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Vinicius (C-29)

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Por Around_the_World - quarta, 06 de novembro de 2013, às 21:46:40
Categoria: Postagem Obrigatória

Em torno de um pulmão verde corre uma cidade que nunca dorme.
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Premiê do Canadá se diz preocupado com revelações sobre espionagem
Por Vinicius (C-29) - terça, 08 de outubro de 2013, às 18:42:41
Categoria: Postagem Livre
Segurança nacional deve respeitar leis nacionais, disse Stephen Harper.

O premiê do Canadá, Stephen Harper, tentou nesta terça-feira (8) contemporizar com o Brasil por conta das suspeitas de espionagem, rompendo o silêncio do governo canadense sobre o tema.


Harper afirmou que a informação sobre as atividades da agência CSTC o deixaram "muito, muito preocupado".

A declaração foi feita à margem da cúpula Ásia-Pacífico, na ilha de Bali, na Indonésia.

O primeiro-ministro também garantiu que os funcionários diplomáticos canadenses estão "se aproximando" de seus colegas brasileiros para esclarecer a situação.

 Mas Harper não entrou em detalhes sobre quais seriam essas explicações.

 Na véspera, a presidente Dilma Rousseff condenou fortemente a prática de suposta espionagem canadense ao ministério brasileiro de Minas e Energia, com base em documentos vazados por Edward Snowden.

Harper disse que não tinha condições de "fazer comentários sobre as operações das agências de segurança nacional" e disse que existe um comissário "responsável por vigiar essas atividades e de se assegurar que elas respeitem as leis do Parlamento do Canadá".
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Emprego formal reage e cria 127 mil vagas em agosto
Por Bruno (C-5) - sexta, 20 de setembro de 2013, às 16:42:26
Categoria: Postagem Livre

BRASÍLIA - Depois de registrar o menor resultado para julho em 10 anos, a criação de empregos formais reagiu em agosto, quando foram criados 127.648 empregos formais, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira, 20, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

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O saldo do mês passado é resultado de 1.845.915 admissões e de 1.718.267 demissões. O total de admissões em agosto foi o maior para este mês da série histórica, segundo o Ministério do Trabalho.

O resultado ficou acima da mediana das estimativas coletadas pelo AE Projeções, de 94 mil postos, e dentro do intervalo das previsões dos economistas, que iam de 50 mil a 135 mil vagas no mês passado.

No acumulado do ano até agosto, houve criação líquida de empregos formais de 1.076.511 vagas.

Pela série sem ajuste, houve alta de 26,46% na geração de empregos em agosto na comparação com o mesmo mês de 2012, quando o volume de vagas criadas foi de 100.938. A série sem ajuste considera apenas o envio de dados pelas empresas dentro do prazo determinado pelo MTE. Após esse período há um ajuste da série histórica, quando as empregadoras enviam as informações atualizadas para o governo.

Setor de serviços lidera. O setor de serviços foi o responsável pela maior geração de vagas formais em agosto. No mês passado, o setor empregou 64.290 pessoas a mais com carteira assinada do que demitiu. Já comércio ficou com a segunda posição ao apresentar um saldo líquido de empregos de 50.070 vagas. A indústria da transformação também registrou aumento, de 11.347 vagas de trabalho com carteira assinada em agosto. Conforme o governo, houve desempenho positivo do setor em nove das 12 áreas que a compõe. Na construção civil o Caged identificou a criação de 11.165 vagas de trabalho com carteira assinada em agosto.

Agricultura fecha vagas. A agricultura fechou 12.092 postos de trabalho formais em agosto. De acordo com o Caged, a perda de vagas no setor agrícola ocorreu por motivos sazonais e foi menor do que o fechamento das 16.615 vagas visto em agosto de 2012. O setor de serviços industriais de utilidade pública (SIUP) também demitiu no período 448 trabalhadores a mais do que contratou.

Sudeste e interior são destaques. A região Sudeste criou em agosto 51.190 postos de trabalho. A segunda colocação ficou com o Nordeste, responsável pela geração de 33.134 vagas com carteira assinada em agosto. No Sul do País, as contrações superaram as demissões em 27.890 postos. No Centro-Oeste e no Norte, a criação de vagas em agosto foi menor, mas, mesmo assim, positiva, de 9.226 e 6.208, respectivamente.

O Ministério do Trabalho informou também que das 27 unidades da Federação, 25 registraram aumento do nível de emprego. As que mostraram queda em agosto foram os Estados de Minas Gerais, com fechamento 1.714 postos e o do Acre, com 47 demissões a mais do que contratações. Em Minas, o resultado foi atribuído pelo MPE preponderantemente a fatores sazonais relacionados ao setor agrícola.

A geração de emprego com carteira assinada ficou concentrada no interior do País no mês de agosto.

No conjunto das nove áreas metropolitanas avaliadas pelo governo houve crescimento de 40.344 empregos no mês passado, enquanto no interior desses aglomerados, a expansão foi de 46.967 postos. Os Estados analisados pelo Caged são Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Fonte:http://economia.estadao.com.br/not...osto,165275,0.htm


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Setor de serviços tem primeira contração em um ano, diz HSBC
Por Bruno (C-5) - quarta, 04 de setembro de 2013, às 16:20:42
Categoria: Postagem Livre

SÃO PAULO - A atividade do setor de serviços do Brasil entrou em contração em agosto pela primeira vez em um ano, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do Markit nesta quarta-feira. De acordo com o Markit, os entrevistados que indicaram volumes mais baixos de novos negócios mencionaram demanda mais fraca e uma economia cada vez mais frágil.

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O PMI sobre o setor de serviços do Brasil caiu 1,19% de julho para agosto, passando de 49,7 para 50,3 pontos. É a primeira vez em 12 meses que o índice fica abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração.

Assim, a taxa de crescimento de contratações em agosto foi a mais fraca na atual sequência de seis meses de criação de postos de trabalho. Os pedidos em atraso se acumularam no mês passado, encerrando nove meses de redução.

"O PMI de serviços caiu abaixo da marca de 50 pela primeira vez desde agosto de 2012, sugerindo que a economia está desacelerando", destacou o economista-chefe do HSBC, Andre Loes.

Entre os seis subsetores monitorados, o de Correios e Telecomunicações foi o que registrou a queda mais intensa.

Preços. Destacando a desvalorização recente do real em relação ao dólar, os entrevistados citaram preços mais altos das matérias-primas importadas, e os valores pagos pelas empresas brasileiras de serviços subiram em agosto no ritmo mais rápido do ano.

Todos os seis subsetores indicaram preços mais elevados de compra, com o aumento mais rápido sendo observado no de Hotéis e Restaurantes, de acordo com o Markit.

Com isso, os provedores de serviços aumentaram os preços de venda no ritmo mais forte desde março, impulsionados pelo setor de Hotéis e Restaurantes.

Apesar disso, foi mantido o otimismo entre as empresas em relação ao crescimento da produção no próximo ano, atingindo o maior nível em dez meses, devido à expectativa de demanda forte, além da Copa do Mundo e de uma melhora na economia.

Quase 74% dos entrevistados esperam que a produção aumente no próximo ano, contra apenas 4 por cento que veem redução, informou o Markit.

A contração do setor de serviços do Brasil somada ao segundo mês de queda na atividade industrial deixaram o PMI Composto do país pelo segundo mês seguido abaixo da marca de 50, atingindo 49,7 em agosto ante 49,6 em julho.

Esses são mais alguns sinal da fraqueza da economia brasileira no terceiro trimestre, após o Produto Interno Bruto surpreender e mostrar expansão de 1,5% no período entre abril e junho sobre os três meses anteriores.

Os PMIs somam-se à queda de 2% da produção industrial em julho e aos recuos na fabricação de veículos e de aço bruto no país, alimentando as expectativas de perda de ímpeto da economia no terceiro trimestre.

fonte:http://economia.estadao.com.br/not...-hsbc,163798,0.htm



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Dólar em alta
Por Around_the_World - quarta, 28 de agosto de 2013, às 13:34:23
Categoria: Charge



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