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Ex-guerrilheiro José Mujica é eleito presidente do Uruguai
Por Heloisa (A-15) - segunda, 30 de novembro de 2009, às 11:17:23
Categoria: Postagem Livre

30/11

O ex-guerrilheiro e ex-ministro de Agropecuária, José "Pepe" Mujica, de 74 anos, foi eleito presidente do Uruguai, em votação ocorrida no domingo.

Na madrugada desta segunda-feira, segundo o jornal uruguaio El País, com 92,84% das urnas apuradas, Mujica tinha 53,2% dos votos, enquanto seu rival no segundo turno, o ex-presidente Luis Alberto Lacalle, tinha 42,7%.

No discurso da vitória, em Montevidéu, Mujica defendeu a "unidade" do país. "Companheiros, (que não haja) nem vencidos nem vencedores. Nós apenas elegemos um governo, que não é dono da verdade. Meu reconhecimento aos homens que representam o Partido Nacional, o Colorado, o Independiente, compatriotas, todos", disse.

Sob chuva e vento, Mujica discursou ao lado do vice-presidente-eleito, Daniel Astori, para uma multidão que levava bandeiras com as cores da coalizão partidária Frente Ampla, que integram. "Companheiros, o mundo está ao contrário. Vocês deveriam estar aqui no palanque, e nós aí, aplaudindo vocês", afirmou Mujica ao público de seguidores.

Ele agradeceu ao atual governo do presidente Tabaré Vázquez, do qual foi ministro, e que registra altos índices de apoio popular. "Obrigado, Tabaré, porque ganhamos pela honra deste governo. (Faremos) a continuidade deste governo", destacou.

Mujica agradeceu ainda "aos irmãos da América Latina" e declarou: "Os que representam bem, mal ou regularmente as esperanças frustradas de um continente que tenta se juntar como pode - argentinos, chilenos, brasileiros, venezuelanos, bolivianos. Todos nos telefonaram, para nos dar um abraço. Obrigado, irmãos", discursou o presidente eleito.

Oposição
Mujica pediu "desculpas" aos adversários no segundo turno da corrida eleitoral, caso ele tenha se excedido nas palavras. "Se em algum momento meu temperamento de combatente me fez falar demais, peço desculpas".

Pouco antes do discurso de Mujica, o candidato da oposição, Lacalle, reconheceu a derrota e pediu a seus apoiadores "respeito" aos resultados. "Queremos parabenizar o senhor Mujica. E dizer que vamos respeitar nosso próximo presidente", afirmou.

Tabaré Vázquez telefonou para Lacalle e esteve pessoalmente com Mujica, logo após a confirmação da vitória de seu aliado na Frente Ampla. "Temos que festejar esta demonstração de respeito e tolerância que vivemos aqui no Uruguai, como em poucos países no mundo. Agora, vou abraçar o futuro presidente e os companheiros da vida toda", disse.

Prisão e guerrilha
Mujica é o primeiro ex-guerrilheiro a chegar à Presidência do Uruguai. Ele foi do grupo guerrilheiro MNL-Tupamaros e ficou preso durante 14 anos, antes e durante o regime militar no país (1973-1985).

Numa recente entrevista à BBC Brasil, quando perguntado sobre aqueles anos de prisão, Mujica disse: "O passado já passou. Para mim, importantes são presente e futuro".

Ele vai liderar o segundo governo da Frente Ampla, que chegou ao poder em 2004, na eleição de Tabaré Vázquez, após 167 anos de alternância entre os Partidos Blanco e Colorado. Mujica e Astori tomam posse no dia 1º de março de 2010.

http://noticias.terra.com.br/



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Honduras vai às urnas sem resolver polêmica sobre o golpe de Estado
Por Carolina (A-7) - domingo, 29 de novembro de 2009, às 12:44:07
Categoria: Postagem Livre

Honduras realiza neste domingo (29) eleições gerais para mais de quatro mil cargos políticos, de vereadores ao presidente, após uma campanha ofuscada pela crise institucional que o país vive há cinco meses e sem conseguir um acordo sobre a legitimidade dos candidatos que forem eleitos.


Manuel Zelaya, presidente hondurenho que foi derrocado por um golpe de Estado em 28 de junho, recebeu apoio explícito da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da maioria dos governos do continente, mas não teve sucesso em suas tentativas de voltar ao poder. Agora Zelaya argumenta que, como o presidente legítimo está fora da presidência, as votações deste domingo ocorrem em uma situação de exceção e não têm validade.

Por outro lado, Roberto Micheletti, o líder parlamentar que assumiu o governo após o golpe, defende que a manifestação popular nas urnas é a chance para superar a crise. Essa posição recebeu o apoio dos Estados Unidos nos últimos dias, em um esforço de Washington para encerrar o impasse.

No meio deste fogo cruzado aconteceram as campanhas eleitorais dos candidatos, que foram ofuscados pelas incertezas do cenário hondurenho. Uma consequência dessa situação excepcional é que os presidenciáveis ainda são nomes desconhecidos fora de Honduras, já que a cobertura da mídia estrangeira se focou em Zelaya e Micheletti - dois políticos que não concorrem neste pleito.

O candidato mais próximo dos dois personagens é Elvin Santos, que foi vice-presidente durante a maior parte do mandato de Zelaya. No ano passado, Santos disputou e venceu as eleições internas do Partido Liberal - eleições nas quais concorreu o próprio Micheletti, que na época ocupava uma cadeira no Parlamento. Com a vitória, o então vice-presidente se tornou o candidato liberal para as eleições presidenciais de 2009, e se afastou do cargo.

Seu principal oponente nas eleições é Porfírio "Pepe" Lobo, candidato do Partido Nacional que foi derrotado por Zelaya em 2005 e agora aparece liderando as pesquisas de intenção de voto. Aproveitando-se da crise que estourava no colo de seu partido rival, Lobo fez uma campanha marcada pela neutralidade: questionado sobre o golpe de Estado, o candidato liberal respondia apenas que era favorável ao "diálogo".

Em Honduras, o UOL Notícias perguntou qual era a posição do candidato Lobo sobre a reforma constitucional, uma demanda central entre os movimentos populares, e Lobo limitou-se a dizer que o tema era "delicado demais" para que ele respondesse. "Eu te digo depois de 29 de novembro", acrescentou o candidato favorito.

Cargos em jogo
O cronograma eleitoral que desemboca nas votações deste domingo foi estabelecido há mais de um ano, quando Zelaya ainda era o presidente governante do país. Seguindo a previsão inicial, estão em jogo os seguintes cargos: presidente e vice, 128 cadeiras no Congresso e seus suplentes, 298 prefeitos e vices e 2.000 vereadores.

Estão aptos a votar cerca de 4,6 milhões de hondurenhos, entre os quais 24 mil residindo nos Estados Unidos e que poderão se dirigir às urnas instaladas em algumas grandes cidades norte-americanas.

Segundo a justiça eleitoral de Honduras, serão ao todo 5.360 centros de votação, com mais de 41 mil urnas. A segurança será feita por 14 mil membros do exército e 12 mil policiais.

Os observadores internacionais, que costumam acompanhar as votações para assegurar que ocorram em termos adequados, são uma questão polêmica desta vez. Na ausência de um acordo nacional, a Organização dos Estados Americanos e a Organização das Nações Unidas anunciaram que não reconhecem o governo no poder e não vão enviar observadores. Ainda assim, 300 observadores de organismos eleitorais e organizações não governamentais poderão acompanhar a votação, segundo o governo no poder.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ult...9u1938.jhtm


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Bovespa fecha acima de 67 mil pontos e bate recorde do ano
Por Carolina (A-7) - terça, 17 de novembro de 2009, às 20:34:21
Categoria: Postagem Livre

Depois de um dia instável, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu mais de 1%, fechou acima de 67 mil pontos e bateu o recorde do ano.

O Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) encerrou esta terça-feira com valorização de 1,17%, aos 67.405,98 pontos. Foi o maior pontuação do ano, desde 19 de outubro, quando foram marcados 67.239,45 pontos. Veja ainda cotações das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.

A cotação do dólar comercial fechou em alta de 0,35%, a R$ 1,717 na venda, depois de dois dias de queda. Confira também as cotações anteriores do dólar e de outras moedas em novo gráfico interativo.

O dólar manteve-se atrelado ao mercado internacional. O principal motivo para a alta no exterior foi o discurso do dia anterior do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke. Ele surpreendeu investidores ao mostrar preocupação com os efeitos da prolongada queda do dólar sobre o mandato do Fed no controle da inflação e no estímulo do emprego.

Nesta terça-feira, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, disse que o dólar forte interessa a toda a comunidade internacional, e acrescentou que está de "pleno acordo" com a análise de Bernanke.

Embora fosse a principal justificativa para os ajustes de alta do dólar no exterior, a fala de Bernanke não foi capaz de reverter a queda do dólar na própria segunda-feira, em meio ao maior apetite por risco.

No Brasil, a subida do dólar teve uma dimensão menor do que no resto do mundo. Operadores apontaram a perspectiva de entrada de capitais no país como causa para a falta de combustível para alta --o grupo JBS, por exemplo, pretende captar até 2,5 bilhões de dólares ainda este ano.

O mercado ainda trabalha, no entanto, com a cautela provocada pela expectativa de que uma eventual aproximação do dólar à marca de 1,700 real possa motivar novas medidas do governo. Em outubro, o governo adotou a cobrança de 2 por cento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de capital para ações e renda fixa.

"Já virou um tabu", disse Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora, a respeito do nível psicológico de R$ 1,70. Mas "não se valoriza dólar por decreto", ressalvou.

Segundo profissionais do mercado, a troca na diretoria de Política Monetária do Banco Central não teve impacto sobre os negócios. Mario Torós ainda não foi exonerado pelo presidente da República, e Aldo Luiz Mendes só ocupará o cargo após ser sabatinado pelo Senado e nomeado por Lula.

Fonte:  http://economia.uol.com.br/cot...e-dolar.jhtm


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cuba
Por De_olhonageo - quarta, 11 de novembro de 2009, às 22:04:05
Categoria: Charge





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Merkel exalta coragem dos alemães do leste na Queda do Muro
Por De_olhonageo - terça, 10 de novembro de 2009, às 17:34:01
Categoria: Postagem Obrigatória

Primeira chanceler a crescer no leste comunista da Alemanha, Angela recebeu dezenas de líderes mundiais do passado e do presente para relembrar a queda do Muro. "A noite de 9 de novembro de 1989 foi a realização de um sonho. Muitos tiveram um papel, mas isso não seria possível sem a coragem dos habitantes da ex-Alemanha Oriental".

 

"Esse não é um dia de celebração apenas para os alemães", afirmou Merkel. "Isso é um dia de celebração para toda a Europa, esse é um dia de celebração para todas as pessoas que têm mais liberdade", disse a chanceler.

 

Como fez há 20 anos, Angela atravessou de novo a passagem da Rua Bornholmer, a primeira que se abriu naquela noite, ao lado do ex-primeiro-ministro soviético Mikhail Gorbatchev e o ex-líder polonês Lech Walesa. "Você tornou isso possível. Corajosamente você deixou as coisas acontecerem e isso era muito mais do que esperávamos", disse a chanceler em agradecimento a Gorbatchev, responsável por reformas políticas e econômicas na ex-União Soviética que permitiram a queda do Muro. Os presentes nas celebrações gritavam "Gorby! Gorby!" em alusão ao ex-líder soviético.

 

Refazendo os passos da multidão que cruzou a barreira há 20 anos, Merkel passou pelo Portão de Brandeburgo, um símbolo da reunificação alemã, acompanhada de dezenas de líderes de governo. Alguns deles, como a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e os presidentes da França, Nicolas Sarkozy, e da Rússia, Dmitri Medvedev, discursarão antes da derrubada de muros de dominó, que será iniciada pelo ex-líder húngaro Miklos Nemeth.

 

Revolução pacífica

 

O presidente da Alemanha, Horst Köhler, também lembrou o histórico dia 9 de novembro ante líderes de todos os países da União Europeia, dizendo que aquele foi o momento quando os alemães "dançaram em cima do Muro e quando o mundo mudou".

 

"Durante décadas, sequer podíamos chegar perto do Muro. Nessa noite, dançamos em cima dele e o mundo mudou", disse o presidente alemão. "Em todo o país as pessoas se abraçavam e pensavam em todos que haviam tornado possível aquela revolução pacífica na Alemanha", completou.

 

Köhler também lembrou os líderes mundiais da época e os agradeceu pelo "milagre" da queda do Muro sem derramar "uma gota de sangue". "É algo que não teria sido possível sem o valor de muita gente, sem homens de Estado com visão - como Gorbatchev, Helmut Kohl e George Bush pai", disse o alemão, acrescentando que a Alemanha nunca se esquecerá daqueles que ajudaram no processo de reunificação.

 

Comemorações

 

A cerimônia, orçada em 5 milhões de euros, começou às 18 horas (15 horas em Brasília), com um concerto ao ar livre da orquestra da Ópera do Estado de Berlim, regida pelo maestro e pianista israelense de origem argentina Daniel Barenboim, que vive em Berlim. Em seguida se apresentam a banda americana Bon Jovi, com sua nova canção We weren’t born to follow ("Não nascemos para seguir"), e o DJ Paul van Dyk, também originário da Alemanha Oriental, que compôs uma música para o evento.

 

Os políticos farão discursos e depois os dominós serão derrubados, em meio à explosão de fogos de artifício. Milhares de pessoas deverão formar uma corrente ao longo do antigo traçado do Muro, que foi completamente demolido. A prefeitura de Berlim espera o comparecimento de 100 mil pessoas.

 

Muitos museus de Berlim estão apresentando exposições sobre o período do pós-Guerra, da construção do Muro (1961) e de sua queda. Na Alexanderplatz, há uma grande exibição de fotos da época do Muro - cuja existência os alemães procuraram esquecer nos últimos 20 anos, mas que chegou a hora de relembrar.

 

ONU

 

A ONU também se manifestou sobre a data histórica. Ban Ki-moon, secretário-geral do organismo,assegurou nesta segunda-feira, 9, que a queda do Muro de Berlim, há 20 anos, mudou o curso da história e simbolizou o triunfo do povo na busca pela liberdade.

 

A porta-voz da ONU, Michèle Montas, disse que Ban considera que a história das pessoas que contribuíram para derrubar o muro que dividia a cidade alemã desde 1961 é ainda hoje "uma fonte de inspiração".

 

"Devemos àqueles que brigaram pelos direitos e as liberdades fundamentais", disse Montás em comunicado

 

Na nota, a porta-voz afirma ainda que a queda do muro lembra "o bem que o povo pode conseguir, seja na luta pelos direitos humanos em 1989 ou nos esforços no século XXI para eliminar a pobreza, alimentar os famintos e combater a mudança climática".


Comentário: Neste último dia 9, comemorou-se 20 anos da queda do Muro de Berlim, fato muito importante para a Alemanha atual, o  evento reuniu grandes líderes do governo. Depois da queda do muro o mundo mudou e as pessoas que estavam divididas agradeceram por aquele dia, no qual unificou o país de novo. Por conta desses 20 anos haverá muitas comemorações e nesse clima de festa até a ONU se manifestou e como disse o secretário-geral mudou o curso da história e simbolizou o triunfo do povo na busca pela liberdade. 


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