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Juliana (A-14), Larissa (A-15)
Marcelo (A-18), Vinicius (A-30)

F O T O
Por _atualgeo - quarta, 17 de outubro de 2012, às 20:34:21
Categoria: Postagem Obrigatória

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Haddad propõe bilhete único mensal de R$ 140
Por _atualgeo - domingo, 02 de setembro de 2012, às 22:42:34
Categoria: Postagem Obrigatória
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou neste domingo, 2, que o preço do bilhete... ________________________________________ O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou neste domingo, 2, que o preço do bilhete único mensal proposto em sua campanha será de RS 140. Para estudantes, o valor do bilhete será de R$ 70. "Terminamos ontem os cálculos e chegamos ao valor de RS 140. Com ele, a população de São Paulo terá direito de fazer quantas viagens que quiser por dia, ao longo de todo o mês", afirmou o candidato. Haddad já havia sinalizado que a tarifa seria ao redor de RS 140. Para viabilizar a iniciativa, Haddad prevê um desembolso adicional de R$ 400 milhões por ano para as empresas de ônibus municipais, ou aproximadamente 1% do orçamento anual da Prefeitura. O montante, a ser repassado às empresas de transporte público da capital, representa um acréscimo de 50% em relação aos atuais valores pagos pela administração municipal, na casa de R$ 800 milhões, segundo Haddad. "É um investimento que, em nossa opinião, vai contribuir muito para que o transporte público volte a ser uma alternativa importante", destacou o candidato, pouco antes de iniciar uma carreata na região Sul de São Paulo. O candidato afirmou que o novo bilhete único mensal será complementar ao atual modelo. "Para quem faz poucas viagens, continua interessante pagar RS 3,00 por três horas de uso. Mas para aquele que utiliza ou quer usar mais intensivamente o sistema de transporte público, vai poder adotar o bilhete mensal", explicou. A iniciativa, ainda segundo o candidato, poderá ser inaugurada já em um modelo integrado a trens e metrô. Para isso, contudo, a possibilidade precisará ser acordada com o governador Geraldo Alckmin. "A intenção é, ainda este ano se possível, após as eleições, definir o lançamento (do bilhete único mensal) conjunto, já com a integração a trens e metrô", disse. Comentário Na corrida eleitoral, os candidatos prometem da solução aos problemas do dia-a-dia das pessoas. O paulistano conquistou respeito como consumidor, mas não como cidadão. Sua relação com o poder público é de eterna espera: pelo ônibus que não chega, pelo médico no posto de saúde, por vaga na creche. Por isso o bolso é menos decisivo na eleição municipal. O eleitor deseja um prefeito que solucione seus problemas cotidianos nunca resolvidos. Que corte a espera. O novo prefeito terá que convencer o eleitor de que ele é o mais capaz para fazer o paulistano não ter que esperar tanto. Assinado: Larissa Amorim n-15
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As primeiras condenações no julgamento do mensalão praticamente sentenciam, conforme ministros do Supremo Tribunal...
Por Larissa (A-15) - domingo, 02 de setembro de 2012, às 22:13:07
Categoria: Postagem Livre
As primeiras condenações no julgamento do mensalão praticamente sentenciam, conforme ministros do Supremo Tribunal Federal e advogados de réus consultados pelo Estado, o destino de todos os políticos que receberam recursos do esquema. Dificilmente os parlamentares se livrarão da condenação do crime de corrupção passiva. O mesmo vale para os que se valeram de auxiliares ou familiares para retirar do Banco Rural o dinheiro que era repassado pelo operador do mensalão, o empresário Marcos Valério. Na lista de prováveis condenados, segundo ministros e advogados, estão os deputados Pedro Henry (PP-MT) e Valdemar Costa Neto (PR) e os ex-deputados Carlos Rodrigues (PR), Roberto Jefferson (PTB-RJ), José Borba (PR), Romeu Queiroz (PTB), João Magno (PT-MG) e Pedro Corrêa (PP). A tendência mostra que o tribunal incriminará tanto o caixa 2 de campanha, conforme a tese do PT, ou a entrega de dinheiro em troca de vantagens. Com tal linha seguida pela Corte, a prática de caixa 2, tida como salvação pelos petistas, seria condenada. Um dos 11 ministros confidenciou a possibilidade. "Os réus vão ao STF, confessam a prática de caixa dois e nós não fazemos nada? Confessam como se isso fosse normal na mais alta Corte do País e fica por isso mesmo?" Ao condenar o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e o ex-diretor do BB Henrique Pizzolato, a Corte julgou que o mero recebimento de vantagem indevida, mesmo sem a prática de ato de ofício, é corrupção passiva. Da mesma maneira, condenaram João Paulo Cunha e Pizzolato pelo crime de lavagem de dinheiro por terem recebido recursos do mensalão por intermédio de outra pessoa, caso de João Paulo Cunha, que mandou sua mulher sacar dinheiro destinado a ele. Praticamente todos os réus que receberam recursos do esquema se valeram de outras pessoas. Além disso, como salientou o ministro Gilmar Mendes em seu voto, o dinheiro sacado do Rural tinha como destinatário a SMPB, de Valério. O nome dos reais sacadores aparecia em contabilidade paralela, o que configuraria a tentativa de esconder a origem dos recursos. Advogados de defesa reconhecem que as "cartas já foram postas" e que a Corte já deixou claro que condenará os parlamentares que receberam recursos do mensalão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. "Já está tudo perdido", disse um deles. Ministros também confirmam que, se ninguém mudar o voto, os parlamentares devem ser condenados, com exceção de um ou outro caso peculiar. Uma dessas exceções, conforme um integrante da Corte, poderá ser o caso do ex-deputado Professor Luizinho (PT-SP). Um dos ministros que condenou Pizzolato e João Paulo Cunha por lavagem afirmou que "de jeito nenhum" condenará Luizinho. O deputado e ex-líder do governo na Câmara não recebeu dinheiro para si. Conforme a defesa, ele teria apenas pedido ao então tesoureiro do PT que disponibilizasse R$ 20 mil para a campanha de vereadores em São Paulo. Comentário A tendência do Supremo Tribunal Federal de flexibilizar o Direito Penal no julgamento do mensalão, ao condenar por corrupção sem exigir ato de ofício, vai refletir diretamente nas ações penais. O entendimento do STF vai fortalecer grandemente o combate à corrupção no Brasil, agentes públicos vão ter noção de que é corrupção o fato de receberem vantagem indevida, mesmo que não façam nada formalmente, mesmo que não pratiquem ou assinem atos. O ato de ofício é produzido pelo administrador no exercício da função, mesmo quando não provocado. No caso do julgamento do mensalão, não se pratica um crime desses se não se tem autoridade. Esse potencial é que caracteriza o crime. Por isso o ato formal já caracteriza o ilícito. O ato de ofício é a prática possível e eventual que explica a solicitação da vantagem indevida ou seu oferecimento. O Supremo Tribunal Federal está apenas restabelecendo a força do Código Penal no capítulo da corrupção, esse artigo não descreve de que o agente público tem que praticar ato, a corrupção já se caracteriza quando (o agente) solicita a vantagem em razão da função. Essa é a questão-chave, o STF está resgatando a interpretação tradicional. Assinado:Larissa Amorim n-15
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Greve custa caro na saúde e na educação
Por _atualgeo - segunda, 27 de agosto de 2012, às 20:02:16
Categoria: Postagem Obrigatória
Paralisações pelo País deixam doentes sem remédios e atrasam a vida de estudantes 26 de agosto de 2012 | 3h 06 O Estado de S.Paulo Enquanto sindicatos e governo prosseguem sua queda de braço, com cerca de 370 mil servidores parados em todo o País - em alguns casos, há quatro meses -, no Recife o menino Lucas Dantas, de 6 anos, tem um problema prático e urgente: ele depende diariamente de Aminomed, um alimento só fabricado na Alemanha - e o estoque da casa só dá para mais dez dias. "Não há mais nenhuma lata em Pernambuco nem nos Estados vizinhos. Um amigo conseguiu duas em São Paulo", diz o pai do garoto. Lucas sofre de alergia alimentar severa e, agora, sofre também dos efeitos da greve de funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que reduziu o ritmo de liberação de medicamentos nos portos e aeroportos do País. Como ele, outro menino recifense, Igor Lacerda, 9 anos, depende do fornecimento permanente de um medicamento holandês, o Nutrison. "Fico revoltada porque o direito de greve não pode superar o direito de viver do meu filho e de outros que precisam de produtos como este para viver", disse ao Estado a mãe do menor, Ingrid Lacerda. Um amigo da família, o advogado Ricardo Buarque, entrou com liminar para que o pai de Igor possa ir à Holanda buscar o produto, que começará a faltar na casa em três semanas. Casos como os de Recife ocorrem em outros Estados, onde o impacto maior das greves e operações-padrão, que irritam e desorganizam a vida de muitos cidadãos, tornam-se dramáticas quando afetam a saúde. E o problema não se resume a hospitais ou postos de saúde: ele alcança, por exemplo, distantes tribos do interior do Amazonas, onde os indígenas sofrem com a interrupção da assistência. Com 70% dos funcionários parados nas suas dez coordenadorias, a Funai deixou de atender, num serviço permanente, as comunidades indígenas. "Deixamos de emitir pelo menos dez Ranis por dia", diz o indigenista Victor Santana. Rani é o documento que registra o nascimento ou óbito dos índios. Dengue. Do mesmo modo, a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) paralisou parte das ações de coleta de sangue, exames e tratamento da dengue nas tribos - que agora corre por conta de servidores do Estado e dos municípios amazonenses. Bem longe dali, em Foz do Iguaçu (PR), a greve traz outro tipo de perigo: o desemprego. "Mais de 300 pessoas já foram demitidas", diz Juan Ramirez Añazco, da Câmara de Comércio de Ciudad de Leste - onde as vendas já sofriam com a crise e agora, com as lojas fechadas, caíram 50%. Na Ponte da Amizade não se veem filas há 15 dias. A média diária de 35 mil pessoas e 15 mil carros é mais ou menos fiscalizada, atualmente, por quatro policiais por turno. "Megaliquidações para recuperar o movimento nada resolveram", resume Añazco. Em Curitiba, uma conta da Universidade Federal do Paraná revela que 34.300 pessoas deixaram de fazer exames médicos e, por falta dele, 23.367 perderam suas consultas. Mais urgente, porém, é a situação de 30 adultos e 25 crianças que aguardam cirurgia na Unidade de Transplantes de Medula Óssea do Hospital de Clínicas da UFPR. Para evitar maiores estragos, a Anvisa mantém acordo com a Secretaria da Saúde, para os casos mais urgentes. Nas universidades de vários Estados, estudantes já fazem as contas do impacto da greve nos próximos meses. A extensão de aulas além de dezembro, o atraso na obtenção de documentos para bolsas - algumas para fora do Brasil - a perda de semestre por pura falta de aulas e notas são notados por toda parte. "A formatura em dezembro já era", resume a estudante Renata Aquino, 26 anos, que cursa Letras na UFMG. "Se as aulas começarem em outubro, terei de arrumar outro estágio em 2013 para completar as horas. E não podemos conseguir emprego sem o diploma." / MÔNICA BERNARDES, MARCELO PORTELA, ELDER OGLIARI, JÚLIO DESAR LIMA, FABÍULA WURMEISTER e WILLIAN PEREIRA Comentário – A greve é um direito dos trabalhadores e é direito do governo atender ou não, porém este país frequentemente se depara com greves irresponsáveis, sem regulamentação nenhuma pelo governo dos serviços essenciais à população como saúde, educação ,segurança e transportes, isso é verídico quando lemos a reportagem . A cena dessa greve, está em o governo estar a poucos dias da aprovação do orçamento para 2013, ao qual não quer aumentar os recursos para o funcionalismo público por falta de dinheiro e o escândalo do mensalão e tantos outros onde vemos a corrupção à solta no Governo Federal... Quem está correto?os grevistas ou o governo?Nenhum dos dois pois o que precisamos é de um governo forte, organizado, funcionários públicos responsáveis e compromissados com o atendimento à população .Para tanto o que precisamos é de uma Lei regulamentando as greves e garantindo o atendimento prioritário .
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Mensalão
Por _atualgeo - sábado, 18 de agosto de 2012, às 10:43:11
Categoria: Charge

    
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