Blog: Geo_cultura
Você está vendo a Turma 2013 - Ver outros anos

Geo_cultura Blog: Geo_cultura
Nicolly (A-19), Bruna (A-3)
Karina (A-12)

Lixo para uns, luxo para outros
Por Geo_cultura - quarta, 06 de novembro de 2013, às 20:38:58
Categoria: Postagem Obrigatória

.,
Lido 365 vezes   Comentários (0)
 
 
Ministros chegam para reunião com Dilma sobre obras do governo Presidente convocou parte da equipe para encontro no Alvorada. No Twitter, Dilma disse que reunião serve para coordenar 'esforços
Por Nicolly (A-19) - sábado, 02 de novembro de 2013, às 17:13:20
Categoria: Postagem Livre

Ministros do governo Dilma Rousseff chegaram por volta de 10h30 ao Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, para uma reunião com a presidente. No encontro, a equipe vai tratar do andamento de obras do governo. 

Os ministros convocados são das áreas social e de infraestrutura. Foram para o Alvorada  os ministros Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), César Borges (Transportes), Antônio Henrique Pinheiro (Secretaria de Portos), Ideli Salvatti (Relações Institucionais), Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Francisco Teixeira (Integração Nacional),  Miriam Belchior (Planejamento), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Aloísio Mercadante (Educação), Édson Lobão (Minas e Energia), Paulo Bernardo (Comunicações), Alexandre Padilha (Saúde), Aguinaldo Ribeiro (Cidades) e Eleonora Menicucci (Secretaria das Mulheres).

No encontro, os ministros deverão fazer para a presidente um relato sobre o andamento das principais obras do governo federal pelo país. A intenção é acelerar essas obras.

Na manhã deste sábado, antes de a reunião começar, a presidente escreveu em sua conta no microblog Twitter que reuniões com sua equipe são "importantes para coordenar os esforços dos ministérios".

"Reunirei hoje um grupo de ministros para discutir cronogramas de entregas de obras federais pelo país. Considero que governar é oferecer à população serviços públicos com cada vez maior qualidade e honrar a confiança em nós depositada. Por isso, reuniões rotineiras como essa são importantes para coordenar os esforços dos ministérios", escreveu a presidente.

No início de 2012, como preparação para uma reunião ministerial com todos os seus auxiliares, Dilma fez encontros setoriais e convocou alguns deles também no final de semana.Não é a primeira vez que Dilma reúne seus ministros em um sábado. Em julho, após a onda de manifestações que tomaram conta das ruas do país, a chefe do Executivo convocou seus auxiliares da Esplanada para tratar sobre os cinco pactos que viriam a ser anunciados dias depois em cadeia de rádio e televisão como resposta aos protestos.

Em 21 de janeiro, um sábado, a presidente promoveu uma reunião no Palácio da Alvorada para tratar sobre assuntos econômicos e crédito e financiamento. No dia seguinte, ela debateu com seu ministério a organização de "grandes eventos", como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que serão sediadas no Brasil.


Lido 369 vezes   Comentários (0)
 
 
Seis se ferem e outros seis são presos em protesto por direitos dos animais no interior de SP
Por Karina (A-12) - sábado, 19 de outubro de 2013, às 20:45:51
Categoria: Postagem Livre

Seis pessoas foram feridas por balas de borracha durante protesto de ativistas dos direitos dos animais contra o Instituto Royal na rodovia Raposo Tavares, em São Paulo

A PM deteve seis manifestantes adeptos da tática "black bloc" por dano ao patrimônio público e privado. Um carro da Polícia Militar foi incendiado e outro da Polícia Militar Rodoviária foi danificado. Dois veículos da TV TEM, afiliada da Rede Globo, foram apedrejados e depois incendiados. Os detidos foram levados ao 1º Distrito Policial de São Roque (66 km de São Paulo).

O conflito começou justamente quando representantes dos ativistas negociavam com a PM a ida de uma comissão até a frente do Instituto Royal. Uma liminar impede que os manifestantes se aproximem do prédio, invadido nessa sexta por dezenas de ativistas, que retiraram 178 cães da raça beagle, usados como cobaia para testes de medicamentos.

Policiais da Tropa de Choque faziam um cordão de isolamento e foram empurrados pelos black blocs. Eles reagiram disparando bombas de gás e tiros com bala de borracha contra a multidão. Uma jornalista de "O Globo" foi ferida. Cerca de mil pessoas se aglomeravam em frente ao bloqueio.

A Tropa de Choque da PM usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar o grupo de mascarados que ateou fogo em dois veículos, um deles da Polícia Militar. Os bombeiros foram acionados e o fogo já foi controlado.

A rodovia foi bloqueada e manifestantes mascarados foram ao local para engrossar um protesto de ativistas, que até então era pacífico.

Um dos ativistas que está no local, Fabio Chaves, disse que a polícia está soltando bombas e que ainda há muita fumaça no local. "Os mascarados que estão próximos aos carros incendiados não são do grupo de defensores dos animais", afirma. "Infelizmente, a situação perdeu completamente o controle. Não há mais clima de manifestação", escreveu Chaves em seu site, onde está postando em tempo real sobre o ato.

O empresário Silvio Roberto da Cunha, 51, discutiu com black blocs depois que eles incendiaram os veículos. "Era um movimento pacífico e os vândalos conseguiram dispersar a manifestação com mais eficiência que a própria polícia. Eles desvirtuaram o nosso ato", disse.

Também ativista, a dona de casa Rosana Natali Piñol, 38, contou que a apresentadora Luísa Mel falava com os ativistas por meio de um megafone quando a Polícia Militar jogou uma bomba de gás. Segundo ela, após os policiais lançarem o artefato, os black blocs que já estavam no local se revoltaram e atearam fogo nos veículos.


Lido 376 vezes   Comentários (0)
 
 
Jovem é baleada em ato contra morte de morador de Manguinhos, Rio Adolescente de 17 anos foi encaminhada para Hospital Salgado Filho. Polícia vai ouvir policiais que utilizaram armas na manifestação.
Por Nicolly (A-19) - quinta, 17 de outubro de 2013, às 21:36:47
Categoria: Postagem Livre

Uma jovem de 17 anos foi baleada em uma manifestação na favela de Manguinhos, Subúrbio do Rio, em repúdio à morte do jovem Paulo Roberto Pinho, que teria sido espancado e morto por PMs, na tarde desta quinta-feira (17). Ela foi encaminhada ao Hospital Salgado Filho, no Méier, também no Subúrbio, onde foi visitada pelo coordenador da Área de Polícia Pacificadora, Coronel Cláudio Halick.

O comandante da UPP Manguinhos, Capitão Gabriel Toledo, vai tomar depoimento dos policiais que utilizaram arma de fogo durante manifestação de moradores na comunidade As armas utilizadas por PMs serão encaminhadas para perícia.

O enterro do corpo de Paulo Roberto Pinho, de 18 anos, será realizado às 15h desta sexta-feira (18), no Cemitério de Inhaúma, também no Subúrbio. O delegado José Pedro da Silva, titular da 21ª DP (Bonsucesso), afirmou que os exames preliminares do Instituto Medico Legal (IML) dizem que a causa da morte do jovem não foram lesões, supostamente causada pelos policiais. Fátima Menezes, mãe da vítima, afirma que as agressões aconteceram em um beco da comunidade. Segundo ela, Paulo Roberto era "perseguido" por um dos agentes.Os médicos legistas afirmam que mesmo que ele tenha levado socos, isso não foi o motivo da morte. Segundo o delegado, a lesão visível no corpo do jovem é do lado direito da boca. A polícia trabalha com a hipótese de lesão seguida de morte.

"Os policiais disseram que abordaram os quatro rapazes e que Paulo Roberto se negou a ser revistado, correu para o beco e caiu desmaiado", disse o delegado. 

PMs negam espancamento
Paulo Roberto morreu na madrugada desta quinta feira em Manguinhos. O delegado já ouviu os cinco policiais que abordaram o jovem na comunidade e todos negam terem espancado o rapaz. A família e uma testemunha que estava com Paulo Roberto já foram ouvidas. A testemunha afirmou em depoimento que o jovem levou uma joelhada no tórax e foi espancado. Duas testemunhas ainda não foram ouvidas.

O delegado disse que Paulo Roberto chegou com vida na UPA de Manguinhos. Ele também afirmou que o jovem tinha sete passagens pela policia, 4 por furto e 3 por assalto a mão armada. José pedro disse ainda que o jovem estava drogado ao ser abordado na comunidade. Ainda segundo José Pedro, havia sangue no "beco do Loló" onde o jovem foi encontrado desmaiado e, por isso, exames de DNA estão sendo feitos para confrontar com os padrões genéticos de Paulo Roberto.

"A gente já tem uma linha de investigação, mas precisamos aguardar exames do IML e de DNA. O que posso afirmar é que não há marcas de tiro nem de facada no jovem."

Versão da família
De acordo com a doméstica Regina Pinho, tia da vítima, Paulo foi levado para uma UPA na comunidade e estava com uma bermuda que não era dele amarrada na cabeça para estancar o sangue.

"Pegaram ele e levaram para um beco. Espancaram até a morte. Vim aqui para reconhecer o corpo porque a mãe dele não teve condições psicológicas para vir aqui. Quando vi o corpo no meu sobrinho na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ele estava com uma bermuda amarrada na cabeça e tinha muito sangue", disse.

Preso em Bangu
Regina, que esteve no Instituto Médico Legal (IML) para reconhecer o corpo de Paulo Roberto, disse que o jovem tinha passagem pela policia e estava preso em Bangu este ano. Segundo ela, ele foi solto pois pagou fiança. A doméstica também afirmou que os policiais conheciam Paulo Roberto.

"Eles conheciam meu sobrinho e só arrastaram ele pro beco. A comunidade está em guerra agora. Queremos justiça."

Segundo o comando da UPP Manguinhos, a morte de Paulo Roberto ocorreu durante uma abordagem seguida de perseguição a pé, ocorrida por volta das 3h15 na localidade Barrinho. A PM informou que os agentes avistaram quatro jovens suspeitos, que fugiram em direção a um beco.

O comando da UPP disse, ainda, que Paulo Roberto caiu desmaiado, "visivelmente alterado", antes de ser capturado. Ele foi socorrido pelos policiais até a UPA de Manguinhos, onde chegou morto, conforme confirmado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Ainda de acordo com o comando da UPP Manguinhos, o policial acusado pela mãe do jovem não estava trabalhando durante o ocorrido e que ele está cumprindo serviço no Lins de Vasconcelos.

O caso foi registrado na 21ª DP (Bonsucesso). Seis policiais de plantão no momento do ocorrido foram ouvidos, assim como o comandante da UPP de Manguinhos, capitão Gabriel Toledo, a mãe da vítima, seus familiares e testemunhas. Uma perícia era feita no local no início da tarde desta quinta-feira.


Lido 377 vezes   Comentários (0)
 
 
Facção cogita novos ataques e infiltração de bandidos em protestos
Por Karina (A-12) - segunda, 14 de outubro de 2013, às 10:34:42
Categoria: Postagem Livre

Setores de inteligência das polícias de São Paulo descobriram que membros da facção criminosa PCC discutem uma série de ataques caso chefes da organização sejam transferidos para penitenciárias do Estado com regras mais rígidas.

Promotoria prepara ofensiva contra policiais suspeitos de elo com facção

Policiais e agentes penitenciários interceptaram "salves" (ordens) dados a integrantes da facção nos quais classificam as reações do crime organizado em ao menos três níveis. Em última instância poderiam até infiltrar bandidos em meio a manifestações populares em que houver vandalismo.

A ideia dos criminosos é aproveitar o quebra-quebra promovido por adeptos da tática de protesto "black bloc" para atacar policiais.

Antes de chegar a esse ponto, segundo a Folha apurou com seis investigadores que acompanham os passos de chefes da quadrilha, os detentos cogitam uma série de pequenos protestos dentro das penitenciárias, como impedir a entrada de novos presos em alas dos presídios.

A segunda etapa seria o ataque direto a prédios das polícias Civil e Militar, como ocorreu em maio de 2006. Na ocasião, cerca de 500 pessoas morreram em decorrência dos ataques.

A infiltração nos protestos seria só em caso de transferência dos 35 chefes do PCC para a penitenciária de Presidente Bernardes, onde os detentos ficam sob o RDD (regime disciplinar diferenciado).

Nesse sistema, o preso não recebe visita íntima, pode ficar só duas horas no banho de sol, não há aparelhos de rádio e TV e não pode ler jornais e revistas. As conversas com visitas ocorrem uma vez por semana em um parlatório, que é monitorado.

MAIOR OFENSIVA

As ameaças do PCC ocorrem em reação ao pedidos de prisão de 175 suspeitos de integrar a facção e de transferência de 35 chefes. As solicitações foram negadas pelo Judiciário, mas o Ministério Público recorreu.

O argumento dos promotores é que se não houver a transferência para o RDD esses criminosos continuarão comandando delitos de dentro da prisão. Essa é a maior ofensiva contra a facção desde sua criação, em 1993.

A investigação identificou que a organização criminosa tem cerca de 11.400 membros em 22 Estados, no Paraguai e na Bolívia.

Além disso, descobriu que ela movimenta R$ 120 milhões por ano e discutiu ataques a autoridades do governo do Estado.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que não se manifestaria sobre informações de inteligência policial, mas que as polícias estão prontas para combater o crime organizado.


Lido 379 vezes   Comentários (0)
 
 
  Próxima Página >>