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Giovanna (A-7), Isabelle (A-9)
Murilo (A-21)

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Por Geonews - quinta, 18 de outubro de 2012, às 19:33:10
Categoria: Postagem Obrigatória

Giovanna e Isabelle
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Haddad, Russomanno e Serra aparecem empatados, revela Ibope
Por Geonews - sábado, 06 de outubro de 2012, às 22:47:48
Categoria: Postagem Obrigatória
SÃO PAULO - Os três principais candidatos à Prefeitura de São Paulo aparecem empatados na última pesquisa Ibope/TV Globo/Estado, feita entre quinta-feira, 4, e este sábado, 6. Celso Russomanno (PRB), José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) teriam, cada um, 22% em votos totais. Se a eleição fosse hoje, os três candidatos teriam 26% em votos válidos. Gabriel Chalita (PMDB), em quarto lugar, teria 11% em votos totais e 13% dos votos válidos. Nas simulações de segundo turno, Russomanno venceria todos os adversários. O placar seria de 38% a 33% contra Haddad e 43% a 32% contra Serra. Se o petista e o tucano fossem para o confronto final, Haddad venceria por 40% a 33%. A campanha termina com Serra na liderança no quesito rejeição. Do total de entrevistados, 39% afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. No caso de Russomanno e Haddad, o índice é de 22%. A pesquisa foi registrada sob o protocolo SP-01824/2012. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos. Foram ouvidos 1.204 eleitores. Datafolha. Segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 6, José Serra (PSDB) marcou 28% da intenção de votos, Celso Russomanno (PRB) 27% e Fernando Haddad (PT) 24%. De acordo com o levantamento, o candidato do PMDB Gabriel Chalita obteve 13% das intenções. Soninha (PPS) aparece com 5%, e Carlos Giannazzi (PSOL), Paulinho da Força (PDT), Ana Luiza (PCO) e Levy Fidelix (PRTB) marcaram 1%. Os demais candidatos não tiveram pontuação. Nas simulações de segundo turno, Russomanno venceria José Serra por 44% a 37%. Contra o candidato do PT, Fernando Haddad, Russomanno aparece empatado tecnicamente, com vantagem para o petista de 40% a 39%. Num cenário entre Haddad e Serra, o candidato petista tem 45% contra 39% do tucano. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais para baixo ou para cima. Rejeição. O candidato tucano marca a maior rejeição entre os candidatos, aponta o Datafolha. Ele aparece com 42% no índice, contra 30% de Russomanno e 25% de Haddad. O levantamento do Datafolha entrevistou 3.959 pessoas entre sexta-feira, 5, e sábado, 6. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número SP-01778/2012. Fonte:http://m.estadao.com.br/noticias/politica,haddad-russomanno-e-serra-aparecem-empatados-revela-ibope,941305.htm COMENTÁRIO: Basta conversarmos com um vizinho ou amigo e percebemos que não foi nada fácil decidir em quem votar nessa eleição. Votamos no candidato do qual o partido está envolvido no maior escândalo de corrupção ou no candidato que já abandonou o cargo? Ou ainda por cima em um que é contra a Lei da Ficha Limpa? Haddad, Serra e Russomano são os três principais candidatos à prefeitura de São Paulo. Porém, no meio dessa disputa, um quarto candidato vem se destacando e ganhando mais votos a cada dia que passa. É a primeira vez que Chalita se candidata e suas propostas parecem boas, mas não tem nenhuma experiência. Então a pergunta que a populaçao faz é: será que ele vai dar conta? Encontrar alguém com experiência, comprometimento e fora de escândalos está ficando raro. Por isso, temos que pesquisar antes de votar. O voto é um direito de cada cidadão e temos que usá-lo de forma consciente. Giovanna Montuori e Isabelle Gargalak
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Venezuela no Mercosul
Por Geonews - segunda, 01 de outubro de 2012, às 20:48:20
Categoria: Charge

Giovanna, Isabelle e Murilo.
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AIEA acusa Irã de duplicar capacidade em usina nuclear
Por Geonews - sexta, 31 de agosto de 2012, às 16:15:07
Categoria: Postagem Obrigatória
A Agência Internacional de Energia Atômica indicou nesta quinta-feira que o Irã dobrou sua capacidade de produção em uma de suas usinas nucleares e "dificultou significativamente" sua habilidade para inspecionar uma base militar suspeita. Logo depois da divulgação do relatório, a Casa Branca advertiu o Irã de que as negociações diplomáticas não vão durar para sempre. "A porta para resolver (esta questão) continua aberta (...), mas não permanecerá aberta de forma indefinida", disse Carney em uma entrevista coletiva à imprensa. O porta-voz do presidente Barack Obama, Jay Carney, lembrou também que o governo americano está determinado a impedir que Teerã produza a bomba atômica, e que Washington está em condições de saber se o Irã inicia a sua fabricação. De acordo com um novo relatório da agência nuclear da ONU, no dia 18 de agosto a usina de Fordo tinha cerca de 2.000 centrífugas de enriquecimento de urânio instaladas, se comparado com as cerca de 1.000 existentes em maio. No entanto, apenas 700 estão em operação. O urânio enriquecido pode ser utilizado para fins pacíficos, no entanto, quando altamente enriquecido, pode servir para a produção de bombas atômicas. Fordo foi construída em uma montanha perto da cidade sagrada de Qom. O Irã afirma que seu programa nuclear tem por objetivo a geração de energia e a produção de isótopos médicos, mas as nações ocidentais, Israel e muitos na comunidade internacional suspeitam que seu objetivo real seja desenvolver uma bomba atômica. Devido às reiteradas alegações da AIEA de que é "incapaz" de concluir se as atividades do Irã são pacíficas, o Conselho de Segurança da ONU solicitou que o Irã suspenda qualquer enriquecimento de urânio, impondo quatro rodadas de sanções. A AIEA também deseja que o Irã aborde o que acredita que sejam evidências de que até 2003, e possivelmente depois desse ano, Teerã desenvolvia um programa de pesquisa de armas nucleares. O Irã rejeitou completamente essas indicações, feitas em um relatório da AIEA divulgado em novembro de 2011, e afirma que só fornecerá à agência o acesso desejado como parte de um acordo mais amplo que reja suas relações futuras com o organismo internacional. Em particular, a AIEA quer visitar a base militar de Parchin, perto de Teerã, onde acredita que o Irã conduziu testes de explosivos para projetos de ogivas nucleares. As nações ocidentais acusam Teerã de "limpar" o local para remover as evidências, e neste novo relatório a AIEA afirma que o Irã "conduziu atividades naquele local que irão dificultar significativamente a habilidade da Agência de conduzir uma verificação efetiva". A última de uma série de reuniões com o objetivo de persuadir o Irã a fornecer à AIEA acesso aos documentos, cientistas e locais envolvidos em seu suposto objetivo para alcançar uma bomba atômica falharam na última sexta-feira. E um esforço diplomático renovado e de alto nível nas negociações entre o Irã e o grupo 5+1, composto pelos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - Estados Unidos, China, Rússia, França e Grã-Bretanha - e a Alemanha parece estar parado. Após um primeiro encontro em 14 meses em Istambul, em abril, novas negociações foram realizadas em Bagdá, em maio, e em Moscou, em junho, onde foram, no entanto, degradadas a um nível mais baixo. Novas negociações entre o chefe de negociadores do grupo 5+1, a chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton e o chefe dos negociadores iranianos Said Jalili irão ocorrer "nos próximos dias", afirmou o porta-voz de Ashton em Bruxelas nesta quinta-feira. Ele não informou se estas negociações serão realizadas cara-a-cara. O guia supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, afirmou mais cedo nesta quinta-feira que o país "nunca está buscando armas nucleares". Ao receber a cúpula de Países Não-Alinhados, realizada em Teerã, ele afirmou que o uso de armas nucleares e de outras armas de destruição em massa "é um grande e imperdoável pecado". Mas acrescentou que "nunca vamos desistir do direito da energia nuclear pacífica", ressaltando a determinação do Irã de avançar com seu programa nuclear. Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2012/08/30/aiea-acusa-ira-de-duplicar-capacidade-em-usina-nuclear.htm Comentário: Diante da constante dúvida, "o Irã enriquece urânio para fins bélicos ou não?", o país é acusado de duplicar sua capacidade de produção e dificultar a inspeção de indústrias. Essa acusação causa certo incomodo em países inimigos, como os EUA, considerados como "Gran-Satan" pelos iranianos, que tem certeza que essa maior produção tem finalidade bélica. A preocupação estadunidense está no fato desse material com possível finalidade bélica ser usado para um possível conflito contra Israel, apoiado pelos americanos. Giovanna, Isabelle e Murilo
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Greve custa caro na saúde e na educação
Por Geonews - domingo, 26 de agosto de 2012, às 21:13:39
Categoria: Postagem Obrigatória
Paralisações pelo País deixam doentes sem remédios e atrasam a vida de estudantes. Enquanto sindicatos e governo prosseguem sua queda de braço, com cerca de 370 mil servidores parados em todo o País - em alguns casos, há quatro meses -, no Recife o menino Lucas Dantas, de 6 anos, tem um problema prático e urgente: ele depende diariamente de Aminomed, um alimento só fabricado na Alemanha - e o estoque da casa só dá para mais dez dias. "Não há mais nenhuma lata em Pernambuco nem nos Estados vizinhos. Um amigo conseguiu duas em São Paulo", diz o pai do garoto. Lucas sofre de alergia alimentar severa e, agora, sofre também dos efeitos da greve de funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que reduziu o ritmo de liberação de medicamentos nos portos e aeroportos do País. Como ele, outro menino recifense, Igor Lacerda, 9 anos, depende do fornecimento permanente de um medicamento holandês, o Nutrison. "Fico revoltada porque o direito de greve não pode superar o direito de viver do meu filho e de outros que precisam de produtos como este para viver", disse ao Estado a mãe do menor, Ingrid Lacerda. Um amigo da família, o advogado Ricardo Buarque, entrou com liminar para que o pai de Igor possa ir à Holanda buscar o produto, que começará a faltar na casa em três semanas. Casos como os de Recife ocorrem em outros Estados, onde o impacto maior das greves e operações-padrão, que irritam e desorganizam a vida de muitos cidadãos, tornam-se dramáticas quando afetam a saúde. E o problema não se resume a hospitais ou postos de saúde: ele alcança, por exemplo, distantes tribos do interior do Amazonas, onde os indígenas sofrem com a interrupção da assistência. Com 70% dos funcionários parados nas suas dez coordenadorias, a Funai deixou de atender, num serviço permanente, as comunidades indígenas. "Deixamos de emitir pelo menos dez Ranis por dia", diz o indigenista Victor Santana. Rani é o documento que registra o nascimento ou óbito dos índios. Dengue. Do mesmo modo, a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) paralisou parte das ações de coleta de sangue, exames e tratamento da dengue nas tribos - que agora corre por conta de servidores do Estado e dos municípios amazonenses. Bem longe dali, em Foz do Iguaçu (PR), a greve traz outro tipo de perigo: o desemprego. "Mais de 300 pessoas já foram demitidas", diz Juan Ramirez Añazco, da Câmara de Comércio de Ciudad de Leste - onde as vendas já sofriam com a crise e agora, com as lojas fechadas, caíram 50%. Na Ponte da Amizade não se veem filas há 15 dias. A média diária de 35 mil pessoas e 15 mil carros é mais ou menos fiscalizada, atualmente, por quatro policiais por turno. "Megaliquidações para recuperar o movimento nada resolveram", resume Añazco. Em Curitiba, uma conta da Universidade Federal do Paraná revela que 34.300 pessoas deixaram de fazer exames médicos e, por falta dele, 23.367 perderam suas consultas. Mais urgente, porém, é a situação de 30 adultos e 25 crianças que aguardam cirurgia na Unidade de Transplantes de Medula Óssea do Hospital de Clínicas da UFPR. Para evitar maiores estragos, a Anvisa mantém acordo com a Secretaria da Saúde, para os casos mais urgentes. Nas universidades de vários Estados, estudantes já fazem as contas do impacto da greve nos próximos meses. A extensão de aulas além de dezembro, o atraso na obtenção de documentos para bolsas - algumas para fora do Brasil - a perda de semestre por pura falta de aulas e notas são notados por toda parte. "A formatura em dezembro já era", resume a estudante Renata Aquino, 26 anos, que cursa Letras na UFMG. "Se as aulas começarem em outubro, terei de arrumar outro estágio em 2013 para completar as horas. E não podemos conseguir emprego sem o diploma." Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,greve-custa-caro-na-saude-e-na-educacao-,921777,0.htm COMENTÁRIO: O problema das greves estão espalhadas pelo país inteiro e sempre envolvem os setores públicos, seja na Educação, na saúde ou no serviço social. Claro é também seu reflexo que faz com que muitas pessoas sofram com falta de remédios, falta de alimentos e faltas nas aulas em universidades federais. Muitas são as pessoas que criticam aqueles que estão em greve e dificilmente vêem o problema que gerou tudo isso. Se a maioria das pessoas do setor público fazem greve é porque algo de errado o governo fez. E fez mesmo, e é a pouca remuneração dada aos prestadores de serviços públicos como professores, médicos, enfermeiros, e servidores de outros setores. A greve é a forma mais chamativa que eles têm de mostrar o fraco reconhecimento que recebem ao prestarem serviços para aqueles que não conseguem pagar por esses. É simples reclamar do baixo salário e da pouca oportunidade que esses servidores tem em relação aos trabalhadores do privado, difícil é ser escutado. Então essa é a melhor maneira que os trabalhadores públicos encontraram pra tentar mudar sua situação. Essa posição seria tomada por qualquer um que estivesse no lugar deles. Giovanna, Isabelle e Murilo.
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