fazer investimentos não apenas em pesquisas.

O novo presidente teria que mudar a percepção dos americanos em relação à ciência. Para Chapman, as atividades intelectuais do país foram desprezadas por uma cultura que valoriza o mundo dos esportes e o entretenimento "banal".

Ação colaborativa

Outras maneiras citadas pelos especialistas para fomentar um ambiente favorável à inovação são leis de propriedade intelectual que incentivem contribuições e permitam o que chamam de 'uso justo' de patentes, análises de casos de patentes mais velozes, premiações e incentivos financeiros a pesquisa e alianças globais no campo tecnológico/científico.

A questão energética

A maneira como a tecnologia será usada para criar formas alternativas de energia é apontada pelos especialistas como outro grande desafio ao novo presidente norte-americano.

Robert Merges, diretor do Centro de Lei e Tecnologia da UC Berkeley, diz que a tecnologia de informação deverá ser usada para acabar com a dependência do país em petróleo. Para ele, o presidente terá que dar atenção desde o monitoramento de fontes de energia solar e eólica à melhora do uso da iluminação e aquecimento das casas. Merges diz que a noção de "propósito nacional" dos EUA depende da energia.

Programa Apolo

Jon Lebkowsky, escritor e autoridade em mídias sociais, diz que a resposta para as questões energéticas talvez estejam num novo Programa Apolo --projeto de viagens ao espaço desenvolvido entre 1961 e 1975.

Lebkowsky diz que um programa intenso com foco nacional nas áreas de engenharia, ciência, tecnologia e outras fontes de conhecimento é obrigatório para os EUA se reestruturarem com sucesso.

comentário: De fato o novo presidente terá que lidar com diversas situações e mostrar que pode melhorar os EUA em muitos aspectos, um deles é proporcionar educação de qualidade, para assim já formar profissionais diferenciados.O presidente lançou a idéia inovadora de uma rede banda larga neutra que seria consumida por todos, o que ajudaria as pessoas a terem qualquer tipo de informação a qualquer hora, porém grandes empresas provavelmente iriam cobrar dos usuários todo e qualquer tipo de serviço como carregar fotos ou videos, com isso Obama entraria em contradição pois iria haver distinção do uso por pessoas ricas e pobres, ou seja a internet não seria igualitaria para todos.


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Confissão
Por GEO_rocksmyworld - quarta, 12 de novembro de 2008, às 18:52:27
Categoria: Postagem Obrigatória

Mais um ano chega ao final.
Mas dessa vez, ao contrário dos últimos 14 anos, não é o velho uniforme e mochila escolar que nos aguarda no final de janeiro. Não é a sensação de familiaridade, mesmas salas de aula, mesmos professores, mesmos colegas. Não, o que nos espera em 2009 é algo muito maior, muito mais assustador e ao mesmo tempo excitante do que 'ir para a escola'.
A maioria de nós vai enfrentar, pela primeira vez, o mundo real. Um mundo sem fichas de cantina, sem orientador Gallo, sem bolinhas e aviõezinhos de papel. No lugar de tudo isso, vem (finalmente) a independência, a responsabilidade, a vontade de ser alguém, de construir carreira.
Vamos deixar para trás o que restava da nossa infância, a saudade para quem continuará no colégio, e as lágrimas para os colegas que talvez um dia, daqui a alguns anos, reencontraremos e lembraremos das aventuras de adolescentes. A maioria de nós prometerá manter contato, mas todos sabemos que não é tão simples assim.
Nós diremos que não vamos sentir saudade da escola, nem dos professores e muito menos das aulas que julgávamos chatas.
Mas a grande verdade é que, depois de sairmos do ninho, provavelmente vamos perceber o valor que não demos aos nossos mentores, aqueles que ralhavam conosco, não nos deixavam dormir na aula, passavam lição de casa para o fim de semana, pois lá fora, a realidade é outra.
Não haverá ninguém nos corredores dizendo 'Sinal dado, ninguém parado!Vamos, filhos!', estaremos por conta própria. Não haveram piadinhas biológicas com o Jarbas, não haveram mais diquinhas da Yara, não haverá mais romiuorqui do Hideo, não haverá mais ioiômixo com a Rita, e nem regra de três com o Bigas...digo, Zé Augusto.
Não importa o que nós, meros jovens adultos de 17 anos, digamos, VOCÊS FORAM MUITO IMPORTANTES PARA NÓS.
É claro que isso nunca será admitido em voz alta, mas é importante que todos os professores, orientadores e funcionários da escola saibam o seguinte: Nós seremos eternamente agradecidos, nós contaremos aos nossos filhos sobre vocês, e lembraremos de vocês nas mais variadas situações.

Muito obrigada, por tudo o que vocês fizeram, pelas horas que dedicaram à nós mesmo quando nós não merecíamos.

Aos nossos colegas: Nos vemos na faculdade, certo? A história não acaba aqui. Ela está só começando.

Com amor,

Andrea, Aline e Tamara, do saudoso 3ºC!


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