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Amanda (C-1), Samantha (C-25)
Stephanie (C-27), Thaís (C-29)

A cidade que sufoca
Por Mundialia - quarta, 17 de outubro de 2012, às 19:02:54
Categoria: Postagem Obrigatória

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Dividido, BC indica fim de ciclo com nova queda da Selic
Por Thaís (C-29) - quinta, 11 de outubro de 2012, às 19:20:27
Categoria: Postagem Livre
O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu nesta quarta-feira, em decisão não unânime, a Selic em 0,25 ponto percentual, para 7,25% ao ano, novo recorde histórico de baixa. Segundo avaliações de especialistas, a autoridade monetária encerrou o ciclo de afrouxamento monetário iniciado há pouco mais de um ano. Compare o rendimento da poupança e de fundos com a Selic a 7,25% Queda da Selic reduz de novo a remuneração da poupança; veja como fica Veja como a taxa básica de juros influencia a economia brasileira "Considerando o balanço de riscos para a inflação, a recuperação da atividade doméstica e a complexidade que envolve o ambiente internacional, o Comitê entende que a estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear", informou o Copom por meio de nota. Pesquisa da Reuters mostrou na semana passada que 28 de 45 analistas consultados previam manutenção da taxa básica de juros em 7,50%, sendo que o restante esperava um corte de 0,25 ponto percentual. A decisão foi dividida, com cinco membros do Copom votando pela redução dos juros e três, pela manutenção --sendo eles Anthero Meirelles (Fiscalização), Carlos Hamilton Vasconcelos (Política Econômica) e Sidnei Corrêa Marques (Organização do Sistema Financeiro). A última divergência no Copom ocorreu na reunião de 7 de marco de 2012, quando a Selic estava em 10,50% ao ano. Naquele momento, cinco membros votaram pela redução para 9,75%, enquanto dois optaram pela redução para 10%. A equipe do banco Nomura, por meio de nota, ressaltou que a expressão "estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado" usada pelo BC indica que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim. Outros especialistas concordam com a análise e acreditam que somente no próximo ano, a taxa poderia ser alterada novamente. "O Banco Central deve interromper agora os cortes da Selic e a taxa deve continuar em 7,25% por um bom tempo. No nosso cenário, o BC só voltaria a subir a Selic no segundo semestre de 2013, em agosto ou outubro", afirmou o gestor de investimentos da Lecca Investimentos, Georges Catalão. Este foi o décimo corte seguido na Selic, que somaram 5,25 pontos percentuais desde agosto de 2011, numa ação do BC para ajudar na recuperação da economia brasileira, afetada pela crise internacional. A redução de agora mostrou também que a autoridade monetária tirou o pé do acelerador, já que nas últimas três decisões optou por reduzir a taxa em 0,50 ponto cada. No encontro anterior, de agosto, o BC havia afirmado que mais ajustes monetários, se necessários, seriam feitos com a "máxima parcimônia". Diante da ainda pressão nos indicadores de inflações, boa parte do mercado acreditava que o atual ciclo de afrouxamento monetário seria encerrado nesta noite, mas as impressões começaram a mudar com mais força nos últimos dias. As declarações do diretor de Assuntos Internacionais do BC, Luiz Awazu Pereira, no fim da semana passado, de que a recuperação econômica global está mais lenta, levaram o mercado futuro de juros a postar em mais um corte.
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Lula: PT será a legenda mais votada nas eleições
Por Mundialia - sábado, 06 de outubro de 2012, às 16:06:11
Categoria: Postagem Obrigatória

São Bernardo do Campo - Apesar do julgamento do mensalão, o PT será a legenda mais votada em todo o País e sairá mais forte do que entrou nas eleições deste domingo, previu neste sábado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante evento em São Bernardo do Campo, região do ABC paulista. "Tem muita gente que a vida inteira torce para o fim do PT e o que vai acontecer é que o PT vai sair mais forte dessas eleições do que entrou em todas as regiões", disse. "(O PT) sairá fortalecido aqui no ABC e no Brasil", acrescentou. "Tenho certeza de que será a legenda mais votada no Brasil inteiro, porque é muito boa", disse, após participar de carreata com o prefeito e candidato à reeleição Luis Marinho.


O ex-presidente também previu a ida de Fernando Haddad, candidato petista na capital, ao segundo turno. "Se tem um candidato que vai para o segundo turno é o Haddad, agora, quem vai com ele eu não sei", afirmou. Sem mencionar o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que já condenou petistas de destaque, como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, Lula disse que cuidando da garganta para discursar em defesa dos companheiros. Ele citou a rotina de exercícios diários de duas horas e meia, as sessões com sua fonoaudióloga e até que toma choques para tratar a perna e a bursite para dizer que está em forma. "Quero falar cada vez mais para defender meus companheiros", acentuou.


O ex-presidente convocou os eleitores para comparecer às urnas e disse que domingo é o dia em que o Brasil dará mais uma lição ao mundo de que é capaz de exercer a democracia em sua plenitude. Após afirmar que vai trabalhar muito no segundo turno para os candidatos petistas, eles disse que a participação da presidente Dilma Rousseff será apenas em algum caso especial. "Ela é presidenta da República, tem de tomar conta do Brasil inteiro e tem de levar em conta a base de apoio que ela tem no Congresso Nacional. Ela não tem a liberdade que eu tenho", disse.


Lula percorreu as ruas do centro da cidade sobre a caçamba de uma caminhonete, ao lado da mulher, Marisa Letícia, de Marinho e da mulher deste, Nilza. No trajeto, chamou mais a atenção do que o candidato a prefeito.

Fonte:http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/lula-pt-sera-a-legenda-mais-votada-nas-eleicoes


Comentário: O PT, apesar de sua destacada aprovação com relação ao governo Dilma Rousseff, não apresenta uma representação condizente no Congresso (segundo a distribuição de cadeiras em 2011 - http://upload.wikimedia.org/wik...ties2011.png -, o partido possui por volta de 17% das cadeiras). Isso demonstra como o voto do eleitor em presidentes é dissociado do voto em certa legenda partidária para o Congresso, especialmente quando se fala em figuras pautadas pelo carisma e pelo populismo (como visto, por exemplo, na eleição do presidente Jânio Quadros, que recebeu votos da classe operária apesar de pertencer ao partido da UDN, sendo que a atitude mais lógica seria a de votar no PTB, o partido dos trabalhadores urbanos). Desse modo, a afirmação de Lula é questionável, dado que o voto em legendas do PT pode não refletir a mesma aprovação que o Poder Executivo possui hoje.

Por: Samantha Marques Forte


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Eleições São Paulo 2012
Por Mundialia - segunda, 01 de outubro de 2012, às 17:15:45
Categoria: Charge

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Marcos Valério envolve Lula no mensalão
Por Amanda (C-1) - domingo, 30 de setembro de 2012, às 10:37:32
Categoria: Postagem Livre
Diante da perspectiva de terminar seus dias na cadeia, o publicitário começa a revelar os segredos que guardava - entre eles, o fato de que o ex-presidente sabia do esquema de corrupção armado no coração do seu governo Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia. Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o "predileto" do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si - mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel. Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. "Lula era o chefe", vem repetindo Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF. A reportagem tem cinco capítulos - e o primeiro deles pode ser lido abaixo: "O caixa do PT foi de 350 milhões de reais" A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. "Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA", afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. "Muitas empresas davam via empréstimos, outras não." O fiador dessas operações, garante Valério, era o próprio presidente da República. Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: "Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava". Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002. Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/marcos-valerio-envolve-lula-no-mensalao Postado por: Amanda Castilho de Albuquerque
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