Blog: GeoBlog
Você está vendo a Turma 2012 - Ver outros anos

Blog: GeoBlog
Vitor (B-32), Mohamad (B-27)
Lucca (B-23)

Foto
Por GeoBlog - quarta, 17 de outubro de 2012, às 21:59:00
Categoria: Postagem Obrigatória

Postagem obrigatória, foto.
Lido 519 vezes   Comentários (0)
 
 
O inocente
Por GeoBlog - sexta, 31 de agosto de 2012, às 17:21:12
Categoria: Postagem Obrigatória
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em entrevista publicada neste domingo (26) pelo jornal norte-americano “The New York Times”, que não acredita na existência do mensalão. “Eu não acredito que o mensalão existiu”, disse Lula ao jornal. O ex-presidente, ainda de acordo com a reportagem, alega que o governo petista não tinha necessidade de comprar votos porque já havia garantido apoio da maioria do Congresso por meio de alianças políticas. Lula, informa o jornal norte-americano, disse que irá respeitar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que começou neste mês o julgamento do mensalão. Segundo o texto, o ex-presidente defende a punição àqueles considerados culpados no processo, mas também o reconhecimento da inocência dos que forem inocentados pela corte. O NYT descreve o julgamento do mensalão, pelo STF, como um dos mais sérios e difíceis momentos da história de Lula e do PT. Afirma que o escândalo surgiu em 2005 e que a sua análise pelo tribunal apenas em 2012 reflete a “lentidão” da Justiça brasileira COMENTARIO: Durante a CPI DE 2005,Jose Dirceu ficou entre os acusados de participar do esquema de mensalao,conhecido como a "cabeca" do esquema. Alem disso era tambem na epoca ministro da casa civil,no governo Lula e amigo pessoal do mesmo,portanto,é dificil acreditar a inocencia do presidente em relaçao ao esquema. Inclusive,de acordo com a pesquisa feita por IPSOS-opinion em 2005,39% das pessoas entrevistadas acreditavam na falsa inocencia do presidente Lula.
Lido 540 vezes   Comentários (0)
 
 
Mensalão
Por GeoBlog - terça, 07 de agosto de 2012, às 22:19:25
Categoria: Postagem Obrigatória
Após 7 anos, réus do mensalão vão a julgamento no STF No mais longo julgamento de sua história, corte analisa processo de 38 réus que responderão por corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes No final de 2005, logo após o caso do mensalão estourar, em entrevista ao Estado, Delúbio Soares avaliou a crise no PT e previu que o julgamento do mensalão não iria para frente. "Nós seremos vitoriosos, não só na Justiça, mas no processo político. É só ter calma. Em três ou quatro anos, tudo será esclarecido e esquecido, e acabará virando piada de salão", apostou. Contrariando essa e outras previsões que colocavam em dúvida o julgamento sobre a principal crise do governo Lula, a data foi marcada. Sete anos após o caso vir à tona, teve início no dia 2 de agosto o julgamento dos 38 réus do mensalão. A expectativa é de que o julgamento seja o mais longo da história do STF, durando oito semanas ao todo. Em 120 anos, o Supremo conduziu processos que duraram no máximo sete semanas. Serão pelo menos 24 sessões ordinárias, entre colocações do relator, do procurador-geral da República e dos advogados de defesa, para então os ministros votarem.  Para fechar o ano com o mensalão julgado, o STF arcou com um custo elevado chegando a revelar algumas rusgas entre ministros. O calendário corrido permitiu que Cezar Peluso, considerado como um dos mais experientes, e Carlos Ayres Britto, atual presidente da Corte, participassem antes de completarem 70 anos e deixassem seus cargos de forma compulsória. Comentário: Dinheiro na cueca, meia; lavagem de dinheiro; compra de votos na câmara... Essas são apenas algumas das vias de se desviar dinnheiro e corrupção dos nossos representantes! Há 7 anos era descoberto o maior esquema de corrupção que esse país ja havia visto. Nada foi feito até então; agora estamos no meio do julgamento mais importante da história do STF ( Supremo Tribunal de Justiça ). O povo, cada vez mais despolitizado pede a justiça, mesmo sem saber ao certo qual seria. Somente nos basta esperar e ver o que nossos ministros decidirão à respeito dessa palhaçada!
Lido 567 vezes   Comentários (0)
 
 
Desmatamento na Amazônia cai 23% em um ano, diz ministério
Por GeoBlog - quinta, 02 de agosto de 2012, às 18:04:04
Categoria: Postagem Obrigatória
O desmatamento na Amazônia caiu 23% entre agosto de 2011 e julho de 2012 na comparação aos 12 meses anteriores. Os dados divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério do Meio Ambiente apontam que 2,04 mil km² foram desmatados no período. Com isso, quase 700 km² foram poupados. O Sistema de Monitoramento em Tempo Real (Deter), coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostrou que, com exceção de Roraima, todos os Estados da região mantiveram ou reduziram a taxa de desmatamento local. O Maranhão foi o que registrou a maior queda de desmatamento (67%), seguido pelo Amazonas, com 45% menos áreas devastadas, e por Acre e Pará, onde a derrubada de árvores reduziu em 42% em cada Estado. Para a ministra Izabella Teixeira, os números mostram "o resultado da robustez nas políticas e estratégias de monitoramento". No ano passado, o Pará foi responsável por quase 47% do desmatamento. O Deter revelou que o desmatamento da Região Amazônica aumentou apenas em Roraima, com acréscimo de 218% no período 2011/2012. A unidade federativa contabilizou 56 mil km² de áreas devastadas, enquanto no mesmo período anterior, a área desmatada somava 18 mil km². "Roraima tinha números absolutos com explosão do desmatamento. O Estado agora está indicando tendência de queda", avaliou Izabella. Apesar do otimismo, a ministra explicou que os dados do Deter indicam apenas uma tendência. "Não podemos afirmar que vai reduzir o desmatamento, mas é um indicativo", disse ela, acrescentando que, ainda assim, os números apontam "redução expressiva e sinalizam um caminho de perspectiva e ainda com baixíssima cobertura de nuvens". Em 2011, nuvens cobriram parte significativa das imagens captadas pelos satélites, o que comprometeu o resultado do monitoramento do desmatamento em Mato Grosso, no mês de junho. Este ano, as nuvens encobriram apenas 16% das imagens captadas pelo satélite no mesmo mês. Outro desafio do monitoramento é a mudança no perfil do desmatamento na região. O crime ambiental na Amazônia que tinha como característica a devastação de grandes áreas, passou a ser feito em pequenas áreas, inferiores a 25 hectares. A modalidade definida pela ministra Izabella Teixeira como "desmatamento puxadinho", que domina há três anos as práticas criminosas na Amazônia, tem exigido melhorias tecnológicas que o atual satélite não tem capacidade de captar as imagens com resolução ideal. "Viremos com nova tecnologia para captar esse novo perfil (de desmatamento). Esta nova tecnologia vai informar antes do crime. A gente vai colocar um óculos no Deter", disse a ministra. Em dezembro, o Inpe vai lançar o novo satélite Cbers 3, como resultado de uma cooperação com a China. A expectativa é que o satélite entre em operação em janeiro do ano que vem. "Com isso, poderemos contar com informação em muito mais alta resolução espacial. Vamos ter um monitoramento constante e semanal, podendo detectar pequenos desmatamentos de vários hectares", explicou Carlos Nobre, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação. Comentario: A Floresta Amazônica deve ser preservada. O desmatamento vem diminuindo nos últimos anos devido as medidas mais severas por parte do Deter. Grande parte dos estados brasileiros abaixou bem os níveis da infração menos Roraima que ainda possui grandes índices de desmatamento. Os infratores possuem novas técnicas de desmatamento onde acabam com pequenas áreas de mo máximo 25 hectares, que dificulta a visibilidade das imagens tiradas pelos satélites. A melhoria da tecnologia é necessária para que o desmatamento se extinga na floresta amazônica.
Lido 575 vezes   Comentários (0)
 
 
Queda de juros dá fôlego à economia, mas não garante expectativa do PIB
Por Lucca (B-23) - quinta, 31 de maio de 2012, às 16:28:19
Categoria: Postagem Livre
A nova rodada de redução dos juros, a sétima consecutiva, anunciada nesta quarta-feira pelo Banco Central, confere dinamismo à economia brasileira, mas dificilmente garantirá um crescimento do PIB acima de 3% neste ano, segundo especialistas. Por unanimidade, o presidente e os seis diretores do BC decidiram diminuir os juros dos atuais 9% ao ano para 8,5%, o menor patamar da históriaFoi também a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desde a criação do órgão em 1996 em que o resultado dos votos foi divulgado nominalmente, seguindo a promulgação da Lei de Acesso à Informação. De acordo com especialistas ouvidos pela BBC Brasil, a decisão do BC dará em um novo impulso à economia brasileira, uma vez que juros menores propiciam empréstimos a custos mais baixos, incentivando o setor produtivo e o consumo das famílias. Na semana passada, o governo recorreu a um novo pacote de medidas, entre elas a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, como forma de retomar a atividade econômica do país. "Nos últimos meses, a economia brasileira tem sido afetada negativamente tanto pelo mau desempenho da indústria nacional quanto por um cenário externo desfavorável, com a crise na zona do euro e a desaceleração da China e dos Estados Unidos. Além disso, não há, por ora, risco inflacionário", disse Felipe Queiroz, economista da agência classificadora de risco Austin Rating. Segundo dados da pesquisa Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a produção industrial registrou queda em abril. Com exceção de março, houve retração da produção no setor desde agosto do ano passado. Crescimento Como resultado do fraco desempenho da indústria e da redução das exportações, provocado especialmente pela desaceleração da demanda global por commodities, o crescimento da economia brasileira tem sido revisado para baixo neste ano. Segundo o último boletim Focus, divulgado pelo BC, o PIB deve crescer 2,99% em 2012, abaixo da previsão do governo, que espera alta entre 3 e 4%. Mas os analistas afirmam que ainda que a queda da Selic traga novo fôlego, a economia brasileira não deve crescer além dos 3% neste ano, situando-se num patamar semelhante ao do ano passado, quando o PIB subiu 2,7%. "Nos três primeiros meses de 2012, o PIB deve crescer menos de 0,5%, podendo, inclusive, chegar a zero", disse Rogério Mori, professor de economia da FGV-EESP. O mercado aguarda os dados sobre o crescimento econômico no primeiro trimestre deste ano, que serão divulgados na próxima sexta-feira pelo IBGEEntramos num patamar até então inexplorado dos juros, mas dificilmente essa redução da Selic permitirá um crescimento acima de 3% neste ano", acrescentou Mori. Inflação A queda dos juros não deve, por ora, ter um efeito nocivo sobre a inflação, que subiu 0,64% em abril, acumulando alta de 5,1% nos 12 meses anteriores, ainda acima, portanto, do centro da meta, de 4,5%, de acordo com os analistas. "Não vejo pressão inflacionária neste momento, uma vez que a economia tem mostrado sinais de desaquecimento, com a produção doméstica em queda e uma capacidade ociosa da indústria acima da média", disse Queiroz. Segundo as últimas previsões, a inflação deve terminar 2012 a 5,17%. Acima da meta, mas abaixo da taxa registrada em 2011, de 6,5%. Os especialistas acreditam que, após a decisão desta quarta-feira, o BC ainda deve fazer uma última rodada de redução de juros, que terminariam este ano a um patamar de 8% ao ano, acima dos 7,5% desejados pelo governo. Com os juros a 7,5%, o Brasil teria juros reais de 2%. Hoje, mesmo com a redução de 0,5 ponto percentual, o país ainda permanece no terceiro lugar com a maior taxa do mundo em termos reais, atrás da Rússia e da China, segundo um relatório da corretora Cruzeiro do Sul. COMENTARIO: A redução dos juros, anunciada pelo Banco Central, deve trazer dinamismo a economia brasileira, pois uma vez que os juros são mais baixos, ha incentivo do setor produtor e de consumo das famílias. A queda da Selic deve trazer fôlego a economia brasileira, porem o crescimento do PIB não atingira sua meta de 3% no ano de 2012. A queda dos juros não afeta a inflação uma vez que a economia apresenta sinais de desaquecimento.
Lido 622 vezes   Comentários (0)
 
 
  Próxima Página >>