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Beatriz (B-4), Beatriz (B-5)
Isabelle (B-16)

Foto - Estátua aos vetereanos de guerra da FAB
Por Geographie - quarta, 26 de novembro de 2014, às 13:41:02
Categoria: Postagem Obrigatória

Categoria: estátuas da cidade
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Mais escolarizadas, mulheres ainda ganham menos e têm dificuldades de subir na carreira
Por Isabelle (B-16) - sexta, 31 de outubro de 2014, às 16:40:14
Categoria: Postagem Livre

As mulheres brasileiras já engravidam menos na adolescência, estudam mais do que os homens e tiveram aumento maior na renda média mensal, mostram as Estatísticas de Gênero do IBGE, um recorte inédito de dados do Censo de 2010 divulgado nesta sexta-feira.

Mas elas ainda ganham salários menores e têm dificuldade de ascender na carreira.

Segundo a pesquisa, entre os anos de 2000 e 2010, as mulheres brasileiras tiveram um aumento de 12,8% na renda média mensal, contra 3,6% de aumento da renda dos homens, o que na visão dos especialistas mostra um avanço rumo à equiparação salarial.

Vantagem educacional

A renda média do homem brasileiro, no entanto, ainda é maior. Os dados mostram que um homem ganha em média R$ 1.522 por mês, enquanto uma mulher recebe R$ 1.123.

Quando comparados por área de atuação, os salários das mulheres também são sempre menores.

Pessoas na faixa dos 25 anos ou mais, atuando nos ramos de Ciências Sociais, negócios e Direito, por exemplo, ganham em média R$ 4.650,90 se forem homens e R$ 3.081,40 se forem mulheres.

Já no setor de engenharia, produção e construção, os homens recebem em média R$ 5.985,60 e as mulheres R$ 3.976,10.

Em contraste, a mulher aparece com vantagem em praticamente todos os indicadores educacionais.

Há menos mulheres analfabetas e ,entre as pessoas de 18 a 24 anos, 15,1% das mulheres frequentam o ensino superior, contra 11,3% dos homens.

A proporção dá vantagem para as mulheres em todas as regiões do país.

Para Eleonora Menicucci, ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), a pesquisa mostra tanto um avanço geral e um aumento do protagonismo das mulheres na sociedade quanto a necessidade de continuar progredindo na eliminação das desigualdades de gênero.

“As mulheres engravidam mais tarde, estudam cada vez mais e ocupam um número maior de postos no mercado de trabalho. Estão em todas as profissões, inclusive aquelas consideradas masculinas, como engenharia civil, mecânica, automação, condução de veículos pesados, taxistas, entre outras", afirmou a ministra, em entrevista à BBC Brasil.

"Mas mesmo assim continuam ganhando menos”.

A ministra chama a atenção para o dado sobre a gravidez na adolescência, visto como uma melhora social que dá mais empoderamento à mulher.

De acordo com o IBGE, a proporção de mulheres na faixa entre 15 a 19 anos com ao menos um filho diminuiu de forma geral - de 14,8% para 11,8% - entre 2000 e 2010.

Embora haja Estados com percentuais maiores ou menores, todos apresentam redução na taxa.

“É um dado importante. Primeiro, eu acredito que as adolescentes estejam procurando mais os serviços de orientação reprodutiva no SUS, conforme o preconceito contra esse serviço diminui. Por outro lado, temos o programa Rede Cegonha, que amplia as ações nesta área desde o planejamento reprodutivo”, afirma Menicucci.

Reprodução, patriarcado e altos cargos

Para a Professora Ligia Pinto Sica, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Fundação Getúlio Vargas (FGV), dois motivos ajudam a explicar os salários menores das mulheres.

Ela cita a cultura patriarcal, que valoriza mais o trabalho do homem, e a questão reprodutiva - empregadores enxergam perdas produtivas quando funcionárias grávidas saem de licença maternidade.

“É um traço cultural. O Brasil mantém o estereótipo de gênero no qual o salário do homem vale mais do que o da mulher, e isso é reforçado pelo fato de que a licença maternidade, de até seis meses, é muito maior do que a paternidade, de apenas cinco dias. Passa-se assim a ideia de que cuidar do filho é responsabilidade única da mulher”, afirma a pesquisadora.

Sica diz que uma possível medida para mudar tal percepção seria aumentar o período de licença paternidade.

“A sociedade precisa perceber que num dado momento o homem pode entrar em campo para que a mulher não tenha que necessariamente perder sua posição no mercado de trabalho”.

Num estudo recente, Sica analisou 837 companhias de capital aberto, bem como 73.901 cargos de diretoria e membros de conselhos administrativos no período de 1997 a 2012.

A conclusão foi de que a taxa de mulheres nos cargos mais altos das empresas brasileiras se manteve a mesma em 15 anos.

“Há uma estagnação. A mulher estuda, prepara-se e entra no mercado. Mas não consegue avançar na carreira".

"Apenas 7,7% destes 73.901 cargos são ocupados por mulheres".

Para Menicucci, o cenário deixa claro que a mulher consegue “entrar no mercado de trabalho, mas não consegue ascender".

Ranking Internacional

Nesta semana o Fórum Econômico Mundial, com sede na Suíça, divulgou um ranking internacional de igualdade de gênero no qual o Brasil caiu nove posições, aparecendo na 71ª colocação.

Em 2013, o país ocupava a 62ª posição na lista.

A organização avaliou as diferenças entre homens e mulheres na saúde, educação, economia e indicadores políticos em 142 países. Apesar de ressaltar que no setor educacional o Brasil ganhou a nota máxima, viu problemas nas questões salariais e de empoderamento político.

"A queda do Brasil (…) aconteceu mesmo tendo preenchido com sucesso ambas as lacunas entre gêneros no nível educacional e de saúde e sobrevivência. Sua prioridade agora deve ser garantir retornos em seus investimentos através do aumento da participação feminina na área de trabalho", disse o relatório.

Embora reconheça que o Brasil precise avançar na participação das mulheres na política, a ministra Menicucci diz que o ranking não levou em conta avanços recentes.

“Temos a primeira mulher eleita e reeleita presidente. Tivemos 11 mulheres ocupando cargos de ministras. Pela primeira vez nesta eleições o TSE rejeitou listas de candidatos de partidos que não continham um mínimo de 30% de mulheres. São dados importantes que deveriam ter sido computados”, avalia.

fonte: http://www.bbc.co.uk/por...de_fd 


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Dólar fecha em baixa nesta quinta, cotado a R$ 2,40
Por Beatriz (B-4) - quinta, 30 de outubro de 2014, às 18:45:34
Categoria: Postagem Livre
BC elevou a taxa básica de juros de 11% para 11,25% ao ano.
A moeda norte-americana caiu 2,45%, na terceira queda seguida

O dólar fechou em baixa nesta quinta-feira (30) após o Banco Central surpreender e elevar a Selic em 0,25 ponto percentual, a 11,25% ao ano, citando maiores riscos à inflação.

Segundo a agência Reuters, a moeda chegou a ser cotada a R$ 2,3932 nas mínimas da sessão. Na semana, o dólar acumula baixa de 2% e no mês, de 1,64%. No ano, há valorização de 2,14%.A moeda norte-americana caiu 2,45%, a R$ 2,4079, na terceira baixa seguida.   Foi a maior queda desde setembro de 2013, quando, no dia 18, o dólar recuou 2,89%.

Já a Bovespa fechou em alta de 2,52% nesta quinta, a 52.336 pontos.

Para os investidores, a alta da taxa Selic alimenta expectativas de fluxo positivo ao Brasil e de que a condução da política econômica pode tomar rumo mais favorável aos olhos do mercado. A política econômica do governo de Dilma Rousseff, reeleita no domingo (26), recebeu fortes críticas por causar inflação elevada e baixo crescimento, em meio a uma política fiscal pouco transparente.


A decisão do BC de aumentar os juros pegou o mercado no contrapé, em meio a amplas expectativas de que a Selic só voltaria a subir no ano que vem, num cenário de inflação elevada e atividade fraca."O aumento dos juros dá uma animada no mercado por causa da expectativa de fluxo, mas principalmente porque é um indício de que o governo está mais preocupado com a inflação", afirmou à Reuters o gerente de câmbio da corretora Treviso, Reginaldo Galhardo.

O mercado aguardará mais pistas sobre como será a política fiscal nos próximos quatro anos para confirmar suas apostas sobre a política econômica. Também continuará no radar a nomeação do próximo ministro da Fazenda.

A expectativa de maior entrada de recursos estrangeiros no Brasil também ajudava na baixa no dólaro, com maior potencial de investimentos externos vindo para o Brasil em busca de mais rendimentos com a Selic maior.

Pelo terceiro dia seguido, o movimento do câmbio era turbinado também por fatores técnicos, com muitos investidores desfazendo apostas na alta do dólar que haviam sido montadas antes do segundo turno das eleições. Muitos analistas afirmam que a vitória de Dilma já havia sido precificada.

A perspectiva de que o presidente do BC, Alexandre Tombini, continue em seu cargo e estenda o programa de intervenções diárias no câmbio em 2015 também tem contribuído para a queda do dólar ante o real nos últimos dias.

Intervenção diária
Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, pelas atuações diárias. Foram vendidos 3 mil contratos para 1º de junho e 1 mil para 1º de setembro de 2015, com volume correspondente a US$ 198 milhões.

O BC também vendeu a oferta total de até 8 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 3 de novembro, rolando praticamente todo o lote, equivalente a US$ 8,84 bilhões. O próximo vencimento será em 1º de dezembro, equivalente a US$ 9,831 bilhões.

Na quarta-feira (29), o dólar fechou em baixa, influenciado pelo anúncio do Fed, o banco central dos EUA, de que não comprará mais ativos para estimular a economia dos Estados Unidos e que manterá as taxas de juros perto de zero.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/10/dolar-fecha-em-baixa-nesta-quinta-cotado-r-240.html 


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Revista britânica ironiza ato pró-Aécio: “Só faltou champanhe”
Por Isabelle (B-16) - domingo, 26 de outubro de 2014, às 17:03:32
Categoria: Postagem Livre

The Economist chamou o protesto de “Revolução da Cashmere”, pela quantidade de socialites, roupas caras e iPhones vistos durante o ato em prol do candidato tucano; segundo a publicação, isso apenas reforça a imagem de que Aécio seria um verdadeiro representante da elite

A revista britânica The Economist publicou um texto ontem (23) sobre a mobilização de eleitores do presidenciável brasileiro Aécio Neves (PSDB). O evento ocorreu na noite de quarta-feira na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Mesmo tendo anunciado apoio ao candidato tucano, a publicação foi irônica e chamou a manifestação de “Revolução da Cashmere”, em referência à lã utilizada normalmente em roupas caras.

“Sujeitos de terno com camisas bem passadas e gravadas com suas iniciais, portando bandeiras de Aécio. Socialites bem vestidas, envoltas em elegantes cachecóis para afastar o frio fora de estação, entoando slogans contra o PT. Todos tirando selfies com caros iPhones”, dizia a matéria, que afirmou ter faltado apenas “taças de champanhe” no protesto.

A revista ressaltou que o ato foi uma cena sem precedentes na história das eleições, e não somente no Brasil, já que “barões dos negócios e financistas” não costumam ir às ruas para esse tipo de manifestação. Segundo o texto, a atitude e o perfil dos eleitores reforçariam ainda mais a imagem do candidato tucano de ser um “fantoche da elite rica”, como afirmam seus opositores.

fonte: http://www.revistaforum.com.br/blo...ou-champanhe/


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Em município mineiro, PT e PSDB fracassam contra a miséria
Por Isabelle (B-16) - quinta, 23 de outubro de 2014, às 22:08:04
Categoria: Postagem Livre

Dona Joana não sabe quantos anos tem. "Acho que uns sessenta. Talvez. Idade certa eu só lembro a dos filhos."

Mas ela sabe bem o que é a fome. "Quando menina, eu passava 'era' dias sem comer nada. Dias sem comida em casa."

Morena, bem magra, com os olhos opacos pela catarata mirando a parede de pau a pique, dona Joana conta que a fome ficou no passado. A mudança é recente: “Foi quando comecei a receber a aposentadoria”.

Ela recebeu a reportagem da BBC Brasil na casa de madeira e barro que construiu sozinha para cuidar de quatro crianças - foi abandonada pelo marido quando a filha mais velha tinha um mês — em São João das Missões, na caatinga do norte de Minas Gerais, quase fronteira com Bahia.

De acordo com a ONU, sua cidade natal ocupa o 5402º lugar no ranking de desenvolvimento humano (IDH) brasileiro - o pior resultado em um município fora dos Estados do Norte e Nordeste do país (a lista inclui 5.565 cidades).

Entre 2000 e 2010 - período que coincide com os governos do PSDB na esfera estadual e do PT em nível federal -, o IDH de Missões foi qualificado como “ruim” e caiu da penúltima para a última posição no ranking mineiro de municípios. O índice avalia educação, renda e expectativa de vida.

O aumento da violência, a carência de equipamentos socioculturais e a falta de perspectivas da população na última década revelam que ambos os partidos, agora disputando a Presidência com os candidatos Aécio Neves e Dilma Rousseff, não foram capazes de transformar a vida de Joana e de seus 12 mil conterrâneos.

No primeiro turno, Dilma teve 80,28% dos votos dos eleitos de São João das Missões, contra 14,05% de Aécio Neves e 5,3% de Marina Silva.

A miséria em São João das Missões não é flagrante. Na praça da igreja da matriz e pelas nas ruas principais há iluminação, calçamento e casas humildes, tudo em boas condições.

Bares e pequenas mercearias que vendem de chinelos até cachaça e rapadura estão por todos os lados. A população se desloca principalmente a pé, de moto ou de bicicleta — transporte público, além dos raros ônibus intermunicipais, não existe por aqui.

São necessários 10 minutos de carro para entender de verdade a pobreza local. Ela se esconde atrás da mata ressecada da zona rural e da reserva indígena do povo Xakriabá, onde vivem isolados mais de 70% dos 12 mil habitantes de Missões.

De costas para o quintal onde planta remédios ("chá de sete dores e romã"), Joana inicialmente recua quando perguntada sobre as eleições presidenciais.

"Não voto mais", conta, com sorriso ambíguo. "Eu votava para engrandecer os outros, uai. Que nada. Ninguém ganhava (benefícios dos eleitos)".

Pouco depois, ela olha para o teto e relativiza. "Tem políticos que 'faz' bem pro povo. Tem outros que não 'faz'."

Na área urbana, as duas únicas escolas funcionam no mesmo prédio — uma mantida pelo Estado e outra pelo município. Há um só posto de saúde aberto a toda a população, onde trabalham duas médicas cubanas, contratadas pelo governo federal como parte do programa Mais Médicos, por falta de disponibilidade de profissionais brasileiros.

Não existem universidades, cinemas, teatros, museus ou qualquer opção cultural diferente de festivais ocasionas de música regional e da romaria anual, que enche a cidade nos meses de junho.

À reportagem da BBC Brasil, Fábio Pereira de Souza, assessor de políticas públicas da prefeitura (e irmão do prefeito), disse "não conseguir entender" o porquê da má avaliação no ranking do IDH.

"O nosso município parece mais elevado do que as cidades vizinhas. Nós recebemos mais recursos. A presença da reserva indígena traz vantagens nesse sentido. A gente ainda não conseguiu descobrir o critério, mas acho que eles não entenderam que a culturalidade dos índios é diferente."

Embora tenha havido progressos entre 2000 e 2010, o município está situado na faixa classificada pela ONU como de "desenvolvimento humano baixo" e a intensidade dos avanços na cidade foi menor que as médias do Estado de Minas Gerais e do país no período, segundo as Nações Unidas.

A taxa de mortalidade infantil em Missões é de 21,2 mortos a cada mil nascidos, contra uma média de 16,7 mortos por mil nascidos no restante do país. Em 2010, apenas 26,96% da população de mais de 18 anos tinha completado o ensino fundamental, contra uma média de 51,43% em Minas.

Além disso, em 2010, 53,37% da população do município era considerada pobre de acordo com os parâmetros da ONU , e outros 33,88% eram extremamente pobres, ou seja, tinham uma renda per capita mensal inferior a R$ 70.

O município ainda sofre com denúncias de corrupção e desvios.

Um ex-prefeito, que governou entre 1997 e 2004 pelo PSDB, foi condenado por desvio de recursos para atenção básica dos povos indígenas e entrou para a lista dos políticos "ficha suja".

Segundo o jornal Estado de Minas, a atual prefeitura, comandada pelo PT, também é investigada por supostas fraudes em licitações de obras e também na compra de material hospitalar. O prefeito, que não estava na sede da administração municipal durante a visita da reportagem, nega as acusações.

Nas mesinhas de plástico dos botequins, o aumento da violência nos últimos 10 anos é assunto comum.

À reportagem, a dona de um estabelecimento comercial na região central conta ter visto o primeiro cadáver assassinado de sua vida a poucos passos de casa. "Morreu ali, passou um carro e atirou. Falaram que foi acerto de contas por papelote", diz, apontando para a esquina.

Os missionenses contam que, além da chegada recente da cocaína, as armas são problema antigo. Durante décadas, fazendeiros da região locais viveram em conflito com os índios xakriabá.

O objeto da disputa era área de milhares hectares da terra onde vive a população indígena e cabocla. O território só foi demarcado em 1987, logo após uma emboscada que matou o cacique, sua esposa, outro índio e um homem branco.

Dentro da reserva há 32 aldeias, formadas por casas pobres de alvenaria ou pau a pique. Numa das vilas, Embaúba, o índice de suicídios preocupa o cacique Domingos Xakriabá.

"Foram mais de 10", conta. "Durante muito tempo o nosso povo precisou abandonar a tradição para não parecer índio. Nossos parentes saíam disfarçados porque eram perseguidos. A gente está fazendo um trabalho para entender as causas dos suicídios, mas ainda não se sabe."

É nesta aldeia que mora dona Joana, cuja história dá início a esta reportagem.

Ao contrário de alguns dos vizinhos, diz ser grata por sua vida e de não ter do que reclamar, por saber que tem "gente em situação pior que a minha".

"Por isso que um presidente bom precisa ajudar. Ajudar o povo, mais ainda esses fracos que não podem (sobreviver sem renda). Eu não quero a coisa só para mim. O tanto que eu desejo para mim eu desejo para qualquer pessoa", diz, com a voz forte, completando que considera sua vida "boa".

"Se Deus ajudar para entrar um (presidente) para melhorar mais... É bom, né?".

fonte: http://www.bbc.co.uk/por...issoes_rs_cq


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