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Gabriela (D-9), Mariana (D-24)
Natalia (D-27)

A margem da sociedade.
Por RazaoDosFatosGeo - quarta, 06 de novembro de 2013, às 21:27:22
Categoria: Postagem Obrigatória

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Juros devem continuar subindo, sinaliza Tombini
Por Mariana (D-24) - segunda, 04 de novembro de 2013, às 22:48:42
Categoria: Postagem Livre

O que vai garantir que a alta recente dos preços seja revertida é juro alto. Em outras palavras, esse foi recado dado pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, ao discursar no V Fórum sobre inclusão financeira, realizado em Forteleza.

Anfitrião do evento, Tombini não se limitou a comemorar a implementação no país de novas modalidades de pagamentos de dívidas e transferência de dinheiro com uso do celular, cartões pré-pagos ou moedeiros eletrônicos.

Dos cerca de 20 minutos da sua fala, um pouco menos da metade foi dedicado ao tema crescimento e inflação.

Segundo Tombini, a atuação do BC tem tido como foco fazer os investidores, empresas e consumidores perceberem que a alta dos preços nos últimos 12 meses é "um processo de curta duração".

E quer, com isso, diminuir os danos que a elevação dos índices preços tende a causar naeconomia, inibindo, por exemplo, investimentos.

Em seguida, o presidente do BC sinalizou que, nesse esforço, os juros deverão continuar subindo.

"Nesse sentido progressos tem sido obtidos. Entretanto, para que inflação observada nos últimos 12 meses efetivamente se revele um processo de curta duração, a política monetária deve se manter especialmente vigilante", disse Tombini.

O recado, agora dado em público, reforça avaliação da cúpula do BC divulgada na ata da última reunião do Copom, que foi interpretada pelo mercado financeiro como um compromisso do BC com nova alta de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, na próxima reunião comitê, prevista para o final deste mês.

A fala do presidente do BC mereceu uma réplica do governo do Ceará, Cid Gomes, convidado especialmente para o evento.

O governador pediu que a plateia e os convidados de honra refletissem um pouco sobre o custo da alta de juros e a necessidade de recursos para área social. Nas contas dele, 1,3 ponto percentual de aumento na taxa Selic é equivalente ao gasto com o programa Bolsa Família, estimado em cerca de R$ 19 bilhões por ano.

"Era essa reflexão que gostaria de fazer. Cuidado com a inflação, mas cuidado para o garantidor ortodoxo da estabilidade da moeda não vir a consumir praticamente o dinheiro que poderia ser usado para estabilidade de renda".


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Análise: Tensão entre Brasil e EUA passa além da espionagem
Por Gabriela (D-9) - segunda, 04 de novembro de 2013, às 15:20:34
Categoria: Postagem Livre
Em setembro, Brasília e Washington coreografaram o adiamento da visita da presidente Dilma aos EUA. Notas oficiais não falavam em cancelamento, mas que a relação bilateral não ficaria refém de denúncias de espionagem.
A reação do governo brasileiro foi moderada. Medidas radicais, como uma retirada do embaixador brasileiro, não foram cogitadas.
Mesmo assim, analistas e funcionários do governo fizeram pouco das preocupações brasileiras. China e Rússia praticam espionagem, por que criticar apenas os EUA? O Brasil apoia adversários como Venezuela e Irã; é claro que será monitorado.
A fala de Dilma nas Nações Unidas foi mal recebida, em um momento em que os EUA tinham outras prioridades externas -Síria e Irã- e domésticas -paralisação do governo e reforma da saúde.
Enquanto isso, outra questão ameaça a relação bilateral. Em setembro, os EUA suspenderam o pagamento de US$ 12,3 milhões referentes a compensações de subsídios do algodão acordadas em 2010. O valor repassado ao Instituto Brasileiro do Algodão no mês foi de US$ 4,9 milhões. Como resposta, o país prepara retaliações que podem variar entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão, autorizadas pela OMC.
Assim como no caso da espionagem, o país mostra moderação. O acordo de 2010 já foi uma demonstração de boa vontade. Brasília abriu mão da retaliação em troca de compensação financeira e do compromisso de reforma dos programas de subsídios. Esta última demanda encontra-se perdida em disputas partidárias no Congresso dos EUA.
A reaproximação precisa partir dos EUA. Mesmo com empecilhos da política doméstica, gestos de simpatia poderiam vir em outras áreas, como acesso aos mercados de carne bovina e etanol.
Brasília não quer aplicar retaliações, mas talvez não tenha saída frente aos impasses entre republicanos e democratas, e Casa Branca e Congresso. Uma nova rodada de sanções pode prejudicar a já abalada relação bilateral. Mas paciência tem limite, e a moderação brasileira logo encontrará o seu.




fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/mun...espionagem.shtml
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Pelo menos 35 líderes mundiais foram monitorados pelos EUA, diz jornal britânico
Por Gabriela (D-9) - quinta, 24 de outubro de 2013, às 21:56:02
Categoria: Postagem Livre
Pelo menos 35 líderes mundiais foram monitorados pelo serviço de inteligência dos Estados Unidos, segundo reportagem divulgada nesta quinta-feira pelo jornal britânico "The Guardian".
De acordo com o jornal, a Agência de Segurança Nacional americana (NSA, na sigla em inglês) passou fazer essa espionagem após receber a relação dos números de telefones de um funcionário de um outro departamento do governo. Os contatos dos 35 líderes estariam entre 200 números entregues à NSA.
Os dados fazem parte, segundo o "The Guardian", dos arquivos do ex-analista da CIA e da NSA Edward Snowden, asilado na Rússia.
A reportagem não menciona quem são esses 35 líderes, mas vem a público em meio a mais recente crise sobre o caso, desta vez envolvendo a Alemanha. Há indícios de que o telefone celular da chanceler Angela Merkel tenha sido monitorado, segundo o governo alemão.
O embaixador americano na Alemanha foi chamado nesta quinta-feira a dar explicações ao ministro de Relações Exteriores, Guido Westerwelle. É a primeira vez desde a 2ª Guerra Mundial que o embaixador de um país aliado é convocado diante dessas circunstâncias.
Merkel afirmou que a boa relação entre os dois países foi quebrada com a suspeita de que foi também alvo da ação de inteligência do EUA. "Nós precisamos ter confiança entre aliados e parceiros e essa confiança (entre EUA e Alemanha) precisa ser restaurada", afirmou, em Bruxelas, onde participa de encontro da cúpula dos líderes da União Europeia.
A declaração foi dada um dia depois de ela telefonar para o presidente americano, Barack Obama, para protestar contra a espionagem que alega ter sofrido. "Eu disse isso para ele em junho, quando esteve em Berlim, em julho e também ontem em uma ligação telefônica", disse a chanceler. O governo alemão já havia declarado considerar "inaceitável" o episódio.
A Alemanha é mais um país que teria sido espionado pelos EUA, após Brasil, França e México.



fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mun...nal-britanico.shtml
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Oposição síria resiste a se comprometer com processo de paz
Por Natalia (D-27) - terça, 22 de outubro de 2013, às 19:33:15
Categoria: Postagem Livre

 A oposição síria no exílio resistiu nesta terça-feira aos apelos de países árabes e ocidentais para se comprometer a participar de negociações de paz, alegando que não poderá se incluir em um processo que possa resultar na permanência do presidente Bashar al-Assad no poder.

Reunidos em Londres, 11 países pressionaram a Coalizão Nacional da oposição síria a participar de uma conferência de paz com o objetivo de encerrar um conflito que matou mais de 100 mil pessoas desde 2011. Mas o grupo listou condições e disse que vai levar algumas semanas para decidir sobre sua participação.

"Não haverá quaisquer negociações sem garantir que a reunião de Genebra 2 seja basicamente para o período de transição e para que Assad se vá", disse o líder da Coalizão Nacional, Ahmed Jarba, em entrevista coletiva após a reunião de Londres.

"Não vamos nos sentar e negociar com Assad possivelmente ainda estando lá", prosseguiu. "Nossa gente não aceitaria isso. Ela nos consideraria traidores se viéssemos aqui vender nosso povo."

Mas Jarba não descartou explicitamente a participação no encontro e disse que seu grupo vai se reunir em breve, possivelmente no dia 1º em Istambul, para decidir em votação sobe a participação na conferência, conhecida como Genebra 2, ainda sem data marcada.

Os participantes da reunião disseram que o objetivo da conferência Genebra 2 seria estabelecer um governo provisório, e que até lá "Assad e seus colaboradores próximos que tenham sangue nas mãos não terão papel na Síria".

O chanceler britânico, William Hague, anfitrião do encontro com Egito, França, Alemanha, Itália, Jordânia, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos, disse que a participação da oposição síria na conferência é vital.

"Pedimos à Coalizão Nacional para que se comprometa plenamente, lidere e forme o coração de qualquer delegação da oposição a Genebra", afirmou Hague em entrevista coletiva.

Muitos dos rebeldes islâmicos que enfrentam as forças de Assad dentro da Síria se recusam a reconhecer a oposição no exílio, que tem o apoio ocidental.

http://br.reuters.com/art...I20131022


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