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Isadora (B-18), Bruna (B-3)
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Deixará saudades
Por Lais (B-19) - terça, 12 de janeiro de 2010, às 21:00:37
Categoria: Postagem Livre
Turma do 3º ano de 2009, SUCESSO À TODOS !
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Lula defende Oriente Médio livre de armas nucleares
Por Lais (B-19) - segunda, 23 de novembro de 2009, às 23:29:42
Categoria: Postagem Livre

http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=22694306
Por Tânia Monteiro, Agencia Estado, Atualizado: 23/11/2009 16:45
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Em discurso de saudação ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva tratou de temas delicados como direitos humanos, defendeu um Oriente Médio livre de armas nucleares, como ocorre na América Latina, e o direito do povo palestino ter a sua nação ao lado do Estado de Israel. Após destacar que o Brasil tem se empenhado em fortalecer o Mercosul e construir a União de Nações Sul-americanas (Unasul) com "muito diálogo, tolerância e paciência", o presidente Lula ressaltou que o Brasil está trabalhando para a integração continental.
"Reconhecemos que, sem estabilidade e cooperação regional, não haverá paz e prosperidade duradouras", afirmou o presidente, acrescentado que a política externa brasileira "é balizada pelo compromisso com a democracia e o respeito à diversidade". "Defendemos os direitos humanos e a liberdade de escolha de nossos cidadãos e cidadãs com a mesma veemência com que repudiamos todo ato de intolerância ou de recurso ao terrorismo", completou.
Lula disse ainda que reconhece o direito do Irã de desenvolver o seu programa nuclear para fins pacíficos, com pleno respeito aos acordos internacionais. Para o presidente, "esse é o caminho que o Brasil vem trilhando em obediência a nossa Constituição, que proíbe a produção e a utilização de armas nucleares". Segundo Lula, não proliferação e desarmamento nuclear devem andar juntos. "O Brasil sonha com um Oriente Médio livre de armas nucleares como ocorre com nossa América Latina", disse.
Lula ressaltou que encoraja o presidente iraniano a continuar o engajamento com países interessados de modo a encontrar uma solução justa e equilibrada para a questão nuclear iraniana. Em seu discurso, sem nenhum improviso, o presidente Lula lembrou a experiência brasileira de abrigar comunidades árabe e judaica em convivência harmoniosa, que, segundo ele, "desmente o mito de que o Oriente Médio está condenado aos conflitos e sofrimentos que tem vivido por décadas".
Ele acrescentou que o Brasil mantém um "diálogo aberto e franco" com todos os países da região. Em seguida, citou que foi com este espírito que recebeu, nos últimos dias, os presidentes de Israel e da Autoridade Palestina. "A Shimon Peres e a Mahmoud Abbas reiterei a posição brasileira sobre o conflito no Oriente Médio. Defendemos o direito do povo palestino a um Estado viável e a uma vida digna ao lado de um Estado de Israel seguro e soberano. Mas a busca de um entendimento nesse e em outros temas regionais exige a incorporação de novos interlocutores nas negociações genuinamente interessados na paz. Para dialogar, é necessário construir canais de confiança com desprendimento e coragem. São esses mesmos valores e princípios que devem prevalecer na busca de paz no Oriente Médio", disse.
Lula acrescentou que o Irã pode ser decisivo, não só no Oriente Médio, mas também na Ásia Central. "Confiamos na experiência milenar de sua cultura para forjar uma ordem internacional harmônica em sua própria região. Será particularmente importante a contribuição iraniana para lograr a unidade dos palestinos, sem a qual suas aspirações de liberdade não poderão ser alcançadas".
Lula encerrou o discurso dizendo que a vinda do presidente iraniano ao Brasil e sua visita ao Irã em 2010 fortalecerão o diálogo entre os dois países, que partilham desafios e têm a vontade de superá-los. "Esse diálogo é e será marcado pela franqueza e pela disposição de colocar a paz mundial acima de qualquer outro interesse. Por isso, vejo que podemos olhar com confiança para nosso futuro", disse.


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Governo bloqueia quase 1 milhão de benefícios do Bolsa Família
Por Isadora (B-18) - quinta, 19 de novembro de 2009, às 12:59:29
Categoria: Postagem Livre

Segundo MDS, bloqueios foram feitos por falta de atualização cadastral.
Programa de transferência de renda atende 12,4 mi de famílias no país.

Diego Abreu Do G1, em Brasília

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) informou nesta quinta-feira (19) que bloqueou o pagamento referente a novembro de 975.601 benefícios do programa Bolsa Família. Segundo o órgão, a medida foi tomada porque as famílias deixaram de atualizar os dados cadastrais até o prazo previsto de 31 de outubro. Os maiores números de benefícios bloqueados foram registrados nos estados de São Paulo (165 mil), Bahia (97 mil) e Minas Gerias (91 mil). 

Um decreto presidencial publicado em março de 2008 estabelece que a cada dois anos o governo faça uma atualização cadastral dos beneficiários do Bolsa Família, como forma de fiscalizar os benefícios concedidos pelo programa. Essa foi a primeira vez que as famílias foram chamadas para atualizar os cadastros desde a edição do decreto. O objetivo da norma, segundo a assessoria do MDS, é evitar que famílias que tenham tido aumentos salariais continuem recebendo o benefício.

A orientação do MDS para as famílias que tiveram o pagamento bloqueado é que procurem o gestor municipal do programa para regularizar a situação, desde que se enquadrem dentro dos critérios do Bolsa Família. O programa é destinado ao atendimento de famílias em situação de pobreza, com renda per capita de até R$ 140.

Em janeiro de 2010, todos os inscritos que permanecerem com o benefício bloqueado terão o cadastro cancelado. A partir de fevereiro, o governo espera concluir o balanço oficial da quantidade de famílias brasileiras que deixaram o programa por terem saltado para uma faixa de renda superior à estabelecida como critério para o Bolsa Família.

12 milhões de famílias

Atualmente, o programa de transferência de renda atende 12,4 milhões de famílias em todos os municípios do país. De acordo com o MDS, o governo transfere mensalmente um total de R$ 1,1 bilhão para essa população.

Para ter acesso à bolsa, é preciso que a família mantenha os filhos na escola, a agenda de saúde em dia e o cadastro atualizado, com informações como renda, endereço e escola dos filhos.

“As famílias com benefícios bloqueados estão recebendo avisos nos extratos de pagamento de novembro para procurar a prefeitura municipal”, destaca nota divulgada pelo MDS. O texto informa ainda que os gestores municipais terão até 31 de dezembro para verificar a renda de 600 mil famílias que apresentaram dados diferentes, identificados no cruzamento com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2007.

No último dia 31 de julho, o governo concedeu aumento médio de 9,9% aos benefícios do Bolsa Família. O limite máximo por família foi reajustado de R$ 182 para R$ 200.

Frequencia escolar

Em setembro, o MDS havia bloqueado o benefício de 401.321 famílias que recebem o Bolsa Família. Segundo o ministério, elas estavam sem informação de frequência dos filhos nos dois primeiros bimestres de 2009 (fevereiro/março e abril/maio de 2009).

 


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Dólar segue tendência internacional e fecha em baixa de 0,68%, a R$ 1,71
Por Bruna (B-3) - segunda, 16 de novembro de 2009, às 18:00:28
Categoria: Postagem Livre

Moeda norte-americana seguiu movimento mundial de baixa.
Discurso do presidente do BC dos EUA impediu queda mais expressiva.

O dólar fechou em queda nesta segunda-feira (16), acompanhando um movimento global de baixa da moeda norte-americana em meio à valorização de ativos ligados a risco, como commodities e ações.

O dólar terminou a R$ 1,71, em baixa de 0,68%


No exterior, às 16h30, o dólar exibia queda de 0,5% em relação a uma cesta com as principais moedas, e o índice Reuters-Jefferies de commodities avançava 2,7%.

O gatilho para a jornada de desvalorização do dólar foi o encerramento da reunião de cúpula do fórum de Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec), que terminou no final de semana sem uma referência clara a respeito do enfraquecimento da moeda norte-americana. Participam do fórum países como Estados Unidos, China e Japão.

Investidores no exterior interpretaram o silêncio como um sinal para continuar vendendo dólares, na expectativa de que será mantida por enquanto a atual conjuntura de déficit comercial dos Estados Unidos e de crédito barato em todo o mundo. 

Sinal dos EUA

A queda só perdeu força no meio da tarde, brevemente, quando o chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, disse que o banco central norte-americano está atento ao declínio do dólar, para evitar que prejudique a tarefa de controlar a inflação e estimular o emprego.

A baixa do dólar em todo o mundo empurrou a moeda norte-americana para perto da fronteira de  R$ 1,7, vista como um importante suporte pela maior parte do mercado. Em um mês, já houve ao menos três tentativas de terminar o dia abaixo dessa cotação.

"A pressão (de baixa) é muito grande. Os Estados Unidos estão muito longe de aumentar os juros. E a China não vai mudar a política cambial dela", disse José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator.

No entanto, agentes de mercado têm a expectativa de que o prolongamento desse movimento leve o governo brasileiro a adotar novas medidas para tentar frear a valorização do real.

Em outubro, começou a ser cobrado 2% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a entrada de capital estrangeiro para ações e renda fixa.
O mercado também monitora a situação do diretor de Política Monetária do Banco Central, Mario Torós.

Cresceram as expectativas no mercado de que Torós possa deixar o cargo após entrevista ao jornal Valor Econômico publicada no final da semana passada, em que detalhou os bastidores da crise global no país.

 www.globo.com


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País supera a marca de 1 milhão de empregos criados em 2009
Por Rafael (B-24) - segunda, 16 de novembro de 2009, às 17:27:41
Categoria: Postagem Livre

O Brasil gerou 230.956 mil novos empregos formais em outubro, e ultrapassou a marca de 1 milhão de postos de trabalho criados em 2009, informou nesta segunda-feira (16) o Ministério do Trabalho. Com o resultado deste mês, o saldo acumulado de novos empregos já totaliza 1.163.607. O resultado de outubro foi fruto da diferença entre 1.433.915 admissões, contra 1.202.959 demissões.

 

No levantamento apresentado mês passado, os números referentes a setembro - 252,617 mil novos empregos - representaram um recorde no ano e o maior desde setembro de 2008 (282,841 mil). 

 

Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi o melhor outubro da história no número de vagas criadas. A exemplo do que ocorreu em setembro, o setor da indústria de transformação, com 74.552, foi a principal responsável pelo crescimento de postos de trabalho no mês. Até agosto, o setor que mais vinha gerando emprego no Brasil este ano era o de serviços.


Após o bom desempenho de setembro e outubro, Lupi havia elevado a previsão para a geração de novos empregos formais este ano de 1 milhão, que calculava até agosto, para 1,1 milhão. Os números de outubro já fazem Lupi afirmar que novembro poderá ser outro ano histórico para a geração de postos de trabalho: "Ouso afirmar que vai ser um mês recorde. Vamos ter o melhor novembro da história."

O número atual de postos de trabalho ainda é muito inferior ao de 2008 (1,45 milhão) e ao recorde de 2007 (1,61 milhão). Lupi prevê que o mês de dezembro será negativo em cerca de 200 mil postos, o que vai segurar a média em 1,1 milhão de postos. "Vamos ter um número negativo, mas vai ser menos que nos outros anos", diz Lupi.  Em outubro de 2008, a criação de empregos somou 61.401.


O Brasil já superou os cerca de 800 mil postos de trabalho formais perdidos entre novembro do ano passado e janeiro de 2009, em consequência da crise econômica global. Em setores como a indústria, a redução da produtividade levou empresas a demitir funcionários, o que se refletiu no número de empregos a partir de outubro de 2008. Em fevereiro, o país iniciou a trajetória de recuperação. 

Meta para 2010

Com os números de outubro, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, se mostra empolgado com o crescimento do mercado de trabalho e já prevê que em 2010 o país deva superar a marca de 2 milhões de postos de trabalho, praticamente o dobro do registrado até agora no ano.


"Temos que acabar com o complexo de ser pequeno. Por isso, planejo 2 milhões de empregos para 2010. Viveremos o melhor ano do presidente Lula e da história da geração de empregos. É só continuar acreditando no país", afirmou Lupi.


O ministro não considerou uma surpresa o fato de o país ter superado a meta de 1 milhão de postos de trabalho em outubro. Para Lupi, o bom resultado já estava previsto: "Não me surpreende esse número porque, desde março, nós tínhamos lembrando a solidez da economia e da força do mercado nacional."


Em relação ao mercado internacional, Lupi comemorou os dados lembrando que o país foi o primeiro das nações que integram o G20 a gerar mais de um milhão de postos de trabalho: "Isso mostra que o Brasil foi o único país do G20 que gerou mais de 1 milhão de empregos formais." 

Setores

A geração significativa de postos de trabalho para o mês de outubro ocorreu por conta da expansão recorde em cinco dos oitos setores de atividade econômica do país. Depois da indústria de transformação, o segundo melhor desempenho foi do setor de serviços (mais 69.581 postos), com o comércio (68.516) e a construção civil (26.156) na sequência. Aexceção foi a agropecuária, que teve um número negativo (-11.569). 

Regiões

As cinco regiões do país elevaram o nível de emprego, apresentando quatro saldos recordes e um segundo maior saldo para o mês. Entre os estados, 14 registraram recordes de geração de postos de trabalho e oito tiveram o segundo maior saldo para o mês.


O Sudeste, com 108.035 postos, foi a região com maior crescimento. Destaque para São Paulo (69.146), Rio de Janeiro (16.705) e Minas Gerais (15.898), todos com desempenho recorde no período.


O Nordeste teve o segundo melhor resultado, com 49.334 postos criados. O Sul veio em terceiro com 49.165 empregos formais. Norte (15.130) e Centro-Oeste (9.292) completam a lista. 

Dezembro

O Ministério do Trabalho prevê uma queda na geração de empregos para o mês de dezembro, período em que há um número elevado de demissões. "Temos sempre, no mês de novembro, o começo da diminuição da geração de trabalho. O índice de trabalho em dezembro é negativo em 300 mil por conta dos contratos temporários. Mas nesse ano o número negativo vai ser menor", avalia Lupi. 


http://g1.globo.com/Not...OS+CRIADOS+EM.html


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