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Tumulto em ponte no Camboja causa mortes
Por Edpo (A-7) - segunda, 22 de novembro de 2010, às 23:09:44
Categoria: Postagem Livre
Número de mortos após tumulto

em ponte do Camboja passa de 300
Segundo o primeiro-ministro, confusão deixou 339 vítimas.
Acidente ocorreu na celebração do Festival das Águas em Phnom Penh.

Um tumulto em uma ponte superlotada de pedestres em Phnom Penh, capital do Camboja, deixou 339 mortos nesta segunda-feira (22), informou o premiê do país, Hun Sen, já na madrugada desta terça.

Segundo ele, há 329 feridos, e o número de vítimas ainda pode aumentar.

A maior parte das vítimas morreu por afogamento ou esmagadas no tumulto.

O acidente ocorreu enquanto milhões de pessoas ocupavam as ruas da cidade para comemorar o último dia do Festival da Água. Pelo menos 240 das vítimas são mulheres, segundo uma reportagem da TV Estatal, que indicou mais cedo haver 278 mortos..

Na TV estatal, o primeiro-ministro pediu desculpas pelo desastre, apresentou condolências às famílias de vítimas e disse que as causas da tragédia ainda são desconhecidas.

Os corpos foram colocados fora da ponte, que liga Phnom Penh a Diamond Island, uma pequena ilha onde eram realizadas festividades para marcar o final dos três dias do festival anual. Muitas pessoas caíram no rio Tonle Sap durante a confusão, segundo testemunhas.

Dezenas de pessoas estavam reunidas na porta do hospital Calmette da cidade, onde vários feridos eram atendidos.

Muitos dos que participavam do festival estavam em lágrimas, afirmou um jornalista da France Presse que acompanhava a celebração.

'Alguém me levantou'
Testemunhas relatam que a confusão começou na ponte mesmo.

"Estávamos cruzando, quando as pessoas começaram a empurrar do outro lado", disse Kruon Hay, de 23 anos. "Havia muitos gritos e pânico."

"As pessoas começaram a correr, e caíam uns sobre os outros. Eu também caí. Se sobrevivi, foi porque alguém me levantou. Muitos pularam na água", disse.

"É a maior tragédia que já vimos", disse Sok Sambath, governador de Daun Penh, o distrito em que ocorreu o incidente.

Milhares de pessoas se reuniram na capital nos últimos três dias para participar das regatas anuais, de shows e para assistir à queima de fogos de artifício.

O festival anual, um dos maiores e mais exuberantes do Camboja, marca a inversão do fluxo entre os rios Tonle Sap e Mekong.

Também é visto como uma forma de agradecer ao rio por ter dotado o país de terras férteis e abundância de peixe.

O premiê disse que uma comissão vai ser criada para investigar as causas do acidente.

Fonte:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/numero-de-mortos-apos-tumulto-em-ponte-do-camboja-passa-de-300.html


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Surto de cólera gera protestos no Haiti
Por Edpo (A-7) - quinta, 18 de novembro de 2010, às 23:19:28
Categoria: Postagem Livre
Jovens atacam capacetes azuis

brasileiros no Haiti
Surto de cólera já matou mais de mil pessoas no país.
Haitianos ocuparam o centro da capital em protesto contra epidemia.

Centenas de jovens haitianos ocuparam o centro de Porto Príncipe nesta quinta-feira (18), onde atacaram soldados brasileiros da força de paz da ONU e levantaram barricadas para protestar contra a epidemia de cólera.

Os manifestantes cercaram e atiraram pedras em um caminhão com soldados brasileiros da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), que tentaram afastar a multidão apontando suas armas, sem sucesso.

Durante o confronto, um soldado caiu e foi atingido por várias pedras, mas conseguiu se levantar e embarcou no caminhão, que escapou levando os militares brasileiros.

Os jovens bloquearam com caçambas de lixo as ruas próximas ao Palácio Presidencial, surpreendendo o pequeno contingente da Minustah que patrulhava a zona.

Os manifestantes, que se reuniram na praça do Campo de Marte, bem perto do Palácio Presidencial, gritaram slogans em creole tais como "A Minustah nos trouxe a cólera". Um cartaz em creole também indicava "A Minustah joga excrementos na rua".

"Estamos contra o poder e contra a Minustah, que não fazem nada. A Minustah deveria pacificar o país e hoje estamos pior. A Minustah mata haitianos", disse Ladiou Novembre, um professor do ensino médio.

Os jovens tentaram chegar à base da Minustah em Gourdon, mas foram impedidos por militares não identificados, que fizeram disparos e atiraram bombas de gás lacrimogêneo. Os manifestantes recuaram então para a praça do Campo de Marte, diante do Palácio Presidencial.

Nos campos de refugiados da capital, onde milhares de pessoas vivem em barracas, jovens também enfrentaram as tropas da ONU lançando pedras, e foram reprimidos com bombas de gás lacrimogêneo.

Na véspera, um homem morreu baleado e várias pessoas ficaram feridas depois de choques entre capacetes azuis e manifestantes em Cap-Haitien, norte do país.

No início da semana, confrontos entre manifestantes e capacetes azuis deixaram dois mortos e 14 feridos em Cap-Haitien, além de seis soldados da ONU feridos em Hinche (centro).

A epidemia de cólera já causou mais de 1.100 mortos no Haiti desde outubro, e a situação deve se agravar em um país onde milhões de pessoas vivem em campos de refugiados desde o terremoto de 12 de janeiro, em condições higiênicas precárias.

Fonte:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/jovens-atacam-capacetes-azuis-brasileiros-em-porto-principe.html


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Desabamento de prédio na Índia deixa vítimas e feridos
Por Edpo (A-7) - quarta, 17 de novembro de 2010, às 22:31:51
Categoria: Postagem Livre
Equipes buscam 20 soterrados 2

dias após desabamento de prédio

na Índia
Acidente ocorrido na segunda matou 66 e deixou 82 feridos em Nova Délhi.
Chance de haver sobreviventes diminui, segundo as autoridades.

Equipes de resgate continuavam nesta quarta-feira (17) a remoção de destroços do prédio residencial que desabou dois dias antes em Nova Délhi, matando 66 pessoas e deixando 82 feridas. Mas a chance de haver sobreviventes diminuía, segundo as autoridades.

Pelo menos 20 pessoas continuavam soterradas.

"As operações de resgate seguem", disse o comissário-chefe da Polícia de Délhi, Dharmender Kumar, à agência "Ians".

O acidente ocorreu no bairro de Lalita Park, no leste da capital indiana.

A Prefeitura de Délhi ordenou nesta quarta-feira a imediata retirada dos moradores de 38 edifícios próximos ao local em um prazo de 24 horas.

O proprietário do edifício, Amrit Singh, que estava em paradeiro desconhecido desde o momento do acidente.

Segundo o ministro das Finanças, A. K. Walia, a estrutura do edifício foi abalada possivelmente pelo acúmulo de água após as fortes chuvas na cidade até setembro.

Uma moradora do edifício explicou que, no imóvel, viviam cerca de 250 pessoas, a maioria migrantes de outros estados da Índia.

Fonte:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/equipes-buscam-20-soterrados-2-dias-apos-desabamento-de-predio-na-india.html


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Gabinete de Berlusconi se desfragmentando
Por Edpo (A-7) - segunda, 15 de novembro de 2010, às 23:33:06
Categoria: Postagem Livre
Quatro membros do gabinete de

Berlusconi pedem demissão na

Itália
Ministros eram apoiadores de Gianfranco Fini.
Destino do governo está em xeque desde que Berlusconi expulsou Fini.

Quatro membros do gabinete de Silvio Berlusconi apresentaram nesta segunda-feira (15) sua renúncia "irrevogável", intensificando o impasse político na Itália, informaram fontes oficiais. Os ministros eram apoiadores de Gianfranco Fini, porta-voz do partido Povo da Liberdade (PDL), que o primeiro-ministro ajudou a fundar em 2008.

São eles o ministro para a Política Europeia, Andrea Ronchi, o vice-ministro do Desenvolvimento, Adolfo Urso e os secretários de Estado para Agricultura, Antonio Buonfiglio, e Meio Ambiente, Roberto Menia, informaram fontes do novo partido ao qual aderiram formalmente, o Futuro e Liberdade para a Itália (FLI).

Também demitiu-se um quinto membro do executivo, Giuseppe Maria Reina, secretário de Estado de Infraestrutura e Transporte, do pequeno partido siciliano MPA, aliado de Fini.

Com a saída dos dissidentes do governo conservador, o primeiro-ministro Berlusconi será obrigado a reformar o gabinete, depois de perder o apoio de um de seus principais aliados, Gianfranco Fini, presidente da Câmara de Deputados e líder do FLI.

O magnata e primeiro-ministro italiano nega-se a renunciar ao cargo apesar dos pedidos feitos tanto pela oposição de esquerda quanto por seus antigos aliados, em meio a uma grave situação de paralisia econômica, somada a revelações de escândalos sexuais.

O magnata e chefe de governo italiano, que passou parte da semana na Coreia do Sul por ocasião da cúpula do G20, recusa-se a abrir uma nova fase de negociações, após ter perdido apoio do então principal aliado.

Uma guerra de moções, uma favorável no Senado, onde o primeiro-ministro tem ampla maioria, e outra contra, apresentada pela oposição de esquerda na Câmara de Deputados, onde perdeu a maioria, retratam o clima de confusão e ansiedade que predomina na península e que muitos editorialistas qualificam de "fim de um regime".

O alto escalão do Partido da Liberdade (PdL) ergueu uma verdadeira muralha de proteção ao redor de seu líder e advertiu que não aceitará formar um novo governo "com outro premier".

Para acalmar os ânimos, o porta-voz do PdL na Câmara de Deputados, Fabrizio Cicchitto, prometeu que será verificado se o governo tem maioria no Parlamento e, se o apoio se confirmar, "seguirá adiante". Chichitto quer que se respeite o calendário e se vote primeiro a lei orçamentária, "uma prioridade em um momento de crise econômica", e adiar as votações das moções, o que serviria para evitar eleições antecipadas ou a formação de um governo "técnico", com duração limitada.

O semanário L'Espresso trouxe, na capa da edição desta sexta-feira, uma foto da estátua do imperador romano Berlusconi que desmorona, resumindo em uma imagem a sensação que muitos observadores, cientistas políticos e editorialistas descrevem como "o desmoronamento geral".

"O colapso de Pompeia, as inundações no Veneto, a agonia da maioria, a economia paralisada, sem falar das prostitutas e das 'bunga bunga' (orgias). É preciso reconstruir a Itália", resumiu a revista.

Além das brigas entre a chamada casta política, das quais não se pode prever o resultado, o principal líder do país há quinze anos está afundado na desmoralização. "Berlusconi está com as horas contadas. Em pouco tempo a Itália se livrará de um câncer que tem destruído a economia nacional, desonrado as instituições e manchado os valores morais", disparou Leoluca Orlando, do movimento anticorrupção "Itália dos Valores".

Os excessos e abusos do magnata das comunicações no exercício do poder tem suscitado críticas e protestos de meios de comunicação, industriais e inclusive da Igreja italiana.

Dois vídeos divulgados semana passada, nos quais jovens esculturais são vistas entrando na residência privada do primeiro-ministro sem serem submetidas a controles, contribuíram para sujar ainda mais a imagem de Berlusconi, já gravemente afetada após o escândalo Ruby, uma menor de idade marroquina.

Este caso revelou que o chefe do Executivo chegou a intervir junto ao poder policial para liberar a jovem, acusada de roubar euros e jóias de uma amiga.

Fonte:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/italia-quatro-ministros-do-gabinete-de-berlusconi-pedem-demissao.html


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Em Seul, Obama adverte Coréia do Norte
Por Edpo (A-7) - quinta, 11 de novembro de 2010, às 22:21:56
Categoria: Postagem Livre
Em Seul, Obama diz que EUA

'jamais hesitarão' em defender

Coreia do Sul
Presidente disse que ações da Coreia do Norte levam país a 'isolamento'.
Coreia do Norte realizou testes nucleares em 2006 e 2009.

O presidente americano, Barack Obama, advertiu nesta quinta-feira (11) o governo da Coreia do Norte que os Estados Unidos jamais hesitarão em defender a Coreia do Sul, destacando que a aliança com Seul nunca esteve tão forte.

"Que Pyongyang não se engane: os Estados Unidos jamais hesitarão em relação ao seu compromisso de garantir a defesa da República da Coreia", disse Obama para soldados americanos baseados na Coreia do Sul. O presidente dos EUA está em Seul para o encontro do G20.

"A aliança entre nossas nações jamais esteve tão forte. E, como o restante do mundo, afirmamos claramente que a vontade da Coreia do Norte de se dotar de armas nucleares só levará a seu isolamento".

Obama afirmou que, se Pyongyang respeitar suas obrigações em matéria nuclear, poderá ser recompensada pela comunidade internacional, que lhe ajudará a combater, especialmente, a "flagrante pobreza" em parte de sua população.

O chefe do Organismo Internacional de Energia Atômica (OIEA), Yukiya Amano, disse na segunda-feira passada que o programa nuclear da Coreia do Norte permanece sendo motivo de "grande preocupação".

Pyongyang realizou um teste nuclear em outubro de 2006, e voltou a testar um artefato atômico em maio de 2009, um mês depois de abandonar as conversações sobre seu programa nuclear.

Fonte:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/obama-diz-que-washington-sempre-defendera-coreia-do-sul.html


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