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Os MAIS estavam CERTOS!
Por Jorjao_geonews - quarta, 11 de novembro de 2009, às 23:59:55
Categoria: Charge

Vai dizer que você nãso pensou nisso.

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Oposição falha ao tentar suspender votação sobre o pré-sal
Por Pedro (B-21) - terça, 10 de novembro de 2009, às 16:12:33
Categoria: Postagem Livre
DEM e PSDB buscaram adiar a discussão sobre a capitalização da Petrobrás; comissão já está reunida

Renato Andrade, da Agência Estado

BRASÍLIA - A comissão especial da Câmara que avalia o projeto de capitalização da Petrobrás iniciou na tarde desta terça-feira, 10, o processo de discussão do parecer do deputado João Maia (PR-RN), etapa que antecede a votação do relatório. Apesar das manobras realizadas, os integrantes do DEM e do PSDB não conseguiram suspender a discussão.

Os dois principais partidos de oposição utilizaram instrumentos do regimento interno da Câmara para tentar adiar a votação, a penúltima a ser feita no âmbito das comissões sobre os quatro projetos que estabelecem o novo marco regulatório para a exploração de petróleo e gás na camada do pré-sal. A última votação será a do projeto que estabelece o modelo de partilha, prevista para o início da noite desta Terça-feira.

 A impossibilidade de uso do dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no processo de capitalização da Petrobrás foi um dos pontos mais atacados. "O governo, de forma absurda, tira a possibilidade daquele que comprou ações (em 2000) fazer agora da mesma forma", disse Márcio Junqueira (DEM-RR), defendendo requerimento apresentado por seu colega José Carlos Aleluia (DEM-BA), que pede a retirada da votação do parecer sobre a capitalização da Petrobrás da pauta da comissão especial que analisa o projeto.

 Em 2000, o governo Fernando Henrique Cardoso permitiu que os trabalhadores com recursos no FGTS usassem parte do dinheiro para comprar cotas de um fundo de investimentos em ações da estatal. Durante a tramitação do projeto de lei que estabelece o processo de capitalização da empresa, diversas entidades, incluindo a Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa) de São Paulo, apoiaram a ideia de permitir que aqueles que compraram ações em 2000 pudessem voltar a usar o dinheiro do FGTS na capitalização prevista no marco regulatório do pré-sal. Pressionado pelo Palácio do Planalto, o relator João Maia (PR-RN) acabou desistindo de incluir essa possibilidade em seu parecer.

 Diante da força do governo dentro da comissão, o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC) afirmou que não tem mais "esperança" de conseguir alterar na Câmara os projetos encaminhados pelo Palácio do Planalto em setembro. "Mas no Senado esses projetos serão tratados de outra forma", alertou. "Não vamos fazer como o PT fez com o Plano Real, mas vamos, até o último dia, apontar erros e falhas e as necessárias correções que precisam ser feitas", acrescentou.

 O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), pretende iniciar na tarde de desta terça a discussão e votação dos projetos que criam a Petro-Sal, nova estatal que irá gerenciar os contratos da partilha, e do Fundo Social, uma espécie de poupança que o governo fará com o dinheiro obtido com a exploração do pré-sal. Se os pareceres sobre a capitalização da Petrobrás e do estabelecimento do modelo de partilha forem aprovados ainda nesta terça, os dois projetos poderão ser apresentados na quarta, no plenário da Câmara. 

A ideia do governo é aprovar os quatro projetos dentro de um mês, antes do encerramento dos trabalhos do Congresso em 2009. Após a aprovação na Câmara, os projetos serão encaminhados ao Senado.


Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,oposicao-obstrui-votacao-do-pre-sal-e-dificulta-acao-do-governo,464108,0.htm


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Dólar, a R$ 1,70, volta a nível pré-IOF
Por Jorjao_geonews - terça, 10 de novembro de 2009, às 16:09:16
Categoria: Postagem Obrigatória

Fazenda quer fechar brechas usadas por investidores para driblar taxa; mercado já dá como certa nova ação do governo

Leandro Modé, Jamil Chade e Silvana Rocha


Pela primeira vez desde que o governo decidiu cobrar IOF nos investimentos estrangeiros em renda fixa e variável, o dólar fechou na casa de R$ 1,70. A moeda americana caiu 1,05% e encerrou a segunda-feira a R$ 1,701. É a menor cotação desde 15 de outubro. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a medida no dia 19 daquele mês, quando já não havia mais negócios no mercado cambial. No dia seguinte, o dólar disparou para R$ 1,744.

O otimismo que embalou os investidores mundo afora ontem também contribuiu para uma alta expressiva do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa). O principal termômetro da bolsa brasileira subiu 2,71%.

Nos EUA, o Índice Dow Jones, o mais tradicional da Bolsa de Nova York, avançou 2,03% e alcançou o maior nível de 2009, a 10.226 pontos.

Muitos analistas acreditam que o governo voltará a agir para tentar conter a valorização da moeda brasileira. Entre eles está o economista Miguel Daoud, sócio-diretor da Global Financial Advisor.

"O governo vai se adiantar e fazer alguma coisa muito em breve, talvez esta semana", afirmou. Ele ponderou, no entanto, que o mercado já encontrou outras formas de compensar essa taxação, por meio de operações como a compra e a venda de produtos derivativos nos mercados futuros.

A propósito disso, o Ministério da Fazenda está fazendo um mapeamento detalhado das brechas que os investidores estão usando para driblar a cobrança. Esse trabalho vai servir da base para os ajustes que Mantega pretende fazer na taxação.
A ideia é fechar essas brechas apertando as normas de operação (medidas que dependem do Banco Central) ou calibrando para cima a alíquota do IOF para algumas dessas operações. Segundo uma fonte ouvida pela Agência Estado, há espaço para o BC exigir mais margem de garantia para essas operações, como as posições vendidas dos bancos (em que as instituições apostam na queda do dólar).

Outro analista, que pediu para não ser identificado, confirmou que a maioria dos investidores de fato acredita que o governo vai recorrer a mais armas de seu arsenal para tentar segurar a alta do real. "A expectativa é de que tire o IOF em operações de abertura de capital (IPOs, na sigla em inglês) e eleve a alíquota para investimentos em renda fixa", afirmou. "Mas também não vai adiantar. Como da outra vez, o mercado deve reagir com volatilidade durante alguns dias, mas depois a tendência de fortalecimento da moeda brasileira vai prevalecer."

Em entrevista ao Estado, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou que o Brasil não é o único país que tem recebido grandes fluxos de investimento. "Mesmo países que não fazem flutuação da moeda e têm taxas de juros muito baixas estão tendo entradas enormes de capital", disse.

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Comentário: Depois de uma elevação no preço do dólar por causa da crise, está tudo voltando ao normal, o dólar está caindo.


Fonte:  http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091110/not_imp463822,0.php


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Obama elogia presidente afegão por aceitar 2º turno de eleição
Por Jorjao_geonews - terça, 20 de outubro de 2009, às 13:40:36
Categoria: Postagem Obrigatória

O líder dos EUA, Barack Obama, elogiou a decisão do presidente afegão, Hamid Karzai, que aceitou a realização do segundo turno das eleições presidenciais, dizendo que este foi um "passo importante" para a democracia. O pleito deve ocorrer no próximo dia 7.

"É vital que elementos da sociedade afegã continuem a se unir pelo avanço da democracia, da paz e da justiça. Nós aguardamos por um segundo turno da votação e pela conclusão do processo de escolha do presidente do Afeganistão", diz Obama em um comunicado.

"A Constituição afegã foi fortalecida pela decisão de Karzai, e isso é de interesse primordial para o povo afegão", diz ainda o texto do anúncio do presidente americano.

O líder dos EUA elogiou ainda as "ações construtivas" de Karzai para estabelecer um importante precedente para a nova democracia afegã.

As relações entre Karzai e Obama foram prejudicadas após a polêmica votação. A recusa de Washington em reconhecer sua vitória no pleito desagradou Karzai.

A controversa votação ocorrida em 20 de agosto desse ano também complicou a decisão de Obama sobre o envio de soldados adicionais para combater a milícia Taleban no Afeganistão.
A Casa Branca já informou que o presidente Obama decidiu não enviar mais tropas para o país até que um governo legítimo tenha assumido o poder.

Fraude

Segundo a Comissão Eleitoral afegã, que avaliou o relatório entregue na véspera pela Comissão de Queixas Eleitorais (CQE) sobre a extensão da fraude no pleito, Karzai obteve 49,67% dos votos válidos e não foi capaz de alcançar a maioria absoluta (54,6%) anunciada anteriormente.

Karzai deve enfrentar no dia 7 o ex-ministro de Relações Exteriores Abdullah Abdullah, em um segundo turno. Analistas dizem, contudo, que Karzai --que é Pashtun, o maior grupo étnico do Afeganistão- deve ganhar a nova rodada. O difícil será apagar a mancha da ilegitimidade com a comprovação de fraude extensa na primeira votação.

O presidente afegão defendeu anteriormente que a fraude foi limitada e não generalizada --termo este utilizado pelo chefe da missão da ONU (Organização das Nações Unidas) no país, Kai Eide. A mudança de tom de Karzai veio após intenso esforço diplomático para garantir a legitimidade das eleições --e consequentemente do novo governo-- em um momento de maior investimento na guerra ao grupo militante Taleban no país.

ONU

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também elogiou nesta terça a decisão de Karzai, mas disse que organizar o segundo turno do pleito será um "grande desafio".

"Eu fico satisfeito com o presidente Karzai por sua liderança e pelo compromisso em garantir respeito total à Constituição afegã e ao processo democrático", disse Ban na sede da ONU.

De acordo com Ban, a organização fará "todo o possível" para garantir que a votação seja "transparente e legítima".

"Há um grande desafio em realizar uma segunda eleição. Nós faremos tudo o que pudermos para garantir que o povo afegão possa se expressar livremente, sem intimidação ou ameaça. Faremos o melhor para fazer com que essas eleições sejam justas e sem fraudes", afirmou.

Ban rejeitou as críticas feitas à ONU, que foi acusada de tentar minimizar a fraude ocorrida.

"O que ocorreu da vez passada não deverá se repetir. Nós sabíamos que havia fraude e informamos a respeito", acrescentou.

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Comentário: Vemos que essa "opção" por um segundo turno mais democrático é de extrema importância para o estreitamento do laços entre Afeganistão e EUA pois só com um governo forte e legítimo , conseguirão os EUA "ajudar" o país asiático enviando suas tropas para tentar manter a ordem do outro lado do mundo.

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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fol...41.shtml


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Pnad 2008 - Brasil melhora na economia, mas desigualdade persiste
Por Jorjao_geonews - sábado, 10 de outubro de 2009, às 00:26:10
Categoria: Postagem Obrigatória

A mais abrangente pesquisa sobre a realidade brasileira feita antes da crise econômica mundial revela o retrato de um Brasil com economia estável, mais empregos e renda, mas que ainda convive com problemas de desigualdade social, falta de infraestrutura e analfabetismo.


Os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), a mais completa e detalhada pesquisa domiciliar realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foram coletados em setembro de 2008.

O levantamento é importante porque serve tanto para avaliar resultados de políticas públicas no país quanto para planejar o futuro, destinando investimentos de acordo com áreas que merecem maior atenção do governo.

No balanço geral, a pesquisa revelou aumento de brasileiros no mercado de trabalho e crianças matriculadas na escola. Por outro lado, temos ainda problemas como analfabetismo, falta de saneamento básico (um em cada quatro lares brasileiros não possui rede de esgoto), trabalho infantil (reduziu 3,3% entre crianças de 5 a 13 anos, mas 993 mil ainda trabalham) e baixo acesso à internet (5,3 acessos em cada 100 mil habitantes, contra uma média de 30 em países da Europa).

Com respeito à população, a Pnad apresentou pelo menos dois dados novos. Pela primeira vez, a taxa de fecundidade atingiu o menor nível, com 1,89 filho por mulher, resultado de uma população mais bem informada sobre métodos contraceptivos e do acesso da mulher ao mercado de trabalho.

Outro dado importante é que, pela primeira vez na história, mais da metade da população (50,6%) dos habitantes se declara parda ou preta, o que pode ser consequência de ações afirmativas da condição racial.

Mercado de trabalhoMesmo não refletindo os efeitos da crise econômica mundial, os dados mais positivos da Pnad mostram que, no ano passado, o Brasil estava no ápice dos avanços econômicos (considerando um período de cinco anos). É uma importante constatação porque confirma a estabilidade econômica do país, que passou - até quase a metade da década de 1990 - por sucessivos planos, alterações na moeda e inflação em alta. O equilíbrio financeiro e monetário atrai investimentos e possibilita uma melhor distribuição de renda.

De acordo com a pesquisa, o número de empregos formais registrou aumento de 7,1%, o maior desde 2001, o que corresponde a 2,1 milhões de pessoas a mais com carteira assinada. Isso representa mais brasileiros sindicalizados, contribuindo com a Previdência Social.

A redução da taxa de desemprego foi a menor desde 1996, passando de 8,2%, em 2007, para 7,2% no ano passado. São 2,5 milhões de ocupados a mais no país. Já a renda média do trabalhador era de R$ 1.041 em 2008, menor do que uma década atrás: R$ 1.074 em 1998. Porém, segue uma escala contínua de aumento de renda nos últimos nove anos, o que é um bom indicativo.

A renda média dos domicílios, que incluem todos brasileiros, não somente os que estão empregados, apontou um crescimento de 2,8%, passando de R$ 1.915, em 2007, para R$ 1.968, mantendo também um ritmo de crescimento. Os dois dados juntos - principalmente a renda domiciliar - significam uma melhoria na condição de vida da população mais pobre e maior acesso a bens de consumo.

Distribuição de rendaSe a parcela mais pobre da população tem mais dinheiro no bolso, seria natural que se esperasse uma redução da distância que a separa dos brasileiros mais ricos, o que de fato aconteceu. Ainda assim, a desigualdade social é vergonhosa. Em 2008, a parcela 10% mais rica da população brasileira concentrava 42,7% dos rendimentos do trabalho (43,3% em 2007), enquanto os 10% mais pobres ficaram com 1,2% restante, contra 1,1% em 2007.

Além disso, há desníveis entre as regiões do país. A região Centro-Oeste teve a maior renda média do trabalho, de R$ 1.261, influenciada pelo Distrito Federal e seus altos salários no funcionalismo público, ao passo que o Nordeste teve a menor, com R$ 685. São as regiões com maior desigualdade na distribuição de renda.

A medida de desigualdade de um país é feita por meio do chamado coeficiente Gini (nome que se refere ao estatístico italiano Corrado Gini, que desenvolveu o cálculo em 1912). A medida varia de 0 a 1, onde 0 corresponde a uma situação em que todos têm a mesma renda e 1, a uma desigualdade total. Portanto, quanto menor o indicador, melhor. No rendimento médio do trabalho, o índice Gini no Brasil foi de 0,521, com queda de 0,007 ponto percentual em relação a 2007: 0,528. Na renda média dos domicílios, caiu de 0,521 para 0,515 em 2007 (0,006 ponto percentual). Avançamos, mas em ritmo lento.

EducaçãoEm educação, a taxa de escolarização cresceu, passando de 97% (o percentual de matriculados em 2007) para 97,5% em 2008, entre alunos de 6 a 14 anos, e de 82,1% para 84,1%, na faixa etária de 15 a 17 anos. Em números absolutos, caiu o número de jovens estudantes, o que se explica, segundo o IBGE, pelo envelhecimento da população.

A despeito dos números positivos na educação, o país ainda tem 12,4% da população com 25 anos ou mais que não sabe ler nem escrever. Entre jovens entre 18 anos ou mais, a taxa é de 10,6%. O analfabetismo praticamente se manteve estável em 9,2%, em comparação com 2007 (9,3%). Em números absolutos, aumentou de 14,687 milhões para 14,736 milhões o número de analfabetos. O Nordeste tem a maior taxa de analfabetismo, de 17,7%.

Programas sociais do governo, como o Bolsa Família - que beneficia famílias com renda mensal de até R$ 140, desde que os filhos estejam matriculados na escola -, assim como o aumento da renda, tiveram reflexos positivos na área da educação.

Conclusões

O resultado da Pnad, no geral, é favorável. Mais gente entrando no mercado de trabalho e o brasileiro ganhando mais são conquistas de boas políticas econômicas que controlaram a inflação e geraram aumento real do salário mínimo.

No entanto, entraves como taxa de analfabetismo, desigualdade social, disparidade entre regiões mais pobres e mais ricas e falta de recursos básicos, como rede de esgoto, irão exigir maior comprometimento dos governantes com políticas públicas mais efetivas e menos eleitoreiras.

A próxima pesquisa da Pnad, feita em setembro de 2009 para ser divulgada em 2010, deve apresentar um diferencial: o impacto da crise econômica no Brasil.

Comentário: Percebe-se que apesar do Brasil apresentar uma economia estável, mais empregos e renda; apresenta problemas como desigualdade social, falta de saneamento básico, analfabetismo, dentre outras coisas que precisam de um planejamento sério, pois não adianta crescer cada vez mais se isso não refletir sobre os cidadãos brasileiros.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/atualidades/pnad-2008.jhtm


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