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ONU acusa Israel de tentar eliminar provas de ataque a frota humanitária
Por GeoAnalitica - terça, 28 de setembro de 2010, às 21:10:09
Categoria: Postagem Obrigatória

ONU acusa Israel de tentar eliminar provas de ataque a frota humanitária

Israel tentou desde o começo eliminar as provas da brutalidade que utilizou no ataque contra a frota humanitária que pretendia romper o bloqueio à Gaza no dia 31 de maio, disse nesta terça-feira a missão de juristas que investigou o incidente por incumbência do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

"Quando os militares tomaram o controle do barco (Mavi Marmara), confiscaram escrupulosamente todo o material que os passageiros tinham filmado, assim como todas as câmeras, telefones celulares e computadores portáteis", disse o presidente da missão, o ex-juiz do Tribunal Penal Internacional de Haia Karl Hudson-Philips, em entrevista coletiva.

"Deste fato, concluímos que a estratégia era controlar a informação e monopolizar da versão do acontecimento", acrescentou.

O relatório, publicado no último dia 22, sustenta que "o ataque utilizou um nível inaceitável de brutalidade, uma conduta que não pode ser justificada por razões de segurança ou outras".

No ataque morreram nove ativistas turcos e outros 30 ficaram feridos e, segundo a missão no relatório apresentado ao Conselho de Direitos Humanos, "das provas e análises fornecidas por legistas e especialistas em balística se conclui que seis das vítimas foram executadas sumariamente".

Duas delas foram baleadas quando já se encontravam gravemente feridas e indefesas, e outras duas foram atingidas quando estavam fazendo gravações com câmeras. Um destes executados recebeu um disparo entre os olhos quando estava filmando os soldados israelenses, segundo as conclusões dos três juristas.

De acordo com a missão investigadora, as imagens que puderam ser vistas da noite do ataque - liberadas pelas autoridades israelenses - são uma parte ínfima de todas as existentes e "foram divulgadas de maneira seletiva".

Para realizar sua investigação, a missão entrevistou 112 do total de 700 passageiros de 20 nacionalidades que estavam nos seis navios que formavam a frota humanitária.

Os governos da Turquia e da Jordânia apoiaram a viagem dos analistas a esses países para colher os depoimentos.

"A partir de todos esses testemunhos, assim como de outras fontes, podemos constatar sem dúvidas que Israel violou o direito humanitário internacional e as leis de direitos humanos", ressaltaram.

"Entre os passageiros entrevistados, alguns apresentavam ferimentos de bala ainda não cicatrizados, outros indicaram que deveriam ser operados novamente para completar sua recuperação, e outro passageiro baleado mostrou um exame que indicava a necessidade de uma nova cirurgia para um completo restabelecimento", detalharam.

COOPERAÇÃO

Os investigadores denunciaram na entrevista coletiva --assim como no seu relatório-- a total falta de cooperação por parte do governo israelense.

"Nos reunimos com o embaixador de Israel na ONU em Genebra para pedir-lhe cooperação e ele disse que nosso relatório era desnecessário e irrelevante", assinalou Hudson-Philips.

Os três juristas negaram taxativamente a versão israelense de que os três soldados que desceram de um helicóptero ao "Mavi Marmara" e que foram desarmados e dominados pelos passageiros em um primeiro momento tivessem ficado feridos com gravidade, inclusive a bala.

"Não acreditamos nessa versão. Vários médicos que eram passageiros do barco nos disseram que um dos soldados tinha um ferimento superficial no abdômen e outro tinha um sangramento no nariz", argumentou.

Uma das conclusões mais claras do relatório é de que a frota não transportava nenhuma arma, "exceto alguns estilingues", e que só alguns passageiros tentaram defender suas vidas arrancando pedaços de madeira da embarcação.

Por outro lado, quando os três soldados foram soltos, "os passageiros foram baleados e feridos".

Os juristas se mostraram decepcionados com a posição assumida hoje pelos Estados Unidos no Conselho de Direitos Humanos da ONU, onde, "sem dar nenhum argumento", se limitaram a manifestar sua "preocupação" com o "tom, ideias e conclusões do relatório".

Também lamentaram que os EUA --alinhados com as versões de Israel-- considerem que a única missão que deve investigar o ataque à frota seja o comitê criado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que conta com o ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe entre seus membros.

Este comitê, longe de ter uma missão investigadora, deve revisar as apurações internas feitas pela Turquia e por Israel do ponto de vista político.

fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/806095-onu-acusa-israel-de-tentar-eliminar-provas-de-ataque-a-frota-humanitaria.shtml

 

Comentário:

No último dia 31 de maio, Israel promoveu um ataque a frota de liberdade, seis barcos que transportavam ajuda humanitária aos palestinos da Faixa de Gaza. Sendo isso apenas mais um movimento de extensão da politica israelense de bloqueio a entrada de bens vitais ( incluindo água, alimentos e remedios) aos palestinos da Faixa de Gaza. Com isso, investigaçõoes feitas até então pela ONU diagnosticou que Israel de fato tentou eliminar todos os tipo de provas que podessem confirmar sua participação no tal ataque, violando assim o direito humanitário internacional e as leis de direitos humanos.


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Como Chávez já manipulou a eleição de domingo
Por Carolina (E-8) - sexta, 24 de setembro de 2010, às 15:57:27
Categoria: Postagem Livre

Em campanha, o caudilho da Venezuela cansou de dizer à oposição: “Vocês se retiraram na última hora em 2005. Se quiserem, façam a mesma coisa agora”. Mas não é com isso que conta o ditador Hugo Chávez. Ele já se precaveu contra um avanço da disputa democrática - redistribuiu os distritos eleitorais em oito dos 24 estados do país para favorecer seu partido na eleição legislativa do próximo domingo.

A jogada foi feita em janeiro. Chávez redesenhou as áreas eleitorais de maneira a dissolver os opositores e fortalecer o Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV). A matemática chavista mandou que circunscrições onde a oposição tivesse uma pequena vantagem fossem unificadas com regiões vizinhas favoráveis a Chávez, onde o PSUV era favorito.

Já locais onde a vantagem da oposição era muito grande foram realinhados para reduzir o número de eleitos – neles, em vez de dois candidatos elegerem-se, apenas um sairá vencedor. Por fim, algumas áreas em que Chávez liderava foram dividas, para disseminar o número de vencedores.

O número de votos necessários para garantir a eleição de um representante também mudou. Um voto no campo não vale o mesmo que um voto na cidade: um candidato precisa de 20.000 votos para ser eleito no estado agrário de Amazonas e de 40.000 pra vencer no estado de Zulia, por exemplo. E é justamente nas áreas rurais que Chávez tem apoio mais consistente.

O ditador justificou as mudanças dizendo que a medida “aproxima o eleitor de seu domicílio eleitoral”. Em verdade, aproxima o eleitor do domicílio eleitoral onde há vantagem para o presidente. Mais de 17 milhões de venezuelanos elegerão 165 deputados que formarão uma Assembleia Nacional em um processo, mais uma vez, manipulado. 

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/not...ao-de-domingo


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'Vamos demolir a burguesia', diz Chávez sobre eleições na Venezuela
Por Karina (E-18) - terça, 21 de setembro de 2010, às 19:29:40
Categoria: Postagem Livre

CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta terça-feira, 21, que seus candidatos do Partido Socialista Unificado da Venezuela vão vai 'demolir a burguesia' nas eleições parlamentares do próximo dia 26.

"Vamos demolir a burguesia apátrida. No domingo vamos expulsar da Venezuela os burgueses sem pátria", disse Chávez em um comício no Estado de Táchira, no oeste do país, governado pela oposição, segundo a AFP.

No próximo domingo, 17, 7 milhões de venezuelanos estão aptos para eleger os 165 deputados da Assembleia Nacional. Na Venezuela, o voto não é obrigatório.

Para Chávez, uma vitória é essencial para aprofundar seu projeto político. Além disto, a votação servirá para medir seu apoio popular. Em 2012, o presidente deve concorrer a um terceiro mandato.

"Primeiro temos de ganhar no domingo para ir a 2012. O povo necessita de uma Assembleia Nacional de verdade. De deputados como os nossos", afirmou Chávez.

O presidente ainda disse que uma vitória da oposição colocaria a perder o que sua revolução bolivariana construiu. "Imaginem se um esquálido (termo que Chávez usa para se referir aos opositores) chega a Miraflores. Tiraria tudo que a revolução deu a vocês, o que não é um presente, mas um direito", disse.

"Enquanto Chávez for presidente, seguirei trabalhando sem descanso com os deputados da revolução, com os governos e com os prefeitos da revolução".

Eleições parlamentares

Nas últimas eleições parlamentares, em 2005, a votação foi boicotada pela oposição, o que deu ao governo o controle do Legislativo.  Com a economia e a segurança pública em crise, e unificados sob o partido Mesa de la Unidad Democrática, os antichavistas esperam fazer um bom número no Parlamento para impedir que o presidente siga com maioria.

Em janeiro, no entanto, o Conselho Nacional Eleitoral aprovou uma redistribuição de distritos eleitorais que pode favorecer o Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV), fundado pelo presidente.

Para manter sua base de apoio, o chavismo manipulou o desenho dos distritos de modo que lhe favoreça - ainda que, globalmente, receba um número menor de votos. Distritos dominados pelo governo foram divididos.

Ao mesmo tempo, circunscrições onde a oposição tinha pequena vantagem foram unificadas com regiões vizinhas chavistas. E distritos com maioria de votos opositores foram realinhados para reduzir o número de eleitos - numa região que elegeria dois opositores, apenas um vencerá. A justificativa para as mudanças é aproximar o eleitor de seu domicílio eleitoral.


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Narcotráfico dá sinais de 'insurgência' na América Latina, diz Hillary
Por GeoAnalitica - quarta, 08 de setembro de 2010, às 21:45:16
Categoria: Postagem Obrigatória

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse nesta quarta-feira que as ações dos cartéis de drogas no México e em outros países da América Latina indicam que os traficantes promovem uma "insurgência" na região, desafiando os governos locais.

"Esses cartéis de drogas estão mostrando mais e mais indícios de insurgência", disse a secretária em um evento no Council on Foreign Relations, em Washington. "De uma hora para outra, aparecem carros-bomba, o que não havia antes."

Segundo a secretária americana, a luta contra os cartéis deve combinar o aumento da capacidade institucional, melhor aplicação das leis e apoio militar para que sejam aplicadas e vontade política.

Hillary disse que, enquanto o México tem capacidade para lutar contra o problema, o mesmo não ocorre em outras nações atingidas pela violência do tráfico.

"Pequenos países da América Central não têm essa capacidade", afirmou. "Nós precisamos de uma presença muito mais vigorosa dos Estados Unidos."

Colômbia

Hillary também comparou a situação no México com a da Colômbia há alguns anos, no auge da luta contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

"Está parecendo mais e mais com o que a Colômbia era 20 anos atrás, onde os narcotraficantes controlavam certas partes do país", afirmou.

Calcula-se que mais de 28 mil pessoas tenham morrido vítimas da violência relacionada ao tráfico de drogas no México desde que o presidente Felipe Calderón assumiu o poder, no fim de 2006, e determinou o envio do Exército para combater crimes relacionados ao narcotráfico.

Em um dos últimos episódios, 72 imigrantes, entre eles pelo menos dois brasileiros, foram assassinados no Estado de Tamaulipas, na fronteira com os Estados Unidos.

Integrantes do cartel de drogas Los Zetas são acusados do crime.

Nos Estados Unidos, há uma crescente preocupação de que a violência relacionada ao narcotráfico no México acabe atravessando a fronteira.

A fronteira entre os dois países é rota de tráfico de drogas, armas e pessoas.

No mês passado foi iniciado o envio de 1,2 mil homens da Guarda Nacional americana para a fronteira entre Estados Unidos e México, com o objetivo de reforçar a segurança na região. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC

Comentário: Os cartéis de drogas estão se tornando mais fortes podendo haver a qualquer momento graves conflitos entre eles e os governantes.Por isso é preciso que todos os países vítimas dos cartéis se organize combinando o aumento da capacidade institucional e melhorando aplicação das leis e apoio militar.Além disso, como a maioria dos pequenos países não tem força o sufieciente para lutar contra os cartéis,urge uma presença mais rígida dos EUA.


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Chega a 500 o número de soldados mortos no Afeganistão em 2010
Por Larissa (E-19) - segunda, 06 de setembro de 2010, às 18:16:53
Categoria: Postagem Livre
Em todo ano de 2009, 521 soldados estrangeiros morreram no país. Tropas realizam operações para conter insurgência liderada pelo Talibã. O número de soldados estrangeiros mortos no Afeganistão em 2010 chegou a pelo menos 500 enquanto em todo o ano de 2009 ficou em 521, de acordo com um site independente de monitoramento e um balanço compilado pela Reuters, divulgados nesta segunda-feira (6). Houve um forte aumento no número de mortes entre os militares estrangeiros num momento em que as tropas realizam mais operações para conter a crescente insurgência liderada pelo Talibã, que se espalhou além dois tradicionais redutos do grupo, no sul e leste do Afeganistão. A Força Internacional de Assistência para Segurança -- a unidade da Otan no Afeganistão -- informou que um de seus soldados foi morto num ataque de insurgentes no leste do país, no domingo. Não foram divulgados mais detalhes. Desde sexta-feira, pelo menos cinco soldados foram mortos no país, incluindo o primeiro georgiano a morrer no conflito. A violência por todo o Afeganistão está em seu ponto máximo desde que forças afegãs apoiadas pelos Estados Unidos depuseram o Taliban do governo, no fim de 2001. O número de vítimas é recorde entre civis e militares e os comandantes dos EUA e da Otan alertam que haverá mais duros combates. Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/09/chegam-a-500-soldados-etrangeiros-mortos-no-afeganistao-em-2010-1.html
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