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Por A_Bola_Azul - quarta, 17 de outubro de 2012, às 20:29:03
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Por A_Bola_Azul - segunda, 01 de outubro de 2012, às 21:51:27
Categoria: Charge


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Brasil cresce menos até do que os EUA
Por A_Bola_Azul - sábado, 01 de setembro de 2012, às 09:56:24
Categoria: Postagem Obrigatória
"O Brasil fechou seu terceiro trimestre consecutivo na lanterna do crescimento entre os Brics, o grupo formado pelo País e pela Rússia, China, Índia e África do Sul (este último foi incluído no grupo político, embora não fizesse parte na concepção original do economista britânico Jim O'Neill).

Com crescimento de 0,5% no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2011, o Brasil ficou atrás da África do Sul (3,2%), da Rússia (4%), da Índia (5,5%) e da China (7,6%). No último trimestre de 2001 e no primeiro de 2012, o Brasil também foi o Bric que menos cresceu.

O fraco desempenho do Brasil no primeiro semestre, quando cresceu apenas 0,6%, deve confirmar o recuo do País para a sétima posição no ranking das maiores economias, como já está previsto pelas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para este ano. Apesar da recessão britânica, o Reino Unido deve recuperar a sexta posição perdida para o Brasil no fim do ano passado.

Em levantamento da Austin Asis sobre 35 países que já divulgaram o PIB do segundo trimestre, o Brasil aparece atrás de todos os latino-americanos que constam da lista. Na comparação com o mesmo trimestre de 2011, o Chile cresceu 5,5%, a Venezuela, 5,4%, e o México, 4,1%.

Até os Estados Unidos, que ainda às voltas com o rescaldo da grande crise global, tiveram resultado melhor do que o Brasil no segundo trimestre. A economia americana cresceu 2,3% no segundo trimestre, comparada com o mesmo período de 2011.

De forma geral, os países com desempenho ainda pior do que o Brasil no segundo trimestre se concentram na Europa, onde a crise do euro provoca estrago no crescimento da região.

A Grécia, por exemplo, teve um recuo do PIB de 6,2% no segundo trimestre, comparado a igual período de 2011. No caso de outros países do euro que passam por sérios problemas com suas dívidas soberanas, como Portugal, Itália e Espanha, houve recuos, naquela mesma base de comparação, de respectivamente 3,3%, 2,5% e 1% no segundo trimestre de 2012.

Felipe Queiroz, economista da Austin Asis, observa que o Brasil fica numa posição intermediária, em termos da desempenho no segundo trimestre, quando se pensa no conjunto de países com resultado já divulgado. Entre os emergentes, porém, o resultado brasileiro é pior.

"A concorrência internacional afetou de forma particular a nossa indústria", nota Queiroz.

No caso do México, por exemplo, que vem sendo comparado ao Brasil e considerado a "nova estrela" latino-americana, o melhor resultado no segundo trimestre, segundo o economista, deve-se à proximidade com os Estados Unidos, cuja economia, embora longe de ter recuperado o dinamismo, ensaiou uma tímida reação.

As exportações mexicanas aumentaram o market share nos Estados Unidos, a indústria automobilística do país está num bom momento e o custo do trabalho contido atrai fábricas e tornou-se competitivo até em relação à China" Fonte: Diáio do Grande ABC

Comentário: O fraco desempenho brasileiro no cenário econômico dentre os outros emergentes, evidencia a insuficiência de nossas indústrias frente à conconrrência. Com o aumento da força dos outros BRICS, o Brasil se mostra insuficiente de continuar à frente de países como o México.

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Mercado prevê corte de 0,5 ponto no juro
Por A_Bola_Azul - domingo, 26 de agosto de 2012, às 23:33:59
Categoria: Postagem Obrigatória
SÃO PAULO - O mercado financeiro aposta que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduzirá novamente a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto porcentual na reunião da semana que vem, nos dias 28 e 29. Se a projeção estiver certa, a taxa de juros cairá de 8% para 7,5% ao ano.Das 81 instituições financeiras consultadas pelo AE Projeções, da Agência Estado, 80 estão com esta previsão de corte de meio ponto porcentual. O Banco Ribeirão Preto é a única instituição que diverge, apostando em uma redução de 0,25 ponto porcentual. As previsões dos departamentos econômicos das instituições financeiras estão alinhadas às apostas das mesas de renda fixa. Qualquer decisão diferente de um corte de 0,5 ponto será uma grande surpresa para os economistas. Segundo eles, se vier algo diferente, é mais provável que o corte seja menor, de 0,25 ponto, e não de 0,75 ponto. Afinal, tanto os dados de inflação quanto os de atividade econômica começaram a vir mais fortes. Para Mário Battistel, gerente de câmbio da Fair Corretora, há 70% de chance de o Copom diminuir a taxa em 0,50 ponto e 30% de a redução ser um pouco menor. "O BC pode surpreender e cortar 0,25 ponto", disse. A justificativa para uma eventual redução dessa magnitude, segundo o economista, são os riscos de pressão inflacionária para este ano. "O impacto da alta das commodities agrícolas sobre os preços é questão de tempo", afirmou. Ele destaca a elevação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), que subiu 0,39% em agosto, após 0,33% em julho. De todo modo, o cenário central do mercado é de que o Copom repetirá o script das reuniões recentes. "Não tem como fugir do corte de 0,5 ponto", disse o sócio-gestor da Leme Investimentos, Paulo Petrassi. "Ainda teremos um PIB fraco e inadimplência em alta, apesar do discurso da equipe econômica de que isso está melhorando", completou. Guilherme Loureiro, economista do Barclays, argumenta que, embora os dados recentes de atividade interna e da economia americana apontem melhora e o cenário de commodities traga algum risco para a inflação, o Copom deve, em agosto, dar continuidade ao que vem sendo feito na política monetária. Para Loureiro, o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre que será divulgado no dia 31 de agosto ainda virá fraco - a expectativa da instituição é de alta de 0,2%. "Acredito que esse hiato só fecha em meados do ano que vem", disse. Expectativa. O que deve gerar alguma curiosidade é o conteúdo do comunicado do Banco Central. Caso se confirme o corte de 0,5 ponto do juro e já esteja nos planos do BC que o ciclo de afrouxamento monetário termina este mês, como acredita parte do mercado, o texto já deverá dar algum sinal sobre isso. "A comunicação deve ser supercrítica. Se o Banco Central não sinalizar nesta direção de que fechou o ciclo, reforça nossa hipótese de novo corte de outubro", afirmou Loureiro. Nelson Rocha Augusto, do Banco Ribeirão Preto, justificou que a sua estimativa de um corte menor de juro está embasada em uma série de variáveis macroeconômicas, que compreendem, entre outros fatores, o cenário de inflação em alta, atividade econômica em aquecimento e um quadro fiscal que, se não chega a estar ruim, também não é dos melhores. "Na nossa opinião, o BC deveria dar neste momento a menor redução possível para a Selic", disse. "Dessa forma, emitirá um sinal de responsabilidade com relação à questão da inflação e dará tempo para que todos os estímulos implementados nos últimos meses entrem em funcionamento". Ele diz que o emprego está mais forte e a economia crescendo, e além disso a inflação está mais alta, o que tornaria arriscado manter os cortes elevados de juros. Ele cita o resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou a surpreendente geração de 142.496 postos de trabalho em julho. "Vamos entrar num período sazonalmente favorável para o emprego", completou. "É importante aumentar o investimento e a confiança dos agentes econômicos, o que passa pela redução da volatilidade." COMENTÁRIO:A taxa Selic, criada com o intuito de controlar os níveis de inflação do cenário brasileiro, possui previsão de redução em 0,5% até sua próxima mudança regulamentada. Uma diminuição exacerbada da taxa básica de juros agravará o problema da inflação, a que já se encontra em alta atualmente. Em relação a isso, especialistas no assunto esperam um corte brando para garantir um equilíbrio nessa intumescência econômica.
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Copa do mundo 2014
Por A_Bola_Azul - sábado, 18 de agosto de 2012, às 14:03:01
Categoria: Charge

Confraternização!
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