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Camilla (B-5), Victor (B-31)
Agnello (B-1), Giovanna (B-10)

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Por Novo_Mundo - quarta, 06 de novembro de 2013, às 18:09:52
Categoria: Postagem Obrigatória

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Avanço da classe C não melhora vida nas favelas, aponta IBGE
Por Giovanna (B-10) - quarta, 06 de novembro de 2013, às 12:55:22
Categoria: Postagem Livre

Apesar do avanço da renda da classe C nos últimos anos e do crescente acesso ao mercado de consumo e crédito, um fosso ainda separava os moradores de favelas e de outras áreas das cidades do país em 2010, de acordo com dados do Censo do IBGE divulgados nesta quarta-feira (6).

Eles tinham rendimento mais baixo, nível de instrução menor e estavam mais sujeitos à informalidade no mercado de trabalho. Em suas casas, alguns bens como computador com internet e automóvel também eram menos presentes.

Talvez resida na educação o maior abismo: enquanto 14,7% da população de outras áreas tinha concluído o ensino superior, nos chamados aglomerados subnormais (favelas, palafitas, cortiços e outros tipos de conjuntos de habitações precárias) esse percentual era de apenas 1,6%.

Na renda, a disparidade também ficava evidente: 31,6% dos moradores de comunidades carentes tinham rendimento familiar per capital menor do que meio salário mínimo, contra 13,8% da população de outras áreas. A informalidade também era mais elevada: 27,8% dos moradores de favelas trabalhavam sem carteira assinada. O percentual fica restrito a 20,5% dos ocupados que moraram fora dessas áreas degradadas.

De acordo com o IBGE, 11,4 milhões de pessoas viviam em favelas em todo o Brasil em 2010. Eram 6.329 comunidades, distribuídas em 232 cidades brasileiras. Trata-se ainda, segundo o instituto, de um fenômeno é tipicamente metropolitano.

As cinco maiores regiões regiões metropolitanas brasileiras concentravam 59,3% dos moradores de favelas de todo o país. Desse total, 18,9% viviam na Grande
São Paulo e 14,9% no Rio de Janeiro e nas cidades do seu entorno metropolitano. As demais regiões na lista das cinco eram Belém, Salvador e Recife.

Segundo Maria Amélia Villanova, técnica do IBGE, a ocupação de favelas é um processo histórico no país e se deu de modo diferente nas diversas regiões brasileiras, mas sempre caracterizado pela presença de população mais pobre e em moradias sem as mesmas condições de outras áreas, com acesso mais difícil, sem infraestrutura adequada em muitas localidades e, em geral, sem posse irregular do terreno ou imóvel.

Porém, diz, existem algumas diferenças regiões no tipo de ocupação do solo. Em São Paulo, por exemplo, as favelas predominam na periferia. Já no Rio, as comunidades mais antigas se formaram nas regiões central, na zona sul e da zona norte (especialmente na área mais perto do centro, como Estácio e Tijuca) em morros e encostas.

Os dados mostram ainda que em 72,6% dos domicílios em favelas não tinham espaçamento entre si, formando um grande bloco de casas ou pequenos edifícios. Em 64% das mordias, havia apenas um pavimento construído. "Os aglomerados subnormais tendem a ser mais densamente ocupados do que o resto das cidades", disse Maria Amélia Villanova, técnica do IBGE.

Na capital paulista, a densidade demográfica em favelas era de 297 habitantes por hectare (cada hectare equivale a 10 mil metros quadrados). Nas favelas do Rio, por exemplo, a densidade era menor: 257 habitantes por hectare.

Em todo o país, a maior parte das favelas está em área plana (52,5%), embora 19,7% das comunidades se situavam em encostas bastante inclinadas - um dado que em quase toda a temporada de chuvas de verão se traduz em deslizamentos de casas e frequentemente em mortes. A região Sudeste concentrava a maioria das favelas - 55,5% das 6,3 mil comunidades instaladas no país.

Rute Imanishi, pesquisadora do Ipea especializada no tema, disse que "a opção de morar nas favelas foi a que restou" às famílias de renda mais baixa que queriam ter acesso a serviços públicos de melhor qualidade (saúde e educação em especial) e morar mais perto do trabalho diante do elevado custo de moradia nas maiores capitais do país.

"É muito caro morar em cidades como Rio e São Paulo. A alternativa barata seria viver muito mais longe, mas cidades nas "franjas" dessas regiões metropolitanas, em cidades muito afastadas e com serviços igualmente ou até mais precários do que nas favelas."

Além disso, afirma, muitos moradores criam cômodos para alugar e geram uma renda extra morando em favelas. Permitem ainda que filhos e outros parentes construam "na laje" ou no mesmo terreno. Se não estivessem em comunidades, não seria tão fácil construir e "verticalizar" suas moradias em áreas regulares sob fiscalização das prefeituras.

http://www1.folha.uol.com.br/cot...aponta-ibge.shtml


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Comissão da Câmara aprova cota para parlamentares negros nos legislativos
Por Giovanna (B-10) - quarta, 30 de outubro de 2013, às 20:06:54
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A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta quarta-feira (30) uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que reserva vagas para parlamentares de origem negra na Câmara, nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Essa cota teria validade por 20 anos, podendo ser prorrogada por igual período.

O texto segue para a análise de uma comissão especial que será criada pela Câmara para discutir o tema. Se aprovado, terá que passar por duas votações no plenário da Casa, precisando de 308 votos para ser confirmada.

De acordo com o texto, a reserva de cadeiras corresponderá a dois terços do percentual de pessoas que se tenham declarado pretas ou pardas no último censo demográfico realizado pelo IBGE.

Esse número, no entanto, não poderá ser menor que 1/5 do total das vagas no Parlamento ou maior que a metade das vagas. No caso da Câmara dos Deputados, seriam cerca de 100 cadeiras.

A PEC é assinada pelos deputados petistas Luiz Alberto (BA) e João Paulo Cunha (SP). Na justificativa da matéria, Alberto afirma que, apesar dos indícios de que o Brasil se encontra em processo de democratização em várias áreas da convivência social, é preciso avançar na representação racional no Legislativo.

"O que se propõe aqui é dar um choque de democracia nas casas legislativas e que esse choque recaia justamente sobre a questão decisiva em todas as discussões histórica e teoricamente mais relevantes sobre a democracia no Brasil, que é a das relações entre equidade racial e equidade social, econômica, cultural e política".


http://www1.folha.uol.com.br/pod...legislativos.shtml


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FMI critica política econômica do Brasil
Por Giovanna (B-10) - quarta, 23 de outubro de 2013, às 22:20:45
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Relatório do FMI (Fundo Monetário Internacional), divulgado nesta quarta-feira (23), aponta que o "excessivo microgerenciamento na política fiscal enfraqueceu a credibilidade do duradouro modelo fiscal do país" e incertezas na política pesaram nos investimentos.

Ainda de acordo com o documento, o potencial de crescimento brasileiro no curto prazo foi reduzido por baixas taxas de investimento.

Apesar de reconhecer uma recuperação gradual da desaceleração em 2011 e 2012 por conta do consumo "resiliente" e do aumento "recente" dos investimentos, o texto lista vários riscos para a economia brasileira, além da baixa taxa de investimento: pressões inflacionárias, erosão fiscal, correção do mercado imobiliário e gargalos no mercado de trabalho, com produtividade "estagnada" por trabalhador.

Para manter um crescimento sustentável de 3,5% ao ano (mesma média de 2000-12, mas 0,75% ponto percentual abaixo do previsto anteriormente para os próximos anos), o Brasil precisa aumentar a taxa de investimento e recuperar a produtividade de trabalho.

O relatório, feito a partir de uma visita da equipe do Fundo ao Brasil em maio, ficou pronto em julho, mas o governo brasileiro não permitiu sua divulgação até que ocorressem correções pedidas pelo Banco Central e pelo Ministério da Fazenda. "Demorou demais", disse, em coletiva, o representante do país no Fundo, Paulo Nogueira Batista Jr.

Editoria de Arte/Folhapress

Em visita a Washington, o secretário de Política Econômica, Marcio Holland, rebateu críticas do relatório, dizendo que o ajuste, de uma economia mais dependente do consumo que do investimento aconteceu antes do que diz o FMI.

"Desde 2006, 2007, com o PAC conseguimos investir mais, depois de décadas sem investimentos em infraestrutura", disse, em coletiva. "Entre 2003 e 2012, a taxa de investimento cresceu 5,7% ao ano em média, contra 3,6% da economia e 4,3% do consumo. O balanceamento já estava acontecendo há algum tempo".

Sobre as pressões inflacionárias recentes, Holland disse que o relatório dá pouca ênfase ao choque de preços dos alimentos do ano passado, com as secas no Brasil e nos EUA. "Agora temos alguns alimentos até em deflação", diz.

INVESTIMENTOS

O FMI diz que a baixa taxa de investimento em 2011 era explicada pela queda do preço das matérias primas e aperto nas condições financeiras internacionais.

Mas a partir do início de 2012, a melhora no ambiente global não conseguiu provocar a aceleração dos investimentos, causada por "fatores domésticos", com quedas na estimativa de crescimento e incertezas.

"O crescimento dos investimentos entre os emergentes desacelerou, mas continuou crescendo, enquanto no Brasil ficou paralisado e começou a regredir", diz o relatório.

Holland criticou a pouca ênfase ao dinamismo do mercado de trabalho brasileiro ("com desemprego de 5,3%, enquanto o mundo passa por uma fase de desemprego alto) e disse que as próprias previsões de mercado apontam uma alta no investimento de 6% (acima do crescimento econômico).

"Há 15 anos temos um dos maiores superavits primários anuais no mundo, entre 2 e 3,8% do PIB, o superavit primário é muito superior ao requerido".

Ele também rebateu a crítica da chamada contabilidade criativa. "Não foi manobra fiscal, tudo foi transparente, publicado no Diário Oficial. O FMI carrega na questão fiscal desnecessariamente".

Acrescentou que a política atual é de redução de operações envolvendo o Tesouro e os bancos públicos, que "respondiam anteriormente a choques das economias avançadas".

CALCULO DA DÍVIDA

Na visita a Washington, Holland também participou de discussões em que o Brasil pede por uma mudança na metodologia do Fundo de calcular o endividamento. "Nosso conceito é mais sensível à solvência", disse. Para o Fundo, a dívida bruta do Brasil equivale a 68,3% do PIB; no cálculo brasileiro, é de 59,3%.


http://www1.folha.uol.com.br/mer...mento-diz-fmi.shtml


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Senado dos EUA chega a acordo para contornar impasse fiscal
Por Giovanna (B-10) - quarta, 16 de outubro de 2013, às 15:59:39
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A menos de 24 horas do prazo final, o Senado chegou a um acordo para elevar o limite de endividamento do governo e evitar um calote aos credores. A solução temporária ainda precisa ser aprovada em votação na Câmara e no Senado nesta quarta-feira (16).

A proposta autoriza o Tesouro a continuar se endividando até 7 de fevereiro. Também prevê a "reabertura" do governo americano até 15 de janeiro. A paralisação de repartições públicas e dos servidores devido ao impasse sobre o Orçamento já dura 16 dias.

Um comitê será montado para discutir soluções permanentes para os dois problemas e terá até o início de dezembro para chegar a um acordo de longo prazo.

"Não é hora de encontrar culpados, é hora reconciliação", afirmou o líder democrata no Senado, Harry Reid.

Reid afirmou ainda que o acordo dará estabilidade ao país e ajudará a iniciar um caminho para a sustentabilidade fiscal.

O consenso no Senado deixa mais próxima uma solução ao impasse entre republicanos e democratas que poderia levar o país a decretar o calote da dívida, um cenário com potencial de minar economias ao redor do globo.

Amanhã é considerada a data limite para que um acordo seja firmado e aprovado, pois seria quando os EUA gastariam os últimos recursos disponíveis para honrar sua dívida.

Representantes do partido republicano deram indicações de que estão dispostos a aprovar a proposta apresentada pelas lideranças no Senado. A votação na Câmara é considerada um dos maiores desafios para o fim do impasse.O senador republicano Ted Cruz, um dos principais opositores durante as negociações, afirmou que não apresentará resistência apesar de discordar do acordo. "Atrasar essa votação não traria nenhum resultado", afirmou.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, informou que o presidente Barack Obama vai aceitar o acordo. "O presidente espera que as duas casas vão trabalhar com afinco no acordo", diz.

A falta de uma solução para os problemas teria efeitos "incalculáveis e duradouros", segundo analistas.

Para o Brasil, detentor de 4,6% dos títulos da dívida americana --os maiores credores são China e Japão --os efeitos de um calote poderiam afetar o equilíbrio das contas públicas nacionais.

Pela incerteza persistente dos últimos dias, a agência de classificação financeira Fitch colocou a dívida dos EUA em "avaliação negativa".


http://www1.folha.uol.com.br/mer...asse-fiscal.shtml


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