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Oposicionista Lobo vence polêmica eleição em Honduras
Por Murillo (D-28) - segunda, 30 de novembro de 2009, às 15:21:38
Categoria: Postagem Livre

TEGUCIGALPA (Reuters) - O candidato da oposição conservadora de Honduras, Porfirio Lobo, venceu com facilidade a eleição presidencial deste domingo, numa votação que pôs os Estados Unidos em divergência com governos de esquerda na América Latina.

Lobo, um rico proprietário de terras, tinha mais de 55 por cento dos votos com mais da metade das cédulas apuradas, quando seu rival Elvin Santos, do Partido Liberal (governista), admitiu a derrota.

A eleição pode acalmar uma crise política que já dura cinco meses, deflagrada quando o Exército hondurenho depôs o presidente Manuel Zelaya em junho, expulsando-o do país.

Embora Washington tenha elogiado a eleição de domingo, os líderes de esquerda de Brasil, Argentina, Venezuela e de outros países latino-americanos afirmaram que a eleição era inválida pois fora apoiada pelos golpistas e porque poria fim a quaisquer esperanças de Zelaya voltar ao poder. O mandato de Zelaya só terminaria em janeiro.

A divisão coloca em risco as tentativas do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de abrir uma nova página no relacionamento com a América Latina, onde ainda estão frescas as memórias de golpes militares apoiados pelo governo norte-americano durante a Guerra Fria.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ian Kelly, classificou a eleição hondurenha de "um passo adiante importante e necessário", mas não disse se Washington iria reconhecer explicitamente Lobo.

Assim que os resultados parciais da eleição foram anunciados após longos atrasos, minimizados pelas autoridades como problemas técnicos, centenas de partidários do Partido Nacional, de Lobo, acenavam bandeiras e dançavam em comemoração à vitória num hotel da capital.

Lobo, de 61 anos, é visto como mais capaz do que Santos para tirar Honduras do impasse político e do isolamento diplomático.

"Hoje Honduras decidiu seu próprio futuro para pôr fim de uma vez por todas à crise que nos afetou e prejudicou os mais necessitados", afirmou no discurso da vitória.

Zelaya, porém, afirmou que a eleição foi ilegítima e que o presidente eleito não teria legitimidade para governar.

"Ele será um líder muito fraco sem o reconhecimento do povo e da maioria dos países", disse Zelaya à Reuters.

FIM DO ISOLAMENTO

Lobo prometeu no domingo acabar com o isolamento de Honduras frente a países como o Brasil e a organismos internacionais como a Organização dos Estados Americanos (OEA), que congelaram as relações com Honduras em retaliação ao golpe.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, porém, condenou a eleição, dizendo que ela poderia estimular outros "aventureiros" a protagonizarem golpes na América Latina.

"Se os países que podem... fazer gestos não o fizerem, não sabemos onde mais poderia haver um golpe", disse Lula em Portugal no domingo. Seu governo exercita cada vez mais os músculos como um poder emergente da América Latina e mostrou desapontamento com a resposta de Washington à crise hondurenha.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, líder do bloco socialista na América Latina e aliado próximo de Zelaya, disse que a votação foi "uma farsa eleitoral".

A eleição ocorreu em sua maior parte de forma pacífica, apesar de uma série de explosões de bombas caseiras nos últimos dias e de a polícia disparar gás lacrimogêneo contra manifestantes pró-Zelaya na cidade de San Pedro Sula, no norte do país.

(Reportagem adicional de Tomas Sarmiento e Anahi Rama)

http://noticias.br.msn.com/art...=22759483


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OAB defende processo de impeachment contra Arruda
Por Murillo (D-28) - segunda, 30 de novembro de 2009, às 15:20:40
Categoria: Postagem Livre

SÃO PAULO (Reuters) - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defende a abertura de processo de impeachment contra o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), envolvido em denúncias de corrupção.

A decisão foi tomada em reunião nesta segunda-feira com a presença do presidente nacional da OAB, Cezar Britto, segundo a entidade.

O governador está sendo acusado de participação em esquema de pagamento de propina a parlamentares aliados.

A medida ainda será examinada na próxima quinta-feira em sessão do conselho da OAB do Distrito Federal, composto por 45 integrantes.

Segundo a OAB, o governador Arruda e integrantes do governo poderão ser alvo de impeachment por violação ao artigo 74 da Lei 1.079/50, que trata do crime de responsabilidade e pelo artigo 103,II, da Lei Orgânica do DF. Esta última prevê que a competência para examinar o processo de impeachment, caso aprovado, é da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

A OAB do Distrito Federal designará ainda nesta segunda-feira o relator para o processo de impeachment.

O Democratas tem reunião nesta tarde em que vai ouvir as explicações do governador. Neste encontro o partido decide o destino de Arruda, podendo desfiliá-lo ou exigir seu afastamento com consequente abertura de processo interno, pelo que afirmam integrantes da legenda.

(Reportagem de Carmen Munari)

http://noticias.br.msn.com/art...=22759653


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Brasil e EUA mantêm divisão sobre eleição em Honduras
Por Murillo (D-28) - segunda, 30 de novembro de 2009, às 15:19:13
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TEGUCIGALPA (Reuters) - A polêmica eleição de domingo em Honduras pode causar um atrito entre Estados Unidos e Brasil sobre reconhecer ou não o vencedor do pleito, promovido pelo governo de facto que tomou o poder no país depois do golpe de junho.

O conservador Porfirio Lobo venceu a eleição por ampla margem, mas terá dificuldades para ser reconhecido como tal na América Latina, onde muitos governos esquerdistas exigiam a restituição do presidente Manuel Zelaya para cumprir o restante do seu mandato.

Já os EUA veem a eleição como a melhor forma de superar a crise de Honduras. Sem reconhecer explicitamente a vitória do oposicionista Lobo, o Departamento de Estado divulgou nota afirmando que a votação foi "um passo necessário e importante à frente".

O Brasil, por sua vez, cada vez mais influente por causa da sua boa fase econômica, "irá manter sua posição (de não reconhecer a eleição), porque não é possível aceitar um golpe", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no domingo.

Zelaya está há mais de dois meses refugiado na embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Além de causar um isolamento internacional de Honduras, a crise também ameaça as tentativas do governo de Barack Obama de "relançar" as relações com a América Latina, onde hoje predominam governos de esquerda.

Argentina e Venezuela, por exemplo, se opõem à eleição hondurenha, enquanto Panamá, Peru e Costa Rica devem reconhecê-la.

Com 55 por cento dos votos apurados até agora, Lobo declarou vitória, enquanto seu adversário Elvin Santos, com 38 por cento, admitiu a derrota.

Lobo, um latifundiário conservador, de 61 anos, disse que pedirá a outros países que lhe reconheçam como presidente.

"Estamos preparados para procurá-los e pedir a eles que entendam que há um governo que foi eleito, que esse é o desejo preciso dos hondurenhos nas urnas, e que esta é uma democracia e que devemos todos respeitar a liderança dos países", disse ele, reivindicando também a retomada da ajuda internacional que foi bloqueada por causa do golpe.

O presidente-eleito, que toma posse em janeiro, tem agora de decidir o que fazer com Zelaya. Ele pode tentar negociar uma anistia política para o presidente deposto e os principais envolvidos no golpe, a fim de atenuar a profunda divisão do país.

http://noticias.br.msn.com/art...=22757316


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EUA perderam chance de pegar Bin Laden, diz relatório
Por Murillo (D-28) - domingo, 29 de novembro de 2009, às 16:31:19
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WASHINGTON (Reuters) - Os militares norte-americanos poderiam ter capturado ou matado Osama Bin Laden em 2001, se tivessem lançado um ataque planejado contra o seu esconderijo no Afeganistão, de acordo com um relatório do Comitê de Relações Internacionais do Senado.

O relatório, escrito por funcionários a serviço da maioria democrata no comitê, diz que a fuga do líder da al Qaeda foi uma oportunidade perdida que alterou o curso da guerra e abriu caminho para as insurgências no Afeganistão e no Paquistão.

"Retirar o líder da al Qaeda do campo de batalha oito anos atrás não teria eliminado a ameaça extremista do mundo", afirma o relatório. "Mas as decisões que permitiram a sua fuga para o Paquistão possibilitaram que ele se tornasse uma figura smbólica poderosa, que continua a atrair recursos e a inspirar fanáticos."

Militares norte-americanos e milícias afegãs lançaram um grande ataque às montanhas de Tora Bora em 2001, na busca a Bin Laden. Acreditava-se que ele se escondia na região, com simpatizantes do Taliban. Oficiais dos Estados Unidos deixaram as milícias afegãs liderar a ação, e Bin Laden conseguiu escapar.

Os relatório diz que os comandantes norte-americanos rejeitaram pedir mais tropas para lançar um rápido ataque na área, apostando em ações aéreas, nas milícias afegãs e em forças paquistanesas para fechar as rotas de fuga.

"A força militar norte-americana foi posta de lado", afirma o texto.

O relatório critica o então secretário de Defesa, Donald Rumsfeld, e seu principal comandante militar, Tommy Franks.

O senador democrata John Kerry, presidente do comitê, tem dito que o governo George W. Bush perdeu uma chance de pegar Bin Laden em Tora Bora meses depois do 11 de Setembro. Kerry perdeu a eleição presidencial de 2004 para Bush.

O relatório do comitê foi divulgado dias antes do esperado anúncio do presidente Barack Obama de que os Estados Unidos mandariam mais tropas ao Afeganistão.

http://noticias.br.msn.com/art...=22750443


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Bombardeio dos EUA mata 8 no Paquistão
Por Murillo (D-28) - sexta, 20 de novembro de 2009, às 14:10:01
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PESHAWAR, Paquistão (Reuters) - Oito militantes paquistaneses morreram num bombardeio norte-americano nesta sexta-feira no noroeste do Paquistão, depois de três policiais serem mortos por uma bomba, segundo autoridades.

Os Estados Unidos já realizaram 45 ataques com seus aviões-robô neste ano no noroeste paquistanês, enquanto suas forças no vizinho Afeganistão enfrentam uma intensificação da insurgência do Taliban.

O novo ataque, o segundo desta semana, atingiu uma fortificação e um veículo perto da localidade de Mir Ali, na região do Waziristão do Norte --fronteira com o Afeganistão que é um reduto dos militantes do Taliban e da Al Qaeda.

"Oito pessoas foram mortas," disse uma fonte regional de inteligência. "Todas elas eram militantes," acrescentou posteriormente. A identidade dos mortos não foi revelada.

O Paquistão oficialmente se opõe aos ataques dos aviões teleguiados dos EUA, alegando que eles violam sua soberania. Autoridades norte-americanas dizem que os ataques são realizados sob um acordo pelo qual Islamabad os tolera, mas se permite criticá-los em público.

No ano passado, houve 32 bombardeios desse tipo, segundo contabilidade da Reuters a partir de relatos de agentes de segurança, fontes do governo e moradores.

Desde o mês passado, o Exército paquistanês tem enfrentando os militantes no vizinho Waziristão do Sul. Os militantes reagiram intensificando ataques contra cidades e aldeias.

No mais recente deles, no início da madrugada (hora local), uma bomba deixada numa calçada destruiu um veículo, matando três policiais e ferindo seis.

Horas antes, um homem-bomba matou 18 pessoas em frente a um tribunal.

"Isso é literalmente uma guerra em curso," disse o ministro-chefe da província, Amir Haider Khan Hoti, depois do funeral dos policiais. "Mas não seremos pressionados (...), vamos confrontar esta situação."

http://noticias.br.msn.com/art...=22665380


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