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Murillo (A-21), Yann (A-30), Matheus (A-20)

Notícias para ficar ligado no mundo inteiro.

Confiança do consumidor aumenta em novembro, diz FGV
Por Matheus (A-20) - sexta, 25 de novembro de 2011, às 10:09:10
Categoria: Postagem Livre

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) registrou alta de 3,3% em novembro, sobre outubro, passando de 115,2 para 119,0 pontos, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25).

A melhora das avaliações sobre o momento atual e das expectativas em relação ao futuro influenciaram o aumento da confiança dos consumidores. Depois de cair por três meses, o Índice da Situação Atual (ISA), um dos que integram o cálculo do ICC, cresceu 5,2%, de 132,4 para 139,3 pontos. O Índice de Expectativas, que também compõe o Índice de Confiança, subiu 2,0%, de 106,2 para 108,3 pontos.

Em novembro, a proporção de consumidores que a avaliam a situação econômica presente como boa subiu de 22,6% para 25,1% e a dos a julgam ruim recuou de 24,5% para 18,9%.

Quanto ao otimismo em relação à evolução da situação econômica nos seis meses seguintes, a parcela de consumidores que preveem melhora subiu de 24,3% para 26,3% e a dos que acreditam que vá piorar caiu de 25,6% para 18,5%.

"Apesar da evolução favorável, o nível do indicador está ainda abaixo da média histórica", disse a FGV, por meio de nota.


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Quantidade de gases do efeito estufa alcança nível recorde, diz ONU
Por Yann (A-30) - segunda, 21 de novembro de 2011, às 12:38:28
Categoria: Postagem Livre
A quantidade de gases do efeito estufa na atmosfera terrestre chegou a níveis recordes, informou uma agência climática da ONU (Organização Meteorológica Mundial) em seu relatório mais recente. O documento diz ainda que a taxa de aumento dos níveis dos gases-estufa também aumentou. As concentrações de dióxido de carbono - um importante facilitador do aquecimento global - parecem ter crescido 39% desde a era pré-industrial, segundo as conclusões do relatório. A ONU atribui isso principalmente à queima de combustíveis fósseis, à perda de florestas (que absorvem o dióxido de carbono) e ao uso de fertilizantes. fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2011/11/111121_gases_relatorio_pai_rn.shtml
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Espanha vota em meio a crise e deve dar amplo poder aos conservadores
Por Murillo (A-21) - sábado, 19 de novembro de 2011, às 12:39:12
Categoria: Postagem Livre
MADRI - A Espanha encerrou na sexta-feira, 18, sua campanha eleitoral a caminho de ver as três esferas de poder quase totalmente na mão de um só partido, algo inédito desde a morte do general Francisco Franco, em 1975. As pesquisas apontam uma vitória de Mariano Rajoy, líder do Partido Popular (PP), que terá a maioria absoluta no Parlamento. Em maio, o partido conquistou 11 dos 13 governos estaduais em disputa e 91% dos municípios. Amanhã, o país votará sob o peso da crise econômica. Com 5 milhões de desempregados e metade dos jovens sem trabalho, todos esperam que o eleitor espanhol puna o Partido Socialista (PSOE), do atual premiê, José Luis Rodríguez Zapatero, no poder há oito anos. Se confirmadas as previsões, o PP terá sobre o PSOE uma diferença de cerca de 18 pontos porcentuais, a maior desde a redemocratização. Para analistas e empresários, no entanto, no curto prazo, a Espanha será governada de Bruxelas e Berlim. O primeiro sinal da derrota de Zapatero veio em maio, quando o PP venceu a maioria das eleições regionais, incluindo bastiões históricos do PSOE, mostrando que grande parte da população culpa os socialistas pela péssima gestão da crise. De acordo com pesquisas, o PP deve obter cerca de 198 das 350 cadeiras do Parlamento. Os socialistas ficariam com, no máximo, 115. Ontem, o candidato do PSOE Alfredo Rubalcaba disse que o excesso de poder dos conservadores não favorece a democracia. "Preocupa-me o fato de um partido ter controle absoluto sobre todos os poderes na Espanha", afirmou. No entanto, para analistas, a maioria absoluta não significa um cheque em branco para o PP, pelo menos não no aspecto econômico. Em Madri, a percepção é de que quem governará será a União Europeia, a partir de Bruxelas, sob as ordens da chanceler alemã Angela Merkel, que exige reformas e um drástico corte de gastos da Espanha. "Todos sabem o que vai ocorrer. Não há outra solução a não ser cumprir o que nos é exigido de fora", disse ao Estado Jesus González, diretor de desenvolvimento de mercado da Bolsa de Madri. "Não há segredo. Há exigências e elas terão de ser atendidas. Caso contrário, receberemos um cartão vermelho e nos tornaremos uma Grécia." González acredita que a única margem de manobra de Rajoy será amenizar o tamanho das medidas de austeridade. "O que será debatido é até que ponto apertaremos o cinto e se isso asfixiará a economia", disse. Para ele, a ampla maioria do PP dará ao governo força para tomar decisões difíceis. "O apoio acabará rápido, mas, pelo menos no início, permitirá que a reforma ocorra." Nas ruas, o sentimento é diferente. Em Barcelona, médicos entraram em greve contra os cortes no setor de saúde, que já afetam o atendimento. Universidades de todo o país também pararam nos últimos dias, assim como os servidores públicos no sul da Espanha. Os sindicatos temem que os cortes de salários, aposentadorias e benefícios sociais causem uma explosão social. "Estamos preocupados. Um a cada quatro desempregados da Europa está na Espanha", afirmou Julio Salazar, secretário-geral da USO, terceiro maior sindicato espanhol. "Falar em cortes é eufemismo. Estamos entrando em um ciclo de estagnação e empobrecimento. As ruas não aceitarão isso sem luta." FONTE http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,espanha-vota-em-meio-a-crise-e-deve-dar-amplo-poder-aos-conservadores,800165,0.htm
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MEC deve cortar 50 mil vagas em cursos superiores este ano
Por Yann (A-30) - sexta, 18 de novembro de 2011, às 06:23:15
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BRASÍLIA Dos 4.143 mil cursos avaliados em 2010 pelo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), 594 não atingiram resultado satisfatório, com nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC), indicador que varia em uma escala de 1 a 5. Entre os cursos avaliados, 1.115 ficaram sem conceito porque não tinham um número mínimo de estudantes concluindo a faculdade. Considerando apenas as graduações que obtiveram CPC, as com nota baixa representam 20% do total. Os cursos com CPC 4 ou 5 são considerado bons e os com nota 3, satisfatórios. Cerca de 80% tiveram resultado entre 3 e 5 e só 58 cursos podem ser considerados de excelência, com CPC máximo (5). O conceito leva em consideração, além dos resultados do Enade, a infraestrutura da escola, o corpo de professores e o projeto pedagógico. O Ministério da Educação (MEC) vai cortar vagas de todos os cursos que obtiveram CPC 1 ou 2 em 2010 e que tenham registrado resultado insatisfatório em outros ciclos do Enade (2008 ou 2009). A previsão é que 50 mil vagas sejam cortadas em diferentes áreas até o fim de 2011. Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes) baliza a expansão das vagas da educação superior no País porque prevê medidas de correção dos problemas para as instituições e cursos com baixos resultados. 'Para quem está fora dos parâmetros de qualidade, o Sinaes estabeleceu os termos que os trazem para a qualidade. Queremos que o sistema continue em expansão, mas com um freio naqueles cursos que estão com problema', disse o ministro. Ele informou que cerca de 95% dos cursos de Medicina que passaram pelo processo de supervisão do MEC por apresentar CPC instaisfatório em anos anteriores melhoraram o desempenho em 2010. Entre os 19 cursos com CPC 1, quatro são oferecidos por universidades estaduais e o restante, por instituições de ensino privadas. fonte: http://estadao.br.msn.com/educacao/mec-deve-cortar-50-mil-vagas-em-cursos-superiores-este-ano
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Agência de risco eleva nota do Brasil e cita 'compromisso fiscal' do governo
Por Caíque (A-5) - quinta, 17 de novembro de 2011, às 20:23:04
Categoria: Postagem Livre
A agência de classificação de risco Standard and Poor's elevou nesta quinta-feira (17) em um degrau a nota de crédito soberano do Brasil, argumentando que o governo tem demonstrado seu compromisso de atingir as metas fiscais. A S&P elevou o rating de longo prazo em moeda estrangeira para "BBB", ante "BBB-", segundo nível de "grau de investimento", quando a avaliação é de que o país mostra poucos riscos de calote. A perspectiva do Brasil, ainda segundo a S&P, é estável. Ao mesmo tempo, reafirmou os ratings de curto prazo para país de A-3 para moeda estrangeira e A-2 para a moeda local. A perspectiva do país é estável. Segundo a Standard and Poor's, o governo de Dilma Rousseff demonstrou seu compromisso com metas fiscais, alargando o escopo para usar os instrumentos de política monetária para influenciar a economia doméstica. "Esperamos que o governo busque políticas monetária e fiscal cautelosas, combinadas com o resiliente crescimento econômico do país, possa moderar o impacto de choques externos potenciais e sustentar boas perspectivas paaa o crescimento de longo prazo", diz o comunicado da agência de classificação de riscos. A Fitch já havia elevado a nota do Brasil para "BBB" no início de abril, também segundo degrau dentro da classificação de "grau de investimento." A Moody's também fez o mesmo movimento em junho passado ao elevar a nota brasileira de "Baa3" para "Baa2". Agência rebaixou EUA em agosto e errou ao anunciar redução de nota da França A Standard and Poor's (S&P) reduziu em agosto a nota da dívida pública dos Estados Unidos, algo inédito na história. A qualificação do crédito americano passou de "AAA" para "AA+", diante da crescente dívida e do pesado deficit no orçamento. Na semana passada, a S&P admitiu, por meio de um comunicado, que divulgou erroneamente uma "mensagem" anunciando o rebaixamento da nota da França, que desfruta do 'triplo A', a nota máxima. "A nota da República francesa continua como 'AAA', com perspectiva estável, e este incidente não está ligado a nenhuma atividade de vigilância da nota", disse a agência. Agências falharam na crise As agências de classificação de risco, que dão notas para países, empresas e negócios, determinando sua suposta credibilidade financeira, foram muito criticadas por terem falhado na crise global de 2008/2009. Elas deram boas notas para operações de vendas de hipotecas imobiliárias nos EUA que afundaram bancos e investidores e geraram a grande crise financeira. O rating, ou classificação de risco, refere-se ao mecanismo de classificação da qualidade de crédito de uma empresa, um país, um título ou uma operação financeira. Ele busca mensurar a probabilidade de calote de obrigações financeiras, ou seja, o não-pagamento, incluindo-se atrasos e ou falta efetiva do pagamento. O rating é um instrumento relevante para o mercado, uma vez que fornece aos potenciais credores uma opinião supostamente independente a respeito do risco de crédito do objeto analisado. fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/11/17/agencia-de-risco-eleva-nota-do-brasil-de-bbb--para-bbb.jhtm
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