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Ana (B-2), Deisy (B-10)
Marina (B-25)

Sustentabilidade em escanteio
Por Geoatual - quarta, 17 de outubro de 2012, às 21:08:24
Categoria: Postagem Obrigatória


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Eleições 2012
Por Geoatual - segunda, 01 de outubro de 2012, às 21:02:01
Categoria: Charge

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MEC quer substituir Prova Brasil pelo Enem na avaliação do ensino médio
Por Deisy (B-10) - domingo, 16 de setembro de 2012, às 20:48:18
Categoria: Postagem Livre
Brasília - O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou hoje que a pasta vai mudar a forma de avaliar a qualidade do ensino médio. A proposta é substituir a Prova Brasil, avaliação que compõe o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O argumento do ministro é que apenas 69 mil estudantes em um universo de 8 milhões participam da Prova Brasil, enquanto o Enem é quase censitário. A mudança já valeria para 2013. Mercadante se reuniu com os secretários de Educação dos estados e, segundo ele, é unânime entre os dirigentes a necessidade de usar o Enem como parâmetro da qualidade. Os resultados do Ideb de 2011, anunciados na semana passada, mostraram uma quase estagnação em relação a 2009 e uma piora da qualidade do ensino em alguns estados. No entanto, se forem consideradas as notas do Enem obtidas por alunos da rede pública, há uma evolução. Em português, a média dos alunos da rede pública cresceu de 477,9 pontos para 503,7 pontos entre 2009 e 2011. Em matemática a evolução foi de 477,1 pontos para 492,9 pontos no mesmo período de comparação. O ministro negou que a intenção seja mudar o indicador para melhorar o resultado. Para ele, os resultados do Enem são mais fidedignos porque a amostra de participantes é maior e os alunos fazem a prova com mais comprometimento, já que podem usar os resultados do Enem para ingressar em um curso superior. Para o ministro a motivação é a grande explicação para a diferença de resultados entre Ideb e Enem. "O Enem se consolidou e é ele que deve realmente avaliar a qualidade do ensino médio. Quando mostro o Enem, a proficiência em português e matemática evoluiu muito positivamente", defendeu. O MEC encomendou ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais (Inep) um estudo para que, na mudança de metodologia, não se perca a série histórica que já existe com a Prova Brasil e que permite comparar a evolução da qualidade e o cumprimento ou não das metas de melhoria. Para o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa, a mudança não tenta "minimizar o problema que existe no ensino médio". Segundo argumenta, "não é maquiagem, de fato nós temos problemas no ensino médio".
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Saldo da balança comercial recua 17% em relação a agosto de 2011
Por Deisy (B-10) - segunda, 03 de setembro de 2012, às 17:21:23
Categoria: Postagem Livre
As exportações superaram as importações em US$ 3,227 bilhões em agosto, resultado 17,1% menor do que o registrado no mesmo mês de 2011 (US$ 3,893). As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (3) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo, chamado de superavit comercial, é resultante das exportações de US$ 22,382 bilhões e importações de US$ 19,155 bilhões. No ano, o saldo positivo é de US$ 13,172 bilhões, 34,1% menor do registrado no mesmo período de 2011 (US$ 19,988 bilhões). As exportações nos oitos meses do ano somam US$ 160,595 bilhões, enquanto as importações chegaram a U$S 147,427 bilhões. Na comparação mensal, agosto registrou alta de 12,2% em relação a julho (US$ 2,877 bilhões). A balança comercial é o resultado do comércio entre os países, a relação entre as exportações e importações. Se o resultado é positivo, é registrado superavit e significa que o país vendeu mais produtos ou serviços do que comprou. No caso de resultado negativo (quando as importações são maiores do que as exportações) é registrado deficit.
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Crescimento do consumo das famílias evita resultado negativo do PIB
Por Geoatual - sexta, 31 de agosto de 2012, às 13:33:42
Categoria: Postagem Obrigatória
Mais uma vez, o consumo das famílias evitou que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro registrasse uma queda no segundo trimestre deste ano, com alta de 0,6% na comparação com o primeiro trimestre. O resultado, porém, sofreu uma desaceleração frente aos três primeiros meses do ano, quando o indicador havia crescido 0,9%. Principal componente do cálculo do PIB sob a ótica da demanda (segmentos e tipos de consumo que absorvem os itens produzidos por serviços, indústria e agropecuária), o consumo das famílias completou 35 trimestres consecutivos (desde o último de 2003) de crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior. Nessa base de comparação, houve expansão de 2,4% no segundo trimestre, segundo o IBGE. Apesar da freada, a inflação em níveis controlados, o crédito ao consumo ainda farto em alguns segmentos e o estímulo de redução do IPI para artigos como eletrodomésticos da linha branca animaram as famílias às compras. Por sua vez, o freio que fez os gastos das famílias perderem ritmo do primeiro para o segundo trimestres veio da inadimplência e do endividamento maiores. Se o ano se encerrasse em junho (indicador de quatro trimestres acumulados até o segundo trimestre), o consumo das famílias teria crescido 2,5%, mais do que o dobro da da taxa do PIB nesse período (1,2%). O consumo das famílias tem peso de 60% do PIB e mais do que compensou o fraco desempenho dos investimentos. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta sexta-feira que a economia brasileira cresceu 0,4% no segundo trimestre na comparação com o primeiro trimestre. Nos primeiros seis meses do ano, a economia se expandiu 0,6% ante o mesmo período de 2011. Em valores, o PIB somou R$ 1,1 trilhão no segundo trimestre. O crescimento da economia do primeiro para o segundo trimestre, ainda que não tenha sido expressivo, é o mais vigoroso desde o segundo trimestre de 2011, quando a expansão havia sido de 0,6%. Já a taxa semestral registrou seu menor patamar desde o primeiro semestre de 2009. Naquele período, o PIB caiu 2,6%, também sob efeito da crise detonada no final de 2008. O resultado entre abril e junho ficou próximo ao previsto pelo mercado, cujas expectativas apontavam para uma expansão de cerca de 0,5%. No primeiro trimestre do ano, a expansão tinha sido de 0,2% ante o período anterior, número que foi revisado pelo IBGE para 0,1%. -COMENTÁRIO- Ao invés de investimentos que gerem reações consistentes e duradouras, o governo persiste em ações imediatistas para obter bons resultados nas avaliações de crescimento no entanto, quase sempre se vê que essas ações exploram apenas o consumo e no final resultam num aumento exacerbado da inadimplência. O Brasil que surfou nas ondas do Plano Real acabou e cresceu ficticiamente acabou. O gorverno simplismente está mascarando a queda de produção de um país que cada vez mais se mostra incapaz de desenvolver uma produção competitiva, resuldado de uma administracao pública momentanea e de política na qual não se tem um projeto de país, mas apenas projetos de poder.
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