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Bolsas asiáticas afundam com agravamento da crise nos EUA e no Japão
Por Carolina (B-11) - quinta, 20 de novembro de 2008, às 10:25:28
Categoria: Postagem Livre

 As Bolsas da Ásia voltaram a registrar fortes quedas nesta quinta-feira, seguindo a tendência da véspera em Wall Street, depois dos prognósticos sombrios para a economia dos Estados Unidos, país ameaçado por recessão e deflação, e o agravamento da situação no Japão, que registra déficit comercial.

O Federal Reserve (Fed, banco central) prevê que o Produto Interno Bruto dos Estados Unidos deve evoluir em 2009 entre -0,2% e +1,1%, abaixo das estimativas anteriores. O país também está ameaçado por uma perigosa deflação.

Com este cenário, a Bolsa de Tóquio encerrou a sessão em forte queda de 6,89%, em um mercado nervoso com a nova baixa de Wall Street, a valorização do iene e o anúncio de dados muito ruins do comércio exterior do Japão.

O índice Nikkei 225 perdeu 570,18 pontos, a 7.703,04 unidades, abaixo da barreira psicológica dos 8.000 pontos pela primeira vez desde 28 de outubro.

Os investidores japoneses estavam desanimados com a alta do iene em relação à moeda americana (cotação de um dólar próxima de 95 ienes) e com a queda de quarta-feira em Wall Street.

A Bolsa de Nova York registrou na véspera o menor nível em mais de cinco anos: o Dow Jones perdeu 5,07% e a Nasdaq 6,53%.

Um pouco antes da abertura, os investidores receberam outra péssima notícia: o anúncio de um raro déficit comercial do Japão em outubro. As exportações registraram a maior queda em sete anos em conseqüência da redução da demanda nos Estados Unidos, União Européia e Ásia. As importações subiram com a alta dos preços das matérias-primas.

O Japão registrou em outubro um déficit comercial de 63,920 bilhões de ienes (510 milhões de euros), após sofrer um forte retrocesso nas exportações para Estados Unidos e União Européia, anunciou o governo.

É raro a segunda economia mundial, que depende muito de suas exportações, registrar déficit comercial. Em outubro do ano passado, o Japão teve um excedente de 999,440 bilhões de ienes.

O déficit surpreendeu os economistas e permite prever um futuro preocupante, já que o país registrou recessão no terceiro trimestre.

Os demais mercados asiáticos também registraram resultados ruins: Seul caiu 6,7%, Taipé 4,53% e Sydney 4,19%.

Hong Kong perdeu 4% e Xangai 1,67%.
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Zona do euro entra em recessão pela 1ª vez na história
Por Laís (B-22) - sexta, 14 de novembro de 2008, às 14:10:45
Categoria: Postagem Livre

Números são da agência oficial de estatísticas Eurostat.
Anúncio foi feito às vésperas de encontro do G20 em Washington.

A zona do euro entrou em recessão (dois trimestres consecutivos de crescimento negativo), com retração de 0,2% de seu Produto Interno Bruto no terceiro trimestre em relação ao trimestre anterior, segundo estimativas anunciadas nesta sexta-feira (14) a agência européia de estatísticas Eurostat.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve crescimento de 0,7% na economia. 
Com isso, a região de moeda comum (15 países da Europa que compartilham o euro) entra em recessão pela primeira desde que foi formada, em 1999.
Os países que compõem o grupo que utiliza a moeda única são: Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Áustria, Irlanda, Finlândia, Eslovênia, Chipre, Malta, Bélgica, Luxemburgo, Holanda e Grécia. 
A notícia é divulgada quando algumas das principais economias do continente europeu já anunciaram recessão, como Alemanha, na quinta; Itália e Espanha nesta sexta.
A França cresceu 0,1% no período e escapou do diagnóstico de recessão motivado pela crise financeira internacional.

Véspera do G20

Os dados confirmam a ampla desaceleração econômica que os líderes mundiais esperam tentar resolver durante encontro neste fim semana em Washington.
Com a Europa, bem como partes da Ásia e América do Norte, sofrendo, líderes do G20, que congrega economias em desenvolvimento e economias avançadas, seguem para Washington para tentar encontrar caminhos que garantam que a crise, iniciada com a quebra do mercado imobiliário dos Estados Unidos, não se repita.
Mas um acordo entre os integrantes do G20, que representam 85% da economia do mundo e dois terços da população mundial, sobre se será preciso mais regulação dos mercados para proteger consumidores, poupadores e investidores é pouco provável.
Washington afirma que não se deve voltar para uma situação de grande controle do Estado sobre o mercado. Já grandes países da Europa acreditam que sem regulação, a repetição das turbulências do último ano será inevitável. 
Nesta sexta, alguns países europeus divulgaram seus números nacionais; veja os principais:

França: a economia francesa conseguiu evitar uma recessão, com o Produto Interno Bruto (PIB) registrando leve expansão de 0,1% no terceiro trimestre em relação ao segundo, mostraram dados do instituto de estatísticas Insee. No segundo trimestre, a economia francesa havia registrado contração de 0,3%, de acordo com informação da ministra das Finanças, Christine Lagarde. Dois trimestres seguidos de contração do PIB significariam uma recessão técnica.
Itália: o PIB da Itália diminuiu 0,5% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o segundo trimestre, o maior declínio desde 1998, depois de contrair-se 0,4% no segundo trimestre ante o primeiro. Dessa forma, o país entra em recessão pela primeira vez desde o início de 2005. Na comparação com o terceiro trimestre de 2007, o PIB italiano encolheu 0,9%, a maior queda desde 1993.
Espanha: o PIB da Espanha registrou contração de 0,2% no terceiro trimestre, em relação ao segundo trimestre, segundo dados preliminares do Instituto de Estatísticas Nacionais da Espanha (INE). A economia espanhola não entrou em recessão, como aconteceu na Alemanha e na Itália, uma vez que o PIB registrou crescimento de 0,1% no segundo trimestre.
Portugal: a economia de Portugal estagnou no terceiro trimestre, com o PIB estável em relação ao segundo trimestre, de acordo com dados preliminares do Instituto Nacional de Estatísticas de Portugal. Em relação ao mesmo período do ano passado, o PIB cresceu 0,7% no terceiro trimestre.
Holanda: o PIB da Holanda também ficou estável no terceiro trimestre deste ano em comparação com o segundo, depois de também ter ficado estagnado no segundo trimestre ante o primeiro. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve expansão de 1,8%, de acordo com o departamento central de estatísticas do país.
Hungria: a Hungria registrou contração 0,1% no PIB no terceiro trimestre em comparação a um crescimento de 0,4% no segundo trimestre. Em comparação ao terceiro trimestre do ano passado, o PIB cresceu 0,8%, em termo real, abaixo da expansão anual de 2% no segundo trimestre.


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Bush parabeniza Obama;McCain fala em "avanço"
Por Mundo_adversativo - quarta, 05 de novembro de 2008, às 10:05:48
Categoria: Postagem Obrigatória

O atual presidente dos EUA, George W. Bush, telefonou para o democrata Barack Obama nesta quarta-feira (5) para cumprimentá-lo pela vitória na disputa pela Presidência dos EUA, em uma "fantástica noite", informou a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.

Segundo explicou a porta-voz presidencial, Bush convidou Obama --que será o primeiro presidente negro dos Estados Unidos a partir de 20 de janeiro-- a visitar a Casa Branca com sua família muito em breve.

"O senhor está a ponto de embarcar em uma das grandes viagens dessa vida. Parabéns e aproveite", recomendou o presidente em fim de mandato a seu sucessor.

McCain

O senador John McCain subiu ao palco no gramado do Biltmore, acompanhado de sua mulher, Cindy, e da candidata à vice-Presidência, Sarah Palin, para anunciar ao público que pouco antes teve "a honra de ligar para o senador Barack Obama para parabenizá-lo por ter sido eleito o próximo presidente dos Estados Unidos".

O senador pelo Arizona acrescentou, em discurso a seus partidários em um hotel de Phoenix, que a eleição de seu rival representa "um grande avanço para os Estados Unidos" e que a vitória de um afro-americano como Obama é "uma prova" da superação do "racismo".

Comentário: esse final de ano marcou um evento memorável para os EUA e para o mundo: a vitória de um negro em uma acirradíssima eleição norte americana! Todos mostram suas esperanças de que haverá mudanças na forma de governo, mas especialistas apontam semelhanças entre Barack Obama e Bush; com relação a isso, só saberemos nos próximos anos de mandato deste novo presidente... Até lá, aguardamos com expectativas.


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O mais triste de uma despedida é a incerteza de uma volta...
Por Mundo_adversativo - segunda, 03 de novembro de 2008, às 14:59:20
Categoria: Postagem Obrigatória

Alunos, professores, coordenadores, enfim, a TODOS que trabalham no Agostiniano São José, o nosso sincero MUITO OBRIGADA a vocês que participaram de nossas vidas, sempre tendo algo a nos ensinar.

O ano passou muito rápido e é triste saber que esse é o nosso último mês neste colégio que nos proporcionou momentos maravilhosos. Definiríamos este ano como INTENSO de muita aprendizagem, mas também de muitos ensinamentos!

É difícil não temer o que está por vir, já que vamos começar uma "vida nova", entrando no "tão temível mundo dos adultos", em que há mais responsabilidades... Mas vamos nos lembrar de que crescer é inevitável e não poderemos relutar, pois a vida cobra isso de nós, querendo ou não.

Bom, aqui nos despedimos de todos vocês que colaboraram com a nossa vida escolar. Iremos sentir falta de cada um. Esperamos que essa nova fase que está por vir seja de muito sucesso e que nossos esforços sejam recompensados. Valeu por TUDO  !!!!

Beijos e abraços de Carolina Yumi, Fabianni Ávila, Laís Novaes, Mayra Jammel e Mayra Primeiro =)


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Na véspera da eleição,Obama lidera em 6 de 8 Estados-chave nos EUA
Por Mundo_adversativo - segunda, 03 de novembro de 2008, às 14:25:35
Categoria: Postagem Obrigatória

O democrata Barack Obama está à frente do republicano John McCain em seis dos oito Estados-chave na disputa pela Presidência dos Estados Unidos, incluindo Flórida e Ohio, segundo uma série de pesquisas Reuters/Zogby divulgadas nesta segunda-feiraObama também tem vantagem de 7 pontos percentuais sobre McCain entre os prováveis eleitores em uma pesquisa nacional Reuters/C-SPAN/Zogby, 1 ponto percentual a mais do que o registrado no domingo. A pesquisa nacional, feita por telefone, tem margem de erro de 2,9 pontos percentuais.

Obama chega à eleição de terça-feira em uma posição confortável, enquanto McCain luta para ultrapassar Obama em todas as pesquisas nacionais e para manter-se competitivo em Estados em que o atual presidente George W. Bush venceu na eleição de 2004.

As novas pesquisas estaduais mostraram Obama com 1 ponto percentual à frente no Missouri e 2 pontos na Flórida, com a margem de erro em 4,1 pontos percentuais. O democrata também lidera em Estados como Ohio, Virgínia e Nevada - todos Estados vencidos por Bush em 2004.

Esses cinco Estados em que Obama está à frente respondem por 76 votos no colégio eleitoral. Se somados aos Estados conquistados pelo democrata John Kerry na eleição de 2004, eles dariam a Obama 328 votos no colégio eleitoral, bem mais do que os 270 necessários para chegar à Casa Branca.

Obama também tem 11 pontos percentuais de vantagem na Pensilvânia, onde McCain teria a maior chance de vencer em um Estado conquistado pelo candidato democrata há quatro anos. McCain está à frente do rival por 5 pontos em Indiana e por 1 ponto na Carolina do Norte, dois Estados em que Bush venceu em 2004.

"A liderança de Obama é bastante firme. Ele pode esperar um grande dia na terça-feira", disse o especialista em pesquisas John Zogby. "Esses são todos Estados republicanos, exceto pela Pensilvânia, e isso não parece que vai mudar."
Na pesquisa nacional, Obama tem 15 pontos de vantagem sobre os independentes e 13 pontos entre as mulheres, dois blocos cruciais de eleitores na eleição de terça-feira.

McCain lidera Obama por 13 pontos, mas está apenas atraindo 25 por cento dos hispânicos. Em 2004, Bush ficou com mais de 40 por cento do apoio desse grupo. O independente Ralph Nader e o libertário Bob Barr ficaram com 1 por cento cada, e 2 por cento dos entrevistados declarou-se indeciso.

A pesquisa nacional foi realizada entre quinta-feira e sábado entre 1.205 prováveis eleitores. As pesquisas estaduais também foram realizadas entre quinta-feira e sábado com as amostras variando entre 600 e 605 prováveis eleitores. A margem de erro em todos os oito Estados é de 4,1 pontos percentuais.

Comentário: a eleição mais disputada do mundo está para terminar. De um lado, o democrata (que se for eleito,vai ser o primeiro presidente negro dos EUA e o mais novo) Barack Obama; de outro, o republicano John McCain (que se ganhar, vai ser o presidente que mais velho eleito no país). Obama tem muitos votos garantidos na maioria dos Estados-chave, o que nos deixa a entender que uma possível nova era nos EUA está para acontecer: a era em que pela primeira vez, a maior potência mundial vai ser governada por um presidente negro, cuja raça tanto lutou contra o preconceito que ali sempre existiu e ainda existe; porém, que está mudando sua forma de pensar. Esperamos que tal eleição ocorra com sucesso e que o futuro presidente saiba agir de forma diferente da do atual presidente Jorge W. Bush. 


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