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Aumento recorde em gastos ressalta poder de compra de brasileiros na Europa
Por Paula (B-26) - segunda, 14 de novembro de 2011, às 23:02:08
Categoria: Postagem Livre
Com o aumento recorde de seus gastos no exterior em 2011, o poder de compra do turista brasileiro vem ganhando visibilidade na Europa.

Viajantes da classe média e alta não estão medindo gastos no exterior já há dois anos e nem mesmo a recente alta do dólar, que começou em agosto, desestimulou o consumo de brasileiros no exterior.

Apesar de os últimos dados disponíveis do Banco Central, de setembro, revelarem uma desaceleração em relação a julho e agosto (mês recorde, com aumento de 46% nos gastos na comparação anual), o nível dos gastos no exterior neste ano é recorde.

Segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT), as despesas dos brasileiros no exterior já totalizam US$ 16 bilhões (R$ 28 bilhões) em 2011.

O valor representa um aumento de 44% em relação ao ano passado, a maior alta entre os países monitorados pela OMT. Os gastos de turistas chineses cresceram 30,2% e, dos russos, 21%.

Alta do real

Em hotéis de luxo em Paris, como o Bristol (onde a presidente Dilma Rousseff se hospedou no último sábado) ou o George V, com diárias a partir de 700 euros (R$ 1.660), o crescimento da clientela brasileira ultrapassa a faixa dos dois dígitos, segundo os administradores.

Em outras localidades consideradas sofisticadas, como Saint-Tropez, no sul do país, e a estação de esqui de Courchevel, o aumento dos turistas brasileiros já chega a 50%.

A reportagem da BBC Brasil encontrou em Paris um grupo de 50 turistas do Tocantins, que depois seguiriam viagem para outras cidades europeias, como Roma, Barcelona e Londres.

Várias pessoas do grupo visitavam a Europa pela primeira vez, como a funcionária pública Shirlei de Amorim Próspero.

"Quero comprar cosméticos, perfumes, bolsas e artigos de moda em geral", diz ela, que afirma ter uma verba de R$ 10 mil para fazer compras na viagem.

A historiadora Viviane Fernandes Santos, também do Tocantins, diz que vai privilegiar os passeios culturais e gastronômicos. "A alta do real facilitou a viagem", conta.

Mesmo com a recente valorização do dólar, o real ainda mantém uma alta de 5,5% no acumulado do ano.

A designer de interiores paulistana Regina Werneck também visita Paris por uma semana, antes de realizar uma viagem de dez dias à Índia.

Ela já veio a Paris inúmeras vezes e diz que apesar da alta recente do dólar, os preços de vários produtos no exterior ainda continuam mais atraentes do que no Brasil.

"Eu adoro vir a Paris e conhecer lojas que reúnem produtos de decoração, moda e design no mesmo espaço."

A brasileira Regina Werneck diz que preços europeus são melhores do que os brasileiros

Na boutique Merci, no bairro do Marais, apesar dos preços altos dos artigos, ela não resistiu a um perfume e a uma estante flexível para livros em alumínio.

"Custava só 55 euros. No Brasil, não dá para achar um produto com design tão diferente por um preço tão baixo", diz Regina.

Denise La Selva, diretora de uma escola pública em São Paulo e consultora de moda, visita a França pela primeira vez. Como muitas brasileiras, ela não deixou de visitar uma loja da grife Louis Vuitton e comprar uma bolsa.

A marca de luxo tem lojas no Brasil, mas segundo o presidente da grife, Yves Carcelle, os brasileiros fazem muitas compras nas butiques da marca nos Estados Unidos e na Europa.

Segundo Carcelle, os brasileiros já estão no ranking das dez principais nacionalidades de clientes da marca no mundo.

Tradução

Os brasileiros também representaram o segundo maior número (410 mil) de visitantes do museu do Louvre no ano passado, atrás dos americanos, que chegaram a 650 mil.

Em 2007, o Brasil ocupava o 11º lugar no ranking de visitantes do museu do Louvre.

Mas em razão do aumento de turistas brasileiros, a administração do museu já estuda traduzir para o português um mapa informativo e documentos na área de multimídia, segundo diretora de atendimento ao público, Catherine Guillou.

Segundo a Global Blue, líder mundial no setor de free-shop, os gastos dos turistas vindos do Brasil na França cresceram 49% no ano passado, totalizando 100 milhões de euros.

O aumento dos gastos dos brasileiros no país é a maior progressão após a dos chineses, que são os campeões das compras na França.



Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/11/111110_brasileiros_gastos_exterior_df.shtml

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Como estaremos em 2050?
Por Antenamundo - sábado, 12 de novembro de 2011, às 18:57:58
Categoria: Postagem Obrigatória

Conforme algumas pesquisas e estudos das Nações Unidas, a participação relativa dos maiores de 65 anos, no Brasil, crescerá de forma marcante nas próximas décadas. Em 2050, pouco mais de 25% da população brasileira, ou seja, um em cada quatro brasileiros(as) terá mais de 65 anos de idade. O que isso representa para a economia brasileira? Essa resposta é muito complexa e não se pode fazer ilações sobre um período ainda bastante distante de nós temporalmente baseados em cenários que não levaram em consideração todas as alternativas possíveis de políticas públicas. Uma população envelhecida representa uma série de desafios a serem encarados já nos próximos anos. Os dois mais patentes que se apresentam a uma primeira vista são aqueles ligados à saúde pública e a questão previdenciária. Em termos de saúde, a população demandará por medicina especializada em idosos, as implicações do custo de tratamento de doenças típicas de idade avançadas, o tipo de atendimento adequado a essa parcela da população são todos fatores novos cuja demanda crescerá nas próximas décadas a uma taxa que as autoridades governamentais terão de não somente prever mais corretamente, como também, serem capazes de responder em um timming totalmente diferente do atual. Do ponto de vista da saúde pública, a população mais idosa representará uma variável nova, com peso relativamente grande e crescente sobre os orçamentos públicos. As múltiplas dimensões de problemas relacionados à saúde voltada para uma população idosa deverão ser objeto de análise nos próximos anos, a fim de que o país prepare-se de forma adequada para a nova realidade que vai começar a se impor nas próximas décadas. A preocupação que emerge da projeção de envelhecimento populacional diz respeito à sustentabilidade dos sistemas de previdência pública e privada, dadas as condições vigentes, um contingente significativo da população estará retirado das atividades produtivas – um em cada quatro brasileiros – e pesando sobre as contas públicas, tanto no lado da saúde pública, quanto no lado previdenciário. Portanto, a pergunta que nos remete ao pensamento é a seguinte; estamos ou estaremos a aproveitando nosso atual e futuro presente bônus demográfico? Geralmente a literatura sobre demografia, compreende, muito sinteticamente, a hipótese de bônus demográfico quando uma parcela importante da população em idade ativa, ao produzir, gera recursos adicionais que podem ser revertidos em poupança, em investimentos e desenvolvimento econômico do país. Evidentemente, essa relação não é direta, mas depende de políticas macroeconômicas de manutenção de pleno emprego, de investimento em formação de capital humano e de acumulação de poupança, o que, a longo prazo, configuram-se como condições fundamentais para que o bônus possa ser reaproveitado. Neste sentido, é importante salientar, não há bônus demográfico quando não se atinge o pleno emprego dos fatores de produção. O que se quer dizer é que o bônus não ocorre se houver desperdício de recursos humanos; de pouco adiantará ter mais pessoas em idade ativa se essas pessoas não puderem efetivamente trabalhar e produzir decentemente. Assim, quanto maior for a geração de emprego e o grau de formalização, maiores serão as chances de aproveitar –se os benefícios da estrutura etária do país. O lado complicado da equação é que as ações que podem envidar um longo prazo de desenvolvimento com envelhecimento dependem de ações que começam a ser tomadas agora. Infelizmente, porém, o calendário da demografia não se conjuga necessariamente com o calendário político. Da mesma forma, as ações de política econômica quase sempre estão focadas em prazos mais curtos, dada a imprevisibilidade que paira sobre o longo prazo e, no caso brasileiro, em particular, à cultura curto prazista de condução da política econômica. Sabe-se que estaremos, em 2030, mais adultos e, em 2050, mais velhos. Sabe-se que haverá menos crianças e mais idosos. Sabe-se que se estará vivendo mais por essas épocas. Portanto, é mais do que urgente repensar e ampliar o papel do Estado na construção da cidadania presente e futura. Caso contrário, ao se manter as atuais condições de temperatura e pressão, na esfera econômica, social e política, pelo menos duas perguntas emergem; conseguiremos superar a pobreza e a exclusão social? Estaremos vivendo melhor? FONTE:http://www.cartacapital.com.br/economia/como-estaremos-em-2050/ COMETÁRIO:Atualmente o Brasil está passando pelo período de Bônus Demográfico, em que a população ativa é maior que a inativa. Uma fase de oportunidade de crescimento, pois o gasto com saúde e previdência é menor, além de existir excesso de mão-de-obra que gera maior arrecadação de impostos e empregos. Para que possamos aproveitar essa janela de oportunidades o Brasil deve investir em desenvolvimento e poupar o capital ganho. Dessa forma quando acabar a fase de bônus demográfico o Brasil conseguirá arcar com o alto gasto na previdência e saúde.
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Estados Unidos, o império em crise
Por Antenamundo - terça, 08 de novembro de 2011, às 20:01:36
Categoria: Postagem Obrigatória
Por Emiliano José

Não há dúvida de que vivemos uma crise mundial de proporções ainda não devidamente dimensionadas, embora se perceba ser de longa duração, como recentemente foi destacada pela mestra Maria da Conceição Tavares. Quando uma nova onda chega até nós, até parece tratar-se de outra crise, como querem alguns, e não a mesma que explodiu em 2008, e que deixou o mundo aturdido. Trata-se, como me parece óbvio, da mesma crise, e não de outra. Uma crise que nasceu no coração do capitalismo, nos EUA e na Europa, e que decorre da financeirização do capital, da grande ciranda do capital financeiro, de uma acumulação capitalista que pretende prescindir da economia real. Deu no que deu. E as reações se sucedem. Me parece que como decorrência dela muita coisa mudará no mundo, não se sabe em que direção, nem se para pior ou para melhor. Dependerá, claro, da luta política em curso, da correlação de forças que se estabelecer na  sequência.

O movimento que se desenvolve em Wall Street, a ocupação de Wall Street, talvez seja a mais simbólica das reações político-sociais. Ao proclamar que representa 98% dos americanos, aqueles que não têm nada a ver com a movimentação do capital financeiro, e que sofrem diretamente os efeitos dos jogos do cassino, aquele movimento simboliza um novo momento. Dois fatos parecem marcar os EUA e o mundo neste novo milênio – o 11 de setembro, em 2001, e agora esta, em 2011, a ocupação de Wall Street. Uma década passada, várias guerras, e, então, o sinal de que há algo de podre no reino, e não é na Dinamarca.

Não nos anima o raciocínio do fim iminente do capitalismo, sempre uma tentação nesses momentos, sempre um pensamento desejoso que nos ronda. Melhor raciocinar com Gramsci, pessimismo da inteligência, otimismo da vontade. Analisar a real correlação de forças e travar a luta política.  Melhor raciocinar com a complexidade da crise, só comparável ao crack de 1929, e com as inevitáveis mudanças que ela deve provocar no mundo, inclusive mudanças no próprio jogo de poder mundial. Está evidente que as velhas potências, e os EUA em particular, dão claros sinais de decadência. Não é bom desconhecer que um Império em decadência, por ter força militar, como é o caso dos EUA, constitui sempre um perigo pela sua atitude beligerante. Os países emergentes, devem, por isso, insistir no caminho da paz para a solução dos conflitos mundiais.

A Grande Depressão de 1929, é bom lembrar, diferentemente da crise atual, encontrou uma liderança política à altura, Franklin Delano Roosevelt. O New Deal, que foi a resposta à crise do capitalismo de então, produziu um investimento maciço em obras públicas e promoveu a diminuição da jornada de trabalho para aumentar a oferta de empregos, a fixação do salário mínimo, a criação do seguro-desemprego e o seguro para os que tinham mais de 65 anos de idade. Ou seja, a solução localizou-se no Estado, no fortalecimento do Estado, que voltou-se para o fortalecimento da produção e a proteção do emprego. Hoje, quando se fala em enfrentamento da crise que se inicia em 2008, só se fala em amparar o capital financeiro, o real causador da tormenta.

Só se fala em socorro a bancos, não em ajuda aos trabalhadores ou incremento da produção. Nem nos EUA, nem na Europa. Obama, Sarkozi, Merkel ou Berlusconi não se debruçam sobre o significado da orgia financeira. Ao contrário, querem novamente fortalecer os reais causadores da crise, que voltariam à mesa do cassino, como se nada tivesse acontecido. Quando se falou em plebiscito na Grécia para ouvir a opinião da população, foi um deus-nos-acuda, e o governo teve que recuar por pressão das grandes potências. A população não pode e não deve ser consultada. Por tudo isso, pela conjuntura dramática, errática, vivida pelos países do capitalismo central, se tem dito, com propriedade, que os países emergentes têm muito a dizer ao mundo quanto à solução da crise, e Dilma o tem feito, quanto Lula o fez durante muitas intervenções.

E isso tem a ver com a política. Se analisamos os últimos anos na América do Sul, e em toda a América Latina, vamos observar um movimento claramente contrário ao neoliberalismo, com a emergência de governos reformistas e progressistas, de esquerda lato senso, que se opuseram e se opõem às políticas voltadas ao enfraquecimento do Estado e às políticas destinadas exclusivamente a favorecer os grandes grupos econômicos.  Por conta das opções políticas, a América do Sul e a América Latina vem enfrentando transformações importantes, melhorias significativas na vida de seus povos, embora se saiba da longa caminhada que há pela frente no enfrentamento das desigualdades e da miséria no Continente.

Curioso observar, no Brasil, o discurso de oposição ao projeto da revolução democrática em curso desde 2003, quando Lula assumiu.  Diante da crise mundial, ao tentar dar respostas, com seu núcleo de inteligência localizado no PSDB, ela insiste em manter e fortalecer as propostas neoliberais, que envolvem o enfraquecimento do Estado, privatização dos fundos públicos, privatização das estatais. Caracteriza-se como uma espécie de enclave do pensamento dominante americano e europeu na América do Sul, contrapondo-se ao pensamento progressista e reformador que tem hegemonizado o Continente.

Sabemos que a crise, sendo de longa duração, atingirá a América do Sul. O Brasil já está sentindo a chegada dela, e tomando as medidas para diminuir o impacto dessa chegada. O governo brasileiro sabe que não será deixando as políticas sociais de lado que irá enfrentá-la. São essas políticas sociais, distribuidoras de renda, que tem garantido, junto com a valorização inédita do salário mínimo, o dinamismo da economia e a continuidade da distribuição de renda.

O governo sabe que precisa estimular a produção, como vem fazendo, ao fortalecer a atividade industrial, ao manter um programa intenso de obras públicas, como o PAC, ao fortalecer o ensino tecnológico, ao dar prioridade à formação científica dos nossos jovens, ao destinar milhares de bolsas nas melhores universidades do mundo. O Estado ocupa um papel chave. A idéia de Estado-mínimo, tão presente no raciocínio dos pensadores do PSDB, é um desastre para o enfrentamento da crise.  O que o pensamento tucano prega é a volta de uma concepção tipicamente neoliberal, sem preocupar-se obviamente com a geração de empregos, com a distribuição da renda, com o fortalecimento dos serviços públicos.

Corretamente, o governo da presidenta Dilma tem intensificado a política de incremento da produção, inclusive com a redução dos juros, medida correta, e reclamada há muito tempo. A queda dos juros deve continuar, e tal medida é parte da política de enfrentamento da crise. Volta-se a insistir, como o tem feito a presidenta, que não se deve perder de vista o grande objetivo de acabar com a miséria extrema em nosso País. O Brasil, desde 2002, tem recusado a idéia de que primeiro é preciso crescer para depois repartir a riqueza. É a política de distribuição de renda, de repartição da renda, que assegura o crescimento, a manutenção e ampliação do mercado de massas, e é nessa linha que o desenvolvimento brasileiro deve continuar nos próximos anos.

FONTE: http://www.cartacapital.com.br/blog/economia/estados-unidos-o-imperio-em-crise/


COMENTÁRIO: a crise americana atual é um reflexo da de 2008, e parte do sistema cíclico do capitalismo de "altos e baixos". Como resultados dessa crise, que tomou caráter global, protestos eclodem principalmente na Europa e nos próprios EUA (como a citada manifestação em Wall Street). Agora, há um debate entre que tipo de política deve ser adotada: o intervencionismo estatal (usado na crise de 29) ou o subsídio aos acionistas, reais causadores do prejuízo, que afetou também a população não-acionista. É uma questão de tempo para que a crise chegue mais fortemente à América do Sul, e cada governo adota réplicas diferentes ao panorama que enfrenta.




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'Irã perto de sofrer ataque', diz presidente de Israel
Por Mariana (B-22) - domingo, 06 de novembro de 2011, às 18:19:45
Categoria: Postagem Livre

JERUSALÉM - O presidente de Israel, Shimon Peres, disse nesta sexta-feira, 4, que a comunidade internacional "está mais perto de chegar a uma solução militar para o impasse sobre o programa nuclear do Irã do que diplomática". Num tom de ameaça incomum para o presidente e Nobel da Paz, a declaração, feita a um canal de TV israelense, foi recebida com surpresa.

Peres disse que os líderes mundiais deveriam "cumprir as promessas" de conter o Irã "a qualquer custo". "Há um longo menu (de opções) sobre o que pode ser feito", disse.

Na quarta-feira, a agência Associated Press divulgou que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tenta persuadir seu gabinete a usar a força militar para tentar conter o programa nuclear iraniano. No dia seguinte, o jornal britânico The Guardian noticiou que Londres se prepara para enviar navios de guerra ao Golfo Pérsico para dar apoio a uma ofensiva contra Teerã.

Suspeita

Israel, EUA e Grã-Bretanha, entre outros países, suspeitam que o objetivo do Irã é desenvolver a bomba atômica. Mas os aiatolás negam e asseguram que o programa nuclear iraniano é pacífico e busca produzir energia. Negociações diplomáticas e sanções econômicas aplicadas contra o país não foram suficientes para persuadir Teerã a abrir mão de suas ambições atômicas.


Na França, o presidente Nicolas Sarkozy disse que a "obsessão" do Irã em obter material nuclear fere as leis internacionais. Questionado sobre uma possível intervenção militar no país, Sarkozy reiterou que a comunidade internacional deve manter foco nas sanções, mas acrescentou que, se houver uma ameaça à existência de Israel, "a França não ficará de braços cruzados".

Em uma clara provocação, o principal negociador da questão nuclear de Teerã, Saeed Jalili, declarou na sexta que pretende denunciar os EUA na ONU por "ações terroristas" contra o Irã – como o assassinato de cientistas nucleares iranianos.

Segundo Jalili, o Ministério das Relações Exteriores apresentará ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, documentos que comprovariam as acusações. "Os EUA estão empregando o terrorismo para promover seus objetivos", disse Jalili, em um comício em Teerã. Ele citou a morte de três cientistas nucleares iranianos, que foram baleados. "Nós vamos processar os EUA".

Poder

O comitê de eleições do Irã baniu três partidos reformistas das eleições parlamentares, agendadas para março. Dois deles foram proscritos após protestos contra o resultado das eleições de 2009, que garantiu um segundo mandato ao presidente Mahmoud Ahmadinejad.

"O ministro do Interior considera tais partidos dissolvidos e, com suas licenças revogadas, eles não têm permissão para participar das próximas eleições", disse ontem o chefe do comitê eleitoral, Soulat Mortazavi. Os partidos são: Frente de Participação Islâmica, Organização Revolução Islâmica Mujaheddin e o Movimento Livre do Irã.

Com AP e Reuters


Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,ira-perto-de-sofrer-ataque-diz-presidente-de-israel,794742,0.htm

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Charge
Por Antenamundo - sexta, 04 de novembro de 2011, às 20:53:10
Categoria: Charge

Uma crítica ao ex-presidente Lula não utilizar o SUS - o qual ele julga eficiente - para tratar de seu câncer.

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