Blog: Universalgeography
Você está vendo a Turma 2009 - Ver outros anos

Universalgeography Blog: Universalgeography
Beatriz (A-4), Ingridy (A-16)
Isabel (A-17)

América Latina permanece dividida sobre eleição em Honduras
Por Ingridy (A-16) - segunda, 30 de novembro de 2009, às 17:23:51
Categoria: Postagem Livre

A América Latina permaneceu nesta segunda-feira (30) sem chegar a um consenso sobre repudiar as eleições em Honduras, após uma minoria de países se alinhar ao aval que os Estados Unidos deram ao pleito, enquanto a Espanha buscava uma linha intermediária para salvar a 19ª Cúpula Ibero-Americana.

Fontes diplomáticas disseram à agência de noticias Reuters que Brasil e Argentina lideram o grupo de países que deseja condenar oficialmente o processo eleitoral de domingo, no qual o fazendeiro Porfirio Lobo se converteu o presidente eleito cinco meses após o golpe de Estado que derrubou Manuel Zelaya.

A presidente argentina, Cristina Fernández Kirchner, disse na sessão de abertura da cúpula que ocorre em Estoril que a eleição foi uma "pantomima", segundo comentários à Reuters de uma pessoa que participou do debate.

Ela se somou às declarações feitas no domingo à noite pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que assegurou que louvar as eleições organizadas por um governo de facto seria um sinal "perigoso" que daria luz verde a outros "aventureiros" e geraria instabilidade política.

Refugiado desde setembro na embaixada brasileira em Tegucigalpa para evitar ser preso pelo governo de facto, Zelaya assegura que o nível de abstenção foi muito alto.

Mas Washington respondeu ao processo de Honduras assegurando, através do porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly, que a eleição "mostra que, dada a oportunidade de se expressar, os hondurenhos perceberam as eleições como uma parte importante da solução à crise política em seu país."

Uma fonte diplomática disse que Panamá e Peru apoiavam a visão dos EUA e que outros países que poderiam se somar a esse grupo são Costa Rica e Colômbia.

"É difícil dizer (se haverá finalmente consenso). Há posições muito divergentes", disse o chanceler português, Luis Amado, numa entrevista coletiva.

Diante desse cenário, o chanceler espanhol, Miguel Angel Moratinos, disse nesta segunda-feira que a posição de seu país tenta ir por um caminho intermediário, o que poderia ser uma via de escape para que a cúpula termine com uma declaração comum.

"A Espanha não reconhece nem ignora as eleições", disse o chanceler numa entrevista coletiva.

"Temos agora um novo ator político. Queremos sair da cúpula presidencial comprometidos a ter uma saída democrática em Honduras", acrescentou.

As deliberações continuariam pelo dia e os negociadores têm até terça-feira para chegar a um consenso.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ult...73597.jhtm


Lido 523 vezes   Comentários (0)
 
 
Honduras recebe reforço na segurança pelas eleições domingo
Por Isabel (A-17) - sexta, 27 de novembro de 2009, às 19:57:00
Categoria: Postagem Livre

Faltando menos de 48 horas para as eleições no domingo, as forças de segurança de Honduras reforçaram hoje a vigilância no país para prevenir fatos violentos. O porta-voz das Forças Armadas, coronel Ramiro Archaga, disse à Agência Efe que a partir desta sexta-feira aumentará a vigilância militar, principalmente nos locais onde estão guardados os materiais eleitorais e nos centros de votação, além de reforçar a cooperação com a Polícia.

"Até o momento, não tivemos nenhum incidente com a distribuição do material eleitoral", apontou. Um magistrado do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), Enrique Ortez Sequeira, disse hoje que 99% do material já foi distribuído.

O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general Romeo Vázquez, disse nesta semana à imprensa que há "um planejamento bastante detalhado para garantir a segurança da população, a estabilidade durante esse dia (das eleições) e que não haja problemas durante sábado e domingo".

"Vamos estar 100% empenhados nestas atividades", afirmou, e acrescentou que muitos reservistas se incorporaram às operações de segurança. "Teremos presença militar e policial suficiente durante o pleito", assegurou Vázquez.

"Estamos intensificando nossas operações", disse hoje o porta-voz da Polícia, Orlin Cerrato, que indicou que desde ontem à noite aumentaram as rondas, blitzes e outras ações em prol da segurança da população.

As ações estão sendo executadas em coordenação com as Forças Armadas, detalhou Cerrato.

Conforme o porta-voz policial, os hondurenhos "não devem se deixar amedrontar pelos recentes atentados com explosivos registrados no país nem pelas ameaças de colocação de bombas (que são falsas), que foram divulgadas hoje em várias instituições públicas".

"Diante deste tipo de ameaças, o que estamos fazendo é ter maior presença nas ruas, estamos 100% trabalhando junto com as Forças Armadas", acrescentou.

"A sociedade não deve temer pelas ações inescrupulosas de um setor reduzido da população que não quer eleições", disse.

O destituído presidente, Manuel Zelaya, e a frente de resistência popular que exige sua restituição chamaram os hondurenhos a boicotar as eleições, mas sustentam que não promovem a violência, mas a via pacífica.

Zelaya permanece a partir de 21 de setembro na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde chegou após um exílio desde o golpe de Estado e seu envio à Costa Rica pelos militares em 28 de junho, quando o Parlamento designou Roberto Micheletti para substituí-lo.

A comunidade internacional não reconhece o Governo de fato e também muitos países e organismos internacionais anunciaram que não aprovarão o pleito deste domingo.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/golpehonduras/noticias/0,,OI4126123-EI14129,00-Honduras+recebe+reforco+na+seguranca+pelas+eleicoes+domingo.html


Lido 533 vezes   Comentários (0)
 
 
Impasse continua e votações sobre pré-sal são adiadas
Por Ingridy (A-16) - quarta, 25 de novembro de 2009, às 20:56:50
Categoria: Postagem Livre

BRASÍLIA (Reuters) - As votações dos projetos que alteram o marco regulatório do petróleo no Brasil foram novamente adiadas nesta quarta-feira na Câmara dos Deputados, depois que deputados de diferentes Estados entraram em conflito sobre a divisão dos royalties que serão recolhidos no futuro e também sobre quais áreas serão abrangidas pelo novo sistema.

Em determinado momento das discussões, deputados que representam os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, os principais produtores e maiores beneficiados atualmente pelo recolhimento de royalties, obstruíram as votações combatendo propostas que ampliam a distribuição deste tipo de recolhimento.

Com o plenário em clima de guerra, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), anunciou o adiamento até que seja possível alcançar algum consenso.

"A presidência não levará a voto os projetos até que se harmonizem e se compatibilizem os interesses de todos os brasileiros", disse Temer ao plenário.

"Vamos buscar até a próxima semana um entendimento com governo, Estados e municípios", acrescentou.

Mesmo o Executivo, que tem pressa em passar as medidas, concordou com a atitude de Temer, em face da situação na Câmara, como afirmou o líder do governo Henrique Fontana

(PT-RS).

"Não tem clima para votar nada nesta semana", acrescentou o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), um dos articuladores para se chegar a um entendimento e aprovar os projetos.

É o projeto de lei que institui o sistema de partilha de produção de petróleo no Brasil que criou o conflito, já que também define a distribuição dos royalties cobrados das petroleiras.

Atualmente, apenas os Estados e municípios produtores e com instalações petroleiras recebem diretamente fatias dos royalties, além da União. O projeto propõe que todos os Estados e municípios passem a receber, em diferentes proporções.

Representantes de produtores e não-produtores brigam para conseguir as maiores fatias possíveis.

Além disso, nessa semana duas novas propostas deixaram furiosos políticos como o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), aliado do presidente Lula.

Uma delas, da bancada do Nordeste, pedia que a eventual nova distribuição dos royalties fosse estendida às áreas já licitadas do pré-sal, que ficarão sob o sistema antigo de concessão.

Outra proposta, do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), foi além, ao requisitar que a nova divisão se aplique também sobre o regime de concessão.

Cabral disse que os deputados estariam querendo "roubar" o Rio de Janeiro.

SABIA QUE SERIA DIFÍCIL

O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), já havia informado mais cedo que a meta de votar nessa semana ao menos a proposta que institui o regime de partilha no setor de petróleo dificilmente seria atingida.

Além da partilha, também está na fila o projeto de lei da capitalização da Petrobras e o da criação do Fundo Social com recursos do pré-sal.

Quando negociou com o presidente Lula a retirada do regime de urgência para os projetos, Temer prometeu que colocaria todos em votação até 10 de novembro, ou seja, o tempo está se esvaindo e as matérias não avançam, com exceção do projeto que cria a Petro-Sal, já aprovado.

O governo pretende que o novo marco regulatório esteja aprovado até o primeiro trimestre do ano que vem, lembrando que ainda é preciso passar pelo Senado.

Pelo menos com relação à inclusão das áreas já licitadas na nova divisão de royalties parece que haverá consenso em que isso não ocorra.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou a jornalistas nesta quarta-feira que o governo é contra a proposta, ou seja, o que já foi licitado fica como está, tanto com relação ao regime de produção (concessão) como sobre a divisão dos royalties.

Fonte: http://economia.uol.com.br/ult...-sao-adiadas.jhtm


Lido 536 vezes   Comentários (0)
 
 
Zelaya pede que países da América ratifiquem repúdio à eleição
Por Beatriz (A-4) - segunda, 23 de novembro de 2009, às 12:48:39
Categoria: Postagem Livre

Líder deposto pede que não sejam adotadas "posições ambíguas ou imprecisas" sobre processo eleitoral do país

TEGUCIGALPA - O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, lançou um apelo aos países da América para que reiterem com firmeza seu repúdio ao golpe de Estado, que o destituiu em 28 de junho passado, e não reconheçam as eleições do próximo domingo. Em uma carta endereçada aos países do continente americano e lida por Zelaya na Embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde está hospedado desde o último dia 21 de setembro, ele advertiu que cada vez que se derruba um governo eleito pelos povos da América, "a violência e o terrorismo ganham uma batalha e a democracia sofre uma derrota".

 A carta foi enviada horas antes da reunião que será realizada pelo Conselho Permanente da OEA para analisar a situação do país centro-americano. A reunião deverá terminar com uma posição sobre o processo eleitoral. Contudo, países da região, como Brasil e Venezuela, já anunciaram que não reconhecerão o pleito. Já o Congresso Nacional de Honduras tem até o dia 2 de dezembro para decidir sobre o retorno do presidente constitucional.

 O mandatário deposto também fez um apelo à comunidade internacional para que "mantenha a firmeza na execução das resoluções aprovadas" pela Organização dos Estados Americanos (OEA), ONU e União Europeia e que não adote "posições ambíguas ou imprecisas como a que apresenta o governo dos Estados Unidos da América, já que veio debilitar o processo de reverter o golpe de Estado, mostrando a divisão da comunidade internacional".

 Zelaya denunciou que o regime de Roberto Micheletti pretende "legitimar" o golpe com as eleições gerais, marcadas para o próximo domingo, e alertou que isto "põe em risco a segurança democrática do hemisfério americano e a estabilidade dos presidentes da América". "Legitimar os golpes de Estado por meio de processos eleitorais espúrios divide e não contribui para a unidade das nações da América", enfatizou.

 Ao mesmo tempo, Zelaya agradeceu o apoio dos governantes da região para a assinatura do Acordo Tegucigalpa-San José, firmado sob mediação da OEA e do Departamento de Estado norte-americano em 30 de outubro e declarado fracassado em 5 de novembro, após Micheletti descumprir os termos acordados.

http://www.estadao.com.br/not...eicao,470649,0.htm


Lido 544 vezes   Comentários (0)
 
 
EUA pedem ao Irã que aproveite oportunidade e aceite acordo nuclear
Por Ingridy (A-16) - sexta, 20 de novembro de 2009, às 23:50:57
Categoria: Postagem Livre

Os Estados Unidos pediram nesta sexta-feira ao Irã que aproveite a oportunidade que a comunidade internacional lhe oferece e aceite o acordo nuclear proposto pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para o enriquecimento de seu urânio em solo exterior.

"Pedimos ao Irã que reconsidere a oportunidade oferecida por este acordo para atender às necessidades humanitárias de sua gente e que se comprometa seriamente conosco no diálogo e nas negociações", disse o porta-voz do Departamento de Estado, Robert Wood.

Os EUA, junto com seus parceiros do G6 (Reino Unido, França, China, Rússia e Alemanha) mais a União Europeia, manifestou esta manhã em Bruxelas sua "decepção" pela falta de progresso após a reunião com o Irã em 1º de outubro em Genebra.

Nesta reunião o Irã aceitou que uma missão da AIEA inspecionasse sua fábrica clandestina de enriquecimento nuclear de Qom.

"Estamos muito decepcionados pela falta de seguimento dos três pontos estipulados em Genebra", disse Wood, considerando que o regime iraniano "não se comprometeu em intensificar o diálogo".

Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um alerta ao Irã sobre as consequências de não responder à oferta de um acordo nuclear.

"O Irã levou semanas e não mostrou disposição para dizer sim a essa proposta, então, como consequência, iniciamos discussões com nossos parceiros internacionais sobre a importância de haver consequências", disse Obama em entrevista coletiva conjunta com o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, durante visita a Seul.

Obama disse que o Irã não terá um prazo ilimitado, o que torna a questão nuclear iraniana parecida com a norte-coreana.

"Não vamos repetir o que aconteceu com a Coreia do Norte, em que as negociações continuam para sempre sem que haja uma solução verdadeira na questão", disse Obama.

No entanto, o ministro do Exterior do Irã, Manouchehr Mottaki, minimizou a possibilidade de seu país sofrer novas sanções.

"Sanções eram a literatura das décadas de 1960 e 1970", disse ele em entrevista coletiva. "Acho que eles [Ocidente] são sábios o bastante para não repetir experiências fracassadas", acrescentou por meio de um intérprete. "É claro que isso depende deles."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fo...51.shtml


Lido 550 vezes   Comentários (0)
 
 
  Próxima Página >>