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No nosso blog falaremos dos principais fatos que ocorrem no mundo ;)

Governo federal libera R$ 162 milhões para socorrer RS das tempestades
Por Fernanda (C-10) - sábado, 28 de novembro de 2009, às 13:11:24
Categoria: Postagem Livre

O governo federal liberou de forma emergencial R$ 162 milhões para atender os municípios gaúchos em situação de emergência em função das chuvas. Os recursos, segundo a chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, serão liderados sem necessidade de medida provisória.

"Vamos liberar fundo a fundo, diretamente dos ministérios. A maioria é de recursos orçamentários", informou a ministra, que liderou a comitiva do governo que foi ao Rio Grande do Sul na manhã deste sábado (28) conferir de perto os estragos provocados pela chuva das últimas semanas.

Segundo balanço da Defesa Civil, 81 cidades do Rio Grande do Sul decretaram situação de emergência em função dos temporais que atingem o Estado desde o início de novembro. Há 21 mil pessoas fora de suas casas e mais de 15 mil moradias danificadas. Dessas, 292 foram totalmente destruídas. Oito pessoas morreram.

Dos recursos liberados pelo governo federal, R$ 100 milhões são da Defesa Civil. Outros R$ 50 milhões vêm do Ministério da Saúde e cerca de R$ 12 milhões serão alocados da área da educação. Dilma deixou claro que os recursos são "para iniciar o trabalho de recuperação" das áreas atingidas.

"O governo federal tem adotado a postura de não discutir essas questões com os estados. Se é necessário, não vão faltar recursos para fazer o que for preciso", disse a ministra. Além da verba, o governo também acertou a participação de mil homens das Forças Armadas para auxiliar no trabalho de reconstrução.

Também serão destinadas 2 mil cestas básicas a famílias desabrigadas, num total de 46 toneladas de alimentos. Além disso, serão distribuídos 2 mil kits-dormitório para os municípios em emergência e 30 kits de medicamentos básicos para abastecer o estoque dos postos de saúde e unidades afetados pelo mau tempo.

O governo estuda ainda a possibilidade de liberar R$ 100 mil por propriedade rural para reconstrução. O financiamento, que tem de ser aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), terá juros de 0,5% ao mês e prazo de três anos para pagamento.

"Viemos aqui, a pedido do presidente Lula, transmitir a nossa absoluta solidariedade à governadora Yeda Crusius e às prefeituras afetadas pela tragédia", explicou a ministra. Segundo Dilma, o governo não poderia ficar indiferente à "grave ação do tempo".

O ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, disse que o levantamento preliminar das reais necessidades do Estado só deverá ser possível depois que o tempo melhorar. Segundo ele, a situação de estradas, pontes e moradias só poderá ser consolidada quando as águas baixarem. "Estamos aqui para prestar socorro imediato", destacou o ministro.

A governadora Yeda Crusius esperava mais recursos para atender a emergência do Estado. "Muita coisa de fato já chegou, mas vamos buscar mais recursos", disse. Segundo ela, será necessário recuperar estradas, financiar a agricultura e reconstruir algumas regiões quando o tempo estabilizar.

Yeda não quis estimar o valor adicional que deve solicitar ao governo federal. "Vamos buscar o que for necessário", afirmou a governadora.

Uma tempestade que estava fora dos planos da meteorologia recepcionou os ministros que chegaram a Porto Alegre por volta das 9h30. A chuva que atingiu a capital veio acompanhada de vento e queda na temperatura.

Também estiveram no Rio Grande do Sul os ministros das Cidades, Márcio Fortes, e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. Depois de anunciar a liberação de recursos, os ministros partiram em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para fazer um sobrevoo nas áreas mais atingidas pelo mau tempo no Estado.

A comitiva de ministros acompanhou os danos a bordo de um helicóptero da FAB nos vales dos rios Taquari e dos Sinos, na região metropolitana de Porto Alegre, e no litoral norte do Estado. Pela manhã, também choveu forte em regiões do sul e da fronteira oeste.

Segundo o 8º Distrito de Meteorologia, o mau tempo que deve atingir o Estado no final de semana está associado à presença de uma massa de ar quente entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O contato com um ciclone extratropical que entrou no Estado pelo Paraguai provocou a instabilidade.

FONTE: UOL - http://noticias.uol.com.br/cot...6415.jhtm


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Calor e falta de chuvas matam peixes em rios no Amazonas
Por Fernanda (C-10) - quarta, 25 de novembro de 2009, às 15:09:09
Categoria: Postagem Livre

14 mil ribeirinhos foram atingidos e prefeitura suspendeu aulas.
Mortandade de peixes causa cheiro forte e deixa água contaminada.

O sol forte e a falta de chuvas provocaram a morte milhares de peixes nos afluentes dos grandes rios da Amazônia.

Veja o site do Jornal Hoje

Centenas de toneladas de peixes mortes aparecem por 40 quilômetros do Rio Manaquiri. Na região, já são 200 quilômetros de rios e igarapés atingidos. Em alguns lugares, não dá para ver a água.

O fenômeno natural foi causado pelo aumento da temperatura nos afluentes do Rio Solimões. Sem água corrente, chuva e nuvens para bloquear o sol, a água ficou muito quente. "O aumento da temperatura faz com que haja naturalmente uma diminuição do oxigênio disponível na água", disse o biólogo Efrem Ferreira.

Em Manaquiri (AM), já são 14 mil ribeirinhos atingidos. A prefeitura suspendeu as aulas de 2.600 crianças que dependem de barcos para chegar às escolas. Os alunos que continuam estudando levam "toalhinhas" que servem como máscaras.

Com tanto peixe morto, o cheiro é forte. Além de conviver com o odor e ficar sem os peixes, base da alimentação, os ribeirinhos ainda estão sem água para tomar banho, cozinhar e para beber. O rio que passa em frente às casas deles está contaminado pelos cardumes em decomposição.

E não há previsão de chuvas na região. Segundo os metereologistas, a situação só vai voltar ao normal em janeiro.

FONTE: G1- http://g1.globo.com/Not...+NO+AMAZONAS.html


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Para jornal "El País", visita de líder iraniano pode tirar prestígio de Lula
Por Camila (C-6) - terça, 24 de novembro de 2009, às 16:12:58
Categoria: Postagem Livre

Um editorial do jornal espanhol "El País" nesta terça-feira diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva corre o risco de "perder parte do prestígio internacional que colheu", ao receber o colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

"Ahmadinejad pretende buscar fora (de seu país) a legitimidade que dentro continua sendo contestada. Mas a visita ao Brasil também está relacionada às sanções que a comunidade internacional imporá a Teerã após o bloqueio das negociações sobre seu programa atômico", diz o jornal.

O artigo parte do princípio de que a visita de Ahmadinejad a Brasília amplia "o cenário internacional onde se dá a disputa sobre o programa nuclear iraniano".


Para o diário espanhol, ainda que o Irã tenha relações com a Venezuela, a Bolívia, o Equador e a Nicarágua, e seja ainda um observador na Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba) - o bloco de países criado e incentivado pelo presidente venezuelano Hugo Chávez -, "nada disso tem o profundo significado da nova escada latino-americana de Ahmadinejad".

"O Brasil decidiu ocupar o novo papel que lhe corresponde, e isso passa por desenvolver uma política própria para as questões mais contenciosas, em particular, as do Oriente Médio e do programa nuclear iraniano."
"O Brasil decidiu ocupar o novo papel que lhe corresponde, e isso passa por desenvolver uma política própria para as questões mais contenciosas, em particular, as do Oriente Médio e do programa nuclear iraniano."


"É uma aposta arriscada para o presidente Lula que, antes de Ahmadinejad, recebeu o presidente israelense Shimon Peres e o da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, forçado pelo dominó de equilíbrios que deve respeitar após mover a primeira peça."

Na opinião do "El País", "a visita de Ahmadinejad ao Brasil não admitiria outro desenlace senão o que um jogo que termina em zero a zero".

"Ou Lula fica em evidência por debilitar em troca de nada a frente internacional contra o programa nuclear iraniano, ou o Irã tem de fazer ante Lula concessões que até agora tentou evitar por todos os meios."
"Talvez um meio caminho, como ganhar tempo antes das sanções (internacionais), fosse aceitável para Ahmadinejad. Lula, por outro lado, perderia uma parte do prestígio internacional que colheu merecidamente.


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Brasil, UE e emergentes vão pressionar China e EUA para meta de CO2, diz Minc
Por Fernanda (C-10) - segunda, 16 de novembro de 2009, às 19:32:09
Categoria: Postagem Livre

SOFIA FERNANDES
colaboração para a Folha Online, em Brasília

O Brasil se articulará com países da União Europeia e com países em desenvolvimento, como África do Sul, Índia e México, para pressionar os Estados Unidos e China a apresentarem uma proposta consistente na reunião climática em Copenhague, a ser realizada do dia 7 a 18 de dezembro, afirmou o ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, nesta segunda-feira (16).

O ministro criticou a postura de Barack Obama, afirmando que sua posição "meio que evapora" a esperança que o presidente americano representa. Ontem, Obama defendeu o adiamento nas definições para Copenhague.

Minc confirmou a presença do Brasil na conferência e classificou a posição dos dois maiores emissões de gases do efeito estufa como um "tiro no pé e no peito". "Foi uma ducha de água quente, que aumentou mais ainda a já elevada temperatura do planeta."

Segundo Minc, o Brasil tem moral reforçada para comandar essa pressão, principalmente após a maior queda da história no desmatamento da Amazônia. "Nós vamos forçar até o último minuto, até com base no avanço que a gente fez de proposta, com a redução dos desmatamentos na Amazônia, que eles mudem de posição, porque não é admissível isso", disse.

Para Minc, os dois governos usaram a tática de antecipar a frustração que será a conferência em Copenhague. "É um recuo muito sério, acho que eles estão prevenindo para não criar uma grande expectativa e criar uma frustração. Acho que eles resolveram meio que antecipar a frustração, para tentar minimizá-la."

Como a China e os Estados Unidos juntos são responsáveis por metade das emissões do planeta, não haverá acordo consistente em Copenhague sem a participação desses atores. Além do mais, a postura desses países deve a "ira e insatisfação" de todo o mundo, segundo Minc. "Para os outros países, isso é completamente inaceitável. A gente vai tentar de todas as formas reverter essa situação."

"Temos que usar todos os métodos, todas as formas, todos os instrumentos diplomáticos ambientais, políticos, midiáticos para tentar ainda uma reversão, para minimizar esse prejuízos no planeta", afirmou o ministro, na entrada da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

FONTE: FOLHA ONLINE - http://www1.folha.uol.com.br/fol...158.shtml


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Problema do apagão está encerrado, diz Lobão
Por Fernanda (C-10) - quinta, 12 de novembro de 2009, às 18:01:26
Categoria: Postagem Livre


O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, afirmou nesta quinta-feira (12) em Brasília que o governo federal encerrou o "problema", ao referir-se ao apagão que atingiu 18 Estados do país a partir da noite de terça-feira (10).

"Buscamos a causa do problema e resolvemos. O problema está encerrado. Cada parte do sistema se empenhou em resolver o problema a tempo", disse o ministro, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

Em entrevista coletiva realizada ontem, Lobão culpou as condições meteorológicas pelo apagão. "Todos chegaram à conclusão que foram descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá (SP). Houve uma concentração desses fenômenos atmosféricos ali. O que provocou um curto circuito nos 3 circuitos que levam a Itaberá, que vêm de Itaipu", disse. Na ocasião, nenhuma medida emergencial para evitar que o problema se repita ficou estabelecida.

No encontro de hoje, Lula, Lobão e Minc trataram sobre a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (Pará), cujo leilão está marcado para 21 de dezembro. Quando pronta, a usina de Belo Monte terá uma potência instalada de 11.233 MW e será a maior hidrelétrica unicamente brasileira.

Lobão disse que a reunião para tratar da usina de Belo Monte não tem qualquer relação com o apagão, já que, segundo ele, a construção da hidrelétrica é um projeto antigo.

Consequências do apagão
Cerca de 380 mil pessoas permanecem com problemas de abastecimento de água em consequência do apagão. Na região metropolitana de São Paulo, são 200 mil sem abastecimento, informa a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

No Rio de Janeiro, também há aproximadamente 180 mil pessoas sem água - 2% da população atendida pela Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos).

Na noite de ontem, o problema ainda afetava 2 milhões de paulistanos. São Paulo teve um pico de pane que deixou 6,7 milhões de pessoas sem abastecimento. A região sofreu uma parada geral em suas unidades e também teve que reparar seu maquinário.

Em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, centenas de peixes morreram no rio Paraná, na parte inferior da barragem da Usina Jupiá, localizada na divisa com o Estado de São Paulo. O apagão, que desligou as turbinas, reduziu o nível da água e a quantidade de oxigênio no rio.

Os órgãos envolvidos no apagão têm até segunda-feira (16) para entregar ao Ministério Público Federal (MPF) toda a documentação produzida e recebida sobre o blecaute, que atingiu 18 Estados na noite de terça-feira (10), e até o dia 26 para indicar os responsáveis pelo local da falha inicial. O MPF abriu ontem um procedimento administrativo para apurar as causas e os responsáveis pelo incidente.

FONTE: UOL - http://noticias.uol.com.br/cot...6104.jhtm


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