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G20 tenta alcançar fórmula para suavizar tensão cambial
Por Gustavo (F-10) - quinta, 11 de novembro de 2010, às 19:02:55
Categoria: Postagem Livre

SEUL, 11 de novembro (Reuters) - O G20 seguia trabalhando nesta quinta-feira na busca de um acordo que ponha a economia global de volta nos trilhos, enquanto ressurgiam temores em relação à capacidade de a Irlanda pagar suas dívidas, em um reflexo dos persistentes efeitos da crise financeira global.

O G20 esperava utilizar um encontro de dois dias para recuperar a unidade construída durante o aprofundamento da crise há dois anos, com o objetivo de suavizar tensões cambiais geradas por desequilíbrios entre nações superavitárias e países que registram déficits comerciais.

Mas, mesmo com o presidente dos EUA, Barack Obama, expressando confiança de que os líderes vão encontrar uma fórmula para um crescimento mais equilibrado e sustentável, os negociadores discordaram quanto ao tom de um comunicado final a ser divulgado quando o encontro terminar, na sexta-feira.

"A persistência desses desequilíbrios é um problema no longo prazo, e isso tem de ser resolvido", disse o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper.

"Eles serão resolvidos neste encontro? Não estou tão certo, mas acho que estamos tendo discussões mais francas sobre algumas dessas questões, de que elas precisam ser sanadas", afirmou.

O encontro vem sendo visto como uma chance de as nações ricas chegarem a um acordo sobre como renovar a economia global com forças emergentes como Índia e China.

Mas os líderes pareceram pouco dispostos a se aventurarem muito além dos acordos alcançados por seus ministros de Finanças no mês passado.

"A questão verdadeira é, dado que isso é um problema, como faremos uma política coordenada? Não acho que deveria se exigir muito... porque tal coordenação política nunca foi obtida antes", disse à Reuters o representante-chefe da Índia no G20, Montek Singh Ahluwalia.

Um fator de irritação nos dias antes da reunião foi o anúncio de que o Federal Reserve irá comprar US$ 600 bilhões para estimular a economia norte-americana, algo que mercados emergentes temem que irá gerar uma onda de entrada de investimentos em seus mercados, o que elevaria a inflação e os preços de ativos.

O ex-chairman do banco central dos EUA Alan Greenspan tocou na questão ao afirmar que a política do Fed está propositalmente enfraquecendo o dólar.

Avançando a passos lentos

O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, afirmou que houve algum avanço nas negociações desde a reunião de ministros de finanças do G20 em Gyeongju, Coreia do Sul, no mês passado, mas ainda permanecem divisões profundas sobre qual seria a melhor forma de reduzir desequilíbrios no comércio internacional.

Uma primeira versão do comunicado final do encontro mostra que os líderes defenderão a ideia de "diretrizes indicativas" para diminuir superávits e déficits de conta corrente, que é a medida mais significativa aprovada em relação ao comércio.

Os líderes, no entanto, não decidiram se isso será baseado em indicadores "mensuráveis" ou, mais vagamente, em indicadores "quantitativos e qualitativos".


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Fayyad: bairros de Jerusalém farão parte da capital palestina
Por Izabelle (F-13) - terça, 02 de novembro de 2010, às 13:44:05
Categoria: Postagem Livre

O primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Salam Fayyad, afirmou nesta terça-feira, em Jerusalém Oriental, que os subúrbios da cidade ainda farão parte integral da capital palestina.

A declaração foi dada durante a inauguração de um colégio palestino recentemente renovado pela ANP, no bairro de Dahiat al-Barid, situado do lado palestino do muro de separação israelense que contorna Jerusalém. Fayyad reforçou o projeto de tornar Jerusalém Oriental a capital do Estado que os palestinos planejam fundar.

Ainda nesta terça-feira, Fayyad tinha previsto participar da inauguração de outro colégio, localizado na comunidade palestina de Anata, mas foi impedido pelo ministro de Segurança Pública israelense, Yitzhak Aharonovich, que o proibiu de participar de atos pela ANP nos limites que Israel considera como parte da cidade de Jerusalém.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, instruiu no dia anterior as forças de segurança para que não permitissem a participação do primeiro-ministro palestino em nenhum ato oficial em Jerusalém Oriental.

"Está estipulado nos Acordos de Oslo. Os palestinos não podem desenvolver atos oficiais dentro do território de Israel", disse um porta-voz do Escritório do Primeiro-ministro israelense à agência EFE.

 


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Mortos por tsunami vão a 343 na Indonésia
Por Izabelle (F-13) - quinta, 28 de outubro de 2010, às 21:20:59
Categoria: Postagem Livre

O número de mortos pelo tsunami que atingiu a Indonésia nesta segunda-feira aumentou para 343, à medida que mais corpos foran econtrados em buscas por ilhas remotas devastadas pela ondas gigantes. Segundo Ferry Faisal, funcionário da agência de controle de desastres, 338 pessoas ainda estão desaparecidas e 20 mil estão desalojadas.

O tremor de magnitude 7,7 foi registrado a cerca de 33 km de profundidade e a 78 km a oeste de Pagai Sul, nas Ilhas Mentawai, na noite de segunda, e destruiu casas na cidade costeira de Betu Monga e em outras localidades, segundo autoridades locais.

Segundo autoridades, o sistema de alerta instalado após o tsunami devastador de 2004 não estava funcionando há um mês por falta de manutenção.

Equipes de resgate buscam sobreviventes, enquanto em outro ponto do país, parentes e amigos enterram alguns dos 33 mortos pela erupção do vulcão Merapi.

O presidente Susilo Bambang Yudhoyono deve encontrar com sobreviventes de ambas as catástrofes, que atingiram o país em dias consecutivos.

O Merapi está situado bem no meio de uma região extremamente habitada no centro da Ilha de Java. Mais de um milhão de pessoas vivem sob a ameaça de uma explosão do domo de lava, de nuvens incandescentes e lahars - avalanches de lodo formados pela fluidificação de materiais vulcânicos saturados de água, comportando-se como um fluido viscoso.

FONTE: http://g1.globo.com/mun...donesia.html


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Bolsa de Cingapura SGX comprará australiana ASX por US$ 8,3 bi
Por Gustavo (F-10) - segunda, 25 de outubro de 2010, às 14:08:20
Categoria: Postagem Livre

SYDNEY/CINGAPURA, 25 de outubro (Reuters) - A Bolsa de Cingapura anunciou nesta segunda-feira acordo de compra da ASX, com sede em Sydney, por US$ 8,3 bilhões de dólares, para criar a quinta maior operadora de Bolsa de Valores do mundo.

A união de SGX e ASX, respectivamente segunda e terceira maiores Bolsas registradas da Ásia, busca evitar a ameaça de ambientes alternativos de negociação de ativos, organizar novas formas de crescimento e reduzir custos.

Trata-se da primeira grande consolidação envolvendo Bolsas de Valores da região Ásia-Pacífico.

O negócio ainda enfrenta vários obstáculos, incluindo a necessidade de que o Parlamento australiano elimine um limite de propriedade no capital da ASX de 15% por um único acionista.

(Por Michael Smith e Saeed Azhar)


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Analistas: Ahmadinejad no Líbano fortalece Irã e Hezbollah
Por Izabelle (F-13) - domingo, 17 de outubro de 2010, às 13:05:17
Categoria: Postagem Livre

A visita do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Líbano fortalece a posição do grupo xiita Hezbollah, um forte aliado do Irã, dentro do cenário político libanês e na região, e coloca o Irã em posição para desafiar o isolamento imposto pelos países ocidentais, disseram analistas ouvidos pelo Terra.

Segundo eles, Irã e Hezbollah ganham força com o apoio mútuo, já que o grupo xiita vem sofrendo uma pressão nos últimos meses por conta do Tribunal Especial da ONU (Nações Unidas), que deve indiciar membros seus pela morte do ex-prêmier libanês Rafik al-Hariri, em 2005.

O Irã, por suas vez, tenta desafiar os Estados Unidos e outros países ocidentais mostrando que tem uma posição de influência no Oriente Médio.

Para Hilal Khashan, professor de Ciência Política da Universidade Americana de Beirute, mesmo o líder iraniano tendo suas próprias razões e interesses, o Hezbollah ganha com a visita de Ahmadinejad por mostrar que tem o total apoio de seu maior patrocinador, uma potência na região.

"Obviamente que Ahmadinejad veio ao Líbano por suas próprias razões, a de enviar duas mensagens, uma para os Estados Unidos e outra para Israel. Mas o Hezbollah mostra a seus adversários políticos no Líbano que segue com a cobertura do Irã, seu forte aliado", disse Khashan.

Para ele, com Síria e Irã declarando seguidamente que permanecem unidos ao Hezbollah, o grupo xiita fica em posição privilegiada dentro do cenário político libanês.

"A Síria ainda exerce seu domínio na política libanesa, e o Irã, indiretamente, mostra que tem grande influência também. O Hezbollah tem o que outros partidos não têm tão explícito, um total apoio de duas potências regionais".

Segundo o general aposentado Elias Hanna, que leciona Ciência Política em várias universidades libanesas, com a visita de Ahmadinejad, o Hezbollah demonstra sua crescente significância regional, que consolidou o fato de que é o mais forte ator político com aumento de seu poderio militart desde a guerra de 2006 com Israel.

"Essa visita está realmente institucionalizando a importância do Hezbollah. O Líbano, e em particular o Hezbollah, representa a mais importante ferramenta para projetar poder, por causa do que o Hezbollah conseguiu nos últimos cinco anos", salientou Hanna.

Em seus discursos para líderes libaneses e em um comício no subúrbio sul da capital Beirute, o presidente iraniano destacou o total apoio ao Hezbollah, cujo líder, Hassan Nasrallah se encontrou com Ahmadinejad a portas fechadas.

"A mensagem dada por Ahmadinejad do tamanho do comprometimento da República Islâmica do Irã com o Hezbollah aos rivais políticos do grupo xiita foi clara", destacou o general libanês.

Segundo ele, com a crise política que se instalou no país por conta do tribunal da ONU sobre o indiciamento de membros do Hezbollah, Ahmadinejad veio ao Líbano para expressar que os aliados do grupo xiita vão defendê-lo a qualquer custo.

"Afinal, acusações contra o Hezbollah só irão danificar a imagem de seus principais patronos, Irã e Síria", completou Hanna.

Mensagem iraniana
Raghid al-Solh, analista político do Centro Issam Fares, em Beirute, disse que a visita de Ahmadinejad ao Líbano é também uma mensagem clara aos EUA e Israel de que o Irã não está isolado, e conta com aliados importantes. "A vinda de Ahmadinejad tem mais a ver com o status do Irã, o de consolidar sua cada vez mais crescente importância na região, especialmente nos acontecimentos no Iraque", explicou.

O líder iraniano, de acordo com al-Solh, está usando sua calorosa recepção em Beirute para dizer aos americanos que a tentativa de isolar o Irã e seus líderes está falhando.

Para ele, a ida de Ahmadinejad ao sul do Líbano, na fronteira com Israel, serve como um recado aos israelenses de que o Irã tem forças para atingir a fronteira israelense.

"Por anos, Israel vem ameaçando bombardear o território iraniano por conta de seu controverso programa nuclear. A presença de Ahmadinejad na fronteira é um recado claro de que uma retaliação iraniana viria do Líbano".

Para Hilal Khashan, Ahmadinejad está dizendo a Israel que uma divisão da Guarda Revolucionária está no Líbano, em referência ao Hezbollah. "Há a impressão de que ele está visitando sua frente de guerra. O recado é para que Israel pense duas vezes antes de atacar o Irã", explicou Khashan.

Mas os analistas concordam que a presença do líder iraniano não deve ajudar a resolver as questões internas libanesas, muito menos trazendo resultados práticos no cenário político do país.

"Ele não trará uma resolução para a crise ente o Hezbollah e a base governista em relação ao tribunal e outros assuntos, embora o grupo xiita fique fortalecido", disse al-Solh. "Para o Hezbollah, a visita de Ahmadinejad servirá também para aumentar a confiança de seus seguidores xiitas no Líbano", disse Khashan.

FONTE: http://noticias.terra.com.br/mun...a+e+Hezbollah.html

 


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