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No G-20, Lula defende discussão de alternativa ao dólar no comércio
Por Gabriella (C-14) - quinta, 11 de novembro de 2010, às 19:39:44
Categoria: Postagem Livre

SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira, 11, a discussão de alternativas ao dólar como moeda usada nas transações comerciais.

Ao chegar em Seul, para a reunião do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), que tratará de temas da economia global, o presidente voltou a criticar o que chamou de "guerra cambial", travada principalmente por Estados Unidos e China.

"Nossa principal briga é com os Estados Unidos e a China. Não dá para continuar do jeito que está com a guerra cambial", afirmou o presidente, segundo informações da Agência Brasil.

Ao defender a retomada do debate sobre alternativas ao dólar no comércio global, Lula lembrou que os países que compõem o Bric --Brasil, Rússia, Índia e China-- já vêm tratando do assunto.

"Desde o ano passado, estamos chamando o Bric para substituir o dólar nas transações. É um trabalho de convencimento", comentou.

Lula aconselhou ainda o governo de sua sucessora Dilma Rousseff, que assume em 1o de janeiro, a buscar aumentar o comércio exterior do país e disse que o governo precisam atuar como "mochileiro".

"A gente não venderá, se ficar em Brasília chorando. A gente tem de colocar nossos produtos como se estivessem em uma mochila", disse o presidente, de acordo com a agência estatal.

 

fonte: Estadao.com.br


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Dilma está à frente de Sarkozy e Hillary Clinton em ranking de poderosos da 'Forbes'
Por Fernanda (C-13) - quinta, 04 de novembro de 2010, às 19:28:16
Categoria: Postagem Livre

No ranking que elegeu as 68 pessoas mais poderosas dentre os 6,8 bilhões de habitantes do planeta, a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff (PT), ocupa a 16ª posição.

Veja quem são as 10 pessoas mais importantes do mundo, segundo a "Forbes":

Hu Jintao

Barack Obama

Abdullah bin Abdul Aziz al Saud

Vladimir Putin

Papa Bento 16

Angela Merkel

David Cameron

Ben Bernanke

Sonia Gandhi

10º Bill Gates

 

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/pod...os-da-forbes.shtml


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Argentinos prestam homenagem a Néstor Kirchner
Por Fernanda (C-13) - quinta, 28 de outubro de 2010, às 16:50:46
Categoria: Postagem Livre

Em frente à casa Rosada

fonte: http://g1.globo.com/mun...chner.html


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Presidente do Chile compara 33 países da OCDE a mineiros
Por Gabriella (C-14) - quinta, 21 de outubro de 2010, às 11:10:21
Categoria: Postagem Livre
Lúcia Müzell Direto de Paris

O presidente chileno, Sebastián Piñera, comparou nesta quinta-feira os 33 mineiros salvos no acidente na mina San José aos 33 países-membros da Organização pela Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que agrupa as economias mais industrializadas do mundo. "Temos uma grande coincidência com o número 33", disse o presidente. "Eu acho que os 33 membros da OCDE não são mineiros, mas são salvadores, porque eles podem ser muito úteis para ajudar não somente os países em desenvolvimento, mas o mundo inteiro, ao apontar as melhores políticas que devem ser aplicadas", analisou Piñera, na sede da organização, em Paris, após a formalização da adesão do Chile à OCDE.

O presidente, cujo país foi admitido em maio como um novo membro da OCDE, assinou um compromisso de desenvolvimento a curto e a longo prazo com o secretário-geral da organização, Angel Gurría. O secretário-geral parabenizou Piñera pelo resgate dos mineiros e disse que o exemplo de união dado pelo Chile ao mundo durante a operação de salvamento é uma inspiração para a OCDE. "A operação em San José é uma lição muito valiosa: se nós permanecemos juntos e agimos juntos, nós vencemos", declarou Gurría.

No momento do seu discurso no plenário da OCDE, Piñera não perdeu a oportunidade de exaltar o sucesso do resgate e chegou a mostrar um vídeo de melhores momentos à plateia. Enquanto o vídeo era exibido, ele roia as unhas e parecia enxugar lágrimas. Logo após os discursos, Piñera e Gurría se dirigiram à sala onde estavam os jornalistas. Apressado, o presidente deixou o local 10 minutos após o início da coletiva, já que deveria seguir no início da tarde para a Alemanha, onde realiza visita oficial. O tour europeu do chileno começou no sábado, em Londres.

Questionado sobre se a suposta lentidão na reconstrução do Chile após os violentos terremotos de fevereiro não afetavam a imagem no País - sobretudo agora que os chilenos integram uma organização como a OCDE -, Piñera defendeu-se afirmando que "jamais um país agiu tão rápido" diante de uma catástrofe natural da amplitude dos tremores que, segundo ele, foram "o quinto pior terremoto da humanidade". Ele reiterou que assume a responsabilidade em reconstruir as áreas atingidas, mas não determinou prazos.

O presidente afirmou estar convencido de que os países em desenvolvimento vivem hoje a melhor oportunidade para integrarem o mundo desenvolvido. Ele se comprometeu a acabar com a pobreza no Chile até o final da década e inserir o Estado no grupo dos países desenvolvidos. Piñera lembrou que o PIB do País voltou a crescer em 2010, depois de ter retrocedido 1,5% em 2009 e deve chegar ao final do ano com aumento de 6%.

Comentando a guerra cambial supostamente em curso em grandes economias como a China e os Estados Unidos, afirmou que a prática da desvalorização das moedas nacional "é o pior que poderia acontecer no mundo", junto com o aumento do protecionismo. Ao mesmo tempo, Gurría destacou que a política econômica do Chile é um exemplo neste sentido, pois adota o câmbio flutuante - ao contrário da China, por exemplo. Segundo o secretário-geral, os países devem manter o câmbio livre garantir a saúde da economia de livre comércio mundial. Ele ressaltou que este será um dos temas tratados na próxima reunião do G20, que acontece neste final de semana, na Coreia do Sul.   Fonte: http://not.economia.terra.com.br/not..._EST_79345625
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O multiculturalismo faliu na Alemanha e posturas racistas crescem. Sarkozy, Merkel e Medvedev discutem segurança e economia até terça-feira
Por Gabriella (C-14) - segunda, 18 de outubro de 2010, às 16:59:59
Categoria: Postagem Livre
Tags:, , , - walterfm1 às 14:21


Hoje, na França, Sarkozy, Merkel e Medvedev iniciaram um summit para discutir segurança, previdência social e economia. O encontro começou com um almoço com frutos do mar, em Deauville. A chefe do Executivo tedesco, Angela Merkel, e os presidentes da França e da Rússia, Nicolas Sarkozy e Dmitri Medvedev, manterão reuniões até amanhã, terça-feira.

Questões referentes à imigração e à integração serão objeto de conversas reservadas. O presidente francês, preocupado com a queda da popularidade e os reflexos da última greve que mobilizou o país, vai querer, no encontro, sair como “pai” do projeto que cria um sistema de segurança pan-europeu.

Para as entrevistas, a mais requisitada será Merkel. Isso pelas suas últimas declarações, que ganharam as primeiras páginas dos jornais europeus no fim de semana. Segundo frau Merkel, “o multiculturalismo faliu na Alemanha”. Na sua visão, a integração do estrangeiro na Alemanha, iniciada nos anos 70 por ocasião da prosperidade econômica que exigia mão de obra, não vingou, apesar dos esforços e tentativas de unir os que eram etica e culturalmente diferentes. Comunidades de turcos e árabes, por exemplo, vivem isoladas. Muitas famílias não falam a língua alemã e existem casos de pais que proíbem os filhos de frequentar as escolas alemãs.

A tomada de posição de Merkel vem num momento em que a direita xenófoba cresce e a crise econômica é sentida por toda a Alemanha. O tema do multiculturalismo entrou na agenda alemã em razão da grande repercussão do livro escrito por Thilo Sarrazin. Para o autor, os imigrantes não estudam, não trabalham e têm por objetivo empobrecer e povoar a Alemanha. Uma visão claramente racista,

Ao admitir a falência do multiculturalismo na Alemanha, frau Merkel alertou que não fechará as portas. Apenas exigirá do estrangeiro outra postura, com novas obrigações como, por exemplo, falar e ler em alemão.

PANO RÁPIDO. O presidente da Alemanha já tomou posição firme ao declarar que o “islã é parte da Alemanha e o futuro será dos países multiculturais”. O líder da região da Bavária, Horst Seehofer, atacou a posição do presidente e disparou: “Não precisamos de outros imigrantes árabes e turcos”.

Como se sabe, residem na Alemanha pouco mais de 15 milhões de origem estrangeira e o país conta com 82 milhões de habitantes.

Na Europa, infelizmente, os discursos populistas, filo-fascistas, ganham seguidores e os partidos aumentam o número de cadeiras nos parlamentos. Hoje, na Alemanha, já conseguem 10% dos votos.

Wálter Fanganiello Maierovitch

Fonte: http://maierovitch.blog.terra.com.br/201...-economia-ate-terca-feira/


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