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Governo de Zapatero é 10º a cair na Europa em consequência da crise
Por Alessandra (C-20) - segunda, 21 de novembro de 2011, às 13:18:33
Categoria: Postagem Livre

A crise econômica que atinge diversos países europeus já derrubou dez governos desde 2009. O último a cair foi o do primeiro-ministro espanhol José Luis Rodriguez Zapatero (socialista), derrotado nas eleições parlamentares desse domingo pelo Partido Popular (conservador), liderado por Mariano Rajoy.

Insatisfeitos com a maneira como os governos administram a crise, os eleitores foram às urnas e mudaram os governos de Islândia, Dinamarca, Grécia, Grã-Bretanha, Holanda, Irlanda, Portugal e Espanha.

Fora das urnas, a pressão recaiu sobre os governos centrais de Grécia e Itália, que caíram neste ano em pleno mandato, sendo substituídos por tecnocratas.

A situação atual da política europeia foi definida pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, como "resultado da anarquia que reinou nos mercados financeiros".

O desabafo surgiu depois da derrota nas eleições regionais de 2010. "O capitalismo financeiro nos levou ao desastre. A crise teve efeitos devastadores no mercado de trabalho", disse Sarkozy.

Analistas apostam que a França, que terá eleições nacionais em 2012, pode ser a próxima a mudar. As pesquisas de intenção de voto são lideradas pelo socialista François Hollande, rival de Sarkozy na disputa.

Desde a chegada da crise na Europa, os governos tiveram de enfrentar tanto a pressão dos mercados financeiros quanto a reação da população.

Segundo relatório do Conselho Europeu (órgão oficial da União Europeia) de 2010, "os sinais de protestos políticos obrigam os governos a pesar com grande sensibilidade as soluções para administrar a crise".

Estas soluções parecem ter sido pouco aceitas pelos eleitores. Segundo analistas, os cidadãos rejeitam os pacotes econômicos austeros recomendados pelos mercados e aplicados pelos governos, tendo como resultado a insatisfação declarada nas urnas.

Com a vitória dos conservadores, analistas espanhóis questionam: a crise elegeu os conservadores ou castigou os socialistas? Qual governo sob tanta pressão econômica pode resistir a uma eleição? E o que o futuro primeiro-ministro Mariano Rajoy pode fazer para contornar a crise?

A maioria afirma que a questão econômica foi determinante para a derrota dos socialistas. Para especialistas, o governo de Zapatero seria castigado pela administração da crise, fosse quem fosse o candidato rival.

No caso espanhol, a penalização se transformou em 30% de abstenções e na partilha de votos aos partidos minoritários, que quadruplicaram seus resultados. O Partido Popular obteve maioria absoluta em todas as regiões, exceto Catalunha e País Basco, dominados por grupos locais separatistas.

Segundo a mídia espanhola, um dos coordenadores de campanha do Partido Popular, o sociólogo Pedro Arriola, disse nesse domingo, na sede do partido, que, "nas eleições, os perdedores são sempre os governos. Não é a oposição a que ganha".

Nesse quadro de crise, nem mesmo ter a maioria absoluta no Parlamento é garantia de tranquilidade para os governos - é o que acreditam analistas e líderes políticos, como o ex-primeiro ministro Felipe González, o mais votado da história espanhola (obteve maioria com 202 dos 350 deputados).

"(O ex-premiê italiano Silvio) Berlusconi tinha maioria absoluta e caiu. (O ex-premiê grego George) Papandreou tinha maioria absoluta e caiu. Isso hoje é uma grande coisa, claro. Mas não representa uma garantia de ser intocável com o temporal que está caindo", afirmou González.

A maioria obtida por Rajoy no Parlamento é tão significativa (186 deputados) que ele poderá governar praticamente sem precisar negociar com a oposição.

As medidas a serem tomadas contra a crise são precisamente a principal incógnita, até para o eleitorado conservador. O candidato eleito nunca deixou claro o programa com o qual pretende tirar o país do vermelho.

A pouca clareza nas propostas rendeu críticas a Rajoy, dentro e fora da Espanha. No entanto, ele parece consciente de que os mercados vão pedir atitudes. Em seu primeiro discurso após a vitória, ele pediu unidade a todos os espanhóis e avisou que "não haverá milagres". Ele acrescentou que milagres não eram promessa de campanha".

As respostas devem chegar às vésperas do Natal. Em 13 de dezembro, o Congresso convocará os deputados eleitos para a constituir o novo Parlamento e, então, nomear Rajoy como primeiro-ministro, que poderá assumir uma semana depois, ou no início de janeiro.

 

Fonte: http://www.bbc.co.uk/por...se_ai.shtml


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Dilma paga a conta do PAC de Lula
Por Catherine (C-10) - sexta, 18 de novembro de 2011, às 19:52:41
Categoria: Postagem Livre

Dilma paga a conta do PAC de Lula

Presidente deixou de executar as próprias prioridades para quitar 16,1 bilhões de reais de despesas contratadas em 2010 e antes

e governo, a presidente Dilma Rousseff deixou de executar as próprias prioridades no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para quitar os restos a pagar deixados pela administração de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda assim, até o momento, ela só conseguiu liquidar metade das contas penduradas. É o que mostra levantamento da Associação Contas Abertas. O governo deverá divulgar o segundo balanço oficial do PAC na semana que vem.

Dilma dispõe de 40,4 bilhões de reais no Orçamento de 2011 para o PAC. Porém, desse total apenas 5,6 bilhões de reais, ou 13,7%, saíram dos cofres públicos, o que significa que a obra ou serviço contratado foi realizado e pago. Do total previsto no Orçamento do ano, 17,9 bilhões de reais, ou 44%, estão parados na estaca zero. Não cumpriram nem sequer a primeira etapa do gasto público, que é o empenho, que corresponde ao comprometimento do dinheiro com um determinado contrato.

Mas, enquanto os gastos programados para 2011 ficaram em marcha lenta, o governo desembolsou 16,1 bilhões de reais para pagar despesas contratadas em 2010 e antes disso. Assim, somando-se os pagamentos referentes a este ano aos restos quitados de anos anteriores, a conclusão é que Dilma executou 21,7 bilhões de reais do PAC até agora, próximos dos 22 bilhões de reais registrados no ano de 2010 inteiro.

Apesar do esforço para pagar os restos de anos anteriores, Dilma só deu conta de metade das faturas deixadas por Lula. Ainda sobra um estoque de 16,4 bilhões de reais em restos a pagar. "Provavelmente ainda viraremos o ano com um saldo grande", comentou o secretário-geral da Associação Contas Abertas, Gil Castelo Branco.

Conta - Somando o estoque deixado por Lula ainda não quitado, mais os restos gerados neste ano, referentes a despesas contratadas ainda não entregues, a conta chegaria a 32 bilhões de reais a ser transferida para 2012. 

O programa Minha Casa Minha Vida, um dos carros-chefes da campanha eleitoral de Dilma, é o melhor exemplo da estratégia adotada este ano. Dos 12,7 bilhões de reais reservados para ele no Orçamento de 2011, apenas 0,05% (6,8 milhões de reais) foram desembolsados até agora. Mas, ao mesmo tempo, foram quitados 5,6 bilhões de reais em restos a pagar do programa. "Como explicar que um programa tão importante na campanha tenha uma execução tão pífia?", questionou Castelo Branco. "Para mim, é não querer injetar recursos na economia com receio da inflação, que estava ascendente." Mas, avalia ele, é difícil explicar isso ao cidadão.

A necessidade de conter a inflação é uma das causas para a baixa execução do PAC e outros investimentos do governo, mas não a única. A contenção dos gastos ocorre também pela opção de fechar as contas públicas com saldo positivo este ano, uma medida de prudência diante da crise.

Há, também, problemas gerenciais nos ministérios. O dos Transportes, responsável pela segundo maior Orçamento do PAC, passou meses mergulhado em crise. Outras pastas não tiveram autorização para gastar o que está no Orçamento porque Dilma resolveu mantê-las em rédea curta para evitar desvios.

 

FONTE: http://veja.abril.com.br/not...pac-de-lula


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Economia do Japão volta a crescer no terceiro trimestre
Por Alessandra (C-20) - segunda, 14 de novembro de 2011, às 18:24:16
Categoria: Postagem Livre

O governo do Japão anunciou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu a uma taxa anualizada de 6% entre julho e setembro, indicando recuperação após o terremoto e o tsunami de março.

É a primeira vez em um ano que o resultado trimestral da economia japonesa mostra crescimento, atribuído por analistas a uma recuperação do setor de exportações e a um aumento no consumo.

Especialistas alertaram, no entanto, que o crescimento pode não se manter.

Problemas financeiros na zona do euro levaram a altas recordes no valor do iene nas últimas semanas, tornando as exportações japonesas menos competitivas.

 

http://www.bbc.co.uk/por...mia_rn.shtml


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Sarkozy : Europa baseia-se na "amizade entre a França e Alemanha"
Por Canal_Geografia - sexta, 11 de novembro de 2011, às 17:35:42
Categoria: Postagem Obrigatória

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, relembrou hoje que a União Europeia se construiu com base na amizade entre os dois países e mostrou-se preocupado com a crise da Zona Euro.

Nicolas Sarkozy aludiu hoje às relações entre Paris e Berlim como um elemento fundamental para dar seguimento ao processo de construção da Europa. As declarações do presidente francês aconteceram no final de um acto oficial de memória às vítimas da I Guerra Mundial.

Depois de sublinhar a importância da amizade franco-alemã, Sarkozy referiu que as bases do projecto europeu são “o perdão e a paz”.

“Esta é a herança dos nossos avós e dos nossos pais, e não temos o direito de desperdiçá-la”, afirmou o presidente francês, citado pela agência Efe.

Depois das notícias avançadas esta semana, que davam conta da alegada intenção da Alemanha e da França avançarem com um projecto de “divisão” da Zona Euro, uma espécie de Europa a duas velocidades, Sarkozy frisou que não há outra opção para a união do Velho Continente que não seja a convergência e a paz.

“Defenderei a Europa com todas as minhas forças porque, para a França e a Alemanha, há duas soluções: a convergência e a paz, ou a divergência e o confronto. A convergência e a paz são a Europa, não há outra opção”, declarou o líder francês, acrescentando que “agora há decisões difíceis a tomar, e a Europa é uma conquista que temos de defender”.

 

http://www.jornaldenegocios.pt/hom...;id=518719

 Comentário :  Com o projeto da divisão da zona do euro  os países que permanecerem no bloco teriam uma economia solida , já os que saírem teriam sua moeda desvalorizada para competir  nas exportações , porém  so isso não será suficiente  para estabilizar sua economia .Outro problema é que varios paises foram afetados pela crise do euro podendo  gerar um grande calote na economia .

Bianca Nunes


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Oposição no DF pede impeachment de Agnelo Queiroz
Por Nathália (C-20) - quinta, 10 de novembro de 2011, às 00:36:17
Categoria: Postagem Livre
O PSDB e o DEM apresentaram nesta quarta-feira pedido de impeachment do governador Agnelo Queiroz (PT) na Câmara Legislativa do Distrito Federal. O governador é suspeito de receber propina de um lobista que depositou R$ 5.000 em sua conta. O presidente regional do DEM, Alberto Fraga, o presidente regional em exercício do PSDB, Raimundo Ribeiro, e o advogado Rogério Pereira também entregaram pedidos individuais de investigação contra o governador, totalizando cinco pedidos de impeachment. Segundo nota divulgada pelo PSDB, Ribeiro disse esperar que a Câmara Legislativa do DF investigue os fatos. "O esclarecimento das denúncias é necessário. Se elas forem falsas, Agnelo corre riscos. Se forem verdadeiras, quem corre riscos é o povo de Brasília", apontou Ribeiro. Segundo a Câmara Legislativa, os cinco pedidos de impeachment protocolados na presidência serão encaminhados à Procuradoria da Casa, que fará a análise do cumprimento dos requistos jurídicos para que os documentos continuem a tramitar na Casa. Não havendo vícios formais, os pedidos serão enviados à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que pode solicitar a criação de uma Comissão Especial para apreciar os pedidos de impeachmet, que, por fim, devem ser votados em plenário. STJ Também nesta quarta-feira (9), a Polícia Federal pediu autorização ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para investigar Agnelo. Caso o STJ autorize a investigação, será o segundo inquérito aberto contra o governador do DF, dessa vez sobre a passagem dele pela diretoria da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária). O governador já é investigado por irregularidades dos tempos em que era ministro do Esporte. Ontem, a deputada distrital Celina Leão (PSD) apresentou notícia-crime à PF contra o governador. Ela entregou um vídeo do lobista Daniel Tavares, que atuava na Anvisa quando Agnelo era diretor do órgão e depositou R$ 5.000 na conta do atual governador do DF. Agnelo admitiu que recebeu em sua conta pessoal R$ 5.000 de Daniel Tavares e diz que foi o pagamento de um empréstimo. Como a Folha revelou, no mesmo dia em que o dinheiro caiu na conta de Agnelo, em 25 de janeiro de 2008, a empresa obteve da Anvisa um certificado sem o qual não poderia participar de licitações nem registrar novos medicamentos. No vídeo entregue à PF, Daniel Tavares acusa Agnelo de receber propina, e que os R$ 5.000 foram parte do pagamento. Diz ainda sobre outros "seis ou sete pagamentos de R$ 50 mil ou R$ 100 mil", entregues em dinheiro na casa do governador. Ele afirma ainda que filmou uma entrega de R$ 70 mil na casa de Agnelo, mas que o celular era da empresa e ele não tem mais acesso. Depois que a deputada Celina Leão (PSD) mostrou o extrato da transferência de R$ 5.000, Daniel Tavares gravou um novo vídeo. Nesse, diz que é amigo de Agnelo e o dinheiro foi um empréstimo pessoal, tal qual o governador afirmou. Esse vídeo foi distribuído pelo líder do PT na Câmara Distrital, Chico Vigilante, que se recusou a informar quem passou o DVD, e qual a motivação do delator. O governador Agnelo Queiroz afirma que o depoimento de Tavares dado às deputadas é uma farsa. "Fui alvo de manobra sórdida, montada por aqueles que não se conformam com a legitimidade do meu mandato. Alvo de uma farsa fabricada por aqueles que perderam privilégios e o poder político.''
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