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Presidente do Uruguai celebra vitória de Mujica e manda um abraço a Lacalle
Por Allana (D-2) - domingo, 29 de novembro de 2009, às 22:37:32
Categoria: Postagem Livre

  O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, comemorou a vitória do senador José Mujica, candidato governista, da Frente Ampla (esquerda), que de acordo com as primeiras projeções extraoficiais foi escolhido para sucedê-lo no cargo no segundo turno das eleições nacionais, realizado neste domingo.

  Vázquez --que em 2005 levou a coalizão de centro-esquerda Frente Ampla à presidência do Uruguai pela primeira vez na história-- enviou um abraço ao conservador Luis Alberto Lacalle, candidato do Partido Nacional, derrotado segundo as pesquisas. "Mandei um abraço por telefone a Lacalle e agora vou saudar meu amigo Pepe Mujica, a quem as pesquisas dão entre 51,5% e 50,1% dos votos", disse Vázquez à imprensa.

  Ao comentar os resultados da votação, Vázquez também ressaltou que o bom desenvolvimento dos comícios reflete a solidez da cultura democrática do país. "Vivemos uma democracia como em poucos países", afirmou ele. "Somos reconhecidos assim, um povo muito especial neste contexto", complementou, referindo-se ao panorama latino-americano.

  Ao se referir a Mujica, Vázquez o definiu como um "querido companheiro e amigo, com quem trabalhamos há muitos anos". Ele reconheceu, no entanto, que ambos já tiveram "algumas divergências", o que definiu como algo "normal na vida política".

  O presidente prometeu conduzir o governo com responsabilidade até o dia 1º de março de 2010, quando entregará o cargo ao sucessor. "Amanhã, para nós o trabalho segue", disse. "Para o país, tem início uma nova etapa, na qual estaremos todos juntos para melhorar as condições de vida dos uruguaios", ressaltou.

  Segundo números da consultoria Factum, Mujica obteve 51,6% dos votos, contra 44,4% de Lacalle. Votos brancos e nulos somaram 4%. De acordo com a Equipos Mori, o candidato da Frente Ampla obteve 50,8% dos votos. Lacalle, por sua vez, ficou com 45,4%. No levantamento da Cifra, 51,5% do eleitorado votou em Mujica, ao passo que 44,4% preferiu o ex-presidente, que já esteve no poder entre 1990 e 1995.

FONTE:http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u659310.shtml


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Irã anuncia 10 novas usinas de enriquecimento de urânio
Por Allana (D-2) - domingo, 29 de novembro de 2009, às 17:54:25
Categoria: Postagem Livre

  O governo do Irã anunciou neste domingo planos de construir 10 novas usinas de enriquecimento de urânio e disse que os trabalhos começarão dentro de dois meses, segundo informações da rádio estatal IRIB.

  A construção dessas novas fábricas provavelmente deixará ainda mais tensas as relações com os países do Ocidente, que suspeitam que a república islâmica quer desenvolver bombas nucleares, intenção negada por Teerã.

  Também neste domingo, o Parlamento iraniano aprovou a provisão de um fundo de   US$ 20 milhões para fazer frente às "políticas conspiradoras" dos Estados Unidos e do Reino Unido, e para denunciar 'as violações dos direitos humanos cometidas pelos dois países'.

  "A decisão tem como objetivo resistir à crescente maré de complôs dos Estados Unidos e do Reino Unido contra o Irã e para conscientizar o mundo dos numerosos casos de violação dos direitos humanos tanto da Casa Branca quanto do número 10 de Downing Street", explicou a Câmara, em comunicado.

  Segundo o documento, divulgado em parte pela imprensa local, o dinheiro, procedente de Fundo de Estabilização do petróleo iraniano, se destinará a "projetos de pesquisa" e a financiar "organizações de defesa dos direitos humanos".

  A gestão do mesmo ficará a cargo de um comitê integrado por representantes do Ministério de Inteligência e de Assuntos Exteriores, acrescentou.

  O Irã culpou os Estados Unidos e o Reino Unido pela onda de manifestações maciças que explodiram no país em junho para protestar contra a polêmica reeleição do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

  Segundo as autoridades iranianas, as mobilizações maciças foram resultado de uma conspiração organizada por Londres e Washington para causar uma "revolução de veludo" que ajudasse a derrubar o regime.

FONTE:http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u659210.shtml

 


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Honduras escolhe novo presidente em clima de medo e repressão
Por Allana (D-2) - domingo, 29 de novembro de 2009, às 17:45:26
Categoria: Postagem Livre

  Votação dá início a desfecho de uma das maiores crises políticas da região; Zelaya prega abstenção

 

  As eleições de hoje em Honduras devem dar início ao desfecho de uma das crises de maior repercussão na América Latina dos últimos anos. Mas isso não é exatamente uma boa notícia. Apesar de o governo de facto e de os candidatos presidenciais se esforçarem para dar ao evento um aspecto de "festa eleitoral", os hondurenhos vão às urnas em um ambiente de medo e repressão. Nas últimas semanas, TVs zelaystas tiveram seus sinais cortados e opositores foram perseguidos e ameaçados.

  A questão é que as eleições, hoje, parecem ser a única solução possível para a crise. Tanto que, segundo o instituto Gallup, a votação tem o apoio de 80% da população. Ainda assim, segundo analistas, ela é um péssimo exemplo para o restante da América Latina. Afinal, após destituir o presidente por meio de um processo iniciado no Congresso, mas concluído nos moldes de um golpe de Estado, no dia 28 de junho, o governo de facto resistiu cinco meses, ignorando sua suspensão da Organização dos Estados Americanos (OEA) e driblando as pressões internacionais.

  Agora, 4,6 milhões de hondurenhos votarão para cumprir o calendário eleitoral estabelecido ainda antes do golpe e eleger um novo presidente, vice, deputados e autoridades municipais. Os que defendem a legitimidade da eleição alegam que ela já estava marcada antes de junho e os candidatos definidos - com ou sem a crise os resultados seriam os mesmos.

  O presidente deposto, Manuel Zelaya, diz que a votação é ilegítima e pede para os hondurenhos não votarem. Há algumas semanas, seu candidato César Ham desistiu de concorrer, mas o partido esquerdista Unificação Democrática rompeu com Zelaya para continuar na corrida eleitoral.

CISÃO

  Além da divisão interna, a votação ampliou o racha no continente. De um lado, estão os países que a aceitam a eleição como a única solução possível para a crise hondurenha - EUA, Panamá, Peru, Colômbia e Costa Rica. De outro, estão os que a consideram a legitimação do golpe - Brasil, Venezuela, Argentina, Nicarágua e Paraguai.

  A disposição da comunidade internacional em defender Zelaya, porém, esbarra na intenção do presidente deposto de realizar um referendo que servisse de apoio para a convocação de uma Constituinte.

  Ao aproximar-se do presidente venezuelano, Hugo Chávez, Zelaya provocou setores militares, empresariais e políticos. E, da embaixada brasileira, onde está abrigado desde setembro, tentou conclamar seus aliados a um contragolpe - sem contar os apelos internacionais pela busca de uma solução pacífica.

  Os candidatos favoritos nas eleições de hoje, Porfírio "Pepe" Lobo, do Partido Nacional, e Elvin Santos, ex-vice-presidente de Zelaya, do Partido Liberal, tentam se desvencilhar da briga entre o presidente de facto, Roberto Micheletti, e Zelaya.

  Após a votação, Pepe promete buscar apoio até do Brasil, apesar das constantes críticas do governo de facto ao País. "O governo brasileiro não tem direito de pedir que Honduras não realize eleições, somos um povo soberano", disse ao Estado Martha Lorena Alvarado, vice-chanceler de Micheletti.

  O apoio que realmente importa para os hondurenhos é o dos EUA, destino de 80% das exportações do país. Apesar de inicialmente terem condenado o golpe, com o fracasso das negociações entre Zelaya e Micheletti, os americanos estão dispostos a aceitar o resultado da votação se elas "seguirem os padrões internacionais".

  Diante disso, o governo de facto, que chegou a declarar estado de exceção quando Zelaya voltou ao país, prontamente tomou medidas para aumentar a "transparência" da votação.

  "A OEA e a ONU se recusaram a estar aqui, mas dezenas de outros representantes internacionais vieram para observar a votação", disse Denis Gómez, juiz do Tribunal Supremo Eleitoral. "Colocamos câmeras em 15 pontos de votação e no local onde será feita a apuração para que todos possam acompanhar o processo."

  Zelaya vai "acompanhar a eleição" de dentro da embaixada brasileira. Na quarta-feira, o Congresso deverá votar sua restituição. Segundo fontes diplomáticas, porém, as chances de que ela seja aprovada "são próximas de zero". No dia 27 de janeiro, o mandato do presidente deposto terminará. O Brasil diz que não reconhecerá o novo presidente. O problema é que, a partir dessa data, ele será o único governo em Honduras.

 

FONTE:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091129/not_imp473760,0.php


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Senado aprova projeto climático; texto volta para a Câmara
Por Isabela (D-19) - quarta, 25 de novembro de 2009, às 22:24:44
Categoria: Postagem Livre

Às vésperas da Conferência do Clima da ONU (Organização das Nações Unidas) em Copenhague, o Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto que institui a Política Nacional de Mudanças Climáticas. A proposta prevê um compromisso voluntário para a redução entre 36,1% e 38,9% das emissões de carbono na atmosfera estimadas para 2020. A meta já havia sido "[anunciada]": pelo governo. Como o texto foi modificado pelos senadores, volta para uma nova votação na Câmara.

A inclusão da meta no texto só foi possível após um acordo dos líderes governistas que condicionou os percentuais a edição de um decreto presidencial. Na prática, a meta só se torna lei se houver um decreto regulamentando e especificando como será executada.

Após longa disputa interna, o governo anunciou na última sexta a disposição de cortar a emissão de até 1,052 bilhão de toneladas de gás carbônico dos 2,7 bilhões que poderiam ir anualmente para a atmosfera em 2020 caso nada fosse feito. Os números anunciados representam um corte de 10% a 15% nas emissões de CO2 do país em 2005.

A senadora Marina Silva (PV-AC), considerou a proposta um avanço, mas reclamou da meta ter sido voluntária. "Foi um projeto autorizativo. Parece coisa que fazemos nas câmaras autorizando o saneamento básico. Estamos autorizando o governo a se quiser cumprir essas metas. Se tivéssemos tirado esse termo voluntário, haveria um compromisso para o governo atual, para o próximo futuro porque seria uma meta do Estado brasileiro", disse.

A líder do governo Ideli Salvatti (SC) evitou polemizar. "Este é um momento de dignidade do Senado fizemos não só um acordo político, mas assumimos um compromisso", disse.

Objetivos

Pela proposta, fica recomendado ao Executivo que até 2020 o Brasil reduza as emissões dos gases de efeito estufa listados no Protocolo de Kyoto aos níveis de 1990, por meio da adoção do desmatamento zero no país até 2015, e da garantia de que nos próximos dez anos até 25% da eletricidade do país seja originária de fontes renováveis de energia.

O texto também recomenda a redução em 15% do consumo projetado de energia elétrica para 2020 por meio de medidas de eficiência energética; o estabelecimento de metas anuais da participação de fontes nuclear, óleo combustível e carvão mineral na matriz elétrica nacional; e a transformação de pelo menos 30% do território costeiro-marinho do país em áreas protegidas, ressalvadas as atividades de infraestrutura previstas na Lei 4771/65, que institui o Código Florestal.

A conferência está prevista para ocorrer entre os dias 6 e 18 de dezembro e movimentou o cenário eleitoral brasileiro a um ano das eleições. Como a senadora Marina é pré-candidata do PV à sucessão presidencial e passou a cobrar a definição de uma meta, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT e representante do governo brasileiro na conferência, também assumiu o discurso. O governo, ainda se mobilizou, e inclui os percentuais na política do clima.

O governador José Serra (São Paulo), um dos presidenciáveis tucanos, também deve desembarcar na Dinamarca e apresentar a Política Estadual de Mudanças Climáticas sancionada no início do mês que estabelece uma diminuição de 20% nas emissões até 2020, em relação a 2005. A medida deve o que significa emitir 24 bilhões de toneladas de gás carbônico a menos do que em 2005.

Durante a votação no Senado, Marina adotou um tom eleitoral. "Primeiro, eu quero dizer que para um país até três meses atrás o assunto estava na quadragésima posição saímos pelo menos para dizer que o Brasil tem a intenção de institucionalizar o corte na emissão dos gases, mas não estamos incidindo sobre emissões de fato e o ministro de Ciência e Tecnologia [Sérgio Resende] sobre as emissões de fato poderia ser de 25% como fez o governo de são Paulo. É uma pena que o PSDB não teve a mesma compreensão aqui no Senado", afirmou.


Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/fol...568.shtml


*Allana, Isabela, Juliana e Mirella



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Ahmadinejad e Evo defendem uso pacífico da energia nuclear
Por Mirella (D-27) - terça, 24 de novembro de 2009, às 20:37:08
Categoria: Postagem Livre
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Os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, reconheceram o "direito legítimo" do uso e desenvolvimento de energia nuclear com objetivos pacíficos, pelos países, segundo declaração conjunta assinada em La Paz, durante visita oficial do iraniano,

Bolívia e Irã "reconhecem o direito legítimo de todos os países, o uso e o desenvolvimento de energia nuclear com fins pacíficos no âmbito do direito internacional", diz o comunicado assinado na sede do governo boliviano.

Os presidentes, cujos países estabeleceram relações diplomáticas em 2007, condenaram a "dupla moral" que segundo eles é adotada por alguns em relação ao tema. Eles pediram aos países que possuem armas nucleares, em conformidade com seus compromissos internacionais, especialmente os estabelecidos no Tratado sobre a Não Proliferação de Armas de Destruição em Massa, para adotarem o mais rapidamente possível as medidas necessárias para que elas sejam eliminadas.

Eles também condenaram "os crimes cometidos em Gaza e na Palestina pelo regime que ocupou os territórios palestinos", em uma referência ao Estado de Israel, e pediram que tribunais internacionais julguem "os líderes políticos e militares do regime" por "crimes de guerra e contra a humanidade".

Os dois presidentes pediram que "se declare a região do Oriente Médio livre de armas nucleares, para o que deve ser destruído o arsenal instalado nos territórios ocupados da Palestina".

Ahmadinejad foi à Bolívia após sua visita na segunda-feira ao Brasil, onde se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda hoje, o líder iraniano deve viajar à Venezuela.

A visita de Ahmadinejad à América do Sul acontece em um momento em que seu país está sob pressão internacional devido ao programa nuclear que é visto com desconfiança pela AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), principalmente depois da descoberta de uma instalação nuclear secreta em Qom. O Irã defende seu programa, dizendo que tem fins pacíficos, e frequentemente denuncia Israel, país visto como possuidor do único arsenal nuclear do Oriente Médio.

Visita

Ahmadinejad aterrissou no aeroporto internacional de El Alto, vizinha à cidade de La Paz, após as 10h30 (12h30 no horário de Brasília), com cerca de duas horas de atraso em relação à agenda inicial anunciada pela Chancelaria boliviana.

Ahmadinejad e Morales ouviram os hinos da Bolívia e do Irã, após as honras militares da guarda presidencial boliviana.

Em seguida, os líderes deixaram o aeroporto de El Alto para ir ao Palácio do Governo de La Paz, onde Morales e Ahmadinejad manterão uma reunião e assinarão acordos bilaterais nos âmbitos comercial e de hidrocarbonetos, entre outros.

La Paz e Teerã assinaram acordos em 2007, pelos quais o Irã se compromete a apoiar a Bolívia com US$ 1,1 bilhão destinados à agricultura, à prospecção de petróleo e à indústria petroquímica.

No pacote de cooperação também existe o apoio técnico e financeiro para que o governo boliviano possa instalar um canal de televisão público, com um sinal de alcance regional. O governo de Ahmadinejad também se comprometeu em conceder um crédito de US$ 280 milhões para duas fábricas de cimento.

Brasil

No Brasil, o presidente Lula afirmou diante de Ahmadinejad que reconhece o direito do Irã de desenvolver um programa nuclear "com fins pacíficos" e em conformidade com os acordos internacionais. "O que nós temos defendido há muito tempo é que o Irã possa produzir urânio para desenvolvimento de energia", disse Lula após a reunião que teve com Ahmadinejad em Brasília.

O presidente afirmou ainda que o desarmamento nuclear deve "andar junto" com a não proliferação. Lula incentivou Ahmadinejad a continuar em busca de "países interessados" em encontrar uma solução para o que chamou de "questão nuclear iraniana".

O presidente iraniano avaliou o papel do Brasil no cenário internacional e assegurou que o país "pode ter um papel ativo" na busca pela paz. Ahmadinejad deu ainda "boas-vindas à presença do Brasil na Ásia e no Oriente Médio", por considerar que o país "pode fortalecer a cooperação" e também "contribuir para a estabilidade" na região.

Lula respondeu dizendo que o Irã pode ter um papel decisivo para conseguir a paz no Oriente Médio e na Ásia Central e que o país será "especialmente importante" para conseguir a "união" dos palestinos, condição prévia para que alcancem a 'liberdade" de Israel.

Antes de Ahmadinejad, Lula recebeu nos últimos dez dias os presidentes de Israel, Shimon Peres, e da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

A visita de Ahmadinejad ao Brasil foi bastante criticada, principalmente pela comunidade judaica, por organizações de defesa dos direitos dos homossexuais e por outros movimentos sociais devido à recusa do presidente iraniano em reconhecer o Holocausto, por suas ameaças a Israel e por causa da falta de liberdades no Irã.

FONTE : http://www1.folha.uol.com.br/fo...96.shtml


*Allana,Isabela,Juliana e Mirella

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