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Allegra (A-1), Camila (A-4)
Nahara (A-22), Yasmin (A-32)

FOTO- A indignação ainda não morreu
Por Acreditem_em_nos - quinta, 18 de outubro de 2012, às 21:40:46
Categoria: Postagem Obrigatória

Falácia. Essa é a palavra que descreve o comportamento coletivo. É a moda de muitos políticos e de muitos de seus eleitores. Ao contrário de Geraldo, sujeito honesto em suas convicções que apresenta-se na foto acima, todos nós precisamos ainda em pleno século XXl, aprender a diminuir a distancia entre o nosso discurso e as nossas ações. Geraldo nos ensina com sua própria história de vida que é possível abrir mão de certas aparências e até mesmo de coisas importantes, como o afeto da família, para dedicar-se aos que não tem voz, miseráveis a quem acolhe como familiares. Não se quer com isso, exigir que todas as pessoas abdiquem de toda sua vida para segui-lo nessa tragetória, muito menos alienarem-se e seguirem ideias, talvez consideradas utópicas, sem entender completamente suas origens.
Honestidade. Essa é a palavra que poderemos incluir no nosso dia a dia. Atitude que deve ser tomada inicialmente com nós mesmos, no sentido de agirmos de acordo com o que falamos e falarmos o que realmente fazemos. Não precisamos abandonar nossas famílias, nossos prazeres e seguir junto com Geraldo para representar os miseráveis. Mas podemos incluir pequenas ações: horas de nosso trabalho, a força da nossa participação e principalmente o cuidado em nossas escolhas políticas. Sejamos todos uma unica voz que incorpore o coletivo na direção de maturidade e gestação de uma sociedade de justiça e de paz.
Leia, reflita e incorpore essas ideias: Acreditem em nós!

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Acorda Basil!
Por Nahara (A-22) - quinta, 04 de outubro de 2012, às 21:25:32
Categoria: Postagem Livre

Para um concreto desenvolvimento do país é necessario o investimento em capital humano. Julgar, averiguar, buscar o passado dos políticos nesse período eleitoral é a melhor forma de praticar a cidadania. Avaliar o que é essencial para a sociedade e quem realmente possui reais planos para sanar essas necessidades e não apenas jogar fora os direitos e deveres, que garantem o protagonismo na democracia brasileira. Deixemos de ser os idiotas dos valores gregos, que são apáticos a política, e avaliemos como Gilberto Dupas, que o progresso pode ser um mito mantido por ideologias elitistas que convencem a classe desfavorecida de se abster ou na pior hipotese,  usar seu poder de voto para manter a elite conservada.
Como também criticado pelo cantor Mano Brown, nessa semana, medidas tomadas por políticos como Serra e Alkimin aparentemente serão constantes por mais 4 anos, medidas estas que muito bem reconhecidas pelo cantor, apenas representam uma parte da imensidão de estratégias usadas pela elite de manter o rico num lugar bem distante do pobre. Atenção!

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Novas medidas estão por vir?
Por Nahara (A-22) - terça, 02 de outubro de 2012, às 19:24:48
Categoria: Postagem Livre
No ‘FT’, Dilma defende fazer do Brasil ‘um país de classe média’

2 de outubro de 2012 | 16h29

Sílvio Guedes Crespo

O Financial Times publicou uma extensa reportagem sobre a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, dentro da qual são publicados trechos de uma entrevista com a própria.

O jornal observa que a desigualdade social e a pobreza caíram no Brasil nos últimos anos, em uma tendência oposta ao que ocorria em muitos países por causa da crise. “Isso, eu acho, é um ganho muito importante para o Brasil: transformar o Brasil em uma população de classe média. (…) Nós queremos isso. Queremos um Brasil de classe média”, afirmou a presidente.

O diário avalia, no entanto, que, a partir de agora, que a economia se desacelerou, a presidente terá que encontrar um novo modelo de desenvolvimento se quiser continuar sendo um dos motores da economia global. Isso inclui atacar a falta de competitividade do País e o alto custo trabalhista, na opinião do diário britânico.

Fernando Montenegro, a atriz preferida da presidente, disse ao Financial Times que “nós ganhamos com Dilma porque ela não se encaixa na forma tradicional de fazer política no Brasil”. Quando seus ministros foram acusados de corrupção, a presidente “fez algo que é inusual no Brasil: em vez de defendê-los, mandou-os embora”.

Desafio

Dilma apontou a política de afrouxamento monetário nos Estados Unidos (basicamente, a emissão de dinheiro para estimular a economia) como um dos desafios do Brasil atualmente.

“As políticas de expansão monetária que levam à depreciação da moeda criam assimetria nas relações comerciais – sérias assimetrias”, afirmou a presidente.

Entre os entrevistados, há  um crítico da presidente, o economista Tony Volpon, da Nomura Securities, em Nova York. Para ele, o crescimento econômico na última década ocorreu, em parte, por causa da entrada de grande números de pessoas no mercado de trabalho formal. Hoje, com a taxa de desemprego baixa, o ritmo de formalização tende a diminuir. “A questão é: nós vamos ser mais ambiciosos e buscar outras outras coisas? Ou não, seremos uma economia com taxa de crescimento de 3% e inflação alta?”, pergunta o economista.

Frases

Abaixo, trechos da entrevista de Dilma ao Financial Times.

“Nós queremos um país que produza; que crie conhecimento e aplique aqui. Nós queremos uma força de trabalho qualificada.”

“Isso (o corte de custos de trabalho, anunciado em setembro) é importante porque não queremos punir aqueles que empregam pessoas.”

“Queremos parceiros do setor privado de qualquer origem” (para as obras da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016).

“Nós estamos voltando a ser um lugar com níveis normais de lucratividade (do setor financeiro). Isso significa que alguns de nós teremos que buscar lucros em atividades produtivas que são boas para o País.”


http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/10/02/queremos-um-brasil-de-classe-media-diz-dilma-ao-financial-times/


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Eleições 2012
Por Acreditem_em_nos - segunda, 01 de outubro de 2012, às 22:39:46
Categoria: Postagem Obrigatória

Não permita que as propagandas controlem você.
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Guido comemora mas ainda não é o bastante!
Por Acreditem_em_nos - sexta, 31 de agosto de 2012, às 21:20:16
Categoria: Postagem Obrigatória

31/08/2012 - 12h26 Medidas de incentivos promovem ligeira reação e PIB cresce 0,4% Publicidade PEDRO SOARES DO RIO Atualizado às 12h55. Sem ainda surtirem os efeitos esperados, as medidas de estímulo do governo à economia nas áreas de crédito e de corte de tributos foram capazes apenas de promover uma ligeira reação da economia: o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 0,4% no segundo trimestre, na comparação livre de influências sazonais com o primeiro trimestre, quando a expansão havia sido de apenas 0,1%. Ainda que modesto, o desempenho da economia é o mais vigoroso desde o segundo trimestre de 2011 (alta de 0,6%). O resultado de abril a junho ficou próximo das previsões do mercado financeiro, que giravam ao redor de 0,5%. Em valores, o PIB somou R$ 1,1 trilhão no segundo trimestre, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta sexta-feira. Apesar de medidas de estímulo, indústria tem pior desempenho desde 2009 PIB do Brasil fica abaixo de México e Chile; veja outros países Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo A economia brasileira registrou no segundo trimestre, porém, desempenho inferior do de países latino-americanos como o México (0,9%) e o Chile (1,7%), mas igualou a marca de 0,4% na comparação com o primeiro trimestre registrada pelos EUA --uma economia madura, condição para a qual se espera um crescimento mais modesto do que de emergentes. Em relação ao segundo trimestre de 2011, o PIB cresceu 0,5%, num ritmo menos intenso em razão da crise externa e do seu contágio na economia do país. Foi a menor marca desde o terceiro trimestre de 2009, quando a economia do país havia se retraído 1,5% ainda no embalo da crise iniciada no fim de 2008. Na mesma base de comparação, o primeiro trimestre havia registrado expansão de 0,8%. Nesse indicador, o Brasil teve o pior desempenho dentre os Brics, atrás de China (7,6%), Índia (5,5%), Rússia (4%) e África do Sul (3,2%). Nos primeiros seis meses do ano, o crescimento econômico do país ficou em 0,6% ante o mesmo período de 2011. Foi o menor ritmo desde o primeiro semestre de 2009 (2,6%), quando o país sofria forte da crise global detonada no final de 2008. Editoria de Arte/Folhapress INDÚSTRIA EM QUEDA Do primeiro para o segundo trimestre, a indústria surpreendeu negativamente e não mostrou reação mesmo diante das ações do governo para turbinar a economia (como a redução de IPI para veículos) e do câmbio (na faixa de R$ 2) mais favorável às exportações e menos atraente às importações. A indústria caiu 2,5% de abril a junho ante o primeiro trimestre, sob impacto do fraco dinamismo das atividades de transformação (equipamentos elétricos e de comunicação, veículos, vestuário e calçados e outros) e extrativas (petróleo). Já o setor de serviços, o de maior peso, avançou 0,7% na mesma base de comparação e evitou uma queda do PIB. Foi puxado por serviços públicos e intermediação financeira --este último teve resultados positivos, apesar dos juros mais baixos, que tendem a reduzir o volume de movimentações bancárias. Com a boa safra de milho, café e algodão, a agropecuária registrou expansão de 4,9% do primeiro para o segundo trimestre e também ajudou a sustentar a economia, embora tenha peso reduzido. Editoria de Arte/Folhapress CONSUMO E INVESTIMENTO Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, item mais importante nessa leitura, subiu 0,6% na comparação com o primeiro trimestre --período no qual havia registrado um crescimento maior (0,9%). O consumo das famílias completou 35 trimestres consecutivos (desde o último de 2003) de crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior. Nessa base de comparação, houve expansão de 2,4% no segundo trimestre, segundo o IBGE. O investimento, por seu turno, caiu 0,7% do primeiro para o segundo trimestre, num sinal de cautela de empresários diante da crise e das perspectivas de uma recuperação ainda lenta. Com essa queda, os investimentos acumularam quatro trimestres consecutivos com resultados negativos, segundo período maior de contração desde a estabilidade da moeda na segunda metade dos anos 90. Em relação ao segundo trimestre de 2011, os investimentos recuaram num ritmo ainda maior: 3,7%. Trata-se do pior desempenho desde o terceiro trimestre de 2009 (-9%), quando a crise global fez empresários revisarem seus planos de investimento. Segundo Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do IBGE, a queda dos investimentos foi determinada pela menor produção doméstica de máquinas e equipamentos (bens de capital), já que a construção civil (outro componente dos investimentos) registrou um bom desempenho no segundo trimestre. "Houve uma redução expressiva da fabricação nacional de máquinas e equipamentos. O investimento só não caiu mais por causa da construção civil e da importação de máquinas, que cresceram", disse. Pelos dados do IBGE, a taxa de investimento (valor dos investimentos sobre o valor total do PIB) ficou em 17,9% no segundo trimestre, menor patamar para tal período do ano desde os 17,2% do segundo trimestre de 2009. Para o país sustentar um crescimento da ordem de 5% durante um longo período e deixar para trás o padrão de "voo de galinha" (alternância de anos de fraco crescimento com outros de expansão maior), economistas dizem que a taxa de investimento tem de aumentar para algo entre 20% e 23% do PIB. ANÁLISE Diante do resultado do segundo trimestre, a consultoria LCA revisou para baixo sua projeção para o PIB fechado de 2012: de 1,7% para 1,5%. Ainda que "positiva e num ritmo razoavelmente forte", diz, o consumo das famílias surpreendeu negativamente e levou à revisão. A projeção seria, porém, ajustada para um número ainda menor (1,3%) não fossem as perspectivas melhores para os terceiro e quatro trimestres, segundo a LCA. "O anúncio de medidas agressivas pelo governo nesta semana --como a redução dos juros nominais do Finame de cerca de 7% para 2,5%-- deverá ensejar uma forte antecipação de compras de bens de capital no restante do ano, contribuindo para que o PIB acelere para um ritmo próximo de 1% por trimestre tanto no terceiro como no quarto trimestre", prevê a consultoria. Dois outros fatores, afirma a LCA, deverão contribuir para a aceleração da economia: a melhora da confiança do empresário (já apontada em sondagens) e a redução de estoques excessivos, o que deve impulsionar a produção da indústria. Cometario: O otimismo de Guido Mantega, ministro da fazenda, com a alta de 0,4% do PIB é estranho diante da queda à sétima economia do mundo, como previsto pelo FMI. Com o PIB fraco e o enfraquecimento do real, medidas do governo Dilma não resultam positivamente e encaminham o país para uma crise automobilística por consequencia do IPI reduzido. Desde marco o real apresenta expressiva queda ante o dólar, já a libra permanece estável mesmo com um fraco desempenho da economia britânica. O menor ritmo desde 2009 também coloca o Brasil no pior desempenho entre os Brics.
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