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Trabalho sujo
Por Admiravelmundonovo - quarta, 17 de outubro de 2012, às 20:49:24
Categoria: Postagem Obrigatória


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Bovespa acumula queda de 1,11% na semana
Por Admiravelmundonovo - domingo, 26 de agosto de 2012, às 22:12:22
Categoria: Postagem Obrigatória
SÃO PAULO - O fato de o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, ter reforçado os sinais de que a autoridade monetária está próxima de implementar novas medidas de estímulo para a economia norte-americana não foi suficiente para afastar o sentimento de aversão ao risco dos investidores na Bolsa doméstica no pregão de hoje. Após intercalar entre o positivo e o negativo ao longo do dia, o Ibovespa encerrou esta sexta-feira no vermelho mesmo, com os agentes interessados em zerar suas posições e partirem para o fim de semana tranquilos, já que no atual cenário, a ideia é embolsar o que for possível e viver um dia de cada vez. A queda só não foi mais acentuada porque Petrobrás e Vale reduziram as perdas na última hora do pregão. O principal índice da Bolsa paulista chegou ao fim do dia com perda de 0,15%, aos 58.425,76 pontos. Na semana, tem recuo de 1,11%, enquanto no mês de agosto e no ano a valorização acumula 4,15% e 2,95%, respectivamente. Durante a sessão desta sexta-feira o Ibovespa oscilou entre 57.833 pontos (-1,16%), na mínima, e 58.750 pontos (+0,41%), na máxima. O giro financeiro totalizou R$ 5,893 bilhões. "Os fantasmas ainda não foram embora, a casa continua assombrada", disse o gerente de mesa de renda variável da H.Commcor, Ariovaldo Santos, que explicou que o sentimento do mercado é que, como nenhuma medida concreta de estímulo foi estabelecida nos Estados Unidos durante a semana, "na insegurança, é melhor vender". A realização de lucros continua ditando os negócios, com um mercado mais focado em ganhos de giro, do que de tomadores finais. As ações ON e PN da Petrobrás registraram queda de 0,72% e recuo de 0,23%, respectivamente, na mesma direção do preço do petróleo no mercado internacional. A volta dos rumores de que reservas estratégicas podem ser liberadas para tentar conter a alta nos preços da commodity resultaram no declínio de 1,66% dos contratos com entrega para outubro na plataforma ICE, negociados a US$ 113,10 o barril. Os papéis da Vale, por sua vez, recuaram 0,49% os ON, e -0,79% os PNA. Em Wall Street, os principais índices das bolsas norte-americanas encerraram em alta, com o Dow Jones subindo 0,77%, o S&P500 com ganho de 0,65% e o Nasdaq, valorização de 0,54%. COMENTÁRIO : A queda de 1,11% na semana indica uma aparente recessão com relação as ações brasileiras. Apesar de um mercado que varia dia a dia, o fechamento da semana em baixa gera a desvalorização das ações e o consequente prejuízo.
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O que nos falta.
Por Admiravelmundonovo - sábado, 18 de agosto de 2012, às 15:52:30
Categoria: Charge

Investimento; tudo o que nos falta.
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Real é a pior moeda do mundo em 2012 (e disparado)
Por Admiravelmundonovo - terça, 07 de agosto de 2012, às 19:20:28
Categoria: Postagem Obrigatória

São Paulo – A crise econômica tem tido um efeito parecido sobre as moedas de vários países emergentes. Com a fuga do risco, os investidores têm saído desses mercados e procurado ativos mais seguros, como o dólar. O resultado é uma desvalorização em relação à moeda americana. No Brasil, contudo, esse fenômeno foi exacerbado pela atuação do governo no câmbio. “O real é a moeda que mais perdeu frente ao dólar em 2012. E disparado. Enquanto muitas das moedas emergentes perderam fôlego frente à moeda norte-americana por conta da aversão ao risco global, o real segue se depreciando na marcha forçada do governo rumo à blindagem falha da economia”, explica o economista-chefe da Gradual Corretora, André Perfeito. De acordo com os cálculos do economista, o real acumula, no ano, uma desvalorização de 8,08% em relação ao dólar. É um resultado bastante diferente do México, outro país emergente, cujo peso se apreciou 5,93% na comparação com a moeda americana. Para Perfeito, o governo pode ter ido longe demais nas medidas para desvalorizar o real com o objetivo de ajudar a indústria do país. "Quando o governo desvaloriza a moeda local ele emite um sinal sutil, mas poderosos, de que é melhor ficar 'vendido' em Brasil e comprado em outras moedas. Quem fez dívida em dólar porque acreditava que o Real continuaria forte por conta do crescimento econômico perdeu dinheiro”, ressalta o economista. Ele afirma ainda que a manipulação tem um “efeito irrisório” sobre o PIB (Produto Interno Bruto). “Não adianta forçar a barra do setor externo, a conclusão óbvia é que estamos sós e teremos que criar as condições objetivas para podermos crescer e isto não passa pela manipulação da taxa de câmbio somente”, pontua. Segundo Perfeito, é difícil manter o otimismo de uma economia quando sua moeda, que é seu representante por excelência, fica fraca. Por nossa culpa Uma análise conduzida recentemente pela equipe do banco Citi também concluiu que a desvalorização do real ante o dólar foi exacerbada por fatores locais, além da crise financeira internacional. “A desvalorização do real foi (...) bem agressiva se comparada com a registrada por outras moedas latino-americanas. Isso nos levou a criar uma metodologia simples para determinar se os fatores por trás da oscilação da moeda no curto prazo são na realidade mundiais ou locais”, destacam os analistas Joaquin A. Cottani e Camilo Gonzalez. “Os resultados do nosso exercício sugerem que quando se trata de movimentos de curto prazo das moedas de mercados emergentes, os fatores globais são altamente fundamentais (...). Entretanto, fatores locais e idiossincrasias podem superar as tendências globais caso mantidos por um período relativamente longo. No caso do real e da lira (Turquia), uma mudança estrutural na política é o provável culpado pelo desempenho inferior na comparação com as outras moedas de países emergentes”, afirmam.COMENTÁRIO:O governo brasileiro tentou de uma forma imprudente blindar a sua economia contra as crises externas,causando um impacto sobre o real, que frente ao dólar esta sendo desvalorizado,com o argumento de que essa desvalorização ajudaria na indústria do país. Pessoas que investiram e fizeram dívidas com o dólar acreditando que o real continuaria em alta por causa do crescimento econômico perderam dinheiro.O real chegou a ser mais desvalorizado que o peso, uma das moedas mais desvalorizadas mundialmente.Precisamos de reformas na economia ,tendo um olhar voltado internamente para podermos reerguer a nossa moeda e favorecer a nossa economia sem o empecilho de crises externas.
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Mercosul de boina vermelha
Por Admiravelmundonovo - quinta, 02 de agosto de 2012, às 19:56:07
Categoria: Postagem Obrigatória

O Mercosul diminuiu politicamente com o ingresso, ontem sacramentado em Brasília, da Venezuela comandada pelo caudilho Hugo Chávez. A partir de agora, a diplomacia econômica do bloco usará boina vermelha e dependerá dos humores, interesses e arroubos do chefão bolivariano. Será mais um entrave às negociações comerciais com os mercados mais desenvolvidos - desprezados pelos estrategistas do lulismo-kirchnerismo, mas muito valorizados por chineses, russos, indianos e outros emergentes mais interessados em bons negócios que em discursos terceiro-mundistas. Além de ser mais um erro estratégico da política externa brasileira, o apoio ao ingresso da Venezuela, nas atuais circunstâncias, é um ato juridicamente contestável. O artigo 12 do Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, assinado em 2006, é muito claro: sua entrada em vigor só ocorreria 30 dias depois do depósito do quinto instrumento de ratificação. Traduzindo: seria necessária a confirmação pelas autoridades dos quatro membros do bloco e também pelo governo venezuelano. Não há, no texto, referência à hipótese de suspensão de um dos quatro sócios. Apesar disso, os presidentes de Brasil, Argentina e Uruguai decidiram admitir o quinto país-membro como se o Paraguai tivesse perdido todos os seus direitos a partir da suspensão. O presidente uruguaio, José Mujica, foi claríssimo ao reconhecer, há algumas semanas, a preferência dada ao fator político, naquela ocasião, em prejuízo do jurídico. Esses presidentes, incapazes de respeitar compromissos assumidos formalmente por seus países, querem dar lições de democracia. Pior que isso: querem dar essas lições trazendo às pressas para o Mercosul uma das figuras mais autoritárias do continente. Em Brasília, Chávez comemorou no estilo costumeiro seu ingresso no clube dos dirigentes do Mercosul. Se algo poderia liquidar o bloco, não seria o ingresso da Venezuela, mas a criação da "Alca imperial", disse ele, numa referência ao projeto da Área de Livre Comércio das Américas, enterrado em 2003-2004 por iniciativa dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nestor Kirchner. A mesma aliança produziu efeitos lamentáveis em momentos decisivos da negociação da Rodada Doha e das discussões comerciais com a União Europeia. Num desses episódios, na Rodada Doha, o governo brasileiro foi acusado de traição pelo argentino, por ter mostrado boa vontade em relação a algumas concessões comerciais aos países industrializados. Sem o Império e com o novo sócio, o Mercosul se torna a quinta maior potência econômica do mundo, disse Chávez, depois de jantar com a presidente Dilma Rousseff. Ela repetiu essa mensagem horas mais tarde e acrescentou: "A presença da Venezuela no Mercosul amplia nossas capacidades internas, reforça nossos recursos e abre oportunidades para vários empreendimentos". É difícil saber como a Venezuela bolivariana poderá reforçar o Mercosul, antes de reduzir a inflação, restabelecer alguma ordem na sua economia e retomar os investimentos necessários à recuperação da PDVSA, hoje incapaz até mesmo de pagar sua parte para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Chávez chegou a Brasília com uma encomenda de aviões fabricados pela Embraer. Tentou com isso, obviamente, associar a ideia de bons negócios ao ingresso de seu país no Mercosul. Seria uma enorme tolice, no entanto, tomar essa transação como um primeiro ganho proporcionado pelo apoio brasileiro à admissão da Venezuela bolivariana. Mais de 90 companhias aéreas, em todos os continentes, operam aviões da Embraer. A empresa estaria muito mal se os seus negócios dependessem de lambanças diplomáticas como essa recém-perpetrada pelos governos brasileiro, argentino e uruguaio. O comércio do Brasil com a Venezuela cresceu aceleradamente nos últimos dez anos. Poderia continuar crescendo mesmo sem a incorporação do país na união aduaneira. O Brasil vende tanto produtos manufaturados quanto alimentos para o mercado venezuelano. Os alimentos estão hoje entre os itens mais importantes, porque Chávez arrasou a agropecuária de seu país e o converteu num grande importador de comida. COMENTÁRIO:O ingresso da Venezuela no Mercosul trouxe á tona uma série de críticas e opiniões sobre o tema. Grandes reservas de petróleo e um grande mercado consumidor, foram decisivos para a aceitação da Venezuela como no membro do bloco. Entretanto, a impressão que tal decisão deixou foi de que os impactos políticos não foram analisados de forma coerente. A incorporação do país pode dificultar nas negociações entre o Mercosul e a União Européia, e as decisões da própria cúpula do bloco, uma vez que estas já são de difícil consenso. Vale ressaltar ainda que a nova integrante do Mercosul pode ter futuros conflitos com o Paraguai ( atualmente suspenso após o senado destituir o atual ex presidente Fernando Lugo ) devido a sua não participação na decisão de sua entrada. http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,mercosul-de-boina-vermelha-,909031,0.htm
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