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Por Geo_Globalisacao - quarta, 06 de novembro de 2013, às 21:17:38
Categoria: Postagem Obrigatória

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Espionagem traça destinos políticos desde a Antiguidade
Por Guilherme (B-11) - domingo, 03 de novembro de 2013, às 20:36:14
Categoria: Postagem Livre
Ao longo dos séculos, governos montaram sistemas para bisbilhotar a vida dos cidadãos e para conter rebeliões políticas.

Da BBC

As revelações de que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) estaria bisbilhotando políticos e pessoas mundo afora atraiu a ira de muitos governos. Espionar e ser espionado, no entanto, não se configura uma novidade.

O general chinês Sun Tzu, famoso por seu livro "A Arte da Guerra", escreveu: "Os líderes brilhantes e os bons generais que consigam ter bons espiões vão ter muitos êxitos".

saiba mais Entenda o caso da espionagem americana Em carta, Snowden pede 'solução global' para limitar espionagem Leia as últimas notícias sobre o caso

Roubar cartas, interceptar comunicações, fazer escutas: estes são alguns exemplos de espionagem ao longo da história.

Na Roma antiga, os líderes políticos tinham a sua própria rede de vigilância, que lhes fornecia informações sobre as intrigas nas diferentes escalas de poder do império.

O famoso orador Cícero frequentemente se queixava de que suas cartas eram interceptadas.

"Não consigo encontrar um mensageiro fiel" , escreveu a seu amigo Atticus . "São muito poucos os que conseguem levar uma carta e não ficam tentados a lê-la".

Júlio César também construiu uma rede de espionagem para saber das conspirações contra ele. É possível, inclusive, que ele sabia de antemão da conspiração no Senado que pôs fim à sua vida .

Inquisição
Na Idade Média, a Igreja Católica tinha mais poder do que muitos governos. E, obviamente, tinha uma rede de vigilância poderosa.

Um dos comandantes do sistema foi o bispo francês Bernard Gui, considerado um excelente escritor e um dos arquitetos da Inquisição.

Por quinze anos, atuou como inquisidor-chefe em Toulouse, onde julgou pelo menos 900 pessoas por heresia .

No livro "A conduta da Inquisição na Depravação da Heresia", de 1324, Gui explicou como identificava, interrogava e punia os hereges.

Elizabeth 1ª
A corte de Elizabeth 1ª, na Inglaterra, foi um campo fértil de intrigas. A função do fidalgo Francis Walsingham era fazer com que a monarca estivesse sempre um passo à frente de seus adversários.

Em maio de 1582, Walsingham conseguiu interceptar a correspondência do embaixador espanhol Bernardino de Mendoza. A carta falava sobre uma conspiração para invadir as ilha britânicas e instalar no trono a soberana dos escoceses, a rainha Mary.

Enquanto Mary estava confinada em uma prisão, Walsingham conseguiu uma maneira de provar o que já se falava na corte.

Ele se fez passar por um aliado de Mary e começou a trocar correspondências com ela por meio de cartas que chegavam escondidas em um barril de cerveja.

Nas cartas, Mary falou sobre o plano e Walsingham conseguiu as provas de que ela planejava assassinar Elizabeth 1ª e causar uma rebelião. A rainha dos escoceses foi julgada e condenada à morte.

Robespierre
Durante a Revolução Francesa, Robespierre e seus colegas vigiavam atentamente os revolucionários e reprimiam violentamente qualquer dissidência.

Em 1793, o governo revolucionário estabeleceu doze "comitês de vigilância" em todo o país . Os comitês eram autorizados a identificar, monitorar e prender qualquer suspeito.

Historiadores estimam que pelo menos meio milhão de pessoas foram alvos dos comitês de vigilância, famosos pela crueldade em muitas cidades francesas.

Nos séculos 18 e 19, governos europeus começaram a criar as "câmaras escuras", onde se interceptava e lia as cartas de indivíduos suspeitos .

Os escritórios, localizados nos prédios do serviço postal, empregavam diversas técnicas para abrir, copiar e novamente fechar as cartas, sem deixar rastros.

A prática foi o pivô de um escândalo no governo britânico em 1844, quando foi revelado que a "câmara negra" havia interceptado a correspondência do escritor italiano Giuseppe Mazzini, que vivia exilado em Londres.

O governo foi acusado de passar informações às autoridades de Nápoles, que usaram os dados para caçar e excecutar revolucionários companheiros de Mazzini.

Negociação e espionagem
Em 1922, os Estados Unidos organizaram uma conferência de desarmamento naval em Washington, com a presença de representantes do Reino Unido, França, Itália e Japão.

Em meio às negociações, os americanos espionaram as comunicações entre Tóquio e os diplomatas japoneses, além de delegados de outros países.

Com as informações levantadas pelo Instituto de Criptografia do governo, fundado em 1919, os Estados Undios conseguiram fechar acordos que lhes proporcionaram a liderança na corrida armamentista naval.

Em 1929, o escritório foi fechado pelo Secretário de Estado, Henry Stimson, que disse: "Cavalheiros não leem a correspondência de outras pessoas".

Após a Segunda Guerra Mundial, os americanos decidiram que os cavalheiros precisavam, no entanto, de uma rede de monitoramento permanente.

Vizinho espião
Durante a Guerra Fria, a espioanagem fez parte do cotidiano de quem vivia nos países atrás da chamada "cortina de ferro".

Em nenhum lugar foi mais sentida do que na Alemanha Oriental. Durante 40 anos, o serviço de inteligência do Ministério da Previdência (conhecida como a Stasi) monitorou e registrou as atividades dos cidadãos, usando as informações para acabar com tumultos e possíveis dissidências .

Até a queda do Muro de Berlim em 1989, a Stasi tinha 91 mil colaboradores, com uma rede de 200 mil informantes.

A Alemanha Oriental usou a tecnologia, com uma quantidade imensa de funcionários, expandindo a espionagem em uma escala nunca antes vista.

Os Estados Unidos também adotaram práticas parecidas após a Segunda Guerra Mundial, como parte do projeto Shamrock. Foi criada uma rede de vigilância de cidadãos americanos suspeitos de atividades subversivas.

O sistema de vigilância foi extinto pelo Congresso em 1975. Quase quatro décadas depois, a NSA acabou reconstruindo o projeto Shamrock, desta vez bisbilhotando os cidadãos em uma nova esfera - a rede mundial de computadores.

http://g1.globo.com/mun...tiguidade.html
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Europeus exigem 'código de conduta' após casos de espionagem dos EUA
Por Guilherme (B-11) - sexta, 25 de outubro de 2013, às 17:49:02
Categoria: Postagem Livre
França e Alemanha lideram ofensiva diplomática.
Casos foram revelados por documentos vazados por Edward Snowden.

Da AFP

102 comentários

O escândalo de espionagem americana continua a fazer eco nesta sexta-feira (25) e pressiona os líderes europeus, em sua maioria indignados, a exigir de Washington um "código de boa conduta".

Após a França e a Alemanha, foi a vez daEspanha de anunciar a convocação do embaixador americano em Madri para explicações sobre os casos, revelados pelos documentos vazados pelo ex-consultor de inteligência americano Edward Snowden.

Esta decisão do primeiro-ministro Mariano Rajoy é uma resposta às novas revelações da imprensa, segundo as quais a Agência de Segurança Nacional (NSA) americana teria espionado membros do governo espanhol, incluindo seu predecessor José Luis Zapatero.

saiba mais Entenda o caso da espionagem Leia as últimas notícias do caso

Ao todo, 35 líderes mundiais, incluindo a chanceler alemã Angela Merkel e a presidente Dilma Roussef, teriam sido grampeados,publicou na quinta-feira o jornal britânico "Guardian".

Além disso, a França suspeita que os serviços secretos americanos estão por trás de um ataque cibernético à presidência sofrido em maio de 2012, segundo o jornal "Le Monde".

As revelações, que surgiram a partir de junho, "criaram uma tensão considerável em nossas relações com alguns dos nossos mais próximos parceiros estrangeiros", admitiu Lisa Monaco, conselheira de Barack Obama para a segurança interna.

Mas, apesar dos protestos, os líderes europeus rejeitam sanções contra os Estados Unidos.

"Não se trata de aumentar a pressão desnecessariamente em relação aos Estados Unidos", declarou o primeiro-ministro belga Elio Di Rupo, resumindo o estado de espírito dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia.

Os 28 líderes tentam apresentar uma unidade de fachada para exigir explicações de Washington.

A ofensiva é liderada pela França e pela Alemanha, que irão "discutir bilateralmente com os Estados Unidos, a fim de encontrar até o final do ano um acordo sobre suas relações mútuas nesta questão", segundo o comunicado da cúpula.

"Tentaremos implementar um código de boa conduta com os Estados Unidos, sobre o que é aceitável e o que não é", indicou o primeiro-ministro do Luxemburgo, Jean-Claude Juncker.

Em um texto comum, os europeus reconhecem que a "coleta de informações constitui um elemento não essencial da luta contra o terrorismo", a justificativa usada por Washington.

Mas "a falta de confiança poderia causar prejuízos à cooperação", advertiu.

"Todo mundo pode entender a adoção de medidas excepcionais quando há ameaças terroristas importantes (...), mas não estamos em uma situação onde é preciso espionar uns aos outros", declarou nesta sexta Di Rupo.

O presidente francês, François Hollande, disse por sua vez que "não podemos controlar os celulares das pessoas que encontramos em cúpulas internacionais".

O chefe de Governo finlandês, Jyrki Katainen, resumiu o dilema dos europeus: "devemos preservar a relação transatlântica e afirmar que isso (a espionagem) não é aceitável".

Para além dos protestos, os europeus rejeitam sanções, em particular uma eventual suspensão das negociações de livre comércio lançadas recentemente entre os dois blocos.

Vários países, como o Reino Unido e a Espanha, também decidiram não ofender Washington aderindo a iniciativa franco-alemã. A Espanha continua a ser um "parceiro e aliado" dos Estados Unidos, afirmou Rajoy.

Por sua vez, o primeiro-ministro britânico David Cameron preferiu não comentar o escândalo, insistindo no fato de que as questões de inteligência cabem às nações e não à UE.

A dificuldade de chegar a um consenso, se expressa nas divergências sobre o projeto de lei apresentado pela Comissão Europeia há meses para reforçar a proteção dos dados pessoais contra os gigantes da internet e dos serviços de inteligência.

Enquanto a comissária europeia da Justiça, Viviane Reding, cobra medidas e a adoção da reforma até à primavera de 2014, os 28 decidiram por uma "margem de manobra" até 2015.

"Nós devemos avançar mais rápido, mas a tarefa é complexa. Não envolve somente a vida privada, mas também o mundo dos negócios", afirmou Van Rompuy.

http://g1.globo.com/mun...espionagem.html


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Bradesco eleva lucro com aumento de juros e queda da inadimplência
Por Isabella (B-15) - segunda, 21 de outubro de 2013, às 12:51:17
Categoria: Postagem Livre
Bradesco eleva lucro com aumento de juros e queda da inadimplência

Com redução da inadimplência e juros maiores, o Bradesco teve aumento no lucro do terceiro trimestre deste ano, mas revisou para baixo sua estimativa de crescimento para a margem financeira de juros.

O segundo maior banco privado do Brasil inaugurou a temporada de balanços do setor nesta segunda-feira (21) com um lucro líquido de R$ 3,064 bilhões no terceiro trimestre, 7,1% superior ao registrado no mesmo período de 2012.

Em base recorrente, que exclui ganhos e perdas extraordinários, o lucro do Bradesco foi de R$ 3,082 bilhões entre julho e setembro deste ano, enquanto analistas consultados pela agência Reuters esperavam, em média, ganho de R$ 3,06 bilhões.

Depois de reduzir as previsões para avanço do crédito no resultado do segundo trimestre (de 13% a 17% para o intervalo entre 11% a 15%), o banco revisou hoje sua expectativa para a margem financeira de juros, que passou de 4% a 8% para 1% a 3% neste ano.

CALOTES

A inadimplência superior a 90 dias teve queda, indo de 3,7% em junho para 3,6% em setembro. Esse é o menor nível desde março de 2011. Em doze meses, a redução foi de 0,5 ponto percentual.

A redução da inadimplência impactou também as despesas de provisões para calotes, que caíram 12,8% na comparação com o terceiro trimestre de 2012, totalizando R$ 2,881 bilhões entre julho e setembro deste ano. Foi o quinto trimestre consecutivo de queda nas despesas de provisões para calotes do Bradesco.

"Diante dos desafios,os resultados foram bons. Isso mostra a capacidade do Bradesco de se adaptar a diferentes cenários econômicos", disse Luiz Carlos Angelotti, diretor de relações com investidores do Bradesco.

O Retorno Anualizado sobre Patrimônio Líquido (ROE), medida de rentabilidade para os bancos, recuou de 19,9% no terceiro trimestre de 2012 para 18,4% no mesmo período deste ano. No segundo trimestre, o ROE havia sido de 18,8%.

SEGUROS

Dono da maior seguradora do país, o Bradesco deve grande parte do resultado a este segmento, que inclui também a área de previdência. Sozinho, o grupo segurador lucrou R$ 2,625 bilhões, acima do R$ 1,685 bilhão visto no trimestre anterior.

No crédito, o banco teve expansão de 11% em relação ao terceiro trimestre de 2012, totalizando R$ 412,56 bilhões.

O melhor desempenho veio dos empréstimos às pessoas jurídicas (empresas), cuja expansão foi de 11% em relação ao terceiro trimestre de 2012, totalizando R$ 285,49 bilhões. O segmento de pessoas físicas teve alta de 10,9%, para R$ 127,07 bilhões.

Já as receitas de prestação de serviços avançaram 12,1% no terceiro trimestre sobre um ano antes, para cerca de R$ 4,98 bilhões.CALOTES

A inadimplência superior a 90 dias teve queda, indo de 3,7% em junho para 3,6% em setembro. Esse é o menor nível desde março de 2011. Em doze meses, a redução foi de 0,5 ponto percentual.

A redução da inadimplência impactou também as despesas de provisões para calotes, que caíram 12,8% na comparação com o terceiro trimestre de 2012, totalizando R$ 2,881 bilhões entre julho e setembro deste ano. Foi o quinto trimestre consecutivo de queda nas despesas de provisões para calotes do Bradesco.

"Diante dos desafios,os resultados foram bons. Isso mostra a capacidade do Bradesco de se adaptar a diferentes cenários econômicos", disse Luiz Carlos Angelotti, diretor de relações com investidores do Bradesco.

O Retorno Anualizado sobre Patrimônio Líquido (ROE), medida de rentabilidade para os bancos, recuou de 19,9% no terceiro trimestre de 2012 para 18,4% no mesmo período deste ano. No segundo trimestre, o ROE havia sido de 18,8%.

SEGUROS

Dono da maior seguradora do país, o Bradesco deve grande parte do resultado a este segmento, que inclui também a área de previdência. Sozinho, o grupo segurador lucrou R$ 2,625 bilhões, acima do R$ 1,685 bilhão visto no trimestre anterior.

No crédito, o banco teve expansão de 11% em relação ao terceiro trimestre de 2012, totalizando R$ 412,56 bilhões.

O melhor desempenho veio dos empréstimos às pessoas jurídicas (empresas), cuja expansão foi de 11% em relação ao terceiro trimestre de 2012, totalizando R$ 285,49 bilhões. O segmento de pessoas físicas teve alta de 10,9%, para R$ 127,07 bilhões.

Já as receitas de prestação de serviços avançaram 12,1% no terceiro trimestre sobre um ano antes, para cerca de R$ 4,98 bilhões.

FONTE:http://www1.folha.uol.com.br/mer...r-31-bilhoes.shtml


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Dólar fecha em queda e alcança R$ 2,15 após acordo nos EUA
Por Beatriz (B-3) - quinta, 17 de outubro de 2013, às 20:39:32
Categoria: Postagem Livre

O acordo temporário entre democratas e republicanos para por um fim ao impasse fiscal nos Estados Unidos e a mudança na rotina dos leilões do BC brasileiro fez o dólar peder fôlego ante o real nesta quinta-feira (17) e fechar no nível de R$ 2,15.

Operadores se questionaram se a autoridade monetária teria feito uma espécie de teste no mercado, indicando que poderia não gostar do patamar de R$ 2,15 para o dólar. Mas, de uma maneira geral, a avaliação continuou sendo a de que o programa de intervenções do BC não terá mudanças pelo menos por enquanto.

A moeda americana fechou em queda de 0,7%, a R$ 2,1593, tendo chegado a R$ 2,1573 na mínima. É a menor cotação do dólar desde 14 de junho deste ano, quando a moeda fechou a R$ 2,1481. Veja cotação

Na semana, a moeda americana acumula queda de 0,85% e no mês, de 2,57%. No ano, há valorização de 5,6%.

Leilões do BC
Na quarta-feira, o BC anunciou seu próximo leilão de swap cambial apenas após o fechamento dos mercados. Com o dólar abaixo do "piso técnico" avaliado pelo mercado de R$ 2,20, investidores passaram a especular se o BC manterá o ritmo de rolagens dos contratos que estão para vencer ou até mesmo se continuará com seu programa de intervenções diárias, anunciado em agosto e previsto para durar até o final do ano.

O anúncio dos leilões de swap cambial tradicional  --equivalente à venda futura de dólares-- costumava ser feito diariamente, às 14h30 e, na véspera, ocorreu às 20h. Com isso, a moeda norte-americana acabou fechando o dia com leve queda e no patamar de R$ 2,17, depois de ter batido na mínima de R$ 2,1551.

Nesta quinta-feira, o BC informou que passará a anunciar a realização dos leilões diários de swap cambial entre 19h30 e 20h30 por "questão operacional", sem entrar em detalhes.

"O que tem-se falado no mercado é que há uma pressão para não deixar o real se valorizar tanto", afirmou à Reuters um operador de um banco brasileiro, que pediu anonimato.

Nesta quinta-feira, o BC vendeu todos contratos de swap cambial tradicional ofertados com vencimento em 5 de março de 2014. O volume fincanceiro equivalente foi de US$ 497,8 milhões.

Acordo nos EUA
Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama sancionou, na madrugada desta quinta-feira, a lei que encerra a paralisação do governo dos EUA e eleva o teto da dívida pública norte-americana, logo após o Congresso ter superado um impasse que ameaçava provocar um calote histórico.

O acordo, no entanto, é temporario. A legislação emergencial financia o governo até 15 de janeiro e eleva o teto da dívida até 7 de fevereiro, quando os norte-americanos correm o risco de enfrentar uma nova paralisação, alimentando expectativas de que o Federal Reserve, banco central do país, deve adiar a redução do seu programa de estímulos, no valor de US$ 85 bilhões mensais, pelo menos até o próximo ano.

"A superação temporária dos porblemas nos EUA pode levar o Fed a postergar a redução dos estímulos, o que vai estimular o fluxo no mercado", afirmou à Reuters o diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Nehme.

Selic pode continuar subindo
Também contribuiu para a queda do dólar os novos sinais de que o BC deverá manter o atual ritmo do ciclo de aperto monetário. O aumento da Selic, hoje a 9,5%, torna os ativos brasileiros no mais atrativos mercado internacional, favorecendo a entreda da divisa no país.

Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na manhã desta quinta-feira, o BC informou que é "apropriada a continuidade do ritmo de ajuste das condições monetárias ora em curso".

"A ata do Copom trouxe pequenas mudanças em relação a ata de agosto, sugerindo que o BC pode continuar subindo a Selic a 0,5 ponto percentual na próxima reunião", disse à Reuters o estrategista-chefe do banco Mizuho, Luciano Rostagno. "O dólar mais fraco favorece o controle da inflação e, pela ata, parece que o BC esta negajado em fazer com que a inflação entre na trajetória de queda", acrescentou.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2013/10/dolar-fecha-em-queda-e-alcanca-r-215-apos-acordo-nos-eua.html


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