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EUA apresentarão à Otan plano para encerrar combate no Afeganistão até 2014
Por Caroline (C-7) - segunda, 15 de novembro de 2010, às 10:51:12
Categoria: Postagem Livre
Os Estados Unidos desenvolveram um plano para transferir a segurança em áreas selecionadas do Afeganistão nos próximos 18 a 24 meses, como parte da estratégia para encerrar os combates das tropas estrangeiras no país até 2014. O plano, segundo o jornal "The New York Times", será apresentado em reunião da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), em Lisboa (Portugal), nesta semana. O plano reflete "a mais concreta visão de transição no Afeganistão desde que o presidente Barack Obama assumiu", segundo o "NYT". Ele segue vários conceitos utilizados na retirada das forças americanas do Iraque, de onde as tropas de combate saíram em agosto passado. E será comandado pelo general David Petraeus, nome responsável pela virada da guerra no país do Oriente Médio. "Iraque é um exemplo de como fazer a transição no Afeganistão. Mas a chave será construir uma força afegã que é verdadeiramente capaz de assumir a liderança", disse um oficial ao "NYT", sob condição de anonimato. Os oficiais consultados pelo jornal ressaltam que a transição deve ser feita com base nas condições in loco e não ditada de Washington e que deve ser um processo longo. Mesmo sem a certeza de que as forças de segurança afegãs estão prontas para assumir e apenas um ano depois de enviar um reforço de 30 mil soldados, o governo Obama já está definindo quais áreas serão entregues às forças afegãs --que devem incluir Khost e Candahar, algumas das mais violentas. Elas devem ser determinadas até o fim do ano ou, no máximo, no início de 2011 e o processo de transição deve ser terminada em 2012. Como no Iraque, mesmo depois da transição, haverá forças da Otan no Afeganistão prontas para responder em caso de necessidade. E mesmo depois de 2014, com a retirada das tropas de combate, milhares de soldados devem permanecer para treinamento e outras assistências. CUSTO O plano de retirada chega dias depois de uma força-tarefa independente alertar o presidente Obama sobre o alto custo da guerra no Afeganistão. O relatório afirma que Washington deve considerar uma redução da missão militar caso a revisão prevista para dezembro conclua que a atual estratégia não está funcionando. A comissão de 25 integrantes, sob comando do ex-subsecretário de Estado Richard Armitage e do ex-assessor de segurança nacional Samuel Berger, apontou "sinais esperançosos" no Afeganistão, como a melhora no treinamento das forças locais de segurança, mas também alertou que outras tendências são desencorajadoras. "O quadro nebuloso e os altos custos geram a questão de se os Estados Unidos deveriam agora diminuir suas ambições e reduzir sua presença militar no Afeganistão", disse o relatório de 98 páginas. "Temos em mente a ameaça real que enfrentamos, mas também estamos cientes dos custos da atual estratégia. Não podemos aceitar esses custos a não ser que a estratégia comece a dar sinais de progresso", disse a força-tarefa. Do contrário, "a força-tarefa recomenda uma mudança para uma missão mais limitada, com um nível de força militar substancialmente reduzido." O trabalho foi patrocinado pela entidade Conselho de Relações Exteriores, sem ter sido solicitado pelo governo. Ex-funcionários do Executivo, militares, acadêmicos e jornalistas participaram do trabalho, que ouviu membros do governo envolvidos na questão.
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França assume Presidência do G20 com ambição e agenda difícil
Por Paula (C-23) - sábado, 13 de novembro de 2010, às 11:54:09
Categoria: Postagem Livre

A França assume neste sábado a Presidência rotativa do G20 com um ambicioso programa por parte do presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o desafio de implantar complexas propostas estipuladas esta semana em Seul.
Além disso, o G20 terá que enfrentar uma possível expansão da crise de dívida pública suscitada na Irlanda e que poderia chegar a países como Espanha, Itália, Portugal e Grécia.
Sarkozy saiu vitorioso na sexta-feira quando seu colega sul-coreano, Lee Myung-bak lhe ofereceu o bastão ao afirmar que a "França já contribuiu para o consenso" do grupo que integra os países mais desenvolvidos e os emergentes após a assinatura de um documento de intenções, que não serão concretizadas até 2011.
Ao contrário da Presidência do G8, que a França assumirá em janeiro, a do G20 se obtém mediante um calendário negociado. Dessa forma, alguns analistas acham que o presidente francês pretende se apoiar em sua projeção internacional para distrair a atenção da oposição social, que sofre por seu plano de previdência, e conseguir a reeleição em 2012.
"Em uma escala de dificuldade, o G20 é mais difícil (que a Presidência da UE em plena crise de 2008), sem dúvida. As diferenças em cultura, vínculos, história e interesses são maiores comparadas com as europeias", disse em Seul no fechamento da cúpula que girou em torno das tensões entre China e Estados Unidos por seus problemas cambiais.
O presidente francês anunciou que durante sua Presidência não vai dizer aos países do grupo o que precisam fazer.
A agenda do G20 para a Presidência francesa inclui um compromisso para evitar as desvalorizações competitivas e trabalhar para reduzir os desequilíbrios mundiais uma vez identificadas, em 2011, as distorções que afetam cada país, além de uma série de normas para que os bancos paguem por seus resgates.
O documento também inclui os perigos de uma escalada de desvalorizações competitivas e de fluxos de capital volátil, além de um dos 12 objetivos mais ambiciosos apresentados por Sarkozy em agosto para sua agenda presidencial do G20: acabar com o predomínio do dólar como moeda de referência de reservas e buscar divisas alternativas.
A agenda de Sarkozy "é de uma ambição sem igual", disse à Agência Efe John Kirton, codiretor do grupo de pesquisa do G20 da Universidade de Toronto, e presente na cúpula de Seul.
Esta ambição "é gaullista", acrescentou Kirton em referência ao líder Charles de Gaulle, que transformou o ouro, maior parte das reservas francesas, em dólares, uma medida que acelerou em 1971 o abandono do uso do metal para definir taxas de câmbio em favor da moeda americana.
A substituição do bilhete verde como divisa de referência é uma das duas propostas mais atrevidas do presidente francês para o G20; a outra é a reforma do Conselho de Segurança da ONU, segundo Kirton.
Sarkozy disse, em agosto, que afrontará os objetivos com os quais o grupo se comprometeu em Pittsburg (EUA), em 2009, já que, embora o trabalho fosse "importante e a credibilidade do G20 dependesse dele", não parecia suficiente.
"Paradoxalmente, vai ser mais fácil ser atrevido", assegurou, e esboçou uma dúzia de propostas, como as duas mencionadas, e outras entre as quais estão incluídos o reforço de mecanismos de gestão de crise com diretrizes multilaterais e a criação de um novo mecanismo de consulta de divisas além do grupo de ministros de finanças e governadores de bancos centrais do G7.
Outras propostas são regular os preços das matérias-primas para evitar a especulação, criar ferramentas para que os países importadores se protejam contra a volatilidade das divisas, uma reforma de gestão do G20 que inclua um secretariado, o desenvolvimento global, normas de boa conduta e melhores práticas para a ajuda pública.
E também um imposto para transações financeiras, enfrentar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e o problema da mudança climática abordado na cúpula de Copenhague.
Caso consiga avanços em algum destes objetivos, Sarkozy pode renovar o apoio popular quando terminar sua Presidência do G20, justo antes das eleições na França.
A proposta do presidente francês de uma aliança de segurança com a Rússia é vista por Washington como uma desestabilização contra sua suposta hegemonia, que lembra a Guerra Fria.
A Presidência francesa do G20 acaba com a cúpula que será realizada em Nice, no final de 2011.

FONTE: http://noticias.terra.com.br/mun...94,00.html


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Obama pede que líderes do G20 façam sua parte
Por Paula (C-23) - quarta, 10 de novembro de 2010, às 14:15:05
Categoria: Postagem Livre

Força do dólar segue como uma das bases da economia dos EUA, afirmou.
Segundo ele, economia forte dos EUA é vital para a recuperação mundial.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, procurou mudar o foco do G20 para os desequilíbrios globais e tirar de evidência as políticas de seu país, enquanto líderes globais se reuniam em Seul nesta quarta-feira (10).
Obama, que enfrenta críticas à política norte-americana de estímulos monetários ao chegar para a cúpula de dois dias do G20, disse que uma economia forte dos EUA é vital para a recuperação mundial.
"Uma recuperação forte cria postos de trabalho: renda e consumo é a contribuição mais importante que os Estados Unidos podem fazer para a recuperação global", afirma em carta enviada aos líderes do G20 na terça-feira. "A força do dólar continua sendo uma das bases da economia dos Estados Unidos", completa o texto.
O líder norte-americano pediu que os colegas do grupo deixem de lado as diferenças e façam sua parte para incentivar o crescimento econômico.
“'Quando todas as nações fazem sua parte... nós todos nos beneficiamos do crescimento mais alto”, disse Obama no documento.
Críticos dizem que a política do Federal Reserve enfraquece o dólar em detrimento a outras nações, mas Obama afirmou que a força do dólar depende da força da economia norte-americana.
Na carta, Obama buscou retornar a discussão aos desequilíbrios globais e insistiu que os EUA não são o único país que precisa mudar suas maneiras para conduzir uma recuperação estável e forte.
“Assim como os Estados Unidos precisam mudar, também precisam aquelas economias que dependeram anteriormente de exportações para ofuscar a fraqueza de sua própria demanda”, disse Obama, em referência indireta à China.
Obama chegou nesta quarta-feira (10) a Seul, capital sul-coreana, para participar da cúpula do G20, das principais potências industrializadas e emergentes, a partir de quinta-feira. O presidente, que terá uma intensa agenda bilateral à margem da reunião, incluiu a passagem por Seul em um giro de dez dias pela Ásia, que começou por Índia e Indonésia e terminará pelo Japão.

FONTE: http://g1.globo.com/eco...sua-parte.html


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Para Mantega, G20 precisa agir contra 'guerra cambial' para evitar 'salve-se quem puder'
Por Paula (C-23) - quarta, 10 de novembro de 2010, às 14:04:25
Categoria: Postagem Livre

Mantega participa, ao lado de Lula, da reunião de cúpula do G20 em Seul, entre quinta e sexta-feira.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira em Seul que o G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) precisa tomar medidas para controlar a chamada "guerra cambial" e evitar um "salve-se quem puder" de medidas protecionistas.
Mantega participará, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da reunião de cúpula do G20 que acontece na capital sul-coreana, entre quinta e sexta-feira.
Segundo o ministro, se o G20 não adotar uma medida conjunta para evitar que países desvalorizem intencionalmente suas moedas com o intuito de beneficiar suas exportações, os demais países serão obrigados a tomar medidas protecionistas unilaterais.
"Vários países já estão tomando medidas para se defender", afirmou Mantega. "É o caso da China, que limita a entrada de dólares no país, assim como a Índia. A Coreia do Sul também está tomando medidas. No Brasil, aumentamos a taxação do investimento estrangeiro de curto prazo", elencou.
"Daqui a pouco, vamos ter medidas generalizadas de proteção", advertiu.

Estados Unidos
Mantega voltou a criticar os Estados Unidos pela decisão anunciada na semana passada pelo Fed (o Banco Central americano) de injetar US$ 600 bilhões na economia local por meio da compra de títulos públicos.
Segundo ele, ao fazerem isso, os Estados Unidos provocam a desvalorização de sua moeda e estimulam um fluxo de capitais para países emergentes, que oferecem atualmente taxas de juros mais altas do que os países desenvolvidos.
"O problema é que quando os Estados Unidos põem mais US$ 600 bilhões em circulação, isso não vai para a produção, não vai gerar empregos nem estimular o consumo interno", afirmou.
"Com mais dinheiro no mercado, os investidores vão aproveitar os juros mais altos em outros lugares, aplicar nas bolsas desses países ou investir em commodities, elevando os preços e gerando inflação em nossos países", disse. Para o ministro, uma discussão que estava "oculta" há tempos, com as principais críticas voltadas à China, que mantém uma política de câmbio fixo com o yuan atrelado ao dólar, "pegou fogo" nos últimos dias com a decisão anunciada pelo Fed.
"Essa era uma questão oculta, que procuramos revelar, mas que pegou fogo por conta da política monetária dos Estados Unidos para desvalorizar o dólar", afirmou.
Mantega foi a primeira figura de peso internacional a usar a expressão "guerra cambial" para se referir às disputas sobre as moedas, no final de setembro.

China
O ministro reconheceu que a China e outros países asiáticos também adotam medidas para evitar a valorização de suas moedas, mas afirmou que "quando são os Estados Unidos que tomam uma medida como essa, a coisa fica mais grave, porque afinal de contas, o dólar é a moeda internacional".
"O mundo tem mais de US$ 8 trilhões em reservas em dólar. É muito grave quando a maior economia do mundo adota uma medida dessas", afirmou. "Queremos evitar esse conflito, caso contrário é o salve-se quem puder."
Mantega disse que o Brasil defenderá durante a reunião de cúpula do G20 a adoção de uma cesta de moedas como nova referência para as transações internacionais. Para ele, o dólar não pode mais ser a moeda predominante.
"O volume das transações em dólar ultrapassou em muito a importância da economia americana", afirmou. "Antes a economia americana reinava no mundo, mas hoje outros países estão se aproximando."
Ele sugeriu que os DES (Direito Especial de Saque), títulos de uso limitado emitidos pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e baseados no dólar, no euro, no iene japonês e na libra britânica, tenham seu uso ampliado e passem a incorporar também o real e o yuan chinês.

'Bagunça'
Para o ministro, hoje o sistema financeiro internacional está "bagunçado".
"Com o acordo de Bretton-Woods no pós-guerra, os países tinham taxas de câmbio fixas, que só podiam ser desvalorizadas com a autorização do FMI. Hoje temos de tudo, taxas flutuantes como o real ou fixadas ao dólar, como a China. Há países que controlam o fluxo de capitais, outros que não controlam", explicou.
Para ele, "está na hora de uma homogeneidade maior". Mantega elogiou a decisão da França, país que assumirá a presidência temporária do G20 após a Coreia do Sul, de colocar a questão da reforma do sistema financeiro internacional na agenda.
Mantega disse ainda que o Brasil deve defender que os países desenvolvidos, cujas economias ainda lutam para se recuperar da crise global iniciada em 2008, estimulem seus mercados internos.
"É preciso rever as estratégias dos países, porque a retomada do crescimento não aconteceu como esperávamos", afirmou.
Para ele, alguns países desenvolvidos se precipitaram ao retirar as medidas de estímulo econômico e adotar políticas de cortes de gastos para reduzir seus déficits fiscais.
"É mais fácil diminuir o déficit depois que a economia tenha sido estimulada. A não ser que façam o controle do déficit às custas de outros países, usando mercados alheios", afirmou, em referência à medida adotada pelo Fed. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

FONTE: http://www.estadao.com.br/not...m-puder,637783,0.htm


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Irã quer que negociações sobre programa nuclear ocorram na Turquia
Por Paula (C-23) - domingo, 07 de novembro de 2010, às 20:52:39
Categoria: Postagem Livre

TEERÃ - O Irã propôs neste domingo, 7, que a nova rodada de negociações entre o país e as potências ocidentais seja realizada na Turquia, embora a data não tinha sido anunciada, segundo informações passadas pelo ministro de Exteriores, Manouchehr Mottaki.
O chanceler disse que a República Islâmica informou "seus amigos na Turquia" que planeja realizar as negociações em território turco. Ele ainda afirmou que o Irã "está esperançoso de que a agenda em torno das conversas se acertará em breve".
O governo de Teerã anunciou anteriormente que estaria pronto para retomar as negociações sobre o programa nuclear com o grupo 5+1 - formado por EUA, China, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha - depois do dia 10 de novembro.As potências ocidentais acusam o Irã de esconder, sob seu programa nuclear civil, outro de natureza clandestina e aplicações bélicas, cujo objetivo seria a aquisição de armas atômicas. Teerã nega tais alegações.
As tensões sobre o programa nuclear iraniano se acirraram no final do ano passado após o Irã rejeitar uma proposta de troca de urânio feita por EUA, Rússia e Reino Unido. Meses depois, o país começou a enriquecer urânio a 20%.
Um acordo mediado por Brasil e Turquia para troca de urânio chegou a ser assinado com o Irã em maio. O acordo, porém, foi rejeitado pelo Grupo de Viena - composto por Rússia, França, EUA e AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) - e o Conselho de Segurança da ONU optou por impor uma quarta rodada de sanções ao país.

Extra:
Especial:
O programa nuclear do Irã
 Veja as sanções já aplicadas contra o Irã

FONTE: http://www.estadao.com.br/not...rquia,636217,0.htm


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