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Camilla (C-7), Mirella (C-20)
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O grupo G7 é um grupo que reúne os 7 países mais industrializados e desenvolvidos economicamente exercendo grande influência no mundo. Nosso grupo, G4, está aqui para também exercer sua influência, fornecendo a todos um maior conhecimento de Geografia, Atualidades e de todas a curiosidades desse maravilhoso mundo que vivemos. Esperamos que gostem!

ACABOU!
Por Camilla (C-7) - quarta, 09 de dezembro de 2009, às 22:50:17
Categoria: Postagem Livre

É terceirão...

ACABOU!

sorte para todos nós.

Que a estapa que está chegando seja ainda melhor do que esta que esta por se encerrar!

Um beijo a todos!

TERCEIRÃO ASJ 2009 -> NGM SUPERA!


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Lula em: O APAGÃO!
Por G_quatro - quarta, 11 de novembro de 2009, às 21:40:12
Categoria: Charge

O apagão!
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Chanceler diz que Brasil pode ser mediador de Colômbia e Venezuela
Por G_quatro - segunda, 09 de novembro de 2009, às 22:59:44
Categoria: Postagem Obrigatória

09/11/2009 - 18h42 Chanceler diz que Brasil pode ser mediador de Colômbia e Venezuela Dim hasPlayer, playerversion hasPlayer = false playerversion = 10 Do While playerversion > 0 On Error Resume Next hasPlayer = (IsObject(CreateObject("ShockwaveFlash.ShockwaveFlash." & playerversion))) If hasPlayer = true Then Exit Do playerversion = playerversion - 1 Loop DEfVr = playerversion DEplg = hasPlayer

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta segunda-feira que o Brasil está disposto, caso peçam, a atuar como mediador entre Colômbia e Venezuela para reduzir as tensões que levaram o presidente venezuelano, Hugo Chávez, a alertar sobre uma possível guerra.

"O Brasil, sempre que pode, tenta aproximar e dialogar com os dois lados, e o nosso espírito é sempre o de facilitar o diálogo, mas isso não depende só de nós", disse Amorim à agência de notícias Efe, no Rio de Janeiro. O ministro esclareceu que qualquer mediação depende de pedidos dos dois países.

Apesar de não citar datas, circunstâncias ou locais, Amorim afirmou que o Brasil espera que Chávez possa ter um encontro com o presidente colombiano, Álvaro Uribe, para que tentem solucionar as divergências entre ambos os países. "Vamos ver se surge uma oportunidade para que os dois possam estar juntos, quem sabe?", disse Amorim, após lembrar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recentemente se reuniu separadamente com Chávez e Uribe no intervalo de uma semana.

Na semana passada, Lula disse confiar em que Chávez acabará se entendendo com Uribe e que pretende promover uma reunião entre os dois no próximo dia 26 em Manaus.

Lula convidou os presidentes dos países amazônicos, entre eles Colômbia e Venezuela, para cúpula na qual definirão posições conjuntas para a conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre as mudanças climáticas que será realizada no mês que vem, em Copenhague.

As já tensas relações entre Colômbia e Venezuela se complicaram ainda mais neste último domingo (8), quando Chávez pediu a militares e civis venezuelanos para "se preparar para a guerra" diante da possibilidade de uma agressão que, em sua opinião, poderia vir dos EUA.

A advertência foi uma resposta à assinatura do convênio militar entre EUA e Colômbia que prevê o uso de até sete bases colombianas por tropas americanas, o que Chávez considera como uma "ameaça" à segurança regional.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fo...31.shtml

Comentário: Diante da ameaça de uma possível guerra por parte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, contra a Colômbia,o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim (vide foto) , disse que o Brasil está disposto a intermediar um diálogo e uma conciliação entre os dois países envolvidos na tensão,caso estes peçam por auxílio. Como muitos dos conflitos envolvendo os países da América Latina, os EUA estão envolvidos nessa discussão, pois Chávez pensa que o excesso de bases militares que a Colômbia permitiu que os EUA instalassem em território colombiano são uma ameaça à segurança dos países ao redor,considerando o arsenal bélico americano. Ademais,os EUA já foram acusados por Fidel Castro,ex-presidente de Cuba, por serem a principal causa  no conflito entre Colômbia,Venezuela e Equador. Além disso, a Venezuela e a Colômbia foram convidadas a fazer parte da cúpula da COP 15 no mês que vem. Cúpula, esta, a qual teria um melhor desenvolvimento se os países nela contidos estivessem em relativa harmonia. Portanto, a participação do Brasil na resolução dessa tensão é, se não essencial, de grande importância, justamente por ser o país mais influente na América Latina.


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Base envia forças para Iraque e Afeganistão
Por G_quatro - sexta, 06 de novembro de 2009, às 20:14:17
Categoria: Postagem Obrigatória

Base envia forças para Iraque e Afeganistão

Desde 1942, local está no centro das ações militares americanas.

Fort Hood é considerada a maior base militar do Ocidente, de onde são enviados os contingentes americanos tanto para a guerra no Afeganistão quanto no Iraque. A base, com quase 40 km², abriga mais de 50 mil militares. Pelo menos 35 mil deles estavam no local no momento do ataque. A base está situada na metade do caminho entre as cidades de Austin e Waco, no Estado do Texas.

O local foi inaugurado em 1942, quando o Exército americano buscava um terreno capaz de abrigar testes com tanques de guerra que eram enviados para combater as forças da Alemanha nazista da Europa, durante a 2ª Guerra. Um ano depois de sua inauguração, a instalação chegou a abrigar 95 mil militares. O nome da base foi dado em homenagem ao general texano John Bell Hood, herói da Guerra Civil Americana (1861-1865).

Um de seus mais célebres moradores foi o músico Elvis Presley que chegou ao Fort Hood em março de 1958. Ele treinou na base até embarcar, seis meses depois, para a Alemanha.

As instalações também abrigaram armas atômicas de 1947 a 1969. Nos anos 60, serviu como um dos mais importantes centros de treinamento para os contingentes americanos enviados para a Guerra do Vietnã (1959-1965), além de ganhar a fama de local de testes para alguns dos veículos blindados de combate mais modernos produzidos pela indústria bélica americana.

Os contingentes militares enviados nos anos 90 para a Somália, Bósnia e para o Golfo Pérsico também partiram de Fort Hood. O local também foi ponto de partida para operações humanitárias na Nicarágua e no México nessa época e, em 2005, forneceu mais de 100 milhões de porções alimentares para as vítimas do Furacão Katrina, que devastou o sul dos Estados Unidos.

A 4ª Divisão de Infantaria do Exército americano, responsável pela captura do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, em dezembro de 2003, teve em Fort Hood sua base de operações até o início de 2009.

Em 2001, com a guerra ao terror declarada pelo então presidente americano, George W. Bush, Fort Hood passou a funcionar sob um novo regime de segurança, mais rígido e fechado, na tentativa de impedir ataques terroristas e ameaças de origem difusa, como o ataque feito com um avião civil sequestrado e lançado contra o edifício do Pentágono do dia 11 de setembro daquele ano.

No dia seguinte ao 11 de Setembro, o comando da base anunciou a restrição à presença de civis que não tenham atividades vinculadas ao funcionamento do local. Apenas dois museus militares, instalados dentro da base, continuaram abertos a visitação.

PROTESTOS

Fort Hood também foi alvo de alguns dos mais simbólicos protestos pacifistas dos EUA.

Veteranos da Guerra do Vietnã fizeram da cafeteria Oleo Strut, próxima à base, um quartel para suas mobilizações contra a guerra. No início, o local era conhecido apenas como um ponto de encontro onde soldados traumatizados podiam conversar entre si e com alguns moradores preocupados com seus traumas.

A história da cafeteria foi retratada no documentário Sir, No Sir! (Senhor, Não Senhor!, em tradução livre), dirigido por David Zeiger e lançado nos EUA há quatro anos, quando venceu o Festival de Cinema de Los Angeles.

DIMENSÕES

50 mil
soldados vivem em Fort Hood, considerada a maior base militar do Ocidente

35 mil
militares americanos estavam no local no momento dos ataques

40 km²
é a área total ocupada pelas instalações militares

67 anos
é o tempo de existência
de Fort Hood.

Fonte: http://www.estadao.com.br/est...2084,0.php

Comentário: Localizado na metade do caminho entre as cidades de Austin e Waco, no Estado do Texas, está a base militar Fort Hood, é uma das mais fortes e consagradas base militar mundial. Foi inaugurado com o objetivo de testar tanques de guerra para combater a alemanha e seus aliados durante a segunda guerra mundial. A base recrutou um dos astros mais famosos, Elvis Presley, que "morou" la por seis meses. Fort Hood, foi muito importante para as guerras do vietnã, para testes de bombas atômicas durante o período da Guerra Fria e de carros altamente blidados produzido pela indústria bélica americana. Além disso, a base serviu para ajudar as pessoas não só nas catastrofes naturais dos EUA, como o furacão Katrina, como para as que ocorreram no mundo todo, por exemplo, foi de lá que partiram significativas operações humanitárias na Nicarágua e no México. Fort Hood talvez seja o maior símbolo do poderio militar americano. Com uma base dessas dá para se ter uma pequena noção do incrível potencial de guerra dos E.U.A. Impressionate também devem ser os gastos para se manter uma base militar desse porte. Incalculável. Hoje, a base envia forças para Iraque e Afeganistão, aliados e progtegidos dos EUA, para tentar "controlar" as manifestações, guerras tanto civis como com outros países.


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Brasil se diz "satisfeito" com acordo em Honduras
Por Camilla (C-7) - sexta, 30 de outubro de 2009, às 16:53:48
Categoria: Postagem Livre
DEshow('180x150',5,8); 30/10/2009 - 16h29 Brasil se diz "satisfeito" com acordo em Honduras Do UOL Notícias
Em São Paulo A diplomacia brasileira anunciou na tarde desta sexta-feira (30) que recebeu "com satisfação" a notícia do acordo alcançado em Honduras entre as comissões do presidente deposto Manuel Zelaya e o governante golpista Roberto Micheletti.

Segundo a nota divulgada pelo Itamaraty, o entendimento entre as duas partes "cria as condições para o restabelecimento da ordem democrática em Honduras".

Nas negociações desta quinta-feira, foi superado o último impasse no acordo, o ponto que diz respeito justamente ao futuro de Zelaya. Enquanto o governo Micheletti pedia que a decisão sobre o eventual retorno de Zelaya à presidência fosse responsabilidade da Justiça, os negociadores do presidente deposto defendiam que essa deveria ser tarefa do Congresso. Ontem, Micheletti cedeu e o acordo foi fechado como pedia Zelaya.

"O Brasil expressa a expectativa de que a normalidade institucional se restabeleça dentro do mais breve prazo em Honduras, com a volta da titularidade do Poder Executivo ao estado prévio ao golpe de estado de 28 de junho", continua a nota do Ministério das Relações Exteriores, pedindo que Zelaya seja reconduzido à presidência.

Honduras, país centro-americano com pouca influência política e econômica do Brasil, virou um grande tema nacional depois que Zelaya retornou a Tegucigalpa clandestinamente, em setembro, para pressionar o governo golpista a reconduzi-lo ao cargo do qual tinha sido expulso em junho.

Como pesavam contra Zelaya várias ordens de prisão, o presidente deposto ocupou a embaixada brasileira em Tegucigalpa, com autorização do Brasil, durante as últimas quatro semanas. O prédio logo foi cercado por militares hondurenhos e as atividades consulares tradicionais foram prejudicadas.

"Ao congratular o povo hondurenho pelo desfecho pacífico da crise, o Brasil confia em que o acordo ontem alcançado permita a plena reintegração de Honduras ao sistema interamericano e internacional e a pronta normalização da situação de sua Embaixada em Tegucigalpa", prossegue a nota do Itamaraty. http://noticias.uol.com.br/ult...9u1782.jhtm #uolcelular { clear: both; margin:1.5em 0 0 0; font-size:0.8em; } #uolcelular h3 { background:#efefef;color:#000;font:bold 1.1em arial;padding:3px;height:12px;display:block;margin:0;padding-left:1em;} #uolcelular #borda { height:3em;border:1px solid #efefef;color:000;font:normal 13px arial;background:url(http://img.uol.com.br/wap-ico.gif) 1em 0.4em no-repeat;padding:0;padding-top:1.1px; } #uolcelular #borda #txtCel { margin: 0.2em 0 1em 4em; *margin-bottom:1em; } #uolcelular #borda #txtCel a {color:#666666; text-decoration:none; } #uolcelular #borda #txtCel a:hover { text-decoration:underline; } #uolcelular #borda #txtCel a strong {color:#000000;}
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