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Petróleo desperta o gigante Brasil, destaca jornal
Por Jéssica (A-18) - domingo, 22 de novembro de 2009, às 20:43:45
Categoria: Postagem Livre

22/11 - 12:35 - BBC Brasil

Com o petróleo da camada do pré-sal como munição, o gigante Brasil despertou, afirma uma reportagem especial da edição deste domingo do jornal espanhol "El País". A notícia de capa da revista semanal do diário afirma que o "tsunami de ouro negro" na costa brasileira pode financiar as principais ambições do governo de Luiz Inácio Lula da Silva: "Acabar com a pobreza e transformar o Brasil na 6ª potência do mundo, em porta-voz dos países emergentes; em líder da América Latina; integrante do Conselho de Segurança; financiar a saúde e a pesquisa. Cimentar uma industria nacional poderosa."

A reportagem afirma também que "o futuro do Brasil repousa nas entranhas do Atlântico", mas lembra que para atingir os seus objetivos, o país vai ter que superar a "eterna maldição da repressão, corrupção e desigualdade" que se abateu sobre diversos grandes produtores de petróleo - Nigéria, Venezuela e Irã, além de "monarquias do Oriente Médio".

O jornal espanhol comenta ainda o histórico brasileiro de dependência de importações de petróleo, "até meados dos anos 50, importava 95% do petróleo que consumia".

Modelo dinamarquês 

Hoje, por outro lado, destaca o "El País", as necessidades da indústria petroleira doméstica estão reanimando a economia do Brasil.

"O petróleo está reativando toda a indústria. Desde a siderurgia até o setor têxtil e de comunicações; desde os estudos sísmicos até o armazenamento do cru, do tratamento do gás e da elaboração de fertilizantes."

A reportagem do diário espanhol afirma que o Brasil de Lula quer seguir o modelo da Dinamarca, que "se transformou em uma peculiar e discreta potência petroleira administrada com cautela pelo Estado."
No entanto, a reportagem lembra que o Brasil "não é a Noruega", com sua população de quase 190 milhões de pessoas, 25% de pobres, altas taxas de violência e "más níveis de infra-estrutura e educação.

Entre os desafios brasileiros, o jornal enumera: "burocracia excessiva e corrupção. Graves problemas ambientais na Amazônia. Desequilibrios territoriais entre o paupérrimo norte e o ensolarado sul. E a enorme e histórica desigualdade da divisão da riqueza."

Por isso, a reportagem conclui que o petróleo precisa ser "o motor da mudança", "a pedra angular" do Brasil.

A notícia do "El País" também afirma que embora a promessa da riqueza do pré-sal ainda esteja "distante", ela teria alimentado a esperança do país e posto o País em movimento.

Por fim, o jornal ressalta o fato de o Brasil ter sido um dos primeiros países a dar mostras de recuperação após a crise econômica mundial e afirma que o país tem, sobretudo, "as maiores reservas de otimismo do planeta".

Fonte : http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc...l+9149938.html

Por : Jessica e Natália


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Cresce desigualdade entre árabes e judeus em Israel, diz relatório
Por Natália (A-25) - sexta, 20 de novembro de 2009, às 15:15:28
Categoria: Postagem Livre

Um relatório publicado pela ONG israelense Sikui apontou um crescimento da desigualdade entre cidadãos árabes e judeus de Israel nas áreas de saúde, moradia, trabalho e bem-estar social.

O relatório compara o investimento público destinado às duas populações e conclui que, de 2007 a 2008, a diferença em favor da população judaica aumentou em 2,8%.

De acordo com o relatório, em todos os parâmetros sociais, exceto na área da educação, existe uma tendência clara de aumento da desigualdade.

Um dos diretores da Sikui ("Chance", em tradução livre), Ron Gerlitz, disse que "as diferenças são alarmantes e aumentam a cada ano que passa; é necessário agir imediatamente para reduzi-las".

"Se o governo continuar agindo como age agora, as diferenças vão continuar aumentando. Os filhos dos cidadãos árabes crescem em casas mais pobres, suas escolas têm orçamentos menores e eles têm menos chances de estudar em uma universidade, não conseguem bons empregos e assim a pobreza se eterniza."

"Uma discriminação tão gritante não é saudável para a sociedade, a situação é perigosa e explosiva", advertiu Gerlitz.

Assistentes sociais

Na área do bem-estar social, a diferença entre os investimentos nas duas populações é particularmente alta e chega a 50%.

Cada assistentes social que trabalham em cidades árabes atende em média 500 pessoas. Já nas cidades de maioria judaica, o número de atendidos é de 330.

Na área da habitação as diferenças também são significativas. Em 2008 o Ministério da Habitação iniciou 13 vezes mais construções públicas para moradia da população judaica.

Os cidadãos árabes de Israel também sofrem com índices maiores de mortalidade infantil, em comparação com a maioria judaica.

Na população árabe o índice de mortes de recém-nascidos é de oito entre 1.000, já na população judaica o índice é de 3.2.

A única área na qual o relatório registrou uma diminuição das diferenças entre as duas populações é a da educação.

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que, no ano de 2008, houve uma ligeira redução das diferenças entre as duas populações. Mas eles afirmam que o nível da educação para os alunos árabes "ainda é muito mais baixo do que para os alunos judeus".

Segundo os pesquisadores, em 2008 houve uma melhora significativa no número de crianças árabes, na faixa etária de 3-4 anos, que foram integradas no sistema de Educação.

Porem, a ONG adverte que houve uma piora significativa no número de alunos árabes que conseguem obter o diploma de conclusão dos estudos secundários, de 49% em 2007 para 32% em 2008.

Tendencioso

O relatório também menciona o baixo número de funcionários estatais na população árabe.
Apenas 6% dos funcionários do Estado são cidadãos árabes, embora eles constituam 20% da população do país.

O diretor-geral do ministério do Bem Estar Social, Nahum Itzkovitz, afirmou que "o relatório da Sikui é tendencioso e apresenta dados incorretos".

"O governo vem fazendo esforços para reduzir as diferenças entre as duas populações e elas estão diminuindo", disse Itzkovitz à rádio estatal israelense.

"Recentemente aumentamos o numero de assistentes sociais para atender a população árabe", acrescentou.

Segundo o advogado Ali Haider, diretor da Sikui, os dados indicam que durante muitos anos os governos de Israel "ignoraram as necessidades da população árabe".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/f...80.shtml

Por: Natália e Jessica


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Brasil melhora cinco posições em ranking de corrupção
Por Jéssica (A-18) - terça, 17 de novembro de 2009, às 10:02:06
Categoria: Postagem Livre

17/11 - 09:03 - BBC Brasil

O Brasil subiu cinco posições no ranking anual de corrupção compilado pela organização Transparência Internacional (TI), divulgado em Berlim, Alemanha, nesta terça-feira.

O país recebeu este ano 3,7 pontos, numa escala de 0 a 10, passando da 80ª colocação em 2008, para o 75º lugar entre 180 nações analisadas, posição compartilhada com Colômbia, Peru e Suriname.

Apesar da melhora, o Brasil continua entre os países com índice alto de percepção de corrupção. O Brasil está apenas quatro posições à frente de Burkina Faso, China, Suazilândia e Trinidad e Tobago.

O índice é calculado com base em pesquisas feitas por instituições de renome, que ouviram especialistas e empresários, convidados a dar sua opinião sobre a percepção que têm da corrupção existente entre funcionários públicos e políticos de seus países.

A situação do Brasil é comparável à da América Latina como um todo: 21 dos 31 países da região incluídos no levantamento receberam pontuação abaixo de 5, indicando problemas sérios de corrupção. Nove deles não passaram dos 3 pontos, marco indicativo de corrupção desenfreada.

“Economias líderes na região, que deveriam se tornar bastiões anticorrupção, foram sacudidas por escândalos envolvendo impunidade, subornos, corrupção política e abuso da máquina pública”, diz o documento.

Com exceção da Guatemala, nenhum país da região registrou melhora significativa em sua pontuação.
O documento diz que instituições frágeis, práticas governamentais indevidas e influência excessiva de interesses privados continuam a minar esforços para promover desenvolvimento igualitário e sustentável na América Latina.

Além disso, acrescenta o relatório, jornalistas da região enfrentam um ambiente de restrições crescentes, com muitos países aprovando legislações destinadas a silenciar a cobertura crítica, o que limita a liberdade de imprensa e as possibilidades de divulgar as práticas de corrupção e seus impactos.

Ainda de acordo com a Transparência, a crise financeira expôs a importância de boa governança nos setores público e privado e das relações entre os dois setores, levando em conta os pacotes de estímulos que estão injetando grandes quantias de dinheiro nas economias afetadas.

O ranking mundial teve poucas alterações significativas. Nova Zelândia (terceiro lugar no ano passado) lidera o ranking atual, seguida da Dinamarca (líder em 2008). Cingapura passou do quarto para o terceiro lugar, dividindo a posição com a Suécia, que caiu da segunda colocação no ano passado.

Entre os países no final da lista estão nações marcadas por instabilidade política ou guerras, como Somália, Afeganistão e Mianmar.

O resultado nesses países, segundo a ONG, demonstra que nações tidas como as mais corruptas são também as que mais sofrem com conflitos longos, que destróem sua infraestrututa govermanental.

Fonte : http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc...cao+9115116.html

Por : Jessica e Natália


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Anfitrião de Copenhague e EUA já falam em adiar acordo sobre clima
Por Natália (A-25) - domingo, 15 de novembro de 2009, às 18:27:41
Categoria: Postagem Livre

O primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, do país que sediará a cúpula de dezembro, em Copenhague, propôs neste domingo (15) adiar decisões legais e definitivas para reunião posterior.

De acordo com o plano de Rasmussen, que foi bem recebido pelo público de 19 dos 21 dirigentes de países da Apec (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico), incluindo EUA, apenas um acordo político deverá acontecer nas negociações de 7 a 18 de dezembro.

Os compromissos específicos, como os números sobre a redução de emissões de poluentes, seriam deixados para outra cúpula. O dinamarquês definiu sua proposta como "um acordo em dois passos".

Os líderes consideram que "é pouco realista esperar que daqui ao começo de Copenhague, em 22 dias, se possa conseguir um acordo internacional legalmente vinculativo", explicou um dos assessores de economia dos EUA, Michael Froman.

O presidente norte-americano Barack Obama falou em apoio da proposta do primeiro-ministro, indicou o alto funcionário da Casa Branca, afirmando que Obama pediu aos outros líderes para "não deixar que o perfeito seja inimigo do bom".

Brasil e França

O anúncio do plano de adiamento foi feito um dia depois que Brasil e França cobraram EUA e China por esforços para Copenhague, e dois dias depois que o Brasil anunciou sua meta oficial e voluntária de corte de emissões de gás-estufa, de até 38,9%, o que frustra o impulso brasileiro.

"Não exigimos o impossível, temos que fazer o razoável", disse Lula. "Não podemos permitir que Obama e Hu Jintao [presidente da China] fechem acordo tomando como base apenas a realidade econômica de seus países, sem levar em conta suas responsabilidades. O mundo é multipolar", disse o presidente.

Lula afirmou até que telefonaria para o presidente dos EUA, Barack Obama, para debater o tema.

Impasses

As negociações andam atoladas em impasses, com os países em desenvolvimento acusando o mundo rico de não fixar para si metas suficientemente altas de redução das emissões de gases estufa até 2020.

"Em vista do fator tempo e da situação dos países individualmente, precisamos, nas próximas semanas, focar o que é possível e não deixar nossa atenção ser desviada para o que não é possível," disse aos líderes o primeiro-ministro dinamarquês.

Não ficou claro se a China, hoje o maior emissor de carbono do mundo, aderiu à proposta apresentada em Cingapura. Na reunião durante o café da manhã, o presidente chinês Hu Jintao falou sobre a necessidade de se criar um mecanismo de financiamento para os países ricos darem apoio financeiro aos países em desenvolvimento na luta contra as mudanças climáticas.

"Acreditamos que é melhor contar com algo bom que não contar com nada," disse o chanceler chileno Mariano Fernandez.

Suas declarações ganharam também o respaldo do presidente mexicano Felipe Calderon, que disse que, se for possível chegar a um acordo em Copenhague sobre um mecanismo de financiamento global, será "muito mais fácil acordar medidas claras e pragmáticas".

Como a primeira fase do Protocolo de Kyoto termina em 2012, as negociações entre 7 e 18 de dezembro, em Copenhague, são vistas como a última chance para todos os países concordarem em medidas difíceis mas necessárias para desacelerar o aquecimento global.

Os membros da Apec são: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, China, Hong Kong, Indonésia, Japão, Coreia do Sul, Malásia, México, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Peru, Filipinas, Rússia, Singapura, Taiwan, Tailândia, Estados Unidos e Vietnã.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u652743.shtml

Por: Natália e Jessica


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Meirelles ressalta eficiência do Banco Central na crise
Por Jéssica (A-18) - sexta, 13 de novembro de 2009, às 13:06:57
Categoria: Postagem Livre

13/11 - 11:05 - Agência Estado

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, voltou a destacar em seu discurso a rapidez da autoridade monetária no diagnóstico e na tomada de ações no combate aos efeitos da crise sobre a liquidez do sistema financeiro doméstico. Meirelles afirmou que "muitas pessoas esquecem da rápida ação que foi tomada", lembrando que, assim que foi anunciada a quebra do Lehman Brothers, nos EUA, o Banco Central anunciou, de Nova York, que começaria a emprestar reservas.

"Felizmente, nós tínhamos reservas, e pudemos reagir, diferentemente de outros países", afirmou Meirelles, em discurso realizado no 8º Seminário de Economia da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.

Meirelles lembrou que, quando os bancos internacionais passaram a restringir crédito, em meio a uma crise sistêmica séria e importante, o Brasil tinha recursos de reservas e de compulsórios, o sistema financeiro nacional tinha um colchão de capital e o setor público, uma situação financeira adequada.

Meirelles destacou que o total da demanda por dólares, no auge da crise, que o BC se propunha a atender somava US$ 80 bilhões, mas foram efetivamente emprestados apenas US$ 24 bilhões, sendo US$ 14,5 bilhões de venda de dólares no mercado à vista.

"Foi uma ação rápida", disse. "Muitas pessoas, na época, pediam ações precipitadas ou ansiosas. Mas era importante que tomássemos ações que fossem na direção necessária. Era preciso dimensionar o problema", afirmou.

A ação adequada do BC, segundo Meirelles, teve efeito multiplicador no mercado e reequilibrou as condições econômicas. Com isso, observou, a oferta de crédito doméstica foi retomada - Meirelles lembrou que em setembro de 2009, a média diária de concessão de crédito somou R$ 7,3 bilhões, acima da média observada entre janeiro e setembro de 2008, de R$ 7,1 bilhões.

Também as reservas internacionais voltaram a crescer. E o nível de emprego no Brasil já é melhor do que o período pré-crise. Meirelles chamou a atenção para o fato de terem sido criados, desde a crise, 1 milhão de empregos formais. Ainda que parte deles sejam de qualidade baixa - em função do avanço do emprego na área de construção civil, devido a estímulos governamentais - o quadro de emprego no Brasil "é um dos melhores, senão o melhor, do mundo."

Fonte : http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/13/meirelles+ressalta+eficiencia+do+bc+na+crise+9085914.html

Por : Jessica e Natália


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