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Isabella (A-10), Laís (A-17)
Fernanda (A-8)

Governo baixa de 4,5% para 3,8% previsão de crescimento de 2011
Por Laís (A-17) - sexta, 18 de novembro de 2011, às 12:08:44
Categoria: Postagem Livre
Estimativa consta no relatório de avaliação do orçamento do 5º bimestre. Nova previsão ainda está acima das expectativas do BC e do mercado. Alexandro Martello Do G1, em Brasília Com a piora da crise financeira internacional, o governo admitiu formalmente nesta sexta-feira (18), por meio do relatório de avaliação do orçamento de 2011 relativo ao quinto bimestre, que sua estimativa para o crescimento da economia neste ano recuou de 4,5% para 3,8%. A previsão do Ministério da Fazenda, porém, ainda está acima da estimativa do Banco Central, que prevê uma taxa de expansão de 3,5% para este ano, e dos analistas do mercado financeiro, que preveem um crescimento econômico de 3,2% para 2011. Se confirmada, será a menor taxa de crescimento da economia brasileira desde 2009, quando a economia brasileira registrou retração de 0,3% justamente por conta dos efeitos da crise financeira internacional. Em 2008, a economia brasileira cresceu cerca de 5%. Dados do BC já indicam contração do PIB no terceiro trimestre deste ano. Com a redução da estimativa, o Ministério da Fazenda, responsável pelas previsões do relatório, admitiu pela primeira vez, neste documento, que o crescimento da economia brasileira deverá ficar abaixo de 4% neste ano - algo que o mercado financeiro já previa desde julho deste ano. A Fazenda havia informado, no começo de outubro, que a estimativa seria formalmente reduzida. O último relatório de avaliação orçamentária, divulgada pelo governo em setembro deste ano, com as previsões do Ministério da Fazenda sobre a economia, ainda registrava, porém, uma estimativa de 4,5% para a economia brasileira neste ano - mesmo diante dos sinais de que a crise financeira seria mais demorada do que o previsto inicialmente. Naquele momento, o mercado já previa um crescimento de 3,5%. Inflação acima dos 6% O Ministério da Fazenda também admitiu nesta sexta-feira que a inflação, medida pelo IPCA, deve ficar acima de 6% neste ano - algo que o mercado financeiro já previa desde maio deste ano. A estimativa oficial do governo, feita pelo Ministério da Fazenda, é de que a inflação somará 6,4% neste ano - expectativa que também é a do Banco Central. A previsão anterior da Fazenda era de que a inflação somasse 5,8% em 2011. O BC também admitiu em setembro que a inflação ficaria acima de 6%, com 45% de chances de superar até mesmo o teto de 6,5% do sistema de metas de inflação.
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Senado da Itália aprova medidas de austeridade pedidas pela Europa
Por Geoatlas - sexta, 11 de novembro de 2011, às 18:18:53
Categoria: Postagem Obrigatória
Emendas devem passar com facilidade pela Câmara dos Deputados. Aprovação abre caminho para Berlusconi sair e Mario Monti virar premiê. O Senado da Itália aprovou nesta sexta-feira (11) as leis orçamentárias de 2012, com as emendas de austeridade exigidas pela União Europeia para combater a crise econômica no país. O plano de ajuste passou por 156 votos a favor, 12 contrários e uma abstenção.Ele inclui a venda de ativos públicos, a reforma do sistema previdenciário, a privatização de empresas públicas e a simplificação da administração pública. Também fixa medidas para estimular o emprego e o aumento do crescimento econômico, quase nulo nos últimos anos. O pacote de medidas não inclui uma reforma dos contratos de trabalho para facilitar as demissões, que havia sido criticada pelos sindicatos. O economista Mario Monti, que deve ser escolhido o próximo premiê interino italiano no lugar de Silvio Berlusconi, participou dos debates no Parlamento. O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, nomeou Monti senador vitalício na quarta-feira, pavimentando o caminho para sua indicação. Na quinta, Berlusconi e seu partido, o PDL, manifestaram apoio à indicação de Monti e à convocação de eleições antecipadas. As medidas de austeridade têm o objetivo de ajudar a recuperação econômica e reduzir a enorme dívida pública do país. Elas foram recomendadas após exigências de outras nações europeias por uma ação urgente para restaurar a confiança do mercado nas finanças públicas italianas. O plano deve passar com facilidade na Câmara de Deputados no sábado, o que deve abrir caminho para Berlusconi renunciar. O polêmico premiê de centro-direita, pressionado por conta do agravamento da crise econômica no país e de escândalos, prometeu na terça-feira que iria sair assim que as medidas fossem aprovadas. EUA pressionam O presidente dos EUA, Barack Obama, conversou com a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, no fim da quinta-feira, e também telefonou para o presidente italiano, Giorgio Napolitano, para pressionar pela aprovação das medidas e pelo aceleramento da transição italiana.. O secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, pediu uma ação mais rápida na Europa. "A crise na Europa continua sendo o desafio central para o crescimento global. É crucial que a Europa se mova mais rapidamente para colocar em vigência um plano para restaurar a estabilidade financeira", disse Geithner em comunicado. Após meses de confusão e atrasos, Roma parece ter entendido a mensagem após a disparada dos juros pagos em seus títulos de dívida. COMENTÁRIO Como dito anteriormente, a crise européia deve-se a bolha imobiliária gerada em 2008 pelos EUA. Com a renuncia de Berlusconi, a Itália abre novos caminhos para a possibilidade de uma melhora na sua dívida externa pública. O senado aprovou recentemente Leis Orçamentárias de 2012 com o intuito de venda de ativos públicos, a reforma do sistema previdenciário, a privatização de empresas públicas e a simplificação da administração pública, para amenizar a crise e 'exterminá-la' de uma vez por todas. Laís Bertolucci
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Bovespa fecha em queda com preocupações por Itália
Por Geoatlas - quarta, 09 de novembro de 2011, às 22:45:41
Categoria: Postagem Obrigatória
Ibovespa segue mercados internacionais e recua 2,50%, a 57.549 pontos. Notícias sobre juros dos títulos públicos italianos afetaram mercados. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão desta quarta-feira (9) com queda, na esteira de Wall Street e dos mercados internacionais, com investidores preocupados com a situação da dívida italiana. O Ibovespa recuou 2,50%, a 57.549 pontos. O volume financeiro do pregão foi de R$ 6,09 bilhões.Na terça-feira, o índice caiu 0,29%, aos 59.026 pontos. Neste pregão, as ações das petrolíferas foram as que mais pesaram no Ibovespa. A preferencial da Petrobras caiu 4,24%, a R$ 21,46 reais. OGX recuou 3,26%, a R$ 13,95. O contrato dezembro do petróleo nos EUA caia 0,42%. O setor de metais também influenciou negativamente. A preferencial da Vale recuou 1,58%, a R$ 41,78. Gerdau caiu 2,56 %, a R$ 15,20, e CSN perdeu 4,06%, a R$ 15,85. A preocupação com o agravamento da crise da dívida da zona do euro também foi responsável pela expressiva queda nas bolsas dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira, o índice Dow Jones recuou 3,2%, o Standard & Poor's 500 teve desvalorização de 3,67%, e o Nasdaq caiu 3,88%. As principais bolsas europeias registraram fortes quedas no dia. O destaque de baixa foi a Bolsa de Milão, que recuou 3,78% ao término do pregão. Itália Nesta manhã uma notícia abalou o humor dos mercados de todo o mundo. O rendimento dos títulos públicos italianos, que representa o juro com que o governo remunera os investidores que compraram papéis da dívida do país, superou os 7%, um novo recorde histórico desde a criação do euro e que é considerado insustentável, apesar do anúncio da renúncia em breve do chefe de governo, Silvio Berlusconi, que era desejada pelos mercados. A Itália, embora solvente, está bem endividada. O receio dos investidores é de que o país não tenha capacidade de sustentar esse nível de empréstimos a um custo mais alto. E, como é a oitava maior economia do mundo, um colapso seria sentido em toda a economia global. Grécia Também nesta quarta-feira, o primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou oficializou sua renúncia ao cargo, em rápido pronunciamento transmitido pela TV estatal grega. Expectativa, agora, é pelo anúncio oficial do nome de seu substituto. COMENTÁRIO: A crise iniciada na Itália e Grécia, deve-se a bolha imobiliária gerada em 2008 pelo EUA. A economia italiana e grega esta se agravando devido a suas altíssimas dívidas externas. Apesar da Itália ser uma das maiores economia do mundo, o primeiro ministro,Silvio Berlusconi, está nas eminências de renunciar, pois a dívida se agrava cada vez mais e o país não está tendo condições de se recuperar. Laís Bertolucci
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Primavera Árabe - Charge
Por Geoatlas - sexta, 04 de novembro de 2011, às 20:03:23
Categoria: Postagem Obrigatória

Charge abordando os intensos conflitos do Oriente Médio


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EUA cortam financiamento à Unesco após agência ter admitido palestinos
Por Laís (A-17) - segunda, 31 de outubro de 2011, às 18:18:21
Categoria: Postagem Livre

Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (31) que vão deixar de depositar fundos para a Unesco, após a agência da ONU ter admitido a Palestina como membro pleno.

"Tínhamos de fazer um pagamento de US$ 60 milhões à Unesco em novembro e não vamos fazer", disse Victoria Nuland, porta-voz do Departamento de Estado, em entrevista.

Washington se opõe ao pedido palestino de uma cadeira na ONU sob o argumento de que isso não ajudaria nos esforços de reviver as negociações de paz com Israel, que sofreram colapso no ano passado.

O financiamento americano equivale a pouco mais de 20% das verbas totais da Unesco.

Membro pleno
A agência cultural da Organização das Nações Unidas concedeu o status de membro total aos palestinos no órgão, em uma votação que pode impulsionar a tentativa da nação de ser reconhecida como Estado perante a ONU.

A Unesco é a primeira agência da ONU em que os palestinos buscaram integração como membro total desde que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, entrou com o pedido de uma cadeira na ONU, em 23 de setembro.

A adesão foi aprovada por 107 votos a favor, 52 abstenções e 14 contra.

EUA, Canadá e Alemanha votaram contra. Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul e França, entre outros, votaram a favor. O Reino Unido se absteve.

O governo brasileiro, em nota do Itamaraty, parabenizou os palestinos.

Os Estados Unidos já haviam dito que vetariam a reivindicação palestina na ONU e também de outros órgãos da ONU.

Israel critica
A admissão palestina afasta as perspectivas de um acordo de paz, afirmou nesta segunda o governo israelense, ao condenar "a manobra unilateral" palestina.

"Israel rejeita a decisão da Assembleia Geral da Unesco (...) aceitando a Palestina como Estado membro da organização", afirma um comunicado do ministério das Relações Exteriores, ao estimar que "se trata de uma manobra palestina unilateral que não mudará nada no terreno, mas que afasta a possibilidade de um acordo de paz".

Os países que, como a França, apoiaram o pedido verão sua influência sobre Israel enfraquecer, afirmou nesta segunda-feira o embaixador israelense, Nimrod Barkan.

"Isto vai enfraquecer a capacidade deles de influenciar na posição de Israel", principalmente em relação ao processo de paz, disse à AFP.

Os países que votaram sim "adotaram uma versão de ficção científica da realidade ao admitirem um Estado que não existe nesta organização encarregada da ciência... A Unesco deve se preocupar com a ciência e não com a ficção científica", acrescentou.


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