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Queda na receita ameaça obras e o 13º nos Estados
Por Antônio (C-3) - domingo, 21 de novembro de 2010, às 09:20:19
Categoria: Postagem Livre
Queda na receita ameaça obras e o 13º nos Estados Publicidade FERNANDO CANZIAN DE SÃO PAULO GUSTAVO PATU DE BRASÍLIA Um erro de cálculo do governo federal ameaça o caixa de Estados e municípios neste último ano do governo Lula e pode criar pressão adicional sobre a equipe da presidente eleita, Dilma Rousseff, informa reportagem de Fernando Canzian e Gustavo Patu publicada na Folha deste domingo (íntegra do texto está disponível para assinantes do jornal e do UOL). Acompanhe a Folha Poder no Twitter Comente reportagens em nossa página no Facebook Em alguns casos, a receita de Estados e municípios pode ser insuficiente até para o 13º do funcionalismo. A saída tem sido cortar investimentos e interromper obras, principalmente as voltadas para infraestrutura. Depois de cinco reestimativas, a área econômica avalia hoje que os repasses da União para as unidades da Federação neste ano ficarão R$ 8,6 bilhões abaixo da previsão feita em agosto de 2009 --e base para os orçamentos elaborados por governadores e prefeitos. Em resposta à Folha, o Tesouro não comentou a frustração dos Estados com a receita. Mas afirmou que, em 2010, o repasse de recursos até outubro foi de R$ 38,7 bilhões, 7,1% superior ao do mesmo período em 2009.
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Ahmadinejad: EUA não têm moral para criticar Irã
Por Antônio (C-3) - quinta, 18 de novembro de 2010, às 09:21:50
Categoria: Postagem Livre

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou nesta quinta-feira que os Estados Unidos, onde mais de 50 mulheres estão no corredor da morte, não têm o direito de criticar a República Islâmica pela condenação à morte, por apedrejamento, de uma mulher iraniana.

"Tenho um lista de 53 mulheres condenadas à morte nos Estados Unidos e que atualmente esperam para ser executadas. Nesta situação surge a pergunta: se o problema com uma mulher no Irã é visto como uma violação dos direitos humanos, então, por que não se coloca o caso das 53 mulheres nos Estados Unidos?", questionou-se o líder.

Ele perguntou por que a imprensa se cala quando os EUA condenam alguém à morte, mas quando o Irã o faz a mídia cria enorme repercussão. "Se eles acham que é dessa maneira que ensinam o povo iraniano, não é assim. Eles matam as pessoas na Ásia, na África e condecoram os assassinos".

No que diz respeito à cidadã iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada à morte, Ahmadinejad disse que o caso está seguindo o procedimento judicial. "Consideramos que este assunto não levanta nenhum problema", acrescentou o presidente iraniano, em entrevista coletiva.

O caso de Sakineh, de 43 anos, mãe de dois filhos, acusada de adultério e condenada à morte por apedrejamento, despertou uma onda de críticas e protestos da comunidade internacional.
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Manifestantes fecham a BR-364 em Rondônia durante protesto contra a usina de Jirau
Por Antônio (C-3) - quarta, 27 de outubro de 2010, às 23:05:45
Categoria: Postagem Livre

Cerca de 300 pessoas fecharam a BR-364, que liga Rondônia ao resto do país, na manhã desta quarta-feira (27), em meio a um protesto em frente às obras da usina hidrelétrica de Jirau. Os manifestantes, formados por ribeirinhos, garimpeiros, produtores rurais e indígenas atingidos pela barragem de Jirau, fizeram uma pauta conjunta para ser discutida com a empresa responsável pela obra, a Energia Sustentável do Brasil (ESBR). O acesso à rodovia foi liberado, mas os manifestantes ainda impedem a entrada no canteiro de obras.

Os manifestantes exigem que a abertura das negociações seja arbitrada pelo Ministério Público Federal como condição para liberarem o acesso. Por volta das 13h, a ESBR enviou um emissário afirmando que aceitaria abrir as negociações desde que os manifestantes permitissem o acesso dos operários ao trabalho –o que foi negado.

Acusações à campanha de Dilma
Durante a paralisação, o presidente da Federação Nacional dos Garimpeiros (Fenag), José Alves, afirmou que há inúmeras irregularidades na obra, que devem ser apuradas pelo Ministério da Justiça e pelo Ministério das Minas e Energia.

De acordo com Alves, “há uma máfia ‘barrageira’ que está desviando recursos destinados ao pagamento do aluguel de máquinas utilizadas na obra para serem usados na campanha eleitoral da candidata Dilma Rousseff (PT) e do senador do PMDB de Rondônia, Valdir Raupp, e seus aliados”. Como exemplo, citou o valor pago por uma máquina alugada. “Se o desembolso é de R$ 27 mil e o proprietário recebe apenas entre R$ 12 mil e R$ 15 mil, para onde está indo todo este recurso?”

O coordenador da campanha de Dilma em Rondônia, o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), nega as acusações e afirma que “a captação dos recursos para a campanha de Dilma em Rondônia atua em conformidade com a legislação brasileira e, por ser um momento eleitoral, muitas acusações aparecem, mas não são confirmadas”.

O advogado da coligação “Por Uma Rondônia melhor Para Todos” – pela qual o senador Valdir Raupp (PMDB) foi eleito–, José de Almeida Júnior, afirmou que não há qualquer doação da usina para o partido ou para a coligação e atribuiu a acusação ao momento político. “Não há qualquer fundamento nisso. Não recebemos nenhuma doação e com certeza até o domingo novas acusações surgirão.”

Já o Ministério das Minas e Energia, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que recebeu os documentos dos manifestantes de Rondônia, mas no momento o órgão não vai se manifestar.
 
O diretor de Relações Institucionais da ESBR, José Lucio Arruda Gomes, classificou a acusação de "leviana e infundada". "Querem se aproveitar para criar um palanque. A ESBR é uma empresa privada que não faz doações a campanahs políticas", completou.

Retirada
Os manifestantes sustentam que só sairão do local com a assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que contemple todas as reivindicações.

Procurada pela reportagem, a responsável pela comunicação institucional da ESBR, Sabrina Albuquerque, afirmou que os questionamentos e as denúncias apresentadas pelos manifestantes serão objeto de manifestação por parte da direção em uma nota oficial


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Cuba anuncia libertação de mais cinco presos políticos
Por Antônio (C-3) - quinta, 21 de outubro de 2010, às 23:09:52
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A Igreja Católica de Cuba anunciou nesta quinta-feira a próxima libertação e viagem à Espanha de outros cinco presos políticos, entre eles uma mulher, que não pertencem ao chamado grupo dos 75.

Serão libertados Juana María Nieves Mena, Domingo Osuna Mederos, Juan Francisco Marimón Gómez, Misael Mena Fernández e José Luis Ramil Navarro, segundo a nota divulgada pelo arcebispado de Havana, que destaca que com este grupo serão 47 os prisioneiros que aceitaram sair de prisão e viajar à Espanha.

O governo decidiu em julho libertar, num prazo de quatro meses, 52 dissidentes presos dos 75 punidos, em 2003, com penas de entre seis e 28 anos de prisão. Trinta e nove deles já deixaram o país emigrando para a Espanha.

PRÊMIO

Nesta quinta-feira o dissidente cubano Guillermo Fariñas recebeu o prêmio de direitos humanos Sakharov 2010, do Parlamento Europeu, e o dedicou a Orlando Zapata, o preso de consciência morto na prisão após uma greve de fome, aos "mártires" da democracia e ao povo cubano.

"Este prêmio não é de Fariñas, mas do povo cubano", disse em conversa telefônica com a agência Efe a partir de seu domicílio na cidade central de Santa Clara.

O psicólogo e jornalista independente de 48 anos protagonizou uma greve de fome de mais de quatro meses após a morte de Zapata.


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Supertufão Megi se aproxima da China após matar 19 nas Filipinas
Por Bruno (C-5) - quinta, 21 de outubro de 2010, às 21:35:38
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Portos e terminais petrolíferos fecharam no sul do país e em Hong Kong. Autoridades temem tempestades destrutivas ao longo da costa chinesa. Portos e terminais petrolíferos em Hong Kong e no sul da China interromperam as operações nesta quinta-feira (21), forçando navios petroleiros a ancorar a pouca distância da costa para enfrentar o Megi, um dos maiores tufões no litoral do sul da China nos últimos anos. Retornaram ao porto 53 mil embarcações pesqueiras. Cerca de 200 mil pessoas foram removidas de áreas baixas na ilha turística de Hainan, vulnerável a fortes inundações, e outras 150 mil da província costeira de Fujian, informou a agência oficial de notícias Xinhua. Autoridades da Marinha dizem que o tufão poderá causar uma imensa e destrutiva onda de tempestades ao longo da região costeira da China. A onda de tempestades poderia ser tão devastadora que edifícios, portos, vilas e cidades poderiam ser destruídos", declarou o diretor do Centro de Previsões do Mar do Sul da China, Bai Yiping, da Administração Oceânica Estatal, segundo a Xinhua. O tufão Megi matou 19 pessoas nas Filipinas e parecia prestes a atingir no sábado o leste de Hong Kong, uma das cidades mais populosas da China e um importante centro comercial e financeiro. "Se formos atingidos diretamente, isso terá um grave impacto sobre Hong Kong", disse Lai Tung-kwok, uma autoridade do setor de segurança. Os ciclones, na Ásia chamados de tufão, normalmente assolam a região entre maio e setembro, quando as águas do mar estão mais quentes.
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