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Gabrielly (D-21), Jéssica (D-27), Marcella (D-29)

Esse é um blog destinado a postagem de notícias sobre diversos assuntos comtemporâneos.

Mercado financeiro -Crise econômica
Por Gabrielly (D-21) - segunda, 13 de outubro de 2008, às 17:27:55
Categoria: Postagem Livre

Após sete quedas, Bovespa dispara cerca de 14%

 

Após cair por sete sessões consecutivas, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) seguiu o otimismo global diante do anúncio de plano de socorro definido por vários países europeus e encerrou o dia em forte alta. De acordo com dados preliminares, o Ibovespa, principal índice do mercado, subiu 14,17%, aos 40.654 pontos.

O Banco Central (BC) também ajudou na alta, após ter anunciado medidas adicionais para dar liquidez ao sistema financeiro doméstico. O BC fez nesta segunda-feira novas alterações nas regras dos recolhimentos compulsórios exigidos dos bancos, garantindo assim a liberação de R$ 27,1 bilhões ao sistema financeiro nacional.

Entre as medidas anunciadas, estão o aumento do valor de dedução do cálculo do compulsório sobre depósitos a prazo para R$ 2 bilhões.

 

Dólar fecha em queda de quase 8% com plano europeu

 

O dólar teve queda de quase 8% frente ao real nesta segunda-feira, seguindo o otimismo dos mercados globais com o anúncio de um plano de ajuda a bancos por diversos governos europeus. A moeda americana fechou cotada a R$ 2,146, com desvalorização de 7,74% com relação a última sexta-feira.

No pregão eletrônico, a divisa chegou a ser cotada a R$ 2,141. Depois de uma reunião de emergência no final de semana, diversos governos europeus anunciaram nesta segunda-feira planos multibilionários de ajuda a bancos, criados em uma tentativa de combater a crise financeira mundial.

No Brasil, o Banco Central anunciou no início da manhã a pré-disponibilização de recursos referentes a alguns depósitos compulsórios, que podem liberar até R$ 100 bilhões ao mercado, de acordo com suas necessidades.

 

*Confira a cotação das principais moedas:

http://br.invertia.com/mercados/divisas/


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OMC vê chance de encerrar Rodada Doha neste ano
Por Marcella (D-29) - quarta, 17 de setembro de 2008, às 21:33:17
Categoria: Postagem Livre

da Efe, em Genebra

As maiores economias do mundo estão prontas para voltar a negociar a Rodada Doha e conseguir um acordo ainda neste ano, afirmou nesta quinta-feira o diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), Pascal Lamy.

"Minha opinião hoje é de que ainda há espaço para novos compromissos nas próximas semanas, como confirmaram reuniões técnicas que aconteceram em Genebra nos últimos dois dias", disse Lamy a legisladores em um encontro organizado pela União Interparlamentar (UIP).  

Na última terça-feira e quarta-feira, os chefes negociadores de comércio de Brasil, Austrália, China, Estados Unidos, Índia, Japão e União Européia (UE) analisaram novas propostas que podem permitir o relançamento do processo.

Após as reuniões, com a rejeição de algumas propostas e a aceitação de outras, os negociadores se despediram com o compromisso de levarem a questão a seus respectivos Executivos e voltarem na próxima semana a Genebra com ajustes concretos.

Estes seis países e a UE foram os mesmos que lideraram a reunião ministerial que aconteceu em julho e terminou em fracasso porque, entre outros aspectos, não houve acordo devido ao impasse entre países desenvolvidos e emergentes nas áreas agrícola e industrial.

"O que precisamos agora é de mais liderança e coragem", acrescentou Lamy, que advertiu que "novos atrasos enfraqueceriam o sistema multilateral de comércio e a capacidade de cumprir os Metas do Milênio".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fol...902.shtml


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Ossétia do Sul
Por Gabrielly (D-21) - quarta, 17 de setembro de 2008, às 13:16:56
Categoria: Postagem Livre

Rússia assina pacto com Abecásia e Ossétia do Sul

Governo russo reconhece a independência de regiões separatistas da Geórgia.

A Rússia assinou um tratado de amizade com a Abecásia e com a Ossétia do Sul, estabelecendo relações diplomáticas com as duas regiões separatistas da Geórgia.

 

Os acordos incluem uma promessa de ajuda militar da Rússia. O governo russo também passa a reconhecer a dupla cidadania de todos os cidadãos das duas regiões.

 

Os tratados foram assinados pelo presidente russo, Dmitry Medvedev, em uma cerimônia transmitida pela televisão nesta quarta-feira.

 

Tropas da Rússia expulsaram forças da Geórgia das duas regiões durante o conflito que estourou no último dia 7 de agosto.

 

Os tratados dão à Rússia o direito de construir e fazer obras em bases militares na Abecásia e na Ossétia do Sul, de acordo com informações da agência russa Itar-Tass.

 

O documento afirma, no entanto, que temas militares serão abordados em outros acordos. A Rússia pretende manter 3,8 mil tropas em cada uma das regiões.

 

O governo russo reconheceu a independência da Abecásia e da Ossétia do Sul no dia 26 de agosto. Até agora, só a Nicarágua seguiu a decisão russa.

 

Apoio

 

O tratado estabelece que a Rússia e as duas regiões vão tomar "medidas conjuntas necessárias para eliminar a ameaça à paz, resolver os problemas nesta esfera e resistir a atos de agressão", segundo Medvedev.

 

"Vamos dar um ao outro todo o apoio necessário, incluindo o militar", disse o presidente russo, ao lado do líder Eduard Kokoity, da Ossétia do Sul, e Sergei Bagapsh, da Abecásia.

 

Na quarta-feira, a Rússia repudiou uma visita de dois dias para a Geórgia de representantes dos 26 países da Otan - aliança militar ocidental.

 

Durante a visita, o secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, disse que a porta está aberta para a Geórgia entrar na aliança militar.

 

O ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que a mentalidade "nós e eles" está sendo usada e criticou os embaixadores da Otan por inspecionarem os danos na Geórgia, mas não na Ossétia do Sul.

 

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL763140-5602,00-RUSSIA+ASSINA+PACTO+COM+ABECASIA+E+OSSETIA+DO+SUL.html


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Saúde/ Alimentação
Por Gabrielly (D-21) - segunda, 25 de agosto de 2008, às 17:44:11
Categoria: Postagem Livre

Comer barra de cereais é um hábito saudável?

 

Não há como negar que as barrinhas de cereais caíram no gosto de muitas pessoas. Elas são fáceis de serem transportadas, podem ser levadas na bolsa, ficar por dias na sua gaveta do escritório, enfim, é um alimento que se adaptou muito bem à correria da vida moderna. No entanto, é preciso ter cuidados, assim como qualquer outra fonte de energia, a barra de cereais tem que ser consumida com moderação e jamais ser usada para substituir refeições.

 

"A barra de cereais não tem qualidades nutritivas para substituir refeições", alerta a nutricionista e professora do Centro universitário São Camilo, Samantha Rhein. A profissional destaca a propaganda enganosa de pacotes de dietas que prometem perder peso por meio da ingestão apenas de barrinhas salgadas e doces. "O melhor horário para comê-las é entre as refeições", explica Samantha.

Assim como as frutas, iogurte ou, ainda, um pedaço de queijo branco, a barra de cereais é indicada para os lanchinhos como uma forma de variar na dieta. No entanto, Mariana Del Bosco Rodrigues, nutricionista da Abeso, ressalta a importância dos alimentos naturais. "Sempre que possível é preferível optar por um lanchinho natural. Isso não quer dizer que os produtos industrializados são ruins, mas é que houve uma inversão que leva a preferência apenas pelos industrializados".

A composição nutricional das barras de cereais depende muito de cada produto, uma vez que a variedade no mercado é bastante ampla. "De modo geral, elas são produtos energéticos, apropriados para o consumo anterior a atividade física, ou então rica em fibras, contribuindo para a regularização do trânsito intestinal. A dica é sempre analisar o rótulo (tabela de composição nutricional e lista de ingredientes)", ensina a nutricionista Adriana Alvarenga, Gerente de Informação Científica da Gold Nutrition.

Para Mariana Del Bosco Rodrigues, as barras de cereais não deveriam ter o rótulo de "produto saudável" uma vez que são fontes de açúcar e gordura. "O ideal de ingestão diária de fibras é entre 25 e 30g e a maioria das barrinhas não têm nem 1g", destaca.

Mas, segundo Mariana, não dá para descartar a grande qualidade desse alimento: a praticidade. A nutricionista Samantha Rhein destaca ainda outros pontos positivos da barra de cereais. "Pelo fato de possuir fibras, é preciso mastigar muito, o que sacia a sensação de fome. E também supre a vontade, principalmente das mulheres, de comer um docinho no meio do dia."

Já os produtos indicados como light também possuem ressalvas. "A diferença entre o light e o normal é de cerca de 30 calorias, ou seja muito pouco e desnecessário para quem tem um hábito alimentar controlado", explica Samantha Rhein.

 

Fonte: http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI1998281-EI1501,00.html


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Inflação
Por Gabrielly (D-21) - sábado, 09 de agosto de 2008, às 16:54:37
Categoria: Postagem Livre

IPCA recua em julho, mas taxa em 12 meses é a maior desde 2005

 

'Inflação oficial' teve taxa de 0,53% em julho, ante 0,74% em junho.
Alimentos e bebidas subiram menos e contribuíram para queda.

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou para 0,53% em julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (8). A taxa da inflação oficial representa a segunda queda mensal consecutiva do indicador, que ficou em 0,74% em junho.

Apesar da queda, a alta acumulada pelo indicador em 12 meses, de 6,37%, é a maior desde julho de 2005, quando ficou em 6,57%. No ano, o IPCA acumula alta de 4,19%.

O grupo alimentação e bebidas, que vinha apresentando resultados crescentes nos últimos meses, teve um aumento bem menor, passando de uma taxa de 2,11% em junho para 1,05% em julho. Ainda assim, o grupo contribuiu com 0,24 ponto percentual para o IPCA do mês, ou quase metade da taxa. Mesmo com a desaceleração de julho, o grupo dos alimentícios acumula alta de 9,78% no ano, bem acima de igual período de 2007 (5,26%).

A maioria dos produtos alimentícios mostrou menor crescimento nos preços de um mês para o outro. Mesmo com redução na taxa, as carnes (de 6,91% em junho para 4,35% em julho) mais uma vez ficaram com a maior contribuição individual do mês: 0,09 ponto percentual. A seguir vieram as refeições consumidas fora do domicílio (de 1,42% para 1,77%), com 0,07 ponto percentual.

Em julho, alguns alimentos registraram variações negativas nos preços. O consumidor passou a pagar menos, por exemplo, pelo arroz, que, de uma alta de 9,90% em junho, passou para uma queda de 0,51%. Além dele, outros produtos importantes na alimentação das famílias apresentaram taxas negativas, como a farinha de trigo (de 2,37% em junho para -1,75% em julho) e o pão francês (de 1,32% para -0,11%).

 

*Não-alimentícios

 

Os produtos não-alimentícios subiram 0,38% em julho, ante 0,34% em junho. Segundo o IBGE, a alta maior foi reflexo de reajustes ocorridos em itens importantes com preços administrados ou controlados.

Dos nove grupos que compõem o IPCA, apenas três mostraram aumento na variação de preços de junho para julho: habitação (de 0,26% para 0,60%), transportes (de 0,26% para 0,46%) e comunicação (de 0,29% para 0,36%).

As tarifas dos ônibus interestaduais, com reajuste médio de 6% a partir de 1º de julho, tiveram variação de 8,38% e ficaram com a terceira maior contribuição no IPCA do mês: 0,03 ponto percentual. Nos gastos com habitação (0,60%), as principais pressões foram exercidas pelas contas de energia elétrica, com alta de 0,93%. Foram destaques também no grupo a variação de 0,79% na taxa de água e de esgoto e os aluguéis residenciais, com aumento de 0,58%.

Quanto aos gastos com comunicação (0,36%), a alta foi causada por reajustes autorizados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) nos serviços de telefonia fixa, na última semana de julho, o que levou a uma variação de 0,62% no item.  

 

*INPC

 

Para as famílias com rendimento entre um e seis salários mínimos, a taxa de inflação de julho ficou em 0,58%, maior que a registrada pelo IPCA. A taxa, no entanto, ficou significativamente menor que a do mês anterior, cujo resultado foi de 0,91%.

No acumulado no ano, o índice está em 4,87%, superior à taxa de 2,53% referente ao mesmo período de 2007. Nos últimos 12 meses o resultado ficou em 7,56%, pouco acima dos 7,28% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2007, o INPC havia sido de 0,32%.

Os produtos alimentícios apresentaram variação de 1,09% em julho, enquanto os não-alimentícios aumentaram 0,36%. Em junho, os resultados para esses grupos haviam sido de 2,38% e 0,28%, respectivamente.

 

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL716454-9356,00-IPCA+RECUA+EM+JULHO+MAS+TAXA+EM+MESES+E+A+MAIOR+DESDE.html

(08/08/08)
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