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Verticalização de São Paulo
Por Geolobo - quarta, 17 de outubro de 2012, às 19:12:38
Categoria: Postagem Obrigatória

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Apesar de medidas de estímulo, indústria tem pior desempenho desde 2009
Por Geolobo - sexta, 31 de agosto de 2012, às 22:55:34
Categoria: Postagem Obrigatória
Apesar das medidas de estímulo do governo, como a desoneração de tributos de importantes setores, e com a estabilização do câmbio no patamar de R$ 2, o PIB industrial não reagiu no segundo trimestre. O setor registrou queda de 2,5% do primeiro para o segundo trimestre de 2012. Foi o pior desempenho desde o primeiro trimestre de 2009, quando a crise global derrubou a atividade industrial no país, com retração de 6,5%. Entre os subsetores da indústria, os destaques negativos ficaram com as indústrias de transformação (-2,5%) e extrativa mineral (-2,3%). A primeira tem um peso maior no PIB e reage ao agravamento da crises externa, menor confiança de empresários e crédito mais restrito. Já a extrativa, que vinha de bons resultados, repercutiu a redução da produção de petróleo, item de maior impacto na atividade. Já a construção civil e as atividades de energia, gás e saneamento livraram a indústria de um resultado ainda pior no primeiro trimestre, com expansão de 1,5% e 4,3%, respectivamente, na comparação com o primeiro trimestre. Na comparação com o segundo trimestre de 2011, a indústria registrou queda de 2,4%, também sob impacto da perda das indústrias de transformação (-5,3%) e extrativa (-1,8%). Entre os ramos da indústria de transformação que mais puxaram a atividade para baixo, ficaram material eletrônico e de comunicações, veículos, vestuário e calçados e farmacêuticos --setores que sofrem mais concorrência externa ou acumularam estoques elevados em razão da freada do consumo. RESULTADO O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta sexta-feira que a economia brasileira cresceu 0,4% no segundo trimestre na comparação com o primeiro trimestre. Nos primeiros seis meses do ano, a economia se expandiu 0,6% ante o mesmo período de 2011. Em valores, o PIB somou R$ 1,1 trilhão no segundo trimestre. O crescimento da economia do primeiro para o segundo trimestre, ainda que não tenha sido expressivo, é o mais vigoroso desde o segundo trimestre de 2011, quando a expansão havia sido de 0,6%. Já a taxa semestral registrou seu menor patamar desde o primeiro semestre de 2009. Naquele período, o PIB caiu 2,6%, também sob efeito da crise detonada no final de 2008. O resultado entre abril e junho ficou próximo ao previsto pelo mercado, cujas expectativas apontavam para uma expansão de cerca de 0,5%. No primeiro trimestre do ano, a expansão tinha sido de 0,2% ante o período anterior, número que foi revisado pelo IBGE para 0,1%. Comentário: A diminuição do setor secundário no pais e um reflexo do fenômeno da desindustrialização que vêm ocorrendo recentemente no pais. Embora o Governo tente conter o fenômeno, as tentativa vêm sendo falhas. Se por um lado a desindustrialização é boa – já que aumenta o setor de serviços – por outro ela é ruim, pois alem do numero de desempregados aumente , o aumento do setor terciário só ocorre nas grandes cidades(como SP e RJ) e as industrias migram de forma timida para outras regiões de nosso pais. Cabe ao governo tentar conter a desindustrialização, com incentivos a industrias estrangeiras(fornecendo uma melhor infra-estrutura em cidades medias do interior do sudeste ,e tambem nas capitais de estados do norte e nordeste) pois a dependência de importações ou de multinacionais não é um caminho viável para o desenvolvimento do pais.
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Futuro da Síria é "incerto e pessimista", dizem analistas
Por Geolobo - segunda, 27 de agosto de 2012, às 14:28:06
Categoria: Postagem Obrigatória

Com a guerra civil na Síria cada vez mais violenta e o aumento na intensidade dos confrontos entre tropas leais ao presidente Bashar al-Assad e rebeldes do Exército Livre da Síria (ELS), o futuro da Síria, segundo analistas ouvidos pelo Terra, não é promissor e pode levar o país a um segundo conflito entre diferentes facções políticas. Para eles, um possível colapso do governo, e a saída de Assad, deixaria a Síria com "um vácuo de poder, sem líderes políticos capazes de unificar os diferentes grupos de oposição, atualmente muito divididos". Além disso, o risco do país pós-Assad de entrar em uma guerra armada entre diferentes facções é real e já preocupa, segundo eles, os governos árabes e ocidentais. "Hoje, a Síria é uma incógnita. O futuro do país é incerto e pessimista", salientou o analista Oussama Safa, diretor do Centro Libanês para Estudos Políticos em Beirute. O conflito na Síria já dura 17 meses, e passou de protestos pacíficos para confrontos armados entre tropas leais ao governo e militantes rebeldes, formado por desertores do exército nacional e civis. Grandes cidades como Homs, Hama, Deera, Idlib e Deir al-Zor sofreram com cercos das forças de segurança e exército do governo, com bombardeios que deixaram muitas vítimas. Recentemente, as duas maiores cidades, a capital Damasco e Aleppo, o centro comercial da Síria, também passaram a ser palcos de intensos combates entre os dois lados. A capital chegou a ter alguns bairros ocupados por rebeldes, depois expulsos pelas tropas governamentais. Já Aleppo sofre bombardeios pesados do exército nacional que tenta expulsar os rebeldes, em poder de cerca de 50% da cidade. Segundo analistas e comentaristas políticos, os governos estrangeiros já mostram preocupação com a Síria pós-Assad, vendo poucas chances de um processo de transição pacífico no país, tentando, ao menos, minimizar os efeitos colaterais de um colapso do regime sírio. "Com armas químicas do governo podendo cair em mãos erradas, oposição dividida, rebeldes compostos por seculares mas também por islamistas radicais, os governos ocidentais se mostram cautelosos em seu apoio aos opositores", disse outro analista, o egípcio Hani Raslan, do Centro Al-Ahram de Estudos Políticos e Estratégicos do Cairo. comentário: Os conflitos na Síria estão se tornando cada ve mais violentos devido ao aumento da intensidade dos confrontos entre trops leais ao presidente Bashar al-Assad e rebeldes do Exercito Livre da Síria(ELS).Além disso,o futuro desse país é incerto ,pois com a possivel saída de seu presidente,provavelmente,ocorrerá outra guerra civil,mas desta ve entre as diferentes milicias rebeldes.Para que isso não ocorra,seria interessante que o exercito sirio instalasse um governo de transição,como no Egito,visando estabilidade do país.
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Julgamento do Mensalão
Por Geolobo - sábado, 18 de agosto de 2012, às 19:46:16
Categoria: Charge

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Julgamento do mensalão no STF é retomado com defesa de réus ligados a Marcos Valério
Por Geolobo - terça, 07 de agosto de 2012, às 19:35:05
Categoria: Postagem Obrigatória

Os advogados de quatro réus ligados ao publicitário Marcos Valério, acusado de ser o operador do mensalão, irão apresentar a sua defesa no plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (7), quarto dia de julgamento, a partir das 14h. O quinto advogado a fazer a sua sustentação oral será o da ex-presidente do Banco Rural, Katia Rabello. A primeira defesa a falar será a do réu Cristiano Paz. Na época do escândalo, ele era sócio-presidente das agências SMP&B Comunicação e Graffiti. Ele é acusado de negociar empréstimos e ajudar na distribuição de dinheiro a políticos em troca de contratos de publicidade. Paz também é acusado de ter feito remessa irregular de dinheiro para o exterior, respondendo pelos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, evasão de divisas e peculato. O empresário, porém, nega que fosse responsável pelos setores administrativo e financeiro das agências e afirma que os empréstimos e os contratos de publicidade foram regulares. Paz, no entanto, admite ter aceitado ser avalista nos empréstimos do Banco Rural e BMG ao PT, pois queria ganhar a conta publicitária do partido. Ele nega saber do repasse do dinheiro para outros beneficiários, além dos petistas. Em seguida, será a vez da defesa de Rogério Tolentino. Ele era sócio das empresas de Marcos Valério e, de acordo com a denúncia do procurador, Tolentino negociou empréstimos e ajudou a montar o esquema de distribuição de dinheiro aos políticos. Ele afirma que a operação no Banco BMG, na qual pagou encargos e deu garantia, foi lícita. Tolentino nega que mantivesse relações próximas com a diretoria do Banco Rural ou com a financeira Bônus Banval, acusada pelo Ministério Público de repassar dinheiro a políticos. Ele responde por formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem ou ocultação de dinheiro. A defesa da ré Simone Vasconcelos será a terceira a fazer a sustentação oral na tribuna do plenário do STF nesta quarta. Na época do mensalão, ela era diretora financeira da SMP&B, uma das agências de Marcos Valério. Ela é acusada de ter distribuído dinheiro esquema ao instruir o Banco Rural acerca do que fazer, sacar cheques na boca do caixa e fazer pagamentos pessoalmente. Simone admite ter entregado o dinheiro, mas afirma que não sabia o objetivo dos pagamentos. Ela se defende dizendo que era funcionária e apenas cumpria ordens de Marcos Valério e seus sócios. As acusações contra ela são formação de quadrilha, lavagem ou ocultação de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas. A quarta defesa a ser ouvida pelos ministros do STF será a de Geiza Dias. Na época, ela era gerente financeira da agência SMP&B e subordinada a Simone Vasconcellos. Ela afirma que apenas cumpria funções do seu cargo, que incluíam realizar saques e fazer reservas para saques em espécie, e nega que soubesse do acordo entre os sócios da agência e o PT. A última réu a ter a sua defesa apresentada é Kátia Rabello, ex-presidente do Banco Rural. Ela alega que todas as movimentações financeiras da instituição eram registradas, ao contrário do que argumenta o Ministério Público. Diz ainda que as relações com o grupo de Marcos Valério eram apenas profissionais e que os empréstimos concedidos pelo banco eram, de fato, verdadeiros. O procurador-geral da República afirma que o dinheiro dos empréstimos era destinado para financiar o mensalão, pois o banco sabia que não seriam devolvidos. Além disso, Rabello nega que fizesse os empréstimos com o intuito de beneficiar o banco com a liquidação do Banco Mercantil de Pernambuco. Primeiro dia de defesas No primeiro dia dedicado às defesas dos réus do mensalão, nesta segunda-feira (6), cinco advogados foram à tribuna do STF para defender seus clientes. O primeiro a falar foi o advogado de José Dirceu, que disse que o ex-ministro não chefiou nenhuma quadrilha. “José Dirceu não é chefe de quadrilha, não”, disse. “Não há nos autos do processo nenhum depoimento, nenhuma testemunha, que faça essa afirmação, de que José Dirceu, na [chefia da] Casa Civil, tenha beneficiado qualquer instituição financeira”, afirmou José Luís de Oliveira Lima. O defensor de Genoino alegou que o mensalão "foi uma farsa", enquanto o advogado de Delúbio Soares admitiu o uso de caixa dois, o que também foi proclamado pela defesa de Marcos Valério. O último a apresentar a sustentação oral foi o advogado de Ramon Hollerbach, ex-sócio de Valério. Os ministros do STF Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes foram pegos cochilando durante as defesas dos advogados. Entenda o mensalão O caso do mensalão, denunciado em 2005, foi o maior escândalo do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. O processo tem 38 réus, incluindo membros da alta cúpula do PT, como o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil). No total, são acusados 14 políticos, entre ex-ministros, dirigentes de partido e antigos e atuais deputados federais. O grupo é acusado de ter mantido um suposto esquema de desvio de verba pública e pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio ao governo Lula. O esquema seria operado pelo empresário Marcos Valério, que tinha contratos de publicidade com o governo federal e usaria suas empresas para desviar recursos dos cofres públicos. Segundo a Procuradoria, o Banco Rural alimentou o esquema com empréstimos fraudulentos. O tribunal vai analisar acusações relacionadas a sete crimes diferentes: formação de quadrilha, lavagem ou ocultação de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, evasão de divisas e gestão fraudulenta. Comentário:Após 7 anos , o STF iniciou o julgamento do maior esquema de corrupção do nosso país. Os acusados do mensalão estão sendo julgados pelo esquema de desvio de verba pública e pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio ao governo Lula.O julgamento dos 38 réus,dentre eles são acusados 14 políticos, entre ex-ministros, dirigentes de partido e antigos e atuais deputados federais, terá uma extrema importância para o nosso país,pois os juízes do supremo,tidos como os guardiões da constituição, terão a responsabilidade de punir aqueles que eram impunes. FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/08/07/julgamento-do-stf-e-retomado-com-defesa-de-reus-ligados-a-marcos-valerio.jhtm
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