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FHC a Lupi: após certo ponto, ministro passa a ser peso
Por Tairine (B-29) - segunda, 21 de novembro de 2011, às 13:40:39
Categoria: Postagem Livre
Ex-presidente critica cooptação de ONGs para a corrupção. Problemas com entidades derrubaram dois auxiliares de Dilma e colocam cargo de Lupi a perigo

 

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) fez nesta segunda-feira uma recomendação ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), que se segura no cargo há duas semanas, após VEJA revelar a existência de um esquema de corrupção na pasta. “A partir de certo ponto, queira a presidente ou não, o ministro passa a ser um peso”, disse depois de participar de um congresso na capital paulista. “Os próprios ministros deveriam entender que, quando perdem a condição de permanência, o gesto da retirada é um gesto mais construtivo para eles próprios do que a insistência de ficar.”   Fernando Henrique Cardoso criticou ainda a relação promíscua estabelecida entre organizações não-governamentais (ONGs) e partidos políticos – é o caso das entidades envolvidas no esquema de corrupção no ministério do Trabalho, do pedetista Lupi. “Quando existe a cooptação das ONGs pelos partidos ou quando partidos criam ONGs para obter contratos, isso não é ONG", afirmou FHC. "É um braço do partido disfarçado para obter um fundo que não é legítimo”.   Esquemas de corrupção envolvendo esse tipo de entidade derrubaram o ministro do Turismo Pedro Novais, o titular do Esporte Orlando Silva e colocam a perigo o  cargo de Lupi. “A visão correta do terceiro setor é oposta a essa que esta aí, de ONGs para obter dinheiro para a corrupção”, disse FHC, durante palestra na abertura do 3º Congresso Brasileiro e Fundações e Entidades de Interesse Social em São Paulo. Na plateia de cerca de 500 pessoas estava o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que falou depois de Fernando Henrique e tentou justificar as falhas do governo federal.   O ex-presidente apontou ainda para a necessidade de aumentar o controle e a fiscalização sobre o trabalho das organizações não-governamentais. “Não é só o controle", observou. "É preciso que haja efetivação das prescrições da Controladoria-Geral da União. Às vezes se faz o controle e nada acontece. Tem de haver punição”. Para FHC, os casos recentes de corrupção envolvendo ONGs maculam a imagem de um setor sério. “É preciso um esforço para restabelecer a relação autêntica da ONG, que é ser independente dos partidos”.   Fernando Henrique ponderou que há experiências positivas na relação de ONGs com o poder público. Um dos exemplos citados foi a administração de hospitais estaduais de São Paulo, feita por organizações sociais. FHC lembrou ainda a parceria feita por seu governo com entidades formadas por portadores da Aids para implantação do programa brasileiro de combate à doença. “Foi um sucesso absoluto. A tendência era da explosão da disseminação da doença no Brasil, mais isso não aconteceu porque o governo tomou decisões fortes, entre elas pedir ajuda a organizações compostas por aidéticos”, lembrou Fernando Henrique.   Justificativa – O ministro Gilberto Carvalho tentou justificar as denúncias de corrupção que permeiam o governo do PT dizendo que elas decorrem do aumento da fiscalização. “Isso dá a impressão de que a corrupção é maior, quando na verdade só estamos desvendando para a população fatos que ocorriam há muito tempo”.   No entanto, questionado por jornalistas sobre os recentes escândalos envolvendo o governo e ONGs, não pôde negar. “Efetivamente, houve problemas sim, mas eles não invalidam a ação em conjunto com ONGs", argumentou. "É injusta essa criminalização generalizada por causa de algumas exceções”.   Gilberto Carvalho não quis comentar sobre o cai-não-cai do ministro do Trabalho. Perguntado sobre o assunto, encerrou a entrevista coletiva: “Não vou falar sobre esse tema”.   Data: 21/11/2011 Fonte: http://veja.abril.com.br/not...sa-a-ser-peso
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A divisão do Pará: uma pesquisa para reflexão
Por Antenado - terça, 15 de novembro de 2011, às 22:03:40
Categoria: Postagem Obrigatória
A pesquisa Datafolha sobre a divisão do Pará em três Estados traz justificados argumentos e razões para uma reflexão de nossa parte – de nós, políticos, e da população paraense – sobre a criação de mais duas unidades federativas no país. Nessa discussão em pauta – intensificada agora pela pesquisa e pelo início da campanha no rádio e TV paraenses sobre o plebiscito no qual a população decidirá a divisão daqui a um mês – temos dois lados nitidamente delineados. De um, podemos fazer uma reflexão sobre as as bem sucedidas divisões de Estados no passado, as do Tocantins e do Mato Grosso do Sul. A do Tocantins foi boa para Goiás; a do Mato Grosso do Sul para o Mato Grosso. Os dois antigos Estados também se desenvolveram e a criação dos novos foi um sucesso total. Basta ver a realidade e o que são hoje tanto Goiás e o Mato Grosso, quanto o Tocantins e o Mato Grosso do Sul que deles se desmembraram. Pesquisa enseja mais base para a reflexão Do outro lado, temos os dados da pesquisa, agora, e o fato de que nessa reflexão, há necessariamente que se pensar que a criação de um novo Estado – de dois, no caso da divisão do Pará a ser decidida pelo plebiscito – significa despesas e novas instituições politicas, bem como uma nova organização administrativa, da justiça, do legislativo e do executivo. Neste segundo ponto da avaliação, não há dúvidas de que como está hoje o Estado do Pará, não se consegue atender satisfatoriamente (eu não diria governar) as regiões que o compõem os prováveis – ou não – futuros Estados, Tapajós e Carajás. De qualquer forma, o melhor dessa história é que quem vai decidir é o povo paraense, que segundo estas primeiras pesquisas está contra o fatiamente de seu Estado em três. A pesquisa mostra maioria da população contra a divisão Pelo Datafolha divulgado ontem e publicado hoje pela Folha de S.Paulo, 58% dos entrevistados rejeitam a divisão e apenas 33% aprovam a criação dos dois novos Estados. OK, mas tenhamos cuidado, porque a pesquisa ainda não traz os resultados, o reflexo do horário eleitoral gratuito sobre a opinião dos paraenses relativa à divisão, já que a propaganda começou nesta 6ª feira (ontem). Vejam, entre os eleitores que moram no território dos possíveis futuros Estados, o apoio é maior à divisão. No Carajás, 84% são a favor de que a região seja desmembrada. No Tapajós, são 77% os favoráveis à transformação da região em Estado. Detalhe importante: as duas regiões concentram apenas 36% da população do Pará e, sozinhas, não são capazes de garantir um resultado favorável à divisão. Entre os eleitores do Pará remanescente, 80% são contra a criação do Carajás e 77% são contra a do Tapajós. Data: 15 de Novembro Fonte: http://correiodobrasil.com.br/a-divisao-do-para-uma-pesquisa-para-reflexao/327689/
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Mantega nega que Brasil tenha oferecido US$ 10 bi à Europa
Por Antenado - terça, 08 de novembro de 2011, às 23:00:15
Categoria: Postagem Obrigatória

Assunto foi discutido entre os países dos Brics, mas dependia de os europeus cumprirem suas tarefas 

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda Guido Mantega disse nesta terça-feira, 8, que não foi feita nenhuma proposta concreta, com números, pelo Brasil e por outros países emergentes para fortalecer o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, este assunto chegou a ser discutido entre os países que foram os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), mas dependia de os europeus cumprirem suas tarefas. As declarações de Mantega são uma resposta às notícias de que o governo brasileiro teria oferecido US$ 10 bilhões para aumentar os recursos do FMI e ajudar na crise financeira da Europa.

Mantega disse ainda que o entendimento é de que o fundo de estabilização europeu e o Banco Central Europeu (BCE) precisam atuar mais. O ministrou afirmou que, como a Europa não conseguiu resolver o problema da Grécia, não houve proposta concreta para reforçar o FMI. "Não quer dizer que isso não possa acontecer no futuro", declarou o ministro.

Ele informou que os recursos não seriam apenas para os países europeus, mas para todos os países que precisem de dinheiro em caso de crise. Mantega destacou que já está havendo uma saída de capital dos países emergentes, o que poderia levar essas economias a precisarem de recursos. Ele disse que nenhum país chegou a definir cifras para reforçar o FMI.

Crise

Mantega afirmou que a crise na Europa "piorou um pouquinho e já está havendo saída de capitais de países emergentes que não têm reservas internacionais fortes". "Não é do Brasil", afirmou.

O ministro disse que a crise europeia não está sendo resolvida satisfatoriamente. Ele lembrou que a Europa nem resolveu o problema da Grécia e terá de enfrentar agora a crise na Itália, que pode ser um problema maior, embora, Mantega tenha destacado que a Itália é um país mais sólido.

Mantega lembrou ainda que a situação não é boa porque o mercado trabalha com expectativas, na base da confiança, e a Europa está resolvendo tardiamente a situação. "Os europeus estão deixando a crise degringolar", afirmou.

Ele disse que não só o Brasil mas outros países pressionaram os europeus durante a reunião do G-20 na semana passada. Mantega reconheceu que a Europa tem os seus problemas políticos a serem resolvidos, mas foi enfático em lembrar que a crise já está afetando os emergentes. Segundo ele, a saída de capitais afeta o câmbio, mas o ministro não quis avaliar a situação específica do real.

 

Fonte: http://economia.estadao.com.br/not...europa,91392,0.htm

Data: 08/11/2011

Comentário: Alguns países da europa, que possuíam uma economia mais enfraquecida, estão sendo vítimas constantes dessa crise econômica. Para que não aja uma desvalorização do euro, os países que fazem parte dessa zona estão demorando  para tomar decisões, o que prejudica as economias emergentes, uma vez que os investidores esperam os planos para salvarem os países desenvolvidos da crise, afim de investir nesses. Sendo assim, com o atraso na decisão, os europeus estão prejudicando os países que, possivelmente, serão os "salvadores" das economias quebradas do mundo desenvolvido.


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Sarkozy lança pacote à francesa para zerar déficit até 2016
Por Tairine (B-29) - segunda, 07 de novembro de 2011, às 14:31:26
Categoria: Postagem Livre

Sarkozy lança pacote à francesa para zerar déficit até 2016

 

O novo pacotão prometido por Nicolas Sarkozy para tentar colocar mais rigor nas contas francesas foi anunciado nesta segunda-feira pelo seu primeiro-ministro, François Fillon, em Paris. O plano pretende injetar 51 bilhões de euros nos cofres públicos no ano que vem, entre economia de despesas e receitas extras (com objetivo de alcançar 115 milhões de euros em 2016). É um conjunto de medidas rigorosas, que, para começar, impõe aumento de impostos e redução de gastos públicos. Empresas com faturamento acima de 250 milhões de euros por ano, por exemplo, pagarão 5% a mais nos dois próximos anos. O imposto sobre o consumo de serviços e produtos, como restaurantes, que havia passado a 5,5%, subirá para 7%, com expectativa de mais 1,8 bilhão de euros de arrecadação. Com a taxação de grandes fortunas, a previsão é de que o caixa público receba mais 1,7 bilhão de euros já em 2012.

No plano francês também há pitadas de reforma na previdência (com a finalidade de economizar algo como 4,4 bilhões de euros, a idade para a aposentadoria passará de 60 para 62 anos, com a adoção de um período de transição para os nascidos entre 1952 e 1956) e controle de despesas (cidades com mais de 10.000 habitantes terão de prestar contas sobre dívidas e gastos com pessoal, operação e funcionamento). Por fim, há também medidas simbólicas, como o congelamento dos salários do presidente da República, Nicolas Sarkozy, e dos principais membros do governo ("Pelo menos até o retorno do equilíbrio das contas públicas", segundo Fillon) e a limitação de 5% no reembolso de despesas de partidos políticos (na França, as campanhas são pagas com recursos públicos). O objetivo de todas as medidas é reduzir o déficit público do estado francês de 4,5% em 2012 para 3% doze meses depois e, finalmente, a zero em 2016.

O plano apresentado por Fillon é ambicioso: entre economias e aumento de receita a meta é fazer a França chegar a 2016 com o déficit zero em suas contas. "Queremos proteger os franceses de dificuldades que diversos países europeus já conhecem", disse Fillon, durante seu pronunciamento, no Hotel de Matignon, em Paris. "Durante os últimos 30 anos, a França viveu a crédito, com uma dívida que não parou de crescer". Nos tempos em que o dinheiro para financiar esta dívida era abundante, não houve problema. A questão é que, a partir da crise de 2008, a rolagem de dívida pública transformou-se em uma encrenca para alguns vizinhos, como a Itália, que está pagando quase 6,5% de juros, exatamente porque os bancos a consideram um risco. "Este país não pode ser condenado a ter uma política imposta pelos outros", disse Fillon, em uma clara referência aos italianos, que acabam de recorrer a missões do FMI e da Comissão Europeia para monitorar o estado de suas contas e o andamento de reformas já a partir deste mês. 

A poucas semanas do início da campanha eleitoral que definirá o sucessor de Sarkozy, é claro que a oposição não gostou das novas medidas. "O que foi proposto é uma operação de dilapidação do modelo social francês", afirmou Benoit Hanon, porta-voz do Partido Socialista, minutos depois do anúncio do pacote. "O resultado será crescimento fraco da economia, redução do poder de compra dos franceses, aumento do desemprego e fechamento de empresas". As próximas semanas dirão quem tem razão: o governo de Sarkozy e Fillon ou seus adversários.

Repercussão - A oposição já declarou não concordar com o pacote anunciado por Fillon. A socialista Martine Aubry disse ao jornal Le Figaro que as medidas são perigosas e socialmente injustas. "Tudo isso joga o país e o continente ainda mais na crise. É preciso que uma outra maioria se responsabilize por formular uma outra política", afirmou. A opinião de Martine é compartilhada pelos sindicatos franceses, enquanto a direita classifica o pacote como "corajoso", segundo o jornal francês. O secretário geral do UMP, representante da direita , afirmou que o programa está à altura das dificuldades atuais e que permitirá que um ajuste fiscal importante seja feito. "É um ato de lucidez que mostra que a França sabe se adaptar rapidamente ao contexto econômico mundial", afirmou.

Data: 07/11/2011

Fonte: http://veja.abril.com.br/not...ntas-ate-2016


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Modernização do ensino público
Por Antenado - quinta, 03 de novembro de 2011, às 17:08:45
Categoria: Charge

A charge faz referencia a falsa inclusão de modernização que os dirigentes de nosso país dizem estar realizando no ensino público. Pois é necessário que ocorra uma mudança em toda e estrutura escolar, para que a inclusão ocorra de fato, ou seja, não basta apenas enviar às instituições diversos computadores, sem capacitar professores e adequar os espaços escolares a nova realidade.


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