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União Europeia e FMI preparam pacote de ajuda financeira à Irlanda
Por Priscilla (D-23) - quarta, 17 de novembro de 2010, às 19:51:39
Categoria: Postagem Livre
Comunicado após reunião ministerial diz que país analisará plano.
Ministros europeus deverão discutir o assunto novamente nesta quarta.

A União Europeia está finalizando planos para um possível programa de ajuda financeira à Irlanda, caso o país o solicite, segundo afirmou o comissário de Finanças do bloco, Olli Rehn, após uma reunião ministerial de emergência em Bruxelas nesta terça-feira (16)

Segundo Rehn, o plano terá "uma ênfase na reestruturação do setor bancário" da Irlanda.

A reunião de emergência de terça-feira, entre ministros e instituições financeiras dos 16 países da zona do euro, foi convocada em meio a temores nos mercados de que os países menores ligados à moeda única europeia, e em particular a Irlanda, tenham dificuldades para pagar suas dívidas.

Além da Irlanda, Espanha, Portugal e Grécia enfrentam a desconfiança sobre sua capacidade para honrar com os compromissos da dívida.

A Irlanda quer evitar as fortes condições do mecanismo aprovado após a crise na Grécia para socorrer os países do euro com problemas de financiamento, por considerar que acarretaria na diminuição de sua soberania.

Entre outras coisas, Dublin teme que seus parceiros europeus exijam que o país gere mais receita mediante a alta do imposto de sociedades, que a ilha mantém em 12,5% para atrair os investimentos de multinacionais.

Ministros das Finanças dos 27 países da União Europeia devem se reunir nesta quarta-feira (17) para discutir a questão irlandesa.

Comunicado
Um comunicado do grupo da zona do euro, após a reunião, elogiou os esforços do governo irlandês para combater o problema e "lidar com os desafios que enfrenta nas áreas orçamentária, de competitividade e do setor financeiro".

Segundo o comunicado, o governo irlandês fará uma "consulta curta e focada" com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional para determinar a melhor maneira de prover qualquer apoio necessário.

"Confirmamos que tomaremos ações determinadas e coordenadas para salvaguardar a estabilidade financeira da área do euro, se necessário, e que temos os meios para fazer isso", conclui o texto.

Rehn classificou o problema da Irlanda como o desafio atual mais importante, acrescentando que há "uma intensificação das preparações de um potencial programa caso seja pedido", mas a reunião não propôs nenhuma ação concreta imediata.

Negativa
O governo da Irlanda vem negando repetidamente que pretende buscar ajuda externa. Na terça-feira, o primeiro-ministro Brian Cowen afirmou ao Parlamento local que não havia pedido ajuda financeira para pagar as dívidas e que a economia irlandesa está bem financeiramente até o próximo ano.

Segundo ele, a Irlanda está trabalhando com seus parceiros europeus para lidar com a questão da dívida, mas afirmou que seu país não era "nem imune nem único" em meio à recente crise econômica.

O presidente do Conselho da União Europeia, Herman Van Rompuy, advertiu que se o euro fracassar, a UE também fracassará.

Apesar disso, ele se disse "muito confiante" de que os atuais problemas serão superados.

O que dizem os vizinhos
As incertezas sobre o custo dos empréstimos para os governos irlandês, português e espanhol vêm crescendo nas últimas semanas.

Os juros altos dos empréstimos não são uma preocupação imediata para a Irlanda, já que o país não precisa de novos financiamentos neste ano.

Mas a questão é um problema para países como a Espanha, que pediu à Irlanda que aja rapidamente para eliminar as incertezas dos mercados.

O ministro das Finanças de Portugal, Fernando Teixeira dos Santos, pediu ao governo irlandês que faça a coisa certa para o euro e aceite um pacote de ajuda externa.



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Papa condena ataque contra igreja católica em Bagdá que deixou 52 mortos
Por Ariane (D-4) - segunda, 01 de novembro de 2010, às 13:11:10
Categoria: Postagem Livre

O papa Bento 16 condenou nesta segunda-feira a "violência absurda e feroz contra pessoas indefesas" no Iraque, depois que a invasão de forças de segurança a uma igreja de Bagdá para libertar mais de cem reféns de homens armados ligados à rede terrorista Al Qaeda resultou na morte de 52 pessoas, entre civis e policiais. Outras 67 ficaram feridas.

"Rezo pelas vítimas desta violência absurda e feroz que atingiu pessoas indefesas, reunidas na casa de Deus, que é um lugar de amor reconciliação", disse o papa, na Praça de São Pedro. "Expresso minha solidariedade afetuosa à comunidade cristã (iraquiana), de novo afetada", completou.

"Diante dos episódios atrozes de violência que continuam desgarrando as populações de Oriente Médio, quero renovar meu chamado à paz", afirmou. O ataque, cometido no domingo, véspera da festa de Todos os Santos, foi um dos mais violentos cometidos contra os cristãos do Iraque.

A ação foi reivindicada por um grupo ligado à Al Qaeda, o Estado Islâmico do Iraque. No dia 12 de outubro, durante o sínodo sobre o Oriente Médio no Vaticano, o arcebispo de Kirkuk (norte do país) manifestou preocupação com o "êxodo mortal" dos cristãos do Iraque.

INVASÃO

Os extremistas invadiram a igreja Nossa Senhora da Salvação, uma das maiores de Bagdá, durante a missa de domingo e exigiram a libertação de todos os prisioneiros da Al Qaeda no Iraque e no Egito.

Tiroteios esporádicos ocorreram por várias horas no bairro de Karrada, próximo da região de segurança reforçada conhecida como Zona Verde, onde se concentram as embaixadas e edifícios governamentais. Helicópteros militares dos EUA e do Iraque sobrevoavam a área, isolada pelas forças de segurança.

Testemunhas disseram à televisão local que homens armados, possivelmente usando cinturões com explosivos, forçaram a entrada na igreja no domingo e mataram pelo menos um padre. Autoridades disseram que eles ameaçavam matar os 120 reféns mantidos no local se não fossem libertados todos os prisioneiros da al Qaeda no Iraque e no Egito.

O grupo Estado Islâmico do Iraque, vinculado à Al Qaeda, assumiu a responsabilidade contra a igreja, que chamaram de "toca suja da idolatria, e deu o prazo de 48 horas para a Igreja do Egito libertar os muçulmanos "presos nos mosteiros" do país, afirmou o centro americano de monitoramento de sites islâmicos (SITE).

O episódio começou quando o grupo armado tentou entrar na Bolsa de Valores de Bagdá, localizada em frente à igreja católica. A polícia informou que seis pessoas foram mortas ali, incluindo dois policiais, e os agressores rumaram à igreja, onde uma missa era celebrada.

Moradores da região disseram ter ouvido explosões e trocas de tiros. Há relatos de que os agressores não eram iraquianos, mas árabes de países vizinhos.

Há cerca de 1,5 milhão de cristãos no Iraque. Muitas igrejas foram bombardeadas nos últimos anos, mas acredita-se que esta tenha sido a primeira vez que cristãos foram feitos reféns.

IMPASSE POLÍTICO

A segurança iraquiana é prejudicada pelo impasse político que domina o país desde as eleições gerais de março, que não tiveram um vencedor claro.

Neste domingo, a imprensa iraquiana noticiou que o bloco político Dawa, que representa parte da comunidade xiita do país, planeja recusar um convite do rei saudita Abdullah para conversas cujo objetivo seria ajudar na formação de um novo governo.

O partido, do atual premiê iraquiano Nuri al Maliki, agradeceu a oferta de Abdullah, mas disse que o Iraque é capaz de resolver sozinho suas diferenças.

Comentário semelhante foi feito por Mahmoud Osman, representante dos curdos. Mas o bloco de maioria sunita, liderado pelo político secular Ayad Allawi, agradeceu a oferta saudita.

O presidente iraquiano, Jalal Talabani, a quem a oferta de Abdullah foi oficialmente dirigida, ainda não deu uma resposta formal.

Fonte: http://www.folha.uol.com.br/


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Petrobras anuncia descoberta de petróleo na Bacia de Sergipe
Por Priscilla (D-23) - quarta, 27 de outubro de 2010, às 14:23:18
Categoria: Postagem Livre
Qualidade do produto é similar a do encontrado na Bacia de Campos.
Poço está em profundidade de 2.341 metros, a 58 km da costa do estado.


Do G1, em São Paulo


A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (27) que a perfuração do
primeiro poço em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas
identificou a presença de petróleo. De acordo com a empresa, a qualidade
do produto é semelhante ao das águas profundas da Bacia de Campos. 

O poço está em profundidade de água de 2.341 metros, a 58 km da costa do estado de Sergipe.

"Foi confirmada a existência de grandes acumulações nas porções mais
distantes dessa bacia, com volumes superiores àqueles encontrados nos
campos de Guaricema e Dourado, em águas rasas. Dados obtidos nos testes
indicam a presença de petróleo leve", disse a empresa, por meio de nota.

A nota diz que as informações até agora obtidas são suficientes para

atestar a descoberta de uma nova província petrolífera na Bacia de
Sergipe-Alagoas.

"Após o término da perfuração, o consórcio formado pela Petrobras (60% -

Operadora) e IBV-Brasil (40%), para a exploração da concessão
BM-SEAL-11, dará continuidade às atividades e aos investimentos, através
da perfuração de outros poços pioneiros e da elaboração de Plano de
Avaliação de Descoberta a ser definido pela ANP", afirmou.


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Novo ataque rebelde atinge 25 caminhões da Otan no Paquistão
Por Priscilla (D-23) - quarta, 06 de outubro de 2010, às 15:04:21
Categoria: Postagem Livre

Ao menos 11 veículos foram destruídos e 14 foram danificados.
Caminhões-pipa abasteceriam forças da Otan.

Do G1, com agências internacionais *

Pelo menos 25 caminhões-pipa com abastecimento de água da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) foram destruídos ou danificados em um ataque rebelde nos arredores da cidade paquistanesa de Quetta, informou a polícia local.

O ataque ocorreu por volta das 6h local (22h de Brasília), e foi cometido por pelo menos dois homens armados que abriram fogo contra cerca de 35 veículos da aliança atlântica estacionados em uma zona periférica do sul da cidade, capital da província do Baluchistão. As forças de segurança isolaram a área e lançaram uma operação de busca dos rebeldes.

A rede de televisão privada "Express" destacou que uma pessoa morreu no ataque, mas não especificou suas fontes. Ao menos 11 caminhões foram destruídos e outros 14 sofreram danos.

As próprias autoridades paquistanesas bloquearam na semana passada as rotas de suprimento da Otan, em represália a um bombardeio que matou três soldados seus perto da fronteira com o Afeganistão.

Pelo menos 25 caminhões-pipa com abastecimento de água da Otan foram destruídos ou danificados em um ataque rebelde no Paquistão. (Foto: Butt Arshad / AP Photo)

 

EUA e Paquistão são aliados na luta contra os militantes da Al Qaeda e Taliban, mas as incursões militares norte-americanas no território paquistanês, a partir do Afeganistão, causam frequentes atritos.

Analistas dizem que os EUA intensificaram seus bombardeios teleguiados nas últimas semanas, aparentemente em resposta a sinais de que militantes do Paquistão estariam tramando atentados sangrentos na Europa.

Uma fonte paquistanesa de inteligência disse que um cidadão britânico morto em um desses bombardeios tinha ligações com um militante que tentou explodir um carro-bomba neste ano na Times Square, em Nova York -- incidente pelo qual esse militante, chamado Faisal Shahzad, foi sentenciado à prisão perpétua na terça-feira nos EUA.

Analistas dizem que a possibilidade de fechar as rotas de suprimento dá poder de barganha para o Paquistão, embora o governo local costume atribuir as interdições a questões de segurança, e não à pressão política.

As tensões podem se agravar caso Washington exija mais cooperação paquistanesa antes do início da desocupação gradual do Afeganistão, a partir de julho de 2011, quando certamente surgirão preocupações com a estabilidade afegã.

 http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/10/novo-ataque-rebelde-atinge-25-caminhoes-da-otan-no-paquistao.html



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Elizabeth II tentou subsídio para pagar conta de energia
Por Geoplugado - terça, 28 de setembro de 2010, às 22:44:09
Categoria: Postagem Obrigatória

24 de setembro de 2010 | 17h 37

AE-AP - Agência Estado

 

A rainha Elizabeth II tentou conseguir um subsídio do governo britânico que serve para ajudar os cidadãos de baixa renda a pagarem a calefação, revelaram documentos obtidos pelo jornal The Independent e publicados hoje. O objetivo da monarca era reduzir o custo da conta do Palácio de Buckingham.

A resposta do governo britânico foi que dar o benefício à soberana poderia ser algo vergonhoso se o público tomasse conhecimento. O The Independent citou um funcionário que falou sob anonimato. Ele lembrou à monarca que os subsídios são destinados a autoridades municipais, associações de moradores e entidades similares, que depois repassam o dinheiro aos moradores de baixa renda.

"Eu também me sentiria um pouco incomodado com a cobertura jornalística adversa se o palácio recebesse o subsídio em lugar, por exemplo, de um hospital", disse o funcionário ao jornal. Segundo o diário, os empregados da Casa Real buscavam uma forma de pagar as crescentes contas dos serviços públicos oferecidos à rainha, que aumentaram em 50% para mais de 1 milhão de libras (US$ 1,5 milhão) em 2004.

Uma carta daquele ano consultou o Departamento de Cultura do governo britânico, sobre se a rainha poderia receber um subsídio de energia comunitária para melhorar a calefação do Palácio de Buckingham e do Castelo de Windsor, sua residência favorita nos finais de semana.

Uma porta-voz do Palácio de Buckingham confirmou que os funcionários reais sondaram a possibilidade de conseguir fundos, como parte dos esforços de reduzir a carga aos contribuintes britânicos e melhorar o rendimento energético do palácio. Segundo ela, a Casa Real não sabia que o fundo era para cidadãos de baixa renda.

http://www.estadao.com.br/not...rgia,614845,0.htm

Comentário:

A tentativa da rainha Elizabeth II de utilizar fundos destinados à baixa renda é uma atitude inaceitável.Mesmo que o custo para manter o Palácio seja alto, não justifica providenciar recursos monetário provenientes de fundos para ajuda social.

Diferentemente da Republica brasileira,onde a vários casos de sonegação e não há denúncias, neste referido caso da monarquia britânica houve quem negasse o pedido da rainha.


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