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Beatriz (C-4), Elisabeth (C-7)
Isabella (C-13)

Foto de São Paulo
Por Mundonews - quarta, 17 de outubro de 2012, às 21:02:02
Categoria: Postagem Obrigatória

Foto de São Paulo
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As relaçoes entre Brasil e China tem crescido cada vez mais, ultrapassando os USA.
Por Mundonews - segunda, 01 de outubro de 2012, às 20:08:27
Categoria: Charge


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Maioria em SP aprova horário eleitoral
Por Mundonews - domingo, 26 de agosto de 2012, às 21:25:28
Categoria: Postagem Obrigatória
Maioria em SP aprova horário eleitoral Pesquisa Datafolha mostra que eleitores apoiam propaganda em rádio e TV; 34% defendem mudanças no formato Ala dos partidários da extinção representa 32% do eleitorado; especialistas propõem alterações no modelo DE SÃO PAULO O horário eleitoral na TV e no rádio deve ser mantido, diz a maioria dos entrevistados de pesquisa Datafolha realizada na semana passada, em São Paulo. Mais da metade dos que apoiam a propaganda política, entretanto, acha preciso rever o formato. De acordo com o levantamento, 64% da população pensa que a publicidade eleitoral deve continuar de algum modo. Esse índice se divide entre os 30% que avaliam que ela deve ficar como está e os 34% que afirmam que o modelo deve ser repensado. Outros 32% sugerem que o espaço seja extinto. A pesquisa mostra ainda que 57% dos ouvidos declaram que assistirão ao programa. A maioria (62%) diz que o horário eleitoral influenciará na definição de seu voto. Entre os mais ricos (renda familiar acima de dez salários mínimos), a impressão de que a propaganda eleitoral deveria ser abolida atinge seu índice mais alto (43%). É nesse mesmo grupo que a influência do horário eleitoral sobre o voto é menor -64% dizem que não é "nada importante". Especialistas ouvidos pela Folha se dividem sobre a relevância da propaganda e propõem alternativas distintas para oxigenar o formato. Carlos Ranulfo, professor do departamento de ciência política da Universidade Federal de Minas Gerais, acha que, na disputa para cargos do Executivo, a propaganda é "fonte de informação valiosa", dado o baixo grau de informação do eleitorado. "Os entrevistados podem até dizer que são contra [a publicidade], mas a veem, e isso altera o voto delas", diz Ranulfo, que faz ressalvas à forma como é usado o espaço dos candidatos ao Legislativo. "As pessoas assistem para rir. Ninguém tem tempo para dizer nada. Poderia haver debates no lugar." LEGENDAS DE ALUGUEL O publicitário Paulo de Tarso Santos, que trabalhou nas campanhas de Lula em 1989 e 1994 e na de Marina Silva em 2010, também defende o modelo brasileiro, composto por comercias e programas em horários fixos. Mas considera que o acesso ao horário eleitoral deveria ser reconsiderado, com mudanças no sistema de representatividade. "É preciso acabar com as legendas de aluguel, criadas para ganhar tempo de TV", diz, pontuando que o excesso de partidos atulha o espaço e favorece a ascensão de tipos folclóricos. O cientista político e sociólogo Antonio Lavareda, veterano de dezenas de campanhas, discorda. Para ele, bastaria veicular inserções. "Elas surpreendem o eleitor desinteressado do processo político, que não assiste ou ouve o programa e que é quem eventualmente define a eleição." Outra solução aventada por Lavareda seria tornar semanal o horário eleitoral ou promover um rodízio de veiculação entre as emissoras. Nem isso seria suficiente, na opinião de Geraldo Tadeu Monteiro, diretor do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), para quem o horário político deveria ser extinto. As emissoras, diz ele, deveriam ser orientadas por lei a promover debates e entrevistas com os candidatos. A divisão da exposição de cada um seria proporcional ao tamanho dos partidos. Nas eleições proporcionais, como não haveria tempo para sabatinar todos, cada partido indicaria um representante. (LUCAS NEVES E LUIZA BANDEIRA) Comentário:Chega a ser surpreendente o resultado da pesquisa que mostram que a grande maioria dos eleitores aprovam a continuidade da propaganda eleitoral gratuita uma vez que nas conversas entre amigos e parentes são poucos aqueles que dizem assistir diariamente os programas e que a partir deles formem a sua opinião. Mas a verdade é que elas são sim importantes para os eleitores principalmente para aqueles com renda familiar mais baixa (menos de 10 salários mínimos) porque é através dos programas de propaganda eleitoral que a grande maioria deste eleitorado pode conhecer e entender as propostas de cada um dos candidatos e assim fazer a sua escolha. Um item muito importante que deve ser discutido é o formato de apresentação destes programas, pois creio não serem eficazes nos seus propósitos. Devemos acabar com a participação de tipos folclóricos e sem conteúdo evitando assim candidatos eleitos como o folclórico “Tiririca” que se elegeu com o bordão "Você sabe o que um deputado federal faz? Nem eu, mas vota em mim que eu te conto". O deputado nada contou até agora sobre o que faz um congressista. Tiririca manteve em discreto sigilo a nomeação para cargos públicos de seus ex-assessores de campanha e amigos de programas humorísticos.
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Eleições
Por Mundonews - sábado, 18 de agosto de 2012, às 18:39:03
Categoria: Charge

Parece que somente em anos de eleições os candidatos aparecem fazendo suas campanhas.
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Grécia pode colocar milhares de servidores públicos em reserva especial
Por Mundonews - terça, 07 de agosto de 2012, às 19:56:13
Categoria: Postagem Obrigatória

ATENAS - O ministro de Finanças da Grécia, Yannis Stournaras, afirmou hoje que o país pode colocar milhares de servidores públicos em uma reserva especial de trabalho com salários reduzidos, para ajudar o governo a atingir a meta de cortar mais 4 bilhões de euros nos gastos orçamentários.

Segundo Stournaras, o governo grego ainda precisa finalizar uma quantia significativa de cortes que fazem parte do pacote de austeridade de 11,5 bilhões de euros nos próximos dois anos, exigido pela troica de credores internacionais - formada por Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comissão Europeia.

"Os números não são fáceis de encontrar; os 11,5 bilhões de euros são um número significativo e nós ainda não o alcançamos. Falta cerca de 3,5 bilhões a 4 bilhões de euros", comentou o ministro após se encontrar com o presidente grego, Karolos Papoulias, para informá-lo sobre os últimos desdobramentos econômicos e a recente reunião com a troica. O plano de austeridade precisa ser aprovado para que a Grécia obtenha a próxima parcela do segundo pacote internacional de resgate.

No acordo de resgate, a Grécia se comprometeu a demitir quase 15 mil servidores públicos até o fim deste ano, ou encontrar outra forma de reduzir o funcionalismo. Entretanto, os esforços anteriores para criar uma reserva especial de trabalho, com cerca de 30 mil empregados, ficaram bem aquém da meta. No fim, apenas mil servidores foram colocados nessa reserva, enquanto outros 9 mil tiveram as aposentadorias antecipadas.

Stournaras disse que não haverá demissões compulsórias de servidores públicos, mas afirmou que a ideia da reserva especial de trabalho ainda está sendo estudada. "Nós ainda estamos analisando esse assunto. As negociações estão em andamento e vão continuar até o fim de agosto", comentou.

O problema é que o plano da reserva especial de trabalho enfrenta forte oposição de um dos partidos da coalizão de governo, o Esquerda Democrática, liderado por Fotis Kouvelis. "Eu sou categoricamente contra isso, como fui desde o primeiro momento em que esse plano foi introduzido pelo governo anterior. Não é possível nós aumentarmos ainda mais o desemprego, que já é grande", comentou.

A troica deve voltar a Atenas no começo de setembro para concluir sua análise da economia grega e avaliar se o programa de reformas do país está "nos trilhos". "Nós precisamos continuar vivos até que a Europa encontre uma solução completa para o problema da zona do euro. Assim, nós precisamos prosseguir com essas medidas essenciais para a salvação da Grécia", afirmou o ministro Stournaras.

Comentário: A crise grega ja contou com empréstimos de outros países da zona do euro e mudanças internas como o aumento na cobrança de impostos. Porém, outras medidas ainda precisam ser tomadas na tentativa de reverter a situação do país. Para atingir a meta de cortar mais 4 bilhões de euros nos gastos orçamentários o país deve reduzir o salário de servidores públicos, algo que enfrenta opositores devido aos altos indíces de desemprego ocorrentes atualmente. Teme-se que outros países europeus que se encontram com a economia enfraquecida como  Portugal, Itália, Espanha e Irlanda entrem pelo mesmo caminho.


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