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Igor (D-18), Mariana (D-24)
Mariane (D-25)

China anuncia meta de corte de até 45% na emissão de CO2
Por Mariane (D-25) - quinta, 26 de novembro de 2009, às 11:26:19
Categoria: Postagem Livre

A China, o maior emissor de gases que causam o efeito estufa, anunciou pela primeira vez uma meta de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, a duas semanas da reunião global sobre clima em Copenhague.
 

Segundo a agência oficial Xinhua, o país cortará, até 2020, de 40% a 45% de sua "intensidade de carbono" comparada aos níveis de 2005.

A "intensidade de carbono", uma mensuração própria do país, corresponde ao montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB).

As autoridades dizem que a meta obedece "às condições nacionais" da China, um país emergente que vê o corte de emissões como uma ameaça ao seu crescimento econômico.

Ainda assim, especialistas fazem a ressalva de que ela não necessariamente levará a uma redução absoluta das emissões.

O anúncio veio a público um dia após os Estados Unidos confirmarem que vão oferecer, no encontro na Dinamarca, um corte de 17% nas suas emissões de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 2005 - menos do que o desejado por cientistas e os países europeus.

A Casa Branca confirmou na quarta-feira que o presidente americano, Barack Obama, estará presente no encontro, assim como o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que confirmou sua ida nesta quinta-feira.

A cúpula tem por objetivo chegar a um acordo que substitua o Protocolo de Kyoto, que não foi ratificado pelos Estados Unidos e expira em 2012.

Redução de emissões
Entretanto, analistas creem que a meta anunciada pela China não necessariamente significará uma redução nas emissões.

O cálculo chinês é o único a utilizar a mensuração de intensidade de carbono, ou seja, a quantidade de CO2 emitido por cada unidade do produto interno.

O correspondente da BBC em Pequim, Quentin Sommerville, disse que o compromisso chinês é tornar as suas fábricas e sua infra-estrutura de energia mais eficientes na utilização de combustível, o que produziria menos gases causadores do efeito estufa.

Mas isto não significa que os níveis absolutos de carbono seriam reduzidos, observou o correspondente.

"Esta é uma ação voluntária tomada pelo governo chinês com base nas suas próprias condições nacionais e uma grande contribuição com os esforços globais de combate à mudança climática", afirmou o governo chinês em um comunicado reproduzido na agência oficial.

Na semana passada, o grupo de cooperação dos países da Ásia-Pacífico, Apec, liderado pela China e os EUA, havia decidido adiar para o ano que vem a definição de um acordo mundial sobre o clima.

O primeiro-ministro dinamarquês, Lars Rasmussen, defende que a reunião de Copenhague defina acordos políticos sobre cortes de emissões dos países ricos e ações a serem adotadas por nações pobres e emergentes, com as metas obrigatórias sendo definidas em novas negociações em 2010.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc...187.jhtm


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Temperatura no mundo está a caminho de subir 6º C, diz pesquisa
Por Mariane (D-25) - quarta, 18 de novembro de 2009, às 18:24:35
Categoria: Postagem Livre

Novos dados sobre as emissões mundiais de CO2 (dióxido de carbono, principal gás causador do efeito estufa) indicam que o planeta está a caminho de esquentar 6 graus Celsius neste século, se não houver um esforço concentrado para diminuir a queima de combustíveis fósseis.

"Existe um abismo claro entre o caminho que estamos seguindo e o que é necessário para limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius [nível considerado relativamente seguro por especialistas]", diz Corinne Le Quéré, pesquisadora da Universidade de East Anglia (Reino Unido) e coautora do novo estudo na revista científica "Nature Geoscience".

Na atual década, a principal responsável por puxar para cima as emissões é a China, com seu crescimento industrial alimentado pelo carvão mineral. Hoje, o país é o maior emissor do planeta.

No entanto, os EUA ainda respondem pelas maiores emissões per capita: 18 toneladas, contra 5,2 toneladas dos chineses (a média mundial é de 4,8 toneladas).

Desde 1982, a humanidade produziu 715,3 trilhões de toneladas de gás carbônico, quantidade que equivale ao total de dióxido de carbono emitido por todas as civilizações que existiram no mundo antes disso.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fol...030.shtml


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Para Venezuela, situação atual é de ''pré-guerra''
Por Mariane (D-25) - domingo, 15 de novembro de 2009, às 17:04:38
Categoria: Postagem Livre

O embaixador venezuelano na Colômbia, Gustavo Márquez, afirmou que seu país deve se preparar para a guerra porque há "uma situação de pré-guerra" que ameaça a Venezuela e não descartou uma invasão dos Estados Unidos.

Em declarações publicadas hoje pelo jornal colombiano "El País", de Cali, o diplomata disse que, quando o presidente venezuelano, Hugo Chávez, convoca os militares e o povo de seu país a se preparar para a "defesa da nação", não procura agredir alguém.

"O que o presidente Chávez disse exatamente é que tínhamos que 'nos preparar para a guerra', porque há uma situação de pré-guerra: está sendo construído um cenário de guerra que ameaça a Venezuela e todos os países da região", disse.

Para Márquez, o acordo militar assinado entre Colômbia e EUA, pelo qual tropas americanas poderão usar bases militares em território colombiano, é "inconveniente, embora respeitemos essa decisão soberana do Estado colombiano".

"Hoje, os fatos nos dão razão: este convênio ameaça a soberania regional", afirmou.

O embaixador venezuelano acrescentou que é necessário fazer uma reflexão sobre estes fatos para encontrar um caminho estável que permita recompor as relações bilaterais entre Venezuela e Colômbia, congeladas desde agosto por ordem de Chávez.

"Como consequência da falta de transparência, não há confiança, e quando não há confiança, não pode haver relações estáveis", afirmou o diplomata.

A detenção de quatro militares venezuelanos em território colombiano e sua posterior deportação é o incidente mais recente nas tensas relações diplomáticas e comerciais entre Colômbia e Venezuela.

O Governo colombiano apresentou ao Conselho de Segurança da ONU e à Organização dos Estados Americanos (OEA) uma nota de protesto por "ameaças" do Executivo da Venezuela.

A tensão entre os dois países aumentou desde que Chávez alertou seus compatriotas para a possibilidade de uma guerra por causa do acordo militar entre Colômbia e Estados Unidos e pediu para que estivessem preparados.

Chávez vê o convênio, que permite a militares americanos o uso de bases colombianas, como uma ameaça para seu país e a região.

Dias depois da polêmica declaração, o presidente da Venezuela disse que apenas fez uma reflexão baseada no ditado latino "si vis pacem, para bellum" ("se queres a paz, prepara a guerra") e atribuiu a "uma manipulação midiática" a compreensão de que era uma convocação a um confronto.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ult...49241.jhtm #uolcelular { clear: both; margin:1.5em 0 0 0; font-size:0.8em; } #uolcelular h3 { background:#efefef;color:#000;font:bold 1.1em arial;padding:3px;height:12px;display:block;margin:0;padding-left:1em;} #uolcelular #borda { height:3em;border:1px solid #efefef;color:000;font:normal 13px arial;background:url(http://img.uol.com.br/wap-ico.gif) 1em 0.4em no-repeat;padding:0;padding-top:1.1px; } #uolcelular #borda #txtCel { margin: 0.2em 0 1em 4em; *margin-bottom:1em; } #uolcelular #borda #txtCel a {color:#666666; text-decoration:none; } #uolcelular #borda #txtCel a:hover { text-decoration:underline; } #uolcelular #borda #txtCel a strong {color:#000000;}


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Amazônia tem menor desmatamento desde 1988, diz governo
Por Mariana (D-24) - quinta, 12 de novembro de 2009, às 17:42:09
Categoria: Postagem Livre

Entre agosto de 2008 e julho de 2009, a Amazônia perdeu 7 mil km² de floresta, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo governo durante o balanço do Programa Terra Legal. É a menor taxa anual de desmate já registrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde o início do levantamento em 1988. O menor índice registrado até agora era o de 1991, quando os satélites identificaram 11,03 km².

O número superou as expectativas do governo, que previa 9 mil km². De acordo com o presidente do Inpe, Gilberto Câmara, essa "é uma queda substancial. De longe a menor taxa desde que o Inpe começou a observação".

A taxa é calculada pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que utiliza satélites para observação das áreas que sofreram desmatamento total, o chamando corte raso. Em relação ao período anterior (agosto de 2007 a julho de 2008), quando o desmatamento atingiu 12,9 km², a queda foi de 45%.

"É um momento de muita alegria constatar que o esforço da sociedade brasileira de conter o desmatamento da Amazônia chegou a um nível muito satisfatório", afirmou Câmara.

O Inpe registrou queda em quase todos os Estados da Amazônia. Em Mato Grosso e no Pará, tradicionalmente líderes dos rankings de desmatamento mensais, a queda foi de 65% e 35%, respectivamente. Em Rondônia, a queda foi de 55%.

Apesar da redução, o Pará foi o Estado que mais desmatou no período, com 3.680 km², seguido por Mato Grosso, com 1.047 km², e Amazonas, com 980 km² desmatados.De acordo com o Inpe, a margem de erro da estimativa anual de desmatamento é de 10%, ou seja, pode resultar em uma variação de 700 km² para ou mais ou para menos quando os dados forem consolidados.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/bra...+diz+governo.html


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''Microincidente''
Por Clickgeo - quarta, 11 de novembro de 2009, às 21:46:07
Categoria: Charge

Comentário: O ministro da Justiça Tarso Genro declarou que o blecaute da noite desta terça feira (10) que durou mais de quatro horas não passou de um ''microincidente'', que a oposição não devia explorar o apagão eleitoralmente e que o Brasil teve conquistas extraordinarias durante sete anos de produção de energia.  A oposição se prepara para responsabilizar a ministra Dilma Rousseff e provocar um desgaste na imagem da candidata do PT à presidencia. A origem do apagão aconteceu em três linhas de transmissão nos Estados do Paraná e de São Paulo, que foram desligadas por conta de "condições meteorológicas adversas", segundo o secretário do Ministro de Energia.

Mariana, Igor e Mariane


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