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Investimentos estrangeiros somam US$ 34,7 bilhões e são os maiores desde 1947
Por Natália (B-99) - segunda, 24 de novembro de 2008, às 11:47:48
Categoria: Postagem Livre
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24/11/08 - 10h39 - Atualizado em 24/11/08 - 11h21

Investimentos estrangeiros somam US$ 34,7 bilhões e são os maiores desde 1947

Resultado, obtido até outubro, supera recorde anterior de US$ 34,6 bi.
Ao mesmo tempo, déficit em conta corrente sobe para US$ 24,7 bilhões.

 

Em meio à crise financeira internacional, que tem gerado quedas das bolsas de valores ao redor do mundo e disparada da taxa de câmbio no Brasil, os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira continuaram a subir e, na parcial de janeiro a outubro deste ano, somaram US$ 34,74 bilhões, segundo números divulgados nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. Somente em outubro, o pior mês da crise financeira, os investimentos estrangeiros somaram US$ 3,9 bilhões.

Com isso, mesmo antes do fim do ano, os investimentos estrangeiros diretos atingiram o maior valor da série histórica do Banco Central, que tem início em 1947. O recorde anterior havia sido registrado em todo o ano de 2007, com US$ 34,6 bilhões. A estimativa do Banco Central, até o momento, é de que os investimentos diretos somem US$ 35 bilhões.

Entretanto, com o resultado até outubro e parcial de novembro, este número já está defasado. Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, os investimentos estrangeiros somaram US$ 2,35 bilhões em novembro, até esta segunda-feira (24). A previsão para todo este mês é de um ingresso de US$ 2,8 bilhões. Se confirmado o número, os investimentos totalizarão US$ 37,5 bilhões na parcial até novembro - bem acima do recorde anterior de US$ 34,6 bilhões. 

Setores e investidores

Por setores, o que mais recebeu investimentos diretos neste ano, segundo dados do BC, foi o de Serviços, com US$ 13,9 bilhões de janeiro a outubro. Dentro deste setor, se destacaram os serviços financeiros, o comércio, as atividades imobiliárias e a construção de edifícios.

A indústria, por sua vez, recebeu US$ 10,7 bilhões em investimentos diretos até outubro, com destaque para metalurgia (US$ 4,7 bilhões), produtos alimentícios, derivados de petróleo e veículos automotores. Já a agricultura recebeu US$ 7,5 bilhões em investimentos estrangeiros, sendo US$ 5,7 bilhões para a extração de minerais metálicos.

Já os principais países que investiram no Brasil, até outubro deste ano, foram: Estados Unidos (US$ 5,7 bilhões), Luxemburgo (US$ 4,26 bilhões), Países Baixos (US$ 3,74 bilhões), Espanha (US$ 2,91 bilhões), França (US$ 2,16 bilhões), Ilhas Cayman (US$ 1,41 bilhão) e Canadá (US$ 1,40 bilhão). 

Contas externas

Mesmo com a forte entrada de investimentos estrangeiros diretos, que são voltados para o setor produtivo, a situação das contas externas brasileiras não está tão confortável.


Segundo o BC, o déficit em transações correntes (balança comercial, serviços e rendas) - um dos principais indicadores do setor externo brasileiro - somou US$ 24,7 bilhões de janeiro a outubro deste ano. Somente em outubro, o resultado negativo das contas externas, informou a autoridade monetária, foi de US$ 1,5 bilhão.

Para todo este ano, a estimativa do BC permaneceu em um rombo de US$ 28,8 bilhões nas contas externas. Se confirmado, este será o maior déficit desde 1998, e o terceiro pior número da série histórica da autoridade monetária, que tem início em 1947. Entretanto, o déficit ainda está sendo financiado pelo ingresso de investimentos estrangeiros diretos. 

Razões para o déficit

A deterioração das contas externas neste ano, de acordo com a autoridade monetária, está relacionada com a piora da balança comercial brasileira, cujo saldo teve queda, até 16 de novembro, de 37,2%, além do aumento significativo no volume de remessas de lucros e dividendos pelas empresas multinacionais.

De janeiro a outubro deste ano, as remessas de lucros somaram US$ 29,3 bilhões, mais do que o registrado em todo o ano passado (saída de US$ 22,4 bilhões). Além disso, o dólar, que estava mais barato até a piora da crise financeira, em meados de setembro, também contribuiu para a saída de recursos por causa do aumento das viagens, e consequentemente dos gastos, de brasileiros ao exterior.

Conta de capital

No caso da conta de capital e financeira, pela qual transitam os investimentos estrangeiros diretos, as remessas de lucros e dividendos e os investimentos em carteira de estrangeiros (ações e renda fixa, entre outros), o BC informou que foi registrado um superávit de US$ 41,8 bilhões de janeiro a outubro deste ano. Com isso, o balanço de pagamentos brasileiro, que engloba todas as transações do Brasil com o exterior, teve superávit de US$ 15,3 bilhões nos dez primeiros meses de 2008.

Fonte: www.g1.globo.com

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Terremoto atinge o extremo oriente da Rússia
Por Natália (B-99) - segunda, 24 de novembro de 2008, às 11:06:45
Categoria: Postagem Livre
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24/11/08 - 08h15 - Atualizado em 24/11/08 - 10h14

Terremoto atinge o extremo oriente da Rússia

Tremor teve magnitude 7, e não há registro de vítimas ou danos.
Epicentro foi a 314 km oeste da cidade de Petropavlovsk-Kamchatskiy.

 

Um forte tremor de terra sacudiu nesta segunda-feira (24) a região russa do mar de Okhotsk, extremo oriente do país, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos. O terremoto, de magnitude 7, teve epicentro a 314 km a oeste da cidade de Petropavlovsk-Kamchatskiy, capital de Kamtchatka.

Não há registro de vítimas ou danos materiais, segundo o Ministério de Situações de Emergência do país.

O tremor, registrado às 6h40 (horário de Brasília), durou mais de um minuto, informa a agência oficial RIA Novosti.

Às 7h35 (horário de Brasília) foi suspenso o aviso de perigo de tsunami.

Muitos dos moradores da região abandonaram suas casas e preferiram esperar na rua o fim do terremoto.

Fonte: www.g1.globo.com

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Dólar começa a semana com queda acentuada
Por Natália (B-99) - segunda, 24 de novembro de 2008, às 11:03:05
Categoria: Postagem Livre
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24/11/08 - 09h17 - Atualizado em 24/11/08 - 10h42

Dólar começa a semana com queda acentuada

Mercado aguarda nomes da equipe econômica de Obama.
Na sexta, moeda subiu quase 3%.

 

O dólar comercial opera com acentuada desvalorização na abertura dos negócios nesta segunda-feira (24). Por volta das 10h40, a moeda estava a R$ 2,389 na venda, queda de 2,80%.

O desempenho reage ao resultado da sexta-feira, quando depois de bater R$ 2,482 na máxima do dia, o dólar comercial fechou com alta de 2,84%, negociado a R$ 2,456 na compra e R$ 2,458 na venda. 

Tal valor de fechamento não era observado desde 25 de julho de 2005, quando a divisa ficou em R$ 2,462.

O mercado começa a semana na expectativa de saber quem vai gerenciar o combate à crise no ano que vem. O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciará às 15h (de Brasília) desta segunda quem ele escolheu para chefiar sua equipe econômica, em entrevista à imprensa, informou o escritório de transição em nota.

O presidente do Federal Reserve (banco central) de Nova York, Timothy Geithner, deverá ser o secretário do Tesouro, disse no domingo o conselheiro sênior de Obama para a Casa Branca, David Axelrod.

Fonte: www.g1.globo.com

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EUA vão injetar US$ 20 bilhões para salvar Citigroup
Por Natália (B-99) - segunda, 24 de novembro de 2008, às 09:27:54
Categoria: Postagem Livre
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24/11/08 - 07h01 - Atualizado em 24/11/08 - 07h50

EUA vão injetar US$ 20 bilhões para salvar Citigroup

Governo dará garantias de cerca de US$ 300 bilhões para os ativos do banco.
Ações da instituição caíram 60% na semana passada.

 

O governo dos Estados Unidos resolveu resgatar o Citigroup assumindo a maior parte das perdas potenciais do banco, que somam US$ 306 bilhões em ativos de alto risco. O pacote de ajuda é o mais extenso já preparado para um banco dos EUA na atual crise econômica global.

O governo também vai injetar US$ 20 bilhões em novos recursos, além dos US$ 25 bilhões já colocados na instituição, e vai receber ações preferenciais do banco com dividendo de 8%. A injeção de capital acontece depois que as ações do Citigroup despencaram 60% na semana passada, em meio às preocupações de que faltaria recursos para que o banco sobrevivesse.

Em troca do pacote de ajuda, os dividendos do bancos serão praticamente zerados já que a instituição será proibida de pagar mais do que 1% por ação em cada trimestre ao longo dos próximos três anos sem consentimento do governo. O dividendo trimestral agora é de US$ 0,16.

O citigroup não terá que substituir seu presidente-executivo Vikram Pandit ou qualquer outro membro importante da diretoria, mas o governo terá a palavra final sobre acordos de pagamento para executivos da instituição. O banco também concordou em tentar modificar hipotecas com problemas que estão dentro de seu portfólio de  US$ 306 bilhões à medida em que o governo tenta evitar a execução de hipotecas.

O pacote do Citigroup pode se tornar um modelo para outros bancos dos Estados Unidos que devem enfrentar crescentes perdas à medida em que a economia do país entra em recessão. Perdas de crédito que até então se concentravam em hipotecas já estão se espalhando para outras áreas como cartões de crédito e no segmento imobiliário comercial.

O citigroup é o banco americano com maior alcance internacional, com operações em mais de 100 países. O banco era amplamente considerado como grande demais para ser deixado entregue à sorte, já que uma quebra da instituição poderia provocar uma devastação financeira pelo globo.

Fonte: www.g1.globo.com

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Para analistas, petróleo abaixo de US$ 50 afeta exploração do pré-sal e etanol
Por Natália (B-99) - domingo, 23 de novembro de 2008, às 17:30:12
Categoria: Postagem Livre
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23/11/08 - 07h00 - Atualizado em 23/11/08 - 07h00

Para analistas, petróleo abaixo de US$ 50 afeta exploração do pré-sal e etanol

Após pico de quase US$ 150 em junho, barril perdeu dois terços do valor.
Segundo especialistas, pré-sal deve ser visto como 'reserva estratégica'.

 

A queda do preço do barril de petróleo, que perdeu dois terços de seu valor desde o pico de quase US$ 150 atingido pelo barril em junho, promete ser um empecilho para duas "vedetes" do mercado brasileiro: o crescimento internacional etanol e a exploração do petróleo do pré-sal. Entretanto, segundo especialistas ouvidos pelo G1, a tendência é que o abalo seja de curto prazo e que os investidores voltem após o fim da turbulência internacional. 

Para especialistas, caso a queda continue para níveis inferiores a US$ 40, a exploração do pré-sal pode se tornar mais economicamente inviável. “Pelos próximos 12 a 14 meses, a média não fica acima de US$ 50 ou US$ 60. A dúvida é se vai estabilizar nos US$ 50 ou nos US$ 60. Antes de 2010, não teremos petróleo na casa dos US$ 100 novamente”, diz Adriano Pires, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP) David Zylbersztajn afirma que os preços devem até baixar mais. “Pode cair mais que do que estamos vendo agora, tem espaço para cair”, afirmou ele ao G1. A conseqüência imediata, segundo os especialistas, é a seguinte: o pré-sal não deve gerar tantos lucros quanto se imaginava há cinco meses.

 

Produto de sobra

Isso explica parcialmente o fato de as ações da Petrobrás terem caído nesta sexta-feira (21), mesmo após o anúncio de descoberta de novas reservas no pré-sal no Espírito Santo. “Não tem sentido aumentar a oferta de um produto que está em baixa”, explica Pires. O temor, dizem analistas, é que o petróleo caia a um ponto em que os lucros do pré-sal não compensem os gastos da extração.

Entretanto, isso não deve ocorrer. Na pior das hipóteses, a extração do petróleo seria somente adiada por alguns anos. “Acredito que, com este cenário que temos, o pré-sal pode começar a gerar lucros apenas uns oito anos depois do que era previsto”, diz Zylbersztajn. Pires vê um cenário de mais longo prazo: 2020. “O pré-sal deixaria de ser uma reserva econômica para virar uma reserva estratégica."

O analista de petróleo e energia Walter de Vitto, da consultoria Tendências, é mais otimista. “É claro que ter o barril a US$ 150 seria muito melhor, mas na casa dos US$ 50 ainda é viável”, afirmou. Para ele, não há uma grande perda no momento. “Não há prejuízo, porque o pré-sal sempre foi para ser explorado no longo prazo", disse.

 

Se o barril cair para menos de US$ 40, no entanto, ele admite que “a situação pode complicar um pouco”. Para o professor, a Petrobrás terá de rever investimentos no setor. 

Nesta sexta-feira (21), a diretora de gás e energia da empresa, Maria das Graças Foster, e a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, garantiram, no entanto, que os investimentos do pré-sal estão garantidos, independentemente do preço do petróleo ou da crise econômica. 

Etanol

O etanol também sofre um momento de turbulência, mas, para Adriano Pires, isso tem mais a ver com a crise de crédito do que com o preço do petróleo. “Todo produto agrícola depende muito de crédito, e as usinas estão com dificuldade neste momento. Isso não tem muito a ver com o preço do barril”, explicou. 
No mercado brasileiro, segundo os analistas, o produto está consolidado. No externo, a coisa fica um pouco mais complicada. “No Brasil, o etanol funciona como substituto direto da gasolina, mas no exterior ele é usado mais como aditivo. Com o petróleo mais barato, a gasolina também fica mais barata e isso reduz o espaço do etanol”, afirma Pires.

Para o chefe de agroenergia da Embrapa, Frederico Durães, o momento deve ser aproveitado para o fortalecimento da indústria de etanol. “A tendência é a recuperação desse preço. O Brasil precisa estar preparado para entrar em ação quando os preços voltarem a subir”, diz ele.

Durães afirma que, apesar de qualquer turbulência, o etanol é um inevitável substituto do petróleo. “É uma questão que vai além da economia. É uma questão de sustentabilidade, de meio ambiente. Esta é uma situação provisória, em que os preços oscilam, mas a tendência é voltar a crescer”, ressalta.

 Fonte:www.g1.globo.com



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