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Aqui, o Mundo é pequeno. Vamos conhecê-lo?

Mantega diz que economia brasileira voltou a acelerar em novembro
Por Ricardo (B-28) - quarta, 23 de novembro de 2011, às 13:10:35
Categoria: Postagem Livre
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira (23) que o Brasil deve registrar desaceleração da economia no terceiro trimestre de 2011,mas que números apontam para um reaquecimento a partir de novembro, situação que deve se manter no início de 2012. “Até outubro, [o desempenho da economia] foi mais ou menos mal. Mas a partir de novembro, já tenho indicadores que mostram que a economia está se aquecendo”, disse o Mantega, durante audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara. “A tendência é que a economia está tomando um novo impulso de crescimento e novembro e dezembro serão meses de maior crescimento. A economia vai entrar em 2012 com uma aceleração”, completou o ministro. Segundo Mantega, a inflação no país está controlada e a queda no valor das commodities, que implica em redução no valor dos alimentos, deve pressionar a inflação ainda mais para baixo nos próximos meses. Ele prevê ainda que as medidas que o governo vem tomando, como redução da taxa de juros (Selic), devem resultar no barateamento do crédito no país. Mantega disse que o Brasil está preparado para continuar crescendo e gerando empregos e que isso vai acontecer em 2012. Ainda de acordo com ele, o governo vai continuar adotando as medidas necessárias para combater os efeitos da crise no país. Falta de maturidade europeia Mantega, disse ainda que a falta de "maturidade política" na Europa e nos Estados Unidos está dificultando a adoção de uma solução rápida para a crise econômica que atinge os países. Mantega comparou o encaminhamento da crise de 2008 no Brasil, onde o governo federal conseguiu, segundo ele, adotar medidas com apoio da oposição, e o que ocorre na Europa e nos EUA, onde "desentendimentos políticos" entre governo e oposição prejudicam a tomada de decisões. "O Brasil possui maturidade política que os outros países não têm. Os políticos desses países se envolvem em conflitos políticos e paralisam o estado. Aqui, não se verificou isso em 2008", disse Mantega, durante audiência na comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara. Mantega disse que a crise está se deteriorando e que cada diz mais se confirma uma recaída da crise financeira de 2008, quando houve quebra de bancos, redução dos investimentos e corte das linhas de crédito. “Estamos assistindo a um agravamento da crise. A cada dia que passa, a situação fica mais complicada e os problemas na União Europeia não se resolvem”, disse o ministro. De acordo com o ministro, esse agravamento da crise preocupa o governo brasileiro. Ele apontou, porém, que o país tem condições de enfrentar a crise sem sofrer grandes conseqüências. http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/11/mantega-diz-que-economia-brasileira-voltou-se-aquecer-em-novembro.html
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PIB da Grécia cai 5,2% no 3º trimestre
Por Vinícius (B-32) - terça, 15 de novembro de 2011, às 10:21:04
Categoria: Postagem Livre
O Produto Interno Bruto (PIB) da Grécia registrou queda de 5,2% no terceiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo de 2010. No trimestre anterior, no mesmo tipo de comparação, o recuo havia sido de 7,4%, segundo apontou a Autoridade Estatística Helênica (Elstat). A zona do euro, bloco no qual a Grécia está inserida, teve leve crescimento de 0,2% no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores, conforme informou, o Eurostat. No segundo trimestre, o avanço também havia sido de 0,2%. Em toda a União Europeia, economia teve o mesmo avanço. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, com ajuste sazonal, o PIB cresceu 1,4%. Durante o terceiro trimestre de 2011, a economia dos EUA avançou 0,6% na comparação com o trimestre anterior. No Japão, o crescimento foi de 1.5%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, O PIB cresceu 1,6% nos Estados Unidos e recuou 0,2% no Japão. Na véspera, o novo premiê grego, Lucas Papademos, disse que a participação da Grécia na zona do euro "está em jogo", e por isso a aplicação das medidas de austeridade necessárias para a Grécia continuar recebendo ajuda internacional será a "principal tarefa" do governo de coalizão. "Ninguém deseja que o país saia do euro", disse Papademos. "Ficar no euro é nossa única opção", completou. Em um discurso ante o Parlamento, Papademos, que encabeça um governo de coalizão integrado pelos socialistas, pela direita e pela extrema direita, disse que o déficit público grego em 2011 será de 9% do PIB, contra 10,6% em 2010 e 15,7% em 2009. "Se essas decisões forem aplicadas e as medidas associadas a elas forem tomadas, a Grécia pode olhar para o futuro com confiança", acrescentou o ex-vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), que vai liderar um governo de transição no país. Segundo ele, o país precisa para implementar um novo programa econômico, mas a tarefa demandaria mais tempo do que os cerca de 100 dias previstos para o seu governo de unidade nacional. FONTE : http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/11/pib-da-grecia-cai-52-no-3-trimestre.html
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Mario Monti é a antítese de Silvio Berlusconi
Por Geo_Atual - sábado, 12 de novembro de 2011, às 23:54:07
Categoria: Postagem Obrigatória
Os romanos já estão falando do "impacto benéfico" de Mario Monti sobre a montanha da dívida italiana --antes mesmo de ser garantida sua nomeação como primeiro-ministro. O spread entre os títulos governamentais italianos e alemães com vencimento para dez anos caiu cerca de 50 pontos-base em relação ao pico de 576 alcançado na quarta-feira, fato atribuído em parte à perspectiva de o economista e ex-comissário europeu assumir o lugar de Silvio Berlusconi no comando de um governo interino. Na comunidade empresarial de Milão --onde Monti é muito conhecido como reitor da Universidade Bocconi e ex-membro do conselho de algumas das maiores empresas da Itália--, foram manifestadas dúvidas quanto a se o tecnocrata, apesar de ser altamente respeitado por seu intelecto, teria força suficiente para governar. Mas essa impressão vem se modificando nas últimas semanas, na medida em que Monti vem endurecendo a retórica em seus discursos. Executivos admitem que, para implementar as medidas de austeridade exigidas pela Europa, a Itália precisa de alguém que se posicione acima da disputa política e não tema desagradar aos eleitores. Líderes empresariais crêem também que Monti será capaz de empreender medidas drásticas adicionais, como impor um imposto sobre a riqueza que poderá levantar até €100 bilhões, porque ele não precisará encarar a ira dos eleitores. "O que precisamos, concretamente, é de uma suspensão da democracia pelo prazo de 18 a 24 meses, para que possam ser tomadas decisões difíceis", disse um empresário. Monti é o único candidato que não tem vínculos com o cenário político tóxico da Itália. "É o que precisamos para este momento", diz o presidente de uma das maiores empresas da Itália. Na quarta-feira, Monti, 68 anos, foi elevado pelo presidente, Giorgio Napolitano, ao nível de senador vitalício, indo juntar-se a alguns poucos escolhidos pelas contribuições feitas ao país. Afável e didático por natureza, o economista é a antítese de Berlusconi, envolto em gafes e escândalos. Monti vem ganhando estatura aos olhos do público com uma série de artigos e discursos feitos em tom franco, nos quais colocou a nu as falhas da elite política em fazer frente à dívida e arrancar a economia do marasmo. Quando Berlusconi falou que os mercados estavam atacando o euro "estranho", Mario Monti observou que o alvo não era a moeda comum, mas a dívida soberana de países perdulários como a Itália. Seu desafio será convencer as pessoas de que não é um tecnocrata desalmado que vai apenas obedecer ordens ditadas em Bruxelas e Berlim, mas um "italiano cheio de paixão" --nas palavras do jornal "Corriere della Sera"-- mas "sem ambições pessoais: portador de ideias, não de interesses". Natural de Varese, no norte da Itália, Mario Monti formou-se na Universidade Bocconi e depois estudou em Yale, nos Estados Unidos. Mais tarde, lecionou na Universidade de Turim, tornou-se professor de economia política na Bocconi e foi nomeado para o cargo em Bruxelas por Berlusconi em 194. Ele emergiu como um dos membros mais poderosos e influentes da Comissão Europeia, tendo servido como chefe de competição da União Europeia, supervisionando a difícil investigação antitruste da Microsoft feita por Bruxelas no início dos anos 2000. Dois anos atrás ele foi convidado pelo presidente da Comissão, José Manual Barroso, a compilar um influente relatório sobre o mercado único da EU. O relatório pediu mais desregulamentação, para incentivar a competição e o crescimento econômico. Monti também virou presença regular no circuito dos institutos de estudos de Bruxelas. Em seminários recentes ele vem advogando políticas fiscais que distribuem o sofrimento político entre a esquerda e a direita --como reduzir os benefícios de pensões e também elevar os impostos sobre os ricos. ----- Comentário: Monti, expoente candidato à sucessão de Berlusconi, possui uma estrutura mais sólida que o ex-primeiro-ministro, haja vista que sua trajetória política está livre de escândalos. O povo italiano está a espera de um governante sério, honesto e que possua uma proposta sólida de estabilização da economia de seu país, aspirando por uma finalização da grande dívida da Itália. Esse país está passando por grandes dificuldades financeiras, e a eleição do próximo primeiro-ministro apenas é um espelho desse anseio nacional pela estabilização da economia italiana. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1005717-mario-monti-e-a-antitese-de-silvio-berlusconi.shtml
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Revisão da cesta de moedas do FMI abre caminho para entrada do real
Por Lucas (B-19) - quinta, 10 de novembro de 2011, às 17:57:55
Categoria: Postagem Livre
SÃO PAULO - O Fundo Monetário Internacional (FMI) vai divulgar até o final deste mês os critérios para a inclusão de novas moedas na cesta que compõe os Direitos Especiais de Saque (SDR, na sigla em inglês), antecipou uma alta fonte do Fundo à Agência Estado. Esse é o primeiro passo para que moedas de países como o Brasil e a China façam parte da cesta do SDR, hoje privilégio apenas dos Estados Unidos, Japão, zona do euro e Reino Unido. "Existe já há algum tempo uma expectativa de que a cesta precisa ser ampliada em algum momento e as moedas de países emergentes seriam as candidatas mais lógicas a serem incluídas na nova cesta", disse a fonte. "A publicação dos critérios não visa descartar ou automaticamente incluir essa ou aquela moeda, mas esclarecer os requisitos que uma moeda terá de atender para a sua inclusão." O SDR é o ativo de reserva internacional emitido pelo FMI e que foi criado em 1969 para suplementar as reservas oficiais dos países membros e cujo valor reflete uma cesta de moedas composta hoje apenas pelo dólar americano, o iene, a libra esterlina e o euro. Na prática, o SDR é a moeda do FMI. Com a participação cada vez maior de países emergentes no crescimento da economia mundial, como a China e o Brasil, vem aumentando a pressão para que a cesta do SDR seja ampliada e seu valor reflita também a variação de moedas como o yuan chinês e o real brasileiro. Contra a inclusão dessas moedas emergentes está a visão de alguns diretores do FMI de que ampliar a cesta para incluir moedas que não são totalmente conversíveis poderá reduzir a atratividade do SDR. A cesta do SDR tem a sua composição revisada a cada cinco anos. A última revisão, que aconteceu em novembro do ano passado, manteve a composição da cesta com as quatro moedas, apenas alterando o peso delas na cesta. O dólar americano teve seu peso reduzido de 44% para 41,9%, enquanto que a participação do euro subiu de 34% para 37,4%, a da libra esterlina passou de 11% para 11,3% e a do iene caiu de 11% para 9,4%. A próxima revisão da cesta do SDR, em tese, aconteceria apenas em 2015, mas essa revisão poderá ocorrer muito antes disso, segundo a fonte do FMI, com a publicação dos novos critérios de composição e a inclusão de novas moedas. "A diretoria do FMI poderá antecipar essa revisão da cesta, assim como fez com a questão das cotas." Pressão dos países emergentes Segundo a avaliação da fonte, a publicação dos critérios para que novas moedas sejam incluídas é uma admissão de que a diretoria do FMI já pôs oficialmente em marcha as discussões para atender à demanda dos países emergentes. Os critérios atuais para a composição da cesta estão inalterados desde o ano de 2000. "Tem havido discussões há alguns anos no âmbito do G-20 e do FMI para ampliar a cesta do SDR, e esses critérios vão estabelecer como será o processo para essa ampliação", disse a fonte. O anúncio a ser feito em breve não irá listar as moedas que comporão a cesta, mas apenas tornarão claros e explícitos os critérios para tanto, ressaltou a fonte. "Esses critérios darão forma à mecânica do processo pelo qual a decisão futura da diretoria do FMI será baseada", explicou a fonte. Na composição atual da cesta, limitada apenas àquelas quatro moedas, o FMI levou em conta apenas dois critérios: o valor das exportações de bens e serviços nos últimos 12 meses que antecederam a data da revisão e também o valor das reservas internacionais denominadas naquelas moedas pelos outros países membros do FMI. Moedas commodities No ano passado, chegou-se a especular, antes da última revisão, que as chamadas moedas commodities, de países grandes exportadores de matérias-primas, seriam incluídas na cesta, em particular o dólar australiano, o dólar neozelandês e o dólar canadense. "Isso porque, até há pouco tempo, as discussões centravam apenas no quão grande, em termos de liquidez, teriam de ser essas moedas para inclusão na cesta, além de variáveis como a participação delas no comércio internacional e quão conversíveis elas teriam de ser", explicou a fonte. Além da revisão da cesta, está em curso ainda uma discussão sobre um novo papel que o SDR deveria desempenhar no sistema monetário internacional a exemplo da emissão de bônus pelo FMI denominados em SDR, disse a fonte. "Entre os tópicos, discute-se, por exemplo, se o SDR deveria ter uma participação maior nas reservas internacionais de cada país", explicou. Na última reunião do G-20 em Cannes, na França, vários governos de países emergentes discutiram a possibilidade de pedir ao FMI que emita mais SDR como forma de ajudar no socorro à zona do euro, injetando recursos na Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês). Especulou-se durante o encontro do G-20 que o FMI poderia emitir até US$ 250 bilhões e utilizar parte desse valor para fortalecer o EFSF, mas nada de oficial foi decidido a respeito até o momento. Em tempo: na cotação de 10 de novembro, cada SDR corresponde a US$ 1,56757. Fonte: Estado de São Paulo http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,revisao-da-cesta-de-moedas-do-fmi-abre-caminho-para-entrada-do-real,91820,0.htm
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Agência da ONU vê indícios de que Irã tenta desenvolver arma nuclear
Por Vinícius (B-32) - quinta, 10 de novembro de 2011, às 11:19:45
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A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou nesta terça-feira (8) que há indícios de que o Irã manteve, de 2003 até um passado recente, atividades que aparentemente estão relacionadas com o desenvolvimento de uma arma nuclear. O texto da agência da ONU fala em uma "possível dimensão militar" do programa iraniano. Ela se basear em "informações críveis". A AIEA listou uma série de atividades concernentes ao desenvolvimento de armas nucleares, como testes com explosivos potentes e o desenvolvimento de um detonador para bombas atômicas. A agência acrescentou que "a informação também indica que antes do fim de 2003 essas atividades aconteceram sob um programa estruturado, e que algumas atividades ainda podem estar em andamento." O relatório da AIEA inclui informações anteriores e posteriores a 2003. Ele manifesta uma 'particular preocupação' com informações dadas por dois Estados membros de que o Irã teria realizado em 2008 e 2009 estudos com modelos informatizados relevantes para o desenvolvimento de armas. "A aplicação de tais estudos para qualquer coisa além de um explosivo nuclear não está clara para a agência", afirmou a AIEA. As informações também indicam que o Irã construiu um grande tanque para explosivos no seu complexo militar de Parchin, a sudeste do Irã, onde conduziu experiências hidrodinâmicas que são 'fortes indicadores do possível desenvolvimento de armas.' O relatório da AIEA, o mais detalhado sobre o tema, era bastante esperado e gerou uma série de especulações ao longo dos últimos dias. Os Estados Unidos e seus aliados devem usar o aguardado relatório para pressionar por mais sanções aos país produtor de petróleo. Israel acenou até com a possibilidade de um ataque ao Irã por conta da questão nuclear, embora o gabinete aparentemente esteja dividido em relação a isso. O governo iraniano insiste em que o seu programa nuclear tem fins pacíficos, com o objetivo de produzir eletricidade. Para o Irã, o relatório é "desequilibrado, não profissional e politicamente motivado", afirmou a agência de notícias semioficial Fars. Estas informações, contidas no anexo do relatório da AIEA, "não têm nada de novo", disse Alí Asgar Soltanie, enviado iraniano à agência de energia atômica. "Voltamos às velhas alegações, as quais o Irã já provou que não têm fundamentos em uma resposta precisa de 117 páginas" enviada há quatro anos à AIEA. "O Irã já provou que as alegações dos Estados Unidos não têm fundamento e que nos últimos oito anos não emergiu qualquer prova do uso militar de material nuclear", completou. ---- fonte : http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/11/agencia-da-onu-ve-indicios-de-que-ira-tenta-desenvolver-arma-nuclear.html ----
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