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A urbanização descontrolada
Por A_verdade_do_mundo - quarta, 06 de novembro de 2013, às 22:00:16
Categoria: Postagem Obrigatória

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Juros devem continuar subindo, sinaliza Tombini
Por Leticia (D-20) - segunda, 04 de novembro de 2013, às 23:12:45
Categoria: Postagem Livre

O que vai garantir que a alta recente dos preços seja revertida é juro alto. Em outras palavras, esse foi recado dado pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, ao discursar no 5º Fórum sobre Inclusão Financeira, realizado em Forteleza.

Anfitrião do evento, Tombini não se limitou a comemorar a implementação no país de novas modalidades de pagamentos de dívidas e transferência de dinheiro com uso do celular, cartões pré-pagos ou moedeiros eletrônicos.

Dos cerca de 20 minutos da sua fala, um pouco menos da metade foi dedicado ao tema crescimento e inflação.

Segundo Tombini, a atuação do BC tem tido como foco fazer os investidores, empresas e consumidores perceberem que a alta dos preços nos últimos 12 meses é "um processo de curta duração".

E quer, com isso, diminuir os danos que a elevação dos índices preços tende a causar na economia, inibindo, por exemplo, investimentos.

Em seguida, o presidente do BC sinalizou que, nesse esforço, os juros deverão continuar subindo.

"Nesse sentido progressos tem sido obtidos. Entretanto, para que inflação observada nos últimos 12 meses efetivamente se revele um processo de curta duração, a política monetária deve se manter especialmente vigilante", disse Tombini.

O recado, agora dado em público, reforça avaliação da cúpula do BC divulgada na ata da última reunião do Copom, que foi interpretada pelo mercado financeiro como um compromisso do BC com nova alta de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, na próxima reunião comitê, prevista para o final deste mês.

A fala do presidente do BC mereceu uma réplica do governo do Ceará, Cid Gomes, convidado especialmente para o evento.

O governador pediu que a plateia e os convidados de honra refletissem um pouco sobre o custo da alta de juros e a necessidade de recursos para área social. Nas contas dele, 1,3 ponto percentual de aumento na taxa Selic é equivalente ao gasto com o programa Bolsa Família, estimado em cerca de R$ 19 bilhões por ano.

"Era essa reflexão que gostaria de fazer. Cuidado com a inflação, mas cuidado para o garantidor ortodoxo da estabilidade da moeda não vir a consumir praticamente o dinheiro que poderia ser usado para estabilidade de renda".

FONT: http://www1.folha.uol.com.br/mer...a-tombini.shtml


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O "efeito Snowden": da crise diplomática à crise econômica
Por Fernanda (D-7) - quarta, 30 de outubro de 2013, às 17:07:45
Categoria: Postagem Livre

A cada semana que passa, o abalo sísmico provocado pelas revelações de Edward Snowden causa novas rachaduras na aliança do Atlântico Norte liderada pelos Estados Unidos desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O episódio mais recente, e sem dúvida o mais grave, foi a descoberta da espionagem das conversas telefônicas da chefe do governo alemão, Angela Merkel.


No dia primeiro de julho deste ano, quando se encontrava em viagem oficial na Tanzânia, Obama deu uma entrevista coletiva tentando desarmar as primeiras críticas contra a rede de espionagem americana na Europa.

Num tom enfático ele declarou: "Quando eu quero saber o que pensa a chefe do governo Merkel, eu telefono para ela; quando eu quero saber o que pensa o presidente Hollande, eu telefono para ele." Agora, Merkel, Hollande, os dirigentes da União Europeia e a opinião pública do continente europeu sabem que Obama não dizia a verdade.

Mais ainda, a revista alemã "Der Spiegel" informa que a espionagem eletrônica foi executada a partir de um posto central situado na embaixada americana em Berlim. Ora, ao contrário de outros líderes europeus, Merkel tinha estreitas relações com a presidência Obama e passou aos Estados Unidos dados sobre a Al Qaeda e o programa nuclear iraniano coletados pelo serviço de espionagem alemão.

O prestígio de Obama, muito maior na Alemanha e em outros países europeus do que nos Estados Unidos, sofreu um forte abalo. Como escreveu um editorialista europeu, o "efeito Obama"  foi desfeito pelo "efeito Snowden".

O "Financial Times" registra as queixas de um alto funcionário americano: "Voltamos ao ponto em que estávamos em 2004 [no auge da impopularidade do governo Bush]; os europeus pensam agora que pouco importa se [o presidente] é democrata ou republicano, negro ou branco: é assim [deslealmente,] que os americanos se comportam".

Afora a crise de confiança entre os americanos e seus principais aliados e a deterioração das relações pessoais entre Obama e os líderes europeus, há um assunto mais grave confirmado nas últimas semanas: todo o aparato de eletrônico manipulado por Washington é também usado, obviamente, para a espionagem econômica em favor dos interesses e das empresas americanas.

Num artigo recente, o "The New York Times" enfatizou o novo papel da CIA na espionagem econômica: "Espionar os aliados para obter vantagens econômicas é uma nova tarefa crucial para a CIA agora que a política externa americana se concentra nos interesses comerciais [americanos] no exterior."

Para além dos problemas diplomáticos já criados para os Estados Unidos, o "efeito Snowden" pode agora entravar ainda mais as negociações comerciais entre os americanos e os europeus, e o resto do mundo, comprometendo a lenta retomada econômica que se desenha no horizonte da economia ocidental.


Fonte. http://noticias.uol.com.br/blo...-crise-economica.htm


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Governo vai injetar R$ 20 bilhões no BNDES ainda em 2013, diz Mantega
Por Helena (D-13) - terça, 22 de outubro de 2013, às 18:28:01
Categoria: Postagem Livre

O governo vai injetar mais R$ 20 bilhões para o BNDES operar este ano. Segundo o ministro Guido Mantega (Fazenda), depois da capitalização de R$ 15 bilhões, o banco de fomento controlado pela União receberá mais R$ 20 bilhões em empréstimo do governo federal.

"Para terminar o ano, o BNDES precisará mais de R$ 20 bilhões e não há previsão para o ano que vem", afirmou o ministro.

Peça fundamental na agenda de concessões do governo, o BNDES foi alvo de críticas num relatório elaborado pela OCDE (Organização para cooperação e desenvolvimento econômico) sobre a economia brasileira.

De acordo com o documento, entregue oficialmente esta manhã ao ministro Mantega pelo secretário-geral da organização, Angel Gurría, apesar de o crédito ter crescido no Brasil nos últimos anos, o financiamento de longo prazo continua escasso.

"Um maior desenvolvimento dos mercados de crédito de longo prazo tem sido prejudicado pela falta de participação privada, devido a uma situação de desigualdade causada pelo forte apoio financeiro ao banco nacional de desenvolvimento, que domina a concessão de empréstimos de longo prazo."

O ministro reagiu à crítica avaliando que isso "é passageiro. Não é permanente". Segundo ele, "o BNDES recebe cada vez menos recursos" e "desde que os bancos privados voltem a financiar mais, o governo vai ter que atuar menos". E garantiu: "os bancos privados já estão voltando".

Gurría minimizou o tom do relatório. Ao lado ministro Mantega, em entrevista no início desta tarde na sede da Fazenda, disse que a situação foi adotada num momento de crise de crédito. Para ele, "agora, pode haver menor participação dos bancos públicos sem ter impacto na canalização do crédito na economia".

Desde a crise financeira mundial, no final de 2008, os bancos oficiais foram instrumentos importantes para o governo tentar evitar uma recessão na economia, diluindo os impactos para o Brasil.

BNDES, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil atuaram fortemente na concessão de crédito seja para estimular o consumo ou o investimento. Atualmente, o BNDES está a frente da agenda de concessões do governo e participa ativamente no financiamento dos projetos.

Por causa disso, a instituição demanda grande volume de recursos dos cofres públicos. Nos últimos anos, o banco recebeu cerca de R$ 300 bilhões do governo federal para operar.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/10/1360352-governo-vai-injetar-r-20-bilhoes-no-bndes-ainda-em-2013-diz-mantega.shtml


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Pelo menos 4.000 pessoas participam de protesto no Rio, segundo a PM
Por Helena (D-13) - terça, 15 de outubro de 2013, às 19:42:34
Categoria: Postagem Livre

Pelo menos 4.000 pessoas, segundo a PM (Polícia Militar), começaram a caminhar, às 17h50, pela avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro, em apoio aos professores das redes municipal e estadual, que estão em greve há mais de dois meses.

Cerca de 50 manifestantes mascarados e vestidos de preto estão à frente do grupo, que saiu da Candelária, onde estavam pelo menos 300 policiais militares. Outros centenas de PMs estão espalhados pela rua do centro.

Policiais fazem revistas em mochilas de manifestantes na rua do Rosário, mas ninguém foi preso até o momento.

Um trio elétrico está no meio do multidão, com dirigentes do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro) dando orientações aos manifestantes. 

Plano de carreiras questionado na Justiça

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro informou que recorreu, nesta segunda-feira (14), da decisão judicial que suspendeu a sessão plenária realizada em 1º de outubro, durante a qual foi aprovado o PCCR dos servidores da rede municipal de ensino.

Segundo nota da assessoria de comunicação da Câmara, "o órgão jurídico do Legislativo Municipal apresentou à juíza Roseli Nalin pedido de reconsideração da decisão proferida na última sexta-feira (11/10), e ainda, encaminhou à presidência do Tribunal de Justiça pedido de suspensão da liminar".

Com a suspensão da sessão, a lei que institui o plano, sancionada pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB) no dia 2, também está suspensa.

Estudantes protestam em SP

Cerca de 300 estudantes protestam no Largo da Batata, zona Oeste de São Paulo, no final da tarde desta terça, segundo a PM. Já segundo o DCE (Diretório Central dos Estudantes) da USP (Universidade de São Paulo), a estimativa é de que estejam reunidos 2.000 manifestantes.

A passeata que segue até o Palácio dos Bandeirantes, apoia os protestos a favor dos professores neste 15 de outubro, data em que se festeja o dia dos professores. O grupo também pede eleições diretas para reitor na USP, saída da PM do campus da USP e aumento da democracia na universidade. Os manifestantes esperam ser recebidos pelo governador Geraldo Alckmin.

Um grupo de manifestantes mascarados de vestidos de preto também participa da passeata. Um dos grupos que organiza o protesto, o Juntos! não quer que os mascarados abram a passeata, como costumam fazer. No final das contas, os manifestantes de preto seguiram na frente.

Pelo menos 15 carros de polícia acompanham a passeata que passa pela Faria Lima.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/10/15/pelo-menos-4000-pessoas-participam-de-protesto-no-rio-segundo-a-pm.htm#fotoNav=9



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