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Lívia (D-14), Luana (D-15)
Victória (D-24)

FOTO: Modais
Por Big_Bang - terça, 25 de novembro de 2014, às 13:45:07
Categoria: Postagem Obrigatória

Lívia S. Arcas          nº 14  3ªsérie D

Luana Ucha            nº 15  3ª série D


Victória C. Gomes  nº 24  3ª série D
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Balança comercial tem pior resultado para outubro em 16 anos
Por Victória (D-24) - segunda, 03 de novembro de 2014, às 19:14:05
Categoria: Postagem Livre
Queda de preço de minério de ferro e vendas menores de carro influenciam.
Na parcial do ano, déficit somou US$ 1,87 bilhão e teve pequena melhora.A balança comercial brasileira teve em outubro o pior resultado para o mês desde 1998 – ou seja, em 16 anos. Segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) nesta segunda-feira (3), as importações superaram as exportações em US$ 1,17 bilhão no mês passado.De acordo com dados oficiais, as vendas ao exterior somaram US$ 18,33 bilhões, e, com isso, tiveram uma queda de 19,7% sobre outubro de 2013. Todas as categorias de produtos tiveram retração de exportações nessa comparação. As vendas de produtos básicos recuaram 15,4%; os manufaturados registraram queda de 30,3%; e as exportações externas de semimanufaturados caíram 1%.Ao mesmo tempo, as importações somaram US$ 19,5 bilhões em outubro deste ano, com queda de 15,4% sobre o mesmo mês do ano passado. No mês passado, recuaram as importações de combustíveis e lubrificantes (-36,2%), de bens de consumo (-14%), de matérias-primas e intermediários (-9,3%) e de bens de capital (-12%)De acordo com o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Daniel Godinho, o resultado da balança comercial em outubro deste ano está relacionado com a forte queda do preço do minério de ferro, de 40% sobre o mesmo mês do ano passado (que levou a China a perder, em outubro, o posto de principal comprador de produtos brasileiros para os Estados Unidos), e, também, com o recuo das vendas externas de automóveis – principalmente por conta das menores compras realizadas pela Argentina, que atravessa grave crise econômica.Por outro lado, o governo informou que as vendas externas de carne suína bateram recorde para todos os meses em outubro deste ano, quando foram exportados US$ 183 milhões deste produto, principalmente para a Rússia – que proibiu importação de alimentos e produtos agrícolas da União Europeia e dos Estados Unidos - Hong Kong e Venezuela.

Acumulado do ano também está no vermelho
No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, foi contabilizado um déficit de US$ 1,87 bilhão na balança comercial brasileira. Mesmo assim, o saldo deste ano teve leve melhora frente ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um déficit (importações maiores do que exportações) de US$ 1,99 bilhão.

No acumulado de 2014, as exportações somaram US$ 191,96 bilhões, com média diária de US$ 909 milhões (queda de 3,7% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 193,83 bilhões, ou US$ 918 milhões por dia útil, uma queda de 3,7% em relação ao mesmo período de 2013.

"Continuamos trabalhando com um cenário de resultado positivo no final do ano [2014 fechado]. Precisamos aguardar o mês de novembro para confirmar essa expectativa. Dezembro é tradicionalmente superavitário. Do lado das exportações, costuma ocorrer maior esforço exportador para cumprimento de contratos e redução de estoques [em dezembro]", avaliou Godinho, do MDIC.

Resultado de 2013 e previsões para este ano
Em 2013, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 2,56 bilhões, o pior resultado para um ano fechado desde 2000, quando houve déficit de US$ 731 milhões.

De acordo com o governo, a piora do resultado comercial do ano passado aconteceu, principalmente, por conta do serviço de manutenção de plataformas de petróleo no Brasil, que resultou na queda da produção ao longo de 2013, e pelo aumento da importação de combustíveis para atender à demanda da economia brasileira.

A expectativa do mercado financeiro para este ano, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, é de pequena piora do saldo comercial. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 2 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior.

Já o BC prevê um superávit da balança comercial de US$ 3 bilhões para 2014, com exportações em US$ 240 bilhões e compras do exterior no valor de US$ 237 bilhões.


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EUA citam ameaça terrorista e elevam segurança em prédios do governo
Por Luana (D-15) - terça, 28 de outubro de 2014, às 22:29:18
Categoria: Postagem Livre

Os Estados Unidos estão intensificando a segurança em edifícios governamentais em Washington e em outras grandes cidades por causa de ameaças terroristas contínuas e o ataque da semana passada ao Parlamento canadense, informou o Departamento de Segurança Interna nesta terça-feira (28).

Uma autoridade dos EUA disse que não havia nenhuma informação crível sobre qualquer plano específico contra um alvo norte-americano, mas foram divulgadas muitas convocações para atacar o país, inclusive em mídias sociais, por partidários de grupos como o Estado Islâmico e a Al Qaeda.

O funcionário, que falou sob condição de anonimato, afirmou que as novas medidas acontecem após uma série de ameaças de grupos militantes que agências norte-americanas vêm monitorando há meses.

O secretário de Segurança Interna, Jeh Johnson, disse em um comunicado: "Dados os acontecimentos mundiais, a prudência dita uma maior vigilância na proteção de instalações do governo dos EUA e nosso pessoal."

"As razões para essa ação são evidentes: as contínuas convocações públicas por organizações terroristas para ataques contra o país e outros lugares, incluindo contra policiais e outras autoridades do governo, e os atos de violência contra funcionários governamentais e instalações no Canadá e em outros lugares recentemente", acrescentou Johnson.

O secretário disse que determinou segurança extra em "vários edifícios do governo dos EUA em Washington DC e outras grandes cidades e locais de todo o país".

Os detalhes das ações a serem tomadas pelo Serviço de Proteção Federal, que abrange mais de 9.500 instalações, vão variar em diferentes locais.

Johnson alertou os serviços de segurança estaduais e municipais dos EUA para ficarem alertas especialmente para possíveis "ataques de pequena escala por um criminoso sozinho ou um pequeno grupo de indivíduos".

Na quarta-feira passada, Michael Zehaf-Bibeau, um homem descrito pelas autoridades canadenses como perturbado e viciado em drogas, matou um soldado no Memorial de Guerra do Canadá, em Ottawa, e invadiu o Parlamento, trocando tiros com agentes de segurança, antes de ser baleado e morto.

A polícia disse que Zehaf-Bibeau, um cidadão convertido ao Islã, fez um vídeo de si mesmo antes do ataque que, segundo os policiais, forneceram evidências de que ele tinha motivos ideológicos e políticos.




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Petrobras despenca e puxa queda da Bovespa após reeleição de Dilma
Por Luana (D-15) - segunda, 27 de outubro de 2014, às 19:50:56
Categoria: Postagem Livre
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta segunda-feira (27), em reação à reeleição da presidente Dilma Rousseff na véspera por uma margem apertada.
O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 2,77% e encerrou o dia a 50.503 pontos, menor patamar desde o dia 15 de abril. 
As ações da Petrobras despencaram mais de 12%, a principal pressão negativa no índice. A estatal encerrou o dia com a maior queda diária desde novembro de 2008.

Os papeis da Eletrobras também estavam entre as principais baixas do dia, com desvalorização de quase 12%. As ações do Banco do Brasil, por sua vez, recuavam mais de 5% perto do fim do pregão.

Operadores e analistas criticam o que consideram como intervenção excessiva nas estatais que, na visão dos agentes, deve persistir com a continuidade de Dilma no Palácio do Planalto, segundo a agência Reuters.

"Se Dilma optar por um caminho diferente, pode conseguir acalmar o mercado. Caso insista em nomes [de ministros da Fazenda] que não são bem aceitos pelo mercado, teremos mais quatro anos extremamente ruins na economia. No primeiro momento, o mercado não irá dar o benefício da dúvida a ela", disse à Reuters o gestor de um fundo no Rio de Janeiro, pedindo para não ser identificado.

"A economia está muito mal, o quadro fiscal é péssimo e o mercado externo tem um risco crescendo, fora o risco de racionamento (de energia) no ano que vem", disse à Reuters o gestor Eduardo Roche, da Canepa Asset Management.

O analista Marco Aurélio Barbosa, da CM Capital Markets, disse em nota que há vários pontos na agenda econômica (política fiscal e monetária) e política (reforma política e combate à corrupção) que devem nortear as ações do governo nessa virada de mandato, e podem ser decisivos para o mercado financeiro.

"Se o governo agir rápido, pode retomar um certo nível de confiança reduzindo a volatilidade e abrido espaço para a retomada dos investimentos", escreveu a clientes.

O dólar também reagiu ao desfecho do segundo turno, fechando esta segunda-feira com alta de 2,68%, a R$ 2,5229.


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Bovespa fecha em forte alta, puxada por Petrobras e Banco do Brasil
Por Lívia (D-14) - segunda, 13 de outubro de 2014, às 20:45:45
Categoria: Postagem Livre

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em forte alta nesta segunda-feira (13), com investidores repercutindo positivamente as últimas notícias relacionadas à corrida eleitoral, tendo como pano de fundo um quadro favorável no ambiente financeiro internacional.

O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subiu 4,78%, aos 57.956 pontos. Veja cotação.

As ações do Banco do Brasil e da Petrobras lideraram a alta entre os papéis do Ibovespa, subindo mais de 10% cada.

Segundo a agência Reuters, esta foi a maior alta diária desde 9 de agosto de 2011, quando a Bovespa avançou 5,1%. No mês, a bolsa acumula alta de 7,1% e no ano, de 12,52%.

No fim de semana, pesquisa Sensus mostrou o candidato pelo PSDB à Presidência da República Aécio Neves largando no segundo turno com ampla vantagem sobre a candidata Dilma Rousseff, que tenta a reeleição pelo PT, enquanto Marina Silva, candidata pelo PSB derrotada no primeiro turno, declarou apoio ao tucano.

O cenário eleitoral também influenciou a variação do dólar, que fechou em baixa nesta segunda. A moeda norte-americana recuou 1,27%, a R$ 2,3927 na venda. Veja cotação.

 

 


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