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PARQUE DO PIQUERI
Por GeoNews - quarta, 26 de novembro de 2014, às 19:55:22
Categoria: Postagem Obrigatória

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Na 1ª decisão pós-eleição, BC surpreende e sobe juros a 11,25% ao ano
Por Gabriela (C-11) - quarta, 29 de outubro de 2014, às 23:11:36
Categoria: Postagem Livre

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, subiu a taxa básica de juros (Selic) de 11% para 11,25% ao ano. Foi uma surpresa para o mercado. Os analistas esperavam manutenção da taxa. Em comunicado, o BC diz que considerou o risco da inflação para aumentar os juros.

A decisão não foi unânime: cinco diretores, inclusive o presidente do BC, Alexandre Tombini, votaram pela elevação, enquanto três votaram pela manutenção da taxa de juros em 11%.

Com o aumento, o BC interrompe uma série de cinco reuniões com taxa de 11%. Em abril, o BC subiu os juros de 10,75% para 11%. Em maio, julho e setembro, a taxa foi mantida no mesmo nível.

Esta foi a primeira decisão sobre juros depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), no domingo, por uma pequena margem sobre Aécio Neves (PSDB). Uma das maiores críticas a Dilma tem sido a economia, incluindo a inflação em alta. Os juros são usados, entre outras coisas, para tentar controlar a inflação.

A presidente disse que novas medidas econômicas serão tomadas a partir de novembro, depois de um amplo diálogo com setores produtivos e financeiros, e que o novo ministro da Fazenda será anunciado no momento adequado.

A Selic é uma taxa de referência para o mercado e remunera investimentos com títulos públicos, por exemplo. Não representa os juros cobrados dos consumidores, que são muito mais altos. A taxa média de juros cobrada das pessoas na vida real em setembro, embora tenha caído, chegou a 102,59% ao ano, segundo a Anefac, associação de executivos de finanças.

Taxa de juros é ferramenta para tentar combater inflação

A nota oficial distribuída pela BC após a reunião diz que a preocupação foi a inflação.

"O Copom decidiu elevar a taxa Selic para 11,25% ao ano, sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela manutenção da taxa Selic em 11%. Para o Comitê, desde sua última reunião, entre outros fatores, a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável. À vista disso, o Comitê considerou oportuno ajustar as condições monetárias de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016", diz o comunicado

A inflação oficial, medida pelo ÍIPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu 6,75% em 12 meses até setembro, estourando o limite máximo da meta do governo, que é de 6,5%. A meta do BC é manter a inflação em 4,5% ao ano, mas são aceitos dois pontos percentuais para cima ou para baixo (ou seja, variando de 2,5% a 6,5%, o chamado teto da meta).

A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação, ou estimular a economia. Quando os juros sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das mercadorias cair, controlando a inflação, em tese. Por outro lado, juros altos seguram a economia e fazem o PIB (Produto Interno Bruto) ficar baixo.

Se os juros estão elevados, as empresas investem menos, porque fica caro tomar empréstimos para produção, e as pessoas também reduzem seus gastos, porque o crediário fica mais alto. Essa situação deixa a economia com menos força. O lado bom é que investimentos baseados em juros são beneficiados e rendem mais para o aplicador.

Por outro lado, com juros mais baixos, há mais consumo e mais risco de inflação, porque as pessoas compram mais e nem sempre a indústria consegue produzir o suficiente. Quando há falta de produtos, a tendência é que eles fiquem mais caros.

A taxa básica de juros orienta o restante da economia, mas há pouco impacto na vida prática de quem precisa usar o cheque especial ou cartão de crédito. Analistas dizem que essas taxas são tão altas que pequenas variações na Selic são incapazes de aliviar ou pesar no bolso no dia a dia.

Além de inflação, o país enfrenta recessão técnica, que ocorre quando o PIB (Produto Interno Bruto) tem resultados negativos em dois trimestres seguidos. A economia brasileira encolheu 0,6% no segundo trimestre e 0,2% no primeiro trimestre. Recessão significa redução de consumo, menos produção e risco de desemprego.

Poupança continua rendendo igual

A poupança continua rendendo com seu potencial máximo.

Uma nova regra de 2012 estabelece que ela renda menos quando a Selic estiver igual ou inferior a 8,5% ao ano. Nesse caso, a poupança daria 70% da Selic mais a TR. Como está acima disso, o rendimento é o tradicional: 6,17% ao ano mais a TR.

Entenda o Copom

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros, mas a Selic já era usada como indicador desde 1986.

As reuniões do Copom ocorrem a cada 45 dias em Brasília.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Administração, Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Fiscalização, Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural, Política Econômica, Política Monetária, Regulação do Sistema Financeiro, e Relacionamento Institucional e Cidadania.


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Disputa presidencial é muito acirrada no RJ e no RS
Por Gabriela (C-11) - sexta, 17 de outubro de 2014, às 21:55:26
Categoria: Postagem Livre

Terceiro maior colégio eleitoral do país, o Rio continua sendo palco de uma acirrada disputa pela Presidência, o que o transforma numa espécie de reprodução sintética do que ocorre no país. O mesmo é registrado no Rio Grande do Sul, quinto maior eleitorado.

Ao pesquisar intenção de voto para governador em quatro Estados (RJ, RS, CE e DF), o Datafolha também fez perguntas sobre a eleição presidencial. Assim, foi possível verificar o desempenho dos presidenciáveis em cada local.

Se só os fluminenses votassem, os resultado final seria um empate entreDilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), com a petista numericamente à frente: 51% para ela, 49% para ele, em votos válidos.

Editoria de Arte/Folhapress

No Rio Grande do Sul, o empate técnico é o mesmo, só que com números invertidos: Aécio, 51%; Dilma, 49%.

São resultados quase idênticos ao da pesquisa nacional, que computa todos os Estados, nos dias 14 e 15: Aécio 51% ante 49% de Dilma.

Na pesquisa nacional, a margem de erro é de dois pontos. Nos Estados, de três.

É curioso notar que o desempenho de Dilma é quase idêntico no Rio e no Rio Grande do Sul enquanto a avaliação de seu governo é bem diferente nos dois Estados. Entre os gaúchos, 47% acham sua gestão boa ou ótima. No Rio, a taxa está em 32%.

O forte equilíbrio de forças no Rio já havia ficado claro no primeiro turno. No conjunto dos municípios fluminenses, Dilma ficou em primeiro com 36%; Marina Silva (PSB) teve 31%; Aécio, 27%.

Entre os gaúchos, o placar foi ainda mais apertado: 43% para Dilma, 41% para Aécio (Marina terminou com 12%).

No Ceará e no Distrito Federal, os comportamentos eleitorais são bem diferentes.

Editoria de Arte/Folhapress

No Estado nordestino (8º maior eleitorado), Dilma ganha de Aécio por uma enorme vantagem: 73% a 27%.

No Distrito Federal (20º eleitorado), a grande dianteira é do tucano: 65% a 35%.

VARIAÇÕES

Na pesquisa nacional, os resultados finais em votos válidos ficaram idênticos aos do levantamento do dia 9. Não significa, porém, que a eleição tenha ficado congelada nas regiões e no interior dos segmentos sociais.

As alterações mais relevantes foram as quedas de 5 pontos de Aécio no Sudeste (55% para 50%) e de 7 pontos de Dilma no Sul (41% para 34%).

Os resultados finais acabaram sendo iguais ao da pesquisa anterior porque esses recuos foram compensados com avanços em outros locais (confira no gráfico).

Nos recortes de renda, Aécio apareceu com 5 pontos a menos entre os mais ricos (69% para 64%). Já Dilma apareceu com 6 pontos a mais nesse grupo (24% para 30%).

Nesse caso, porém, trata-se de um universo pequeno (5% da amostra), o que implica numa margem de erro bem maior.


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Bolsa cai 2% e volta ao nível de 52 mil pontos; Petrobras perde mais de 5%
Por GeoNews - quarta, 01 de outubro de 2014, às 21:48:15
Categoria: Postagem Obrigatória

Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em queda de 2,32%, a 52.858,43 pontos nesta quarta-feira (1º). É a menor pontuação final diária desde 5 de junho deste ano, quanto a Bolsa fechou aos 51.558,79 pontos.

Os investidores estavam pessimistas após a divulgação de novas pesquisas eleitorais do Ibope e Datafolha, que mostraram que a presidente Dilma Rousseff (PT), cuja política econômica é alvo de críticas nos mercados financeiros, mantém liderança firme na corrida presidencial.

A ação preferencial da Petrobras (PETR4), que dá prioridade na distribuição de dividendos, foi a mais negociada do dia e fechou em queda de 5,53%, a R$ 17,09, depois de já ter acumulado perdas de 22% no mês passado.

Somado ao cenário eleitoral, que vem afetando as ações da estatal, houve uma alta de quase 50% na importação de combustíveis e lubrificantes para o país em setembro. 

Com o dólar em alta, isso representa perdas para a Petrobras.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou em alta de 1,5%, a R$ 2,485 na venda, maior valor da cotação desde 8 de dezembro de 2008, quando tinha fechado a R$ 2,50. 

Bolsas internacionais

As principais Bolsas de Valores internacionais fecharam sem uma tendência definida nesta terça, com as preocupações dos investidores focadas em questões locais.

Na Europa, as principais Bolsas fecharam em queda, depois que dados mostraram que a atividade industrial na zona do euro desacelerou novamente em setembro.

A Bolsa da França foi destaque, perdendo 1,15%; o índice de Lisboa recuou 1%, e o da Inglaterra caiu 0,98%. A Bolsa da Alemanha fechou em queda de 0,97%; a da Itália recuou 0,89%; e a da Espanha teve baixa de 0,67%.

Na Ásia, As Bolsas da China e de Hong Kong não abriram devido ao feriado do Dia Nacional. Os investidores asiáticos, no entanto, continuavam preocupados com a situação dos protestos civis na ex-colônia britânica.

A Bolsa da Coreia do Sul teve queda de 1,41%; o Nikkei, do Japão, recuou 0,56%; e o índice de Cingapura fechou em baixa de 0,39%. A Bolsa da Austrália fechou em alta de 0,78%, e a de Taiwan subiu 0,26%. 

Comentario: vemos que as eleições estão afetando nao somente o campo politico, mas também o campo economico Nosso país, felizmente, tem a maioria decente e honesta. Os que não votam nos atrapalham e os votos brancos e nulos ainda superam os 50% dos eleitores. Infelizmente, se todos os decentes votassem, o governo nao seria mau visto pela onu ou qualquer outro pais.Para fechar suas contas, o Governo tem comprado bilhões de reais em títulos da dívida pública, que serão pagos daqui a mais de 30 anos, com juros acima da inflação, e o cenario so tende a piorar se continuar com os mesmos principios de escolha de votos. GABRIELA 11


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Lula diz que Marina cria inverdades e que ela não precisa chorar por ele
Por Gabriela (C-11) - sábado, 13 de setembro de 2014, às 19:02:08
Categoria: Postagem Livre
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu neste sábado (13) a candidata à Presidência Marina Silva (PSB) e disse que ela não precisa criar "inverdades" sobre ele para chorar.

Em ato na zona leste de São Paulo ao lado do candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, Lula afirmou que Marina, sua ex-aliada, "pode chorar por outros motivos".

A fala do ex-presidente foi uma reposta às declarações de Marina Silva, que chorou ao ser questionada pela Folhasobre Lula e disse ainda não acreditar no que ele faz contra ela.

"Primeiro, dona Marina não precisa contar inverdades a meu respeito para chorar. [Ela] pode chorar por outros motivos", respondeu Lula.

"Nunca deixei de ter relação de amizade por desavenças políticas. Nunca falei mal de dona Marina e vou morrer sem falar mal dela", afirmou.

Em comício organizado em cima de uma caminhão no bairro de Sapopemba, ao lado de políticos como o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o senador Eduardo Suplicy (PT), Lula elogiou Dilma Rousseff, voltando a dizer que ela era o melhor nome para sucedê-lo na Presidência. "A bichinha é inteligente e aprendeu muito", disse, sobre a sucessora.

Em vários momentos, ainda que não fizesse referência direta a seu nome, Lula espetou a agora adversária Marina Silva, a principal ameaça à reeleição de Dilma Rousseff.

"Um verdadeiro líder não muda de partido, não muda de opinião. Ele evolui", disse o ex-presidente.

"Ela que precisa explicar o motivo de ter nascido e crescido no PT, ter ganhado cargos do PT, e agora fala mal do PT".

Durante o evento, Lula reclamou da voz, precisando interromper algumas vezes o discurso para beber água. "Antes, quando tomava um conhaquezinho, não tinha problema na garganta. Agora, depois do câncer [na laringe, já curado], da uma coceirinha", justificou ele.
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